A Raquel, a moça a qual eu me refiro neste conto erótico, morava num sobrado sofisticado, frequentava a igreja todas as semanas e era tida como exemplo por suas amigas. Namorei com ela por cerca de 2 anos e pude ver como o tesão transforma uma pessoa.
Eu e a Raquel ficávamos namorando no corredor de seu quintal, que era bem escuro, mas ela não me deixava tocá-la de jeito nenhum. Bastava eu levar as mãos até os seus seios, suas coxas ou sua bunda e ela já ficava emburrada, muito chateada comigo.
O tempo foi passando e aos poucos sua resistência às minhas carícias foram dando lugar ao tesão. Comecei acariciando os seios e, depois de um tempo, já os estava chupando. Eram dois peitinhos pequenos, redondinhos, que cabiam perfeitamente na minha boca, com uns bicões enormes e convidativos.
Difícil mesmo foi acariciar sua bucetinha virgem pela primeira vez. Quando ela finalmente deixou, eu a fiz gozar feito louca. Era uma priquitinha pequena, doce, um cajuzinho dos mais lindos. Que delícia! E o cheiro? Ah, como aquela periquita da Raquel era cheiroso. Então, depois de chupar, beijar, lamber e sugar muito aquela perereca saborosa, foi a vez de tentar fazer a Raquel chupar o meu pau. Aí que a briga foi feia, pois ela não queria de forma alguma. Ameaçou até romper o namoro.
Mas, com jeitinho, eu fui insistindo, passando a cabeça da rola no rostinho dela, pedindo pra ela cheirar meu pênis, coisa que ela fez com cara de nojo no início, mas logo foi se soltando, até que um dia, do nada, ela abriu seus lindos lábios e pude aproveitar o calor de sua boca na minha vara. Que chupada mais gostosa, mesmo ela não tendo qualquer experiência prévia.
Mas ainda faltava algo. Apesar de várias gozadas em sua boca, meu maior desejo era quebrar aquele cabacinho. Eu tinha que espocar aquele cabaço, tirar a virgindade da minha doce Raquel. Se ela deixava enfiar o dedo? Deixava era nada. Eu nunca tinha visto uma menina tão arisca em toda a minha vida. Mas, como não há cabaço que dure para sempre, a coisa aconteceu numa tarde de sábado. Os pais dela foram a um restaurante e ficamos sós em sua casa. Fomos para o seu quarto e, sem perder tempo, eu comecei com as carícias e logo ela estava gozando em meus dedos. Em seguida chupei gostoso aquela bucetinha molhada e saborosa.
Pedi que ela ficasse de quatro na beirada de sua cama, e ela, cheia de tesão, me obedeceu. Comecei a roçar meu pau na entrada daquela xoxota melada e a Raquel gemia de prazer. Eu pincelava a cabeça da rola entre os lábios do priquito dela, e que sensação maravilhosa estar entre aqueles lábios rosados, grossos e macios da xota dela.
- Amorrrrr... eu... eu... acho... que aguento... põe ele... dentro! - ela não resistiu mais e, gemendo baixinho, me pediu. Segurei bem firme em sua cintura, dei uns beijos em sua nuca, e soquei a vara nela. Comecei devagarinho e ela pedia mais. Entrou a cabeça, depois o tronco, e a santinha do pau oco alí, insaciável. Comecei a bombar com força e, devido ao tesão que eu estava, gozei rápido. Gozei minha porra quente dentro de sua buceta desvirginada, mas muito gulosa. Quando tirei o pau todo lambuzado de dentro de sua periquita, a Raquel se assustou com o sangue, mas disse que sempre que eu quisesse eu poderia comê-la.
Até hoje continuo a foder essa gostosinha, que fez cu doce pra dar a xoxota e agora não resiste a uma rola. Nesse caso, a minha rola. Vamos ver quando tempo levarei pra espocar as preguinhas do cuzinho da minha santinha do pau oco. Alguém quer arriscar um palpite?
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