Oi, pessoal! Tudo bem? Meu nome é Ana Clara, tenho 22 anos, sou baixinha, cabelos castanhos lisos, bumbum G e peitinhos médios. E acho que sou gostosinha, pois atraio vários olhares masculinos por onde eu passo.
Bom, minha história começou quando eu fiquei desempregada. Eu moro no estado de Minas Gerais, na cidade de Betim, e tenho uma filha do meu casamento. Ah, sou separada e agora moro com meus pais.
Certo dia eu estava fazendo compras quando vi um anúncio. Era uma clinica veterinária que precisava de ajudante de ambos os sexos. No mesmo dia me ofereci à vaga e fui aprovada. Eu acho que eles estavam precisando muito de assistente, pois a veterinária nem me perguntou se eu tinha medo de animais.
Comecei a trabalhar duro. Eu lavava e logo aprendi a tosar. Eu já estava na clinica há três meses e já há cinco meses sem namorado, somente trabalhando e estudando. Além disso, eu precisava também dar atenção para a minha filha. Não sobrava tempo pra mais nada. Um dia a veterinária me perguntou se eu gostaria de ganhar um extra. Eu disse que sim, pois eu estava precisando comprar mais coisas para a casa dos meus pais. Então ela me disse que eu teria que limpar o canil no final de semana, incluindo sábado e domingo, e que cada dia ela me daria R$ 150,00. Aceitei de imediato.
Bom, trabalhei o sábado, como de costume, até as 12:00hs. Então todo mundo foi embora e fiquei sozinha na clinica. Lá era grande, tinha mais ou menos 500 metros quadrados onde ficava o canil, a área de consulta e área de lazer dos cachorros.
Entrei no canil e fui logo fazendo a faxina, já que eu não queria demorar muito tempo nessa tarefa. Havia dois cachorros enormes, que pareciam mais com dois cavalos. Esses dois cachorros eram da raça São Bernardo, aquela raça do filme Beethoven. Dava até medo ficar perto deles. Esses dois cachorros eram de um cliente, que os deixou na clínica para fazer uma viagem para o exterior. Bom, entrei no canil onde estavam os dois cavalos, ou melhor, cachorros, e comecei a limpar. Estava um calor danado e no canil não tinha ar condicionado, pois faz mal para os animais.
Nessa hora resolvi tirar a roupa e ficar só de calcinha, pois eu estava sozinha mesmo e imaginei que não teria nenhum problema. Seria até bom para a minha roupa não ficar toda suada. E então me concentrei na minha tarefa, e trabalhei até bem tarde mesmo.
Já estava anoitecendo quando minha mãe me ligou, preocupada, querendo saber onde eu estava. Mandei uma foto no zap dela para justificar meu atraso. Ela aceitou minha explicação e, quando fui colocar o meu celular na mesa, eu deixei o portão do canil aberto e um dos cachorrões sairam. Nossaaaaa! Fiquei apavorada. Como eu iria prendê-lo se eu não sabia nem o seu nome. Corri atrás dele dentro da clinica, até que alcancei sua coleira e puxei com força. Ele começou a rosnar e me atacou. Corri como louca para dentro do canil novamente, onde estava o outro cachorro.
Como o canil era muito baixo, eu tive que ficar de quatro dentro daquela jaula. Foi aí que senti uma coisa fria roçando minha bunda. Nossa! Fiquei com medo e tesão ao mesmo tempo. Quando me virei percebi que era o outro cachorrão me lambendo.
- Nãoooooo... não pode... pára com isssoooo... pode pararrrrrr...! - falei e tentei sair de perto dele, assustada. Nessa hora ele rosnou, me mostrando os dentes. Fiquei aterrorizada, sem qualquer reação. E então o cachorrão começou a lamber a minha buceta por trás, por cima da minha calcinha, bem no fundinho dela.
Meu deussss! Eu estava com tanto medo, mas comecei a ficar muito excitada, pois ele lambia minha xota tão gostosinho. Já fazia tanto tempo que eu não dava. Um tesão sem controle tomou conta do meu corpo e deixei ele ficar me lambendo. Que delícia! Minha pepeca molhou tanto que escorria pelas minhas coxas, e o cachorrão aproveitando ao máximo o meu melzinho.
Até que ele não aguentou mais o meu feromônio e montou em mim, alí mesmo naquela jaula, naquele espaço super apertado. - Nãoooooooo... meu deusssss... nãoooo... não faz issooooooooo... me soltaaa...! - falei, com voz de choro. Eu estava apavorada, mesmo sabendo que o pinto dele não ia entrar em mim, pois minha calcinha estava me protegendo.
O cachorrão começou a copular comigo, com movimentos rápidos e fortes, me imobilizando com suas patas dianteiras ao redor da minha cintura. E a minha calcinha não ia aguentar, pois era uma calcinha já bem surrada, de tecido bem fininho. E, para complicar, eu estava muito lubrificada.
- Aiiiiiiiiiiiiiiiiii... ahhhhhhhh... aiiiiiii...!! - gemi de dor quando o pinto do cachorro encontrou uma brecha na parte frontal da minha calcinha e entrou na minha xereca. Deus do céuuuuuuu!! Entrou tudo. Senti o pênis dele bem no fundo, e tentando entrar cada vez mais, e ficando inchado dentro de mim.
Parecia um cavalo me pegando. Eu gritava e rebolava como louca, pra ver se o cachorrão me soltava, mas ele me apertava ainda mais, e continuava metendo, até que o pinto entrou todinho dentro de mim. Então, quando ele percebeu que eu já estava dominada, ele ficou quieto, só me segurando e com sua respiração agitada na minha nuca.
Eu estava cansada e sem forças para reagir, e muito suada também. E, como o prazer estava me dominando, relaxei e gozei. Foi um dos orgasmos mais deliciosos que já tive em toda a minha vida. Minha xoxota babava no pau do cachorrão. E aí me lembrei de algo, mas já era muito tarde.
- Ohhhhhhhhh... nãoooooo... nãooooooo... meu deusssss... meu deusssssss... aiiiiiiiiiiiiii...!! - me desesperei. Eu tinha me esquecido que os cães tem essa espécie de bola que grudam nas cadelas. Eu estava presa àquele cachorrão São Bernardo, que mais parecia um cavalo do que um cachorro.
Chorei de dor e prazer ao mesmo tempo. Me deliciei com a sensação provocada por aquela bola dentro de mim, me esticando por dentro, me fazendo sentir pontos de prazer que eu nem sabia que existiam. Gozei muito mesmo. Eu acabava de gozar e outro orgasmo já vinha em seguida.
Finalmente o cachorrão deu um puxão mais forte e seu pinto e bola sairam de dentro de mim, me arrastando um pouco. Olhei rápido para aquele enorme pedaço de carne, balançando entre as pernas do cachorro, pingando seu esperma, e para a minha xota, ainda tentando entender como tudo aquilo tinha encontrado espaço dentro de uma menina tão pequena quanto eu.
Assim que o cachorrão se deitou ao meu lado e ficou se lambendo, eu aproveitei para sair daquele espaço tão apertado. Mas, eu tinha me esquecido do outro cachorro que estava do lado de fora. Minha mente funcionou rápido. Saí andando de quatro, engatinhando, bem devagarinho, fazendo de tudo para ele não perceber minha presença.
Mas não deu certo. O outro cachorrão São Bernardo me viu e já veio correndo pra me atacar. Fechei os olhos e esperei o meu triste destino. No entanto, o cheiro de porra do outro cachorro, que exalava da minha buceta fez com que o segundo cachorro me montasse também.
Nossaaaaa!! O pinto dele era ainda maior do que o outro. Eu, para evitar ser mordida, permaneci de quatro e deixei ele montar. Na primeira tentativa ele já me penetrou. - Ohhhhhhhhhhhhh... deva... garrrrrrr... aiiiiiiiii... dóiiiiii... está... doen... dooooooooooo...!! - gemi muito quando senti o pau dele entrar rasgando minha xana.
Mas a sensação dentro de mim era tão prazerosa que gozei rápido, deixando meu corpo cair para a frente, o que fez o pau do cachorrão sair de dentro de mim. Furioso ele começou a rosnar pra mim e fiquei de quatro novamente. E ele tentou montar em mim mais um vez. - Uhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh... nãoooooooooooo... meu deusssss... nãooooooooooo...!! - o cachorrorão enfiou até as bolas no meu cú.
Chorei muito, pois a dor era muito intensa. Senti as pregas do meu cuzinho quase virgem ficarem muito esticadas. Mas não tinha como eu escapar. Cada vez que o cachorrão se mexia eu sentia mais e mais dor, até que ele virou o corpo e ficamos trelados um no outro, bunda com bunda. Tentei relaxar ao máximo e fiquei lá, esperando ele sair de dentro do meu ânus. Gozei de novo e acabei pegando no sono, de tão cansada que eu estava.
Quando acordei os dois cachorrões estavam dentro do canil, super tranquilos, como se estivessem dormindo. Me levantei sentindo dores no cú, como se um caminhão tivesse passado por dentro das paredes do meu reto. Minha buceta ardia muito e eu cheirava a porra de cachorro.
Tomei um banho e fui pra casa. Chegando lá nem dei papo pra minha mãe e nem brinquei com a minha filha. Fui direto pra cama e desmaiei, de tão esgotada que eu estava.
Acordei no domingo com a minha mãe me perguntando se eu não ia trabalhar naquele dia. Arregalei os olhos assustada e então me lembrei que sim, eu ainda tinha que terminar a limpeza do canil. Tomei um banho, peguei minha bolsa e disse pra minha mãe não me esperar para o almoço, pois eu ia demorar muito mesmo.
Na minha bolsa eu estava levando pomada, lubrificante, anestésico anal, tudo que eu tinha em casa. Eu ia dar muito para aqueles dois cachorrões safados e tarados por uma fêmea gostosa como eu.
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