Será? A Carla seria capaz disso em plena luz do dia? Quer dizer, com os vidros escuros ninguém os veria, mas por conta do horário de verão a noite estava muito clara. Alguém poderia passar perto e ouvir os dois metendo, sei lá, talvez não fosse nada do que eu estava imaginando. Vai ver, estavam só conversando mesmo!
Porém, o diabinho dentro de mim retrucava: "Mas como que você é idiota, Matheus! Não vê que sua mulher é uma puta? Acha que ela viria aqui só para conversar? Ela veio aqui pra dar o cú para o cara e, ele, agora já está acariciando a bocetinha dela enquanto a beija..., beijos de língua, molhados..., sua mulherzinha gosta disso, cara!" Tentei afastar tais pensamentos, pois eu não queria de forma alguma aceitar tal hipótese. Mas a voz na minha cabeça continuava: "Ela fecha os olhos e curte a língua do macho toda dentro de sua boca..., pede a ele que enfie os dedos em sua xana enquanto a beija..., o cara é muito bom nisso, está lambendo o pescoço dela fazendo-a ficar arrepiada dos pés à cabeça, está acariciando os mamilos dela com carinho, chupando-a na nuca do jeito que ela ama...!"
"A Carla está gemendo de prazer..., está adorando os carinhos..., agora ela virou-se de lado oferecendo a bundinha pra ele se deliciar, sua esposa pede que o macho acaricie seu rego perfumado e quente..., a mão dele desliza pelas costas dela até chegar ao rego desejado e ela geme mais ainda..., ela gosta, seu bobo... ela pede mais e ele atende, percorre a bundinha com a mão macia de macho que sabe fazer gozar uma mulher casada!..." Deus do céu! Não era possível que aquilo estava acontecendo. E a voz na minha cabeça não parava: "O cú da Carla está piscando de desejo, ela gosta de dar o cú, Matheus. Ela pede ao macho que enfie o dedo naquele buraquinho profundo e largo..., o dedo dele entra!... Dois dedos, agora, três..., ele começa a fazer um vaivém com os dedos e ela rebola..., agora se viram e se beijam outra vez calorosamente, a língua dele penetra inteira na boca da Carla..."
Que merda! Minha mulher estava dando pra outro cara, bem alí na minha frente. E o diabinho continuou falando: "A mão da Carla está descendo, descendo... ela alcança o zíper da calça do macho, abre, enfia a mão, procura pelo cacete dele que já está pulsando de vontade de gozar. A Carla aperta o pau pulsante, faz movimentos lentos, punhetando com cuidado para ele não jorrar porra ainda, pois ela quer que ele goze dentro dela...!"
"A Carla fica de costas novamente, oferecendo a bunda. Ele brinca com a cabeça do cacete na entradinha daquele cuzinho delicioso..., ela não aguenta de desejo, quer gritar, mas tem medo que a ouçam do lado de fora do carro. Então ela geme, sussurra..., sussurra dizendo baixinho: Vem, meu macho gostoso, vem pra mim, mete em mim, coloca seu pau no meu rabo louco de desejo, vem, me come, me enraba..., vem pra mim, quero te dar, quero gozar..., sou sua, minha bundinha é toda sua, faz dela o que quiser, vem...". Me desesperei. Era muita coisa para a minha cabeça. Os dois no carro, e essa voz insistente na minha cabeça, como se estivesse narrando exatamente o que eles estavam fazendo: "Ele vai à loucura, respirando ofegantemente no ouvido da Carla e lhe diz com um hálito quente e voz entrecortada de prazer: Então você me quer..., quer me sentir dentro do seu cú, minha puta!... Vou foder-te do jeito que você gosta. Você se sentirá a puta mais feliz do mundo..."
"- Abra sua bundinha, arregace bem o seu cuzinho, mostre ele pra mim, mostre..., isso..., assim, puta, assim..., agora você vai ter o que quer, vai ver o que é bom...". É o que ela mais gostava: um pau grande penetrando seu cú. "Por isso ela ajeita a bunda, se encaixa no cacete pulsante e..., um gemido incontido, longo e agudo dentro do automóvel..., um gozo acaba de acontecer no banco de passageiros..."
"A Carla que era toda tensão agora se descontrai, relaxa lentamente, cerra os olhos e pede ao macho: - Me beija mais, amor... quero sentir sua boca..., me beija que eu gozei...". "Ele passa carinhosamente a mão nas coxas dela, bem juntinho da xana e sente que ela está toda molhada, deliciosamente gozada. Ambos se abraçam e permanecem silenciosos curtindo o doce momento..." De repente caí em mim: minha mulher, puta, dando para o desgraçado no interior do seu carro e eu, ali, no meu, criando imagens, fantasiando e, confesso, sentindo prazer! Sem perceber eu tinha ficado de pau duro, estava alisando-o, me punhetando lentamente! Examinei minha cueca com a mão e senti que ela também estava molhada, talvez como as coxas de Carla!
Eu estava a ponto de gozar só de imaginar as cenas de sexo e traição que por certo estariam acontecendo dentro do carro de minha mulher. Não, eu não podia sentir aquele prazer! Eu não me permitia! Onde já se viu alguém gostar de saber que a esposa está com outro, transando? Eu não me dava esse direito!
Pensei mil coisas, mas nessas horas o melhor a fazer é deixar a cabeça esfriar para tomar uma atitude mais racional depois. Foi o que fiz. Mesmo continuando ali para assistir ao desfecho, resolvi que decidiria tudo mais tarde em casa. Teria uma conversa séria com a Carla.
Passou-se muito tempo até que o filho da puta saiu do carro dela. Olhou para os lados rapidamente e vendo que não havia ninguém correu para o seu Prisma branco, ligou, deu ré e ficou aguardando que ela também saísse. A Carla ainda esperou uns cinco minutos. Talvez estivesse se recompondo do gozo.
Depois ela ligou as lanternas, mas antes que saísse, eu dei a partida e arranquei antes dos dois; fui esperar minha mulher em casa. Peguei todos os atalhos para chegar antes dela. Corri bastante. Meu coração palpitava e eu estava um pouco zonzo. Parei uma esquina antes de nossa residência para guardar o carro no estacionamento.
Eu não queria que ela o visse. Se ela comentasse sobre a falta do meu carro na garagem eu diria que tinha voltado de metrô por causa do trânsito infernal de São Paulo, como eu fazia de vez em quando.
Foi o tempo de eu entrar em casa e ela estacionar na frente do portão. Acionou o controle remoto e o portão foi subindo. Atirei-me no sofá como se já houvesse chegado há um bom tempo. Liguei a TV num canal bobo de vendas desses produtos inúteis, fiz cara de paisagem e aguardei-a entrar. Dessa vez ia pegá-la de jeito!
A Carla subiu as escadas. Ouvi o tilintar do seu chaveiro, botou a chave na porta, abriu, entrou. Fez festa ao me ver: - Amor, que saudade! Faz tempo que chegou? - Faz um pouco! – respondi. - Cheguei na hora de sempre..., e com você, tudo bem?
- Tudo, amor, só um pouco cansada..., essa turma do ensino médio noturno acaba comigo, estou exausta! - Ah, então venha cá! Abrace seu maridinho... vou deixar você bem relaxadinha, te deixar toda Zen...! - Claro, amor, me espera tomar um banho bem rápido, tá bom?
A Carla vivia sempre limpinha e perfumada (eu adorava seus perfumes). Seus banhos eram rituais quase sagrados. Porém, nessa noite eu não a deixei ir. Agarrei-a com certo carinho. - Amor, hoje eu te quero assim, sem banho..., quero sentir o cheiro natural do seu corpo..., quero me embriagar com o odor da sua pele..., me abrace...!
- Ah, você é tão doce! - ela me respondeu. – Mas eu estou suada, me deixa ir tomar um banho... é rapidinho...! - Não agora..., dê-me a sua boca..., isso..., assim..., me beija...! - falei e comecei a beijá-la. E enquanto eu a beijava, eu traçava planos: ia deixá-la inteiramente nua e depois contar tudo o que vi, xingá-la de puta e muito mais.
Continuei beijando, mordendo com cuidado e carinho seus lábios carnudos; minhas mãos brincavam em sua nuca por debaixo dos cabelos macios. Nosso beijo durou uns três minutos, e quase perdemos o fôlego. Então fui descendo meus lábios até alcançar o pescoço dela, lambi-o com uma paixão enorme. Minhas mãos desciam por suas costas, iam até a bunda e voltavam em movimentos ora verticais, ora circulares.
Com os dentes abaixei as alças de sua blusinha branca. Como ela estava sem o sutiã, seus seios duros ficaram apontados para mim. Passei a mamar suavemente bem nas pontinhas dos mamilos. Eu apertava-os com os lábios e com a língua friccionava-os com suaves movimentos circulares, fazendo-a suspirar totalmente fora do compasso.
Minhas mãos desciam até seus joelhos e depois subiam, ora por trás, ora pela frente das coxas. Eu sentia sua pele arrepiada como uma lixa. Logo ela soltou um gemido, apertou minha cabeça contra os seios.
- Ahhhhhhhhhhhh!... chupa, amor... chupa eles bem gostoso! - ela falou com a voz toda manhosa e eu obedeci. Mamei seus mamilos com tanto capricho, como nunca houvera feito em toda a nossa vida de casados.
Em minha cabeça eu desenhava o momento em que, no auge da excitação, eu iria contar tudo a ela. Eu ia contar que vi outro homem metendo nela, comendo sua buceta ou o seu cuzinho, dentro de seu carro. Mas, enquanto o momento não chegava, minhas mãos percorriam todo o seu corpo e minha boca, agora, aquecia seu umbigo. Eu lambia sua barriga inteira fazendo-a literalmente tremer.
Puxei sua saia para baixo, levei-a aos pés. Nessa hora descobri que ela estava usando uma calcinha erótica que eu havia comprado num sex shop e lhe dado de presente para curtirmos nossos melhores momentos. E a safada tinha usado ela para transar com outro macho! Mas ela iria me pagar. Era questão de minutos. Abaixei a calcinha também e nesse momento sua buceta exalou um forte cheiro de mulher, de fêmea, cheiro de xoxota que gozou muito!
Excitei-me, confesso. O cheiro da Carla era muito bom. Meu pau endureceu, começou a latejar. A Carla estava em estado de quase delírio. Ela apoiava-se com as duas mãos no encosto do sofá para não cair. Vi que ela estava realmente muito excitada e levei minha boca até seu grelinho. Meu tesão aumentou, me arrepiei, e ela gemeu e estremeceu.
Prendi seu grelo entre os lábios, suguei-o como se fosse engolir. Passei a fazer movimentos leves masturbando-a com a boca e a língua simultaneamente. Ela me agarrou pelos cabelos e prendeu meu rosto contra seu púbis. - Ohhhhhhhhhhh... que delíciaaaaaa... você vai me matar assim, Matheus! - ela suspirou deliciosamente.
Eu tinha em minha boca seu grelinho inteiro. E com os polegares juntos eu metia em sua bucetinha, enfiando e tirando em movimentos rápidos. A Carla não estava aguentando mais. Então, gemendo, me implorou: - Me fode, amor!... Pelo amor de deus..., quero te sentir dentro de mim..., por favor, eu te peço...!
Não me rendi ao seu apelo, e mantive meu controle. Mas ela não parava de pedir: - Me leva pra cama ou então me come aqui mesmo em pé..., quero fazer amor com você..., eu te amo, te quero..., vamos, amor, vamos transar... fode sua mulherzinha agora! - ela falava isso e eu fazendo de tudo para me controlar, pois queria levá-la à loucura para executar meu plano.
Resolvi prolongar mais aquela loucura. - Vire de costas para mim..., quero beijar seu cú...! - pedi e ela obedeceu imediatamente, arrebitando a bunda diante do meu rosto. - Eu sei que você gosta dele, pode beijar que ele é seu..., beija!...! - ela falou, com a voz carregada de desejo.
Com as duas mãos a Carla abriu a bundinha deixando à mostra seu cú, tão bonito, gostoso e..., largo. Quando encostei minha boca para beijá-lo, senti um odor diferente do perfume íntimo que ela usava. Era cheiro de borracha, cheiro de camisinha, de látex! Então, eu estava certo. Ela tinha mesmo dado o cú dentro do carro para o sujeito. Mas eu me contive ainda uma vez e fiz apenas um pequeno comentário maldoso:
- Amor..., seu cú está com cheirinho de camisinha...! - É um perfume que passei pra você, seu bobo..., ele é seu, beija ele, beija com gosto... ahhhhhhhhhhhhhh!! - Mas, amor, esse cheiro de camisinha, benzinho..., por quê? - Não sei do que você está falando... pense no meu buraquinho que você tanto gosta..., é todo seu, beija, lambe...!
Botei meus lábios nele, beijei, chupei e lambi com gosto e, juro..., ele estava com um gosto horrível de borracha.
[Continua em: Olha, vá gostar de dar o cu assim na puta que pariu - Parte 6]
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