Por estar bêbada, a Carla dessa vez não quis saber de gozar várias vezes. Simplesmente virou-se e dormiu. Passei a noite toda acordado pensando no que dizer a ela no dia seguinte ou que medida tomar.
Ela acordou com enxaqueca, devido ao excesso de vinho. Não tocamos no assunto. Melhor seria esperar que ela estivesse bem, sem dor, para conversarmos.
Me pareceu, contudo, que ela não se lembrava de nada, pois nada mencionou a respeito. Nem naquele dia nem nos outros que o sucederam. Assim, depois de um mês, usei novamente o "golpe do vinho" e comi outra vez seu cuzinho arrombado.
Confesso que certo prazer me envolveu, de saber que a Carla andava dando o rabo pra algum outro homem, mas, para quem? Bem, ela sempre pegou carona para a escola (ela era professora) com o Alcides, um professor de História, mas pelo que parecia, ele era gay..., nunca eu havia pensado que ela pudesse..., ou que o Alcides pudesse..., ou algum outro professor ou funcionário da escola..., ou... Sei lá, eu não sabia o que pensar.
A única coisa que eu sabia é que não fui eu quem arrombou o cu da minha amada esposa Carla. Eu tinha medo de perguntar. Eu não queria que ela soubesse que eu descobrira. Eu preferia, de vez em quando, lhe dar um vinho e comer o que algum outro safado andava comendo: O profundo cu de minha esposa.
O que mais me incomodava nessa história é que isso tudo só fez aumentar meu tesão por ela! Cada dia mais! Não conseguia me imaginar com outra mulher! Será que essa é a sensação de ser corno? Será que sou corno mesmo? Será que todas as vezes que ela me dava o rabo, ela realmente se esquecia de tudo quando passava a bebedeira? Ou havia alguma safadeza nisso? O que eu devia fazer? Nunca acreditei que alguém que beba faça algo de que não se lembre no dia seguinte. Principalmente se for algo tão importante como ter uma relação anal com quem evitou durante anos. Isso me fez pensar que mesmo tendo comido o cu de minha esposa, sob o efeito de vinho, ela devia se lembrar disso sim, de que havia dado a bunda para mim.
Porém não usei isso para colocá-la contra a parede. Resolvi agir com calma a fim de descobrir quem a havia comido - e arrombado seu cuzinho - antes de mim.
Uns meses depois comemoramos o aniversário dela. Fomos a um motel com a intenção de passar a noite. Logo que iniciamos as primeiras carícias, sob pouquíssima luz, tratei logo de entrar no assunto, de forma muito direta, porém sem maltratá-la: sabe prazer - que Smanusear meter longe daquilo mesmo vezes manusear meter longe daquilo mesmos nunca tão tive tanto Amor, fizemos é sexo gostoso... quanto buraquinho amanusear meter longe daquilo mesmol? que manusear meter longe daquilo mesmo
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A Carla então começou a me beijar de língua, tentando impedir-me de continuar a falar no assunto. Sinal de que ela estava muito consciente de tudo o que havíamos feito, mesmo sob efeito de vinho. Só que desta vez, estávamos sóbrios.
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Carinhosamente fui trazendo-a de bunda voltada para mim. Ela resistiu só um pouco, mas logo relaxou e se entregou. Veio se encostando até que seu reguinho agasalhou a cabeça do meu cacete duro e pulsando de tesão.
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Ouvindo tal pedido não pude deixar de começar a socá-la. Com muito gosto e muita força. A cada socada ela gemia. E como eu fui aumentando a velocidade, seus gemidos saíam também com maior frequência, até que ela soltou um grito enorme! Um grito que ecoou pelo apartamento e certamente foi ouvido longe.
[Continua em "Olha, vá gostar de dar o cu assim na puta que pariu - Parte 3"]
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