Minha mãe sempre foi uma mulher muito bonita: de cabelos loiros, lisos, rosto admirável, pernas grossas e um bumbum empinado. Ela não tinha os peitos grandes quando era nova, mas nesse dia os trazia crescidos na forma de pêras, médios, num tamanho que a deixava muito gostosa.
Eu particularmente nunca havia olhado minha mãe como mulher, até o dia em que, ao voltarmos da praia, ela se deixou dormir só de biquíni, no sofá da sala. E, como minha irmã estava no banho, parei para admirar aquelas pernas com ligeiros pelinhos loiros, sua cintura nua, fina, e seus seios ideais.
Fora ali que calculei quantos homens não dariam tudo para ter aquela visão, e eu a tinha de graça, quantas vezes o destino mandasse. Assim, eu não poderia me limitar a vê-la apenas como filho. E, desde então, eu a admirava sempre que podia, com uma excitação que não tinha limite. Ela era um tesão.
Minha mãe era solteira havia 5 anos, pouco mais ou menos, desde que se separou de meu pai, um engenheiro cuja parte financeira não era melhor porque não trabalhava tanto. Morávamos eu, minha mãe e minha irmã. Todavia, meu pai tinha quatro filhos. Daí se tira o motivo da separação. Todos os anos nós viajamos para a fazenda de meu avô, no interior aqui de Minas Gerais. Foi na fazenda que tudo começou. A Priscila, minha irmã, e a Paula, minha mãe, sempre levavam consigo seus biquínis para tomar banho no açude que havia em frente a casa do campo. Eu me chamo Pedro Henrique (Pedro para que nosso nomes se iniciassem todos com p, e Henrique é o nome de meu pai).
Já no primeiro dia em que chegamos, entrei no quarto e vi minha mãe e a Priscila de biquíni, prontas para irem aproveitar o sol lá fora. Me deitei na cama.
- Não estou gostando desse biquíni... o que acha dele, Pedro? – perguntou minha mãe, com ar de quem havia trazido outros conjuntos. - Para mim me parece bom. - respondi. - Ainda que não a tenha visto vestida com outros.
Na realidade, o biquíni estava ótimo e a deixava maravilhosa. No entanto, com o comentário deixei uma idéia no ar. E, como se ela a houvesse captado, me fez uma cara de surpresa e disse:
- Pois vou experimentar outro e já volto para você me dizer o que achou. Fiquei muito excitado com a idéia, que fora o real objetivo do meu comentário.
Minha irmã, que era um tanto inocente, aproveitou para me perguntar também sobre o seu biquíni. E eu, ainda que estivesse mais interessado na volta da mamãe, decidi que nos daria melhor cobertura se a Priscila também ficasse trocando de biquínis.
Eu disse pois, que não tinha como dizer se era o melhor biquíni que havia, uma vez que não a tinha visto com outro. E ela fora também me pedir opinião vestindo outro conjunto.
Nesse entretempo minha mãe voltara, com um pequeno biquíni preto, dos que se amarravam nas laterais. Fiquei pasmo. Ela estava muito gata.
- Nossa, mãe, esse biquíni está lindo! - eu disse. - Acha mesmo? - perguntou ela, enquanto se olhava no espelho. - não está dizendo isso só para me agradar?
- Não, mãe! Está ótimo mesmo.
Resolvi que, se desejasse realmente algo com minha mãe, aquela era a hora de ir mais a fundo; e emendei: - Você está uma gata... me deixe ver o biquíni mais de perto.
Ela me olhou com a mesma cara de surpresa que fizera em meu primeiro comentário. Pensou, me deu um sorriso e veio em minha direção.
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Pensei que ela então se afastaria, mas para meu espanto ela disse:
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Foi o tempo em que escutamos minha irmã voltar ao quarto. Nisso minha mãe se afastou naturalmente e eu aproveitei para deixar minha mão correr em sua perna lisa.
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Assim, ela e minha mãe ficaram se olhando no espelho. Minha mãe que agora já se portava mais sensual. - Vamos, mãe! Vamos indo para o açude? - disse a Priscila.
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Não perdi tempo, e no que ela se aproximou da cama, coloquei uma de minhas mãos em sua cintura, sentindo a curva de sua pele macia, e a outra mão levei para o lacinho da outra lateral, segurando-o pela ponta; e disse, para justificar:
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- Eu fico mesmo bem com ele ou é sem ele? - ela disse, como ar de bronca. - Nossa, mãe, eu não sabia que se abria tão fácil! — exclamei — desculpe. Sinto muito.
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Ela deu um sorriso, novamente quebrando o gelo e a tensão do momento. - Pois é fácil. E agora, quando precisar abrir um, já sabe como é... - É verdade — falei sorrindo.
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Me deitei na cama e fiquei animosamente a lembrar de tudo que havia passado. Eu ainda estava muito excitado. Eu estava louco por minha mãe, e era só no que eu pensava: eu queria comê-la.
Passei muito tempo deitado, imaginando o quanto meu pai fora tolo em perdê-la; o quanto seria prazeroso possuir uma mulher tão linda; e quantos homens já não desejaram fazê-lo. Eu me achava um privilegiado de ter uma mãe tão bela, enquanto havia amigos meus que tinham mães tão deploráveis e idosas; e, sobretudo, era privilegiado porque tinha aberto o caminho de tê-la, de fuder com ela.
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Veio pois a noite, e chegou à fazenda minha tia, irmã da minha mãe que morava no interior, trazendo consigo mais três primos pequenos que eu tinha, um amiguinho deles e meu tio. A animação tomou conta da casa. Eles decidiram fazer uma fogueira para iluminar a noite.
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Ficamos em silêncio, e eu me posicionei atrás dela, já com outras intenções. Ouviam-se algumas risadas de meninos brincando, mas pouco ou nada se via. Minha mãe, no aperto de trás da porta, pegou minha mão e colocou em sua barriga, de sorte que ficamos mais juntos.
Eu comecei a me aproveitar da situação, e passei a alisar levemente sua barriga; ao passo que ela não se incomodava, eu insistia mais descaradamente, às vezes subindo um pouco mais a mão, às vezes a descendo, até chegar ao short; mas, sempre com movimentos lentos.
Continua em: Eu e minha mãe na fazenda do meu avô - Parte 2
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