Olá a todos! Eu sempre gostei de ler contos eróticos. Mas nunca fui de ficar me masturbando igual muitas pessoas contam aqui, pois acho que eu teria muita vergonha se meus pais descobrissem.
Bom, meu nome fictício é Camila, tenho 23 anos, e o meu conto é uma história real da época de colégio. Sou a famosa patyzinha, não sou putinha como muitas falam aqui (eu sou uma pessoa normal e real).
Eu tenho uma bundinha média, porém muito redondinha, seios grandes, sou magrinha, pernas longas, morena, olhos castanhos, pele bem clara, e eu me acho bonita.
Eu moro em Santana, na Zona Norte de São Paulo, e tudo começou quando eu mudei de escola. As escolas por aqui são tradicionais de família, tipo o avô estudou nela, o pai estudou também, e agora o filho. As famílias vão aos mesmos clubes, e aqui a prática do tênis é muito popular. Tudo aconteceu quando eu tinha 16 anos, e churrasco era uma prática muito comum. A gente saia, bebia e nossos pais não ligavam, pois a gente sempre estava na casa de alguém conhecido. Eu não sei como escrever, não sou boa nisso, desculpem, é a vergonha.
Cheguei na escola nova e a maioria dos alunos estudavam lá desde a primeira série. Então, fiquei meio que isolada. Aí umas meninas vieram falar comigo e comentaram sobre o tal churrasco. Eu não dei muita bola, afinal, elas vieram falando como se eu fosse uma grande amiga há bastante tempo (primeiro nível de falsidade).
Então nem dei bola mesmo, até que eu o vi. O nome dele era Pedro, e ele era do tipo atlético, olhos claros, carinha de menininho surfista. Ele veio até mim e repetiu o convite. Meio sem graça eu aceitei. Chegou o fim de semana, eu coloquei um shorts jeans, uma regata preta e tênis e fui para a casa da menina do colégio e depois para a casa do Pedro.
Chegando lá eu percebi que ele não tirava os olhos de mim, e eu logicamente também, pois achei ele muito gostoso e bonito desde a primeira vez que eu o vi.
Durante o churrasco eu tive muitos meninos atrás de mim e eu estava ignorando todos, pois achei que se eu ficasse com alguém, eu iria perder qualquer tipo de chances com o Pedro. Mas o filho da puta ficou com duas meninas no churras. E aí eu decidi desistir dele e fiquei com um menino que insistiu o dia inteiro. Acho que fiquei foi com dó do coitado.
O dia foi passando, todo mundo bêbado, eu fui ao banheiro e ouvi sem querer umas meninas conversando que o Pedro tinha levado uma delas para o quarto e que tinha levantado a blusa dela e chupado os peitos dela e também tinha aberto o shorts e acariciado ela.
Nossaaaa!!! Eu fiquei com uma raiva, ciúmes, sei lá o que era. Só sei que eu não gostei. Esperei elas saírem e entrei no banheiro. Quando eu estava saindo, o Pedro entrou com tudo me prendendo lá dentro.
Ele falou como se eu fosse namorada dele ou algo do tipo, e eu achei o cúmulo, afinal, não tinha completado nem uma semana que eu conhecia aquele menino. Ele disse que não gostou que eu tinha ficado com outro e antes que eu pudesse responder, ele me jogou contra a parede e me beijou.
Como era o que eu queria, eu deixei rolar. Aí ele segurou minhas mãos e as colocou presas em cima da minha cabeça. Eu nem liguei, pois eu estava adorando aquilo tudo. Ele segurou com uma mão só e com a outra começou a acariciar meu corpo.
Eu fiquei assustada, pois nunca tinha acontecido aquilo comigo. Eu era completamente virgem de tudo. Ele começou a descer a mão e desabotoou o meu shorts, desceu ele um pouco e começou a acariciar minha buceta por cima da minha calcinha.
Nossaaaa!!! Meu corpo começou a ferver. Aquilo era novo, porém muito bom. Ele começou a enfiar a mão por dentro da minha calcinha, e eu já estava submissa a ele. Comecei a deixar escapar uns gemidos.
Ele colocou o ouvido perto da minha boca e ficou louco, tentou tirar minha roupa e eu não deixei. Aí uma boa alma bateu na porta do banheiro. Nos arrumamos rapidinho e saímos. Como em qualquer outra festa de adolescentes, já vieram os boatos que eu tinha dado pra ele e tudo mais.
Aí eu briguei, falando que nada tinha acontecido e fiquei triste. Passado um tempo, vi a menina que tinha ficado com o Pedro antes e ela estava falando que ia dar pro Pedro e que dando para ele eu não ia ter chance nenhuma. Eu fiquei com isso na cabeça.
Escureceu e o Pedro ia até o mercado comprar mais carvão e eu fui com ele. Fui rápida, antes que a outra piriguete fosse junto. Na volta ele não falava comigo, pois para ele, eu tinha feito jogo duro no banheiro. Eu não podia perdê-lo depois de ter chegado tão perto.
Imaginei como toda menina nova bobinha imagina, que se eu agradasse ele, eu o teria como namorado. Me joguei na frente dele e o beijei. Ele não esboçou nenhuma reação. Que raiva!!! Fiquei triste e continuamos andando.
Atrás da casa dele tinha um beco, e estava escuro. Usei a desculpa que a bola tinha caído lá e entramos para pegar. Chegando no beco eu tornei a beijá-lo e nada. Eu fiquei puta da vida e gritei:
- Porra, menino!!! O que eu tenho que fazer para te agradar? Ele riu, abriu o velcro da sua bermuda e começou a empurrar minha cabeça para eu ajoelhar. Eu pensei, "se tem que ser com alguém, por que não com ele que eu gosto?"
Menina boba, viu? Ajoelhei, tirei o pau dele para fora. Era uma pênis mediano e bonito. Comecei a bater uma punheta pra ele. Eu estava meio com medo de fazer errado e com nojo de chupar.
Nisso, ele, sem me avisar, forçou com tudo minha cabeça para junto de seu corpo e eu enfiei a pica dele na minha boca, tudo de uma vez.
Quase engasguei na rola dele. Ele não deixava eu tirar da boca e eu fui me acostumando com aquela situação. Realmente estava gostoso, e comecei a chupar que nem louca, até que ele segurou minha cabeça e começou a foder minha boca.
Não demorou muito e ele deu um urro e começou a gozar dentro da minha boca. Nossaaaa!!! Que nojo!!! Mas ele era muito forte e eu não conseguia me defender na posição que eu estava, então deixei ele terminar.
Depois que ele gozou eu continuei chupando e ele disse que era melhor a gente voltar. Me levantei e me ajeitei, e aí veio o susto. Na hora que eu tinha gritado com ele, chamei a atenção de alguns na festa, e estavam uns meninos em cima do muro filmando tudo.
Eu não sabia o que fazer. Corri de vergonha e fiquei na rua perto da casa do Pedro um pouco e depois voltei para a festa pensando que eu já era a nova vaca da escola.
Engano meu. Ninguém sabia de nada. Fui tentar inventar qualquer desculpa para os meninos mas eles falaram para eu segui-los.
E eu o fiz. Chegando no quarto um deles me deu um tapa na cara que me fez cair na cama. Eu levantei e antes de falar qualquer coisa, um deles disse: - Nós temos o seu vídeo e vamos colocar na net, mostrar na escola e para a sua mãe.
Que loucura!!! Na hora qualquer tipo de contra ataque foi por água abaixo. O menino disse: - Isso mesmo, Camila!! Era essa reação que eu queria! Eu queria somente comprovar que não importa o que façamos, você vai nos obedecer enquanto tivermos esse vídeo.
Eu entrei em choque, e além disso, quando eu fui falar com o Pedro, ele me disse que quem quis chupar tinha sido eu e que ele não tinha nada a ver com isso.
A chantagem não funcionou muito tempo, porém eu sofri nas mãos deles. Realmente o povo brinca com estupro, chantagem, mas isso existe sim, e está no meio de nós. E já que o site é sobre erotismo, a parte erótica é que eu adorei chupar o Pedro e adorei tomar leitinho na minha boquinha.
Hoje em dia eu adoro quando gozam na minha cara. Mas atualmente não sou mais uma adolescente assustada. Beijos galera, até o próximo conto.
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