Oi, pessoal do site! Meu nome é Laura, tenho 25 anos e sempre fui muito puta. Sempre fui a loirinha gostosa e fácil, apesar de tentar ser discreta, porque eu morava em uma cidade pequena.
Quando vim fazer faculdade na capital eu me libertei, e passei a dar ainda mais. E foi durante o período da faculdade que eu conheci minha melhor amiga, a Andréa, que era tão puta quanto eu.
Fomos morar juntas e no campus nossa casa era conhecida como a "Buceta House". Nossas reuniões eram famosas, pois fazíamos orgia com vários caras e a gente se pegava enquanto os caras assistiam.
Eu e a Andréa tínhamos um hobby: procurar a maior pica. Era até uma competição. Consegui meu diploma mas me formei mesmo foi em putaria. Voltei pra minha cidade para cuidar da minha mãe e nessas surpresas da vida, acabei indo trabalhar como secretaria em uma igreja evangélica. Não demorou uma semana para o pastor casado e "homem de bem" me dizer que para manter meu emprego eu teria que fazer alguns trabalhinhos extras e então colocar o pau pra fora.
Virei amante do pastor. Claro que ninguém podia sonhar com isso. Por isso nada de motel. Ele só me comia no escritório trancado ou na casa dele, onde ele também tinha um escritório, quando ele despachava a esposa e os filhos para longe.
Em um belo dia, sem querer, eu ouvi uma fiel conversando com ele aos prantos porque ela não conseguia cumprir suas obrigações de esposa, porque o pênis do marido era grande demais. Óbvio que me interessei. Descobri o marido no culto seguinte e ele não me impressionou de cara, embora tivesse visto paus o suficiente pra saber que altura ou porte físico não eram garantias de nada.
Seu nome era Luciano e ele era eletricista e fazia pequenos reparos para a igreja. Durante um mês mais ou menos eu comecei a cercá-lo na igreja, ser vista, sorrir, tudo discreto, é claro. Mas estava lento demais. Então eu ouvi o pastor combinando com o Luciano que ele ia arrumar alguma coisa na casa do pastor no sábado. E não haveria ninguém lá.
Um verdadeira putinha em busca de um pau grande Era a minha chance! Sai de casa mais cedo com o pretexto de ir ao escritório da casa do pastor para trabalhar, e eu tinha a chave. Cheguei usando uma saia nos joelhos e blusa sem decote e a primeira coisa que fiz foi colocar uma shortinho socado na bunda e uma regata decotada e colada. Eu não estava pra brincadeiras.
A cara do Luciano ao me ver no escritório foi impagável. Acho que ele até salivou um pouco. - Por que você está vestida assim, Laura? - ele me perguntou. Eu cheguei mais perto dele.
- É que vim trabalhar e me divertir! - falei, sorrindo, e toquei no peito dele. - Que tal se divertir comigo? - perguntei. Ele me agarrou na hora. Achei que ia ser mais difícil, mas o cara estava faminto.
Eu tirei minha regata e fui abrir a calça dele, torcendo para não me decepcionar. E eis que uma tora aparece. Quem salivou fui eu. Não era apenas grande. Era grossa. Era um pau monstro. Pobre da esposa dele. E que sorte a minha.
Cai de boca e mamei com vontade. - Come a minha buceta agora, vem... fode ela bem gostoso! - eu mandei, parando de chupar a rola do Luciano antes que ele gozasse. Já pensou se ele goza e não levanta mais? Eu tinha que ter aquele pau na minha buceta.
Tirei o short e a calcinha e me deitei no sofá do escritório, exibindo minha buceta rosada e gulosa, toda abertinha pra ele. O Luciano veio todo delicado, colocou a cabeça gigante na minha abertura, bem devagar. Devia ser assim que ele fodia a esposa.
- Vai, moço... de fode com força!... não precisa ter dó não! - eu disse e ele continuou entrando devagar. - Meu pau é muito grande, vai te machucar, Laura! - ele tentou explicar. Eu abri mais as pernas, ficando bem arreganhada mesmo.
- Não sou sua esposa, Luciano... eu aguento!... Agora deixa de ser bichinha e me come como macho... me fode como um homem fode uma puta! - falei, provocando ele ao máximo.
Minha provocação deu certo e ele veio com tudo. Gritei e vi estrelas. - Não era isso que você queria, vagabunda? - o Luciano falou e meteu com vontade mesmo.
Agora que tinha começado, ele não parava mais, e começou a foder com força. Eu gozei chorando, enquanto ele metia em mim, me chamando de cadela e gozava muito também.
Geralmente eu aguentava várias sessões de sexo, mas quando ele tirou a tora da minha buceta eu não aguentava nem fechar as pernas. Eu estava com minha buceta inchada, arregaçada e dolorida.
- Nem puta de estrada aguenta isso! - o Luciano disse animado. E então virei a puta dele. Sem sexo em casa, ele queria toda hora e fez minha buceta sofrer e gozar muito.
Achei que ele fosse ser monótono, mas o cara tinha muita safadeza guardada. Dar o cu foi épico e me levou ao hospital com início de sangramento anal. Mas, no encontro seguinte, ele queria comer meu rabo de novo. E eu rebolei gostoso enquanto gritava de dor e prazer naquele pau cabeçudo.
No começo eu não sabia se ele estava descontando o atraso ou se era pervertido mesmo, até o dia em que ele me contou que tinha um primo que tinha o mesmo problema de ter um pau muito grande e queria que eu o "ajudasse".
E eu ajudei o primo dele em um motel na primeira vez, e na segunda o Luciano estava lá pra assistir e participar. Fazer DP com dois paus gigantes foi minha pós-graduação de puta.
Sinceramente, a partir dalí eu não temia mais nada. Generosa, eu contei tudo para a Andréa e combinamos uma viagem a praia a quatro, sem o marido dela, é claro, onde tive o prazer de vê-la socada nas duas picas gigantes enquanto eu mamava seus peitos.
- Que sorte a sua que vai pra casa com esses dois! - ela comentou quando a gente se despedia. Eu sorri e provoquei: - Sorte minha mesmo!... vou ser apresentada a um outro parente... e parece que esse é o mais bem dotado da família!
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