O dia em que perdi minha virgindade com o pastor da minha igreja
Oi, meus amores do Chat de Sexo! Tudo bom com vocês? Meu nome é Isabella, tenho 26 anos, sou magra, tenho 1,70m de altura, olhos claros, mechas loiras e pele branca. Moro no interior de uma cidade do Rio Grande do Norte, que prefiro não revelar.
Hoje quero contar para vocês como eu perdi minha virgindade com o pastor da minha igreja a uns 6 anos atrás. Resolvi contar aqui apenas hoje pois sou apaixonada por contos eróticos e resolvi deixar o meu também.
Comecei a frequentar a igreja quando eu tinha 17 anos por influência dos meus pais, mas sempre fui muito sapeca, e nunca tive essas visões evangélicas. Logo na primeira semana que comecei a frequentar a igreja dos meus pais, fiquei de olho em alguns garotos que haviam na igreja, alguns até bonitinhos, mas o que encheu meus olhos de verdade foi o pastor Éder, que na época tinha 28 anos. Ele era um moreno alto, devia ter 1,80m de altura, forte e bem atraente. Ele usava sempre camisa social que marcava o corpo bem atlético dele, o que me deixava mais atraída por ele. Eu percebia a forma que ele me olhava, mas percebia que ele também lutava para não me comer com os olhos.
Quando completei 18 anos, eu já estava mais entrosada com todos na igreja, inclusive com o pastor, obviamente. Eu já tinha um interesse ainda maior por ele, e foi quando veio a melhor oportunidade que tivemos de ficar. A igreja iria para um retiro em um acampamento em uma cidade perto da nossa, em um hotel fazenda. Porém, nós iríamos ficar em barracas próximas ao rio para adoração do grupo de jovens.
Chegamos no hotel por volta das 17hs da tarde de uma sexta feira, e logo a gente foi arrumar as barracas e deixar tudo no jeito. Terminamos umas 19hs, e o pastor havia determinado que as meninas dormiriam em uma parte do acampamento, e os meninos do outro lado. Minha cabeça já estava cheia de maldade e eu estava decidida a fazer sexo com aquele homem a qualquer custo. Eu queria muito dar o meu priquito e estava esperando apenas o momento certo.
Logo na primeira noite nós fizemos uma roda de conversas e adoração em volta de uma fogueira. Ficamos conversando até tarde. Eu me sentei do lado do pastor e fiquei encostada nele, fazendo carinho na mão dele de forma escondida para que os demais não percebessem.
Quando todos foram dormir, de madrugada vi a grande chance de ter o que eu queria daquele homem. Fui devagar até a barraca que ele dormia, entrei e me deitei do lado dele. Percebi que ele ficou todo nervoso. Fui beijando ele e ele não resistiu. Logo ele me deu um beijo de língua e já foi segurando na minha coxa. Eu estava com um vestidinho curtinho que costumava dormir em casa, mas nesse dia levei para o acampamento só de maldade.
Meu pastor tentou comer minha boceta
- A gente deve mesmo fazer isso, Isabella? - ele me perguntou, todo nervoso. - Sim, eu quero... quero muito mesmo... quero dar pra você, e tem que ser hoje! - fui no ouvido dele e sussurrei.
Ele então me puxou pra cima dele e foi tirando o short e ficando pelado pra mim. Me sentei só de calcinha em cima daquele pauzão enorme dele e comecei a beijar ele e acariciar aquele tórax atlético que eu tanto desejava.
Ele foi tirando minha calcinha devagarzinho, e então sentei em cima do pau dele, sem penetrar. Só fiquei rebolando e sentindo aquela sensaçãozinha gostosa que eu só sentia quando me masturbava no banho. Era delicioso sentir o pau dele duro e quente esfregando entre os lábios da minha xana.
Foi então que tentei sentar no pau dele. Peguei ele na minha mão. Nosssaaaaa!! Estava tão duro e grosso, e com a cabeça toda melada, lubrificada, pronta pra entrar em mim. Mas quando eu tentava encaixar, eu sentia uma dorzinha que incomodava e acabei não conseguindo.
Ele então me virou, me colocou deitada de barriga pra cima, abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta inteira. Oh, deusssssss! Que delícia. O Éder me chupava tão gostoso. Ele até passou a língua no meu cuzinho várias vezes. Foi uma sensação maravilhosa, mas quando ele colocava o dedinho na minha xota eu sentia que incomodava e eu tirava a mão dele.
Ele me chupou tanto que acabei gozando na boca do meu pastor. Que delícia de boca na minha xereca. Mas depois fiquei toda tímida. Me levantei correndo, peguei minha roupa e corri para a minha barraca. Fiquei até de manhã chateada comigo porque eu não consegui perder a virgindade naquela noite.
Finalmente o meu pastor espocou meu cabaço e gozou dentro da minha buceta
No dia seguinte, o pastor e eu ficamos nos olhando com aquela cara de dois descarados que sabiam o que tinha acontecido na noite passada. Durante a noite, quando todos foram para as barracas de novo, eu fui direto para a barraca do pastor.
Eu precisava muito perder minha virgindade. Algo dentro de mim implorava por um pau na minha buceta. Entrei na barraca dele e o safado já estava me esperando pelado. Dessa vez ele me conduziu e me fez chupar o pau dele. Imediatamente imaginei que se estivesse mais molhado, entraria mais fácil em mim.
Então comecei a chupar ele com a boca bem molhada, e fazia questão de lambuzar toda a rola dele com o meu cuspe. - Vem aqui agora, Isabella... isso, menina... assim... aqui... empina assim... isso, delícia, desse jeito mesmo... hummmm, que bunda mais linda da minha gatinha!! - ele me pediu pra eu ficar de quatro e me deixou na posição que ele queria.
Em seguida ele desceu minha calcinha com a boca e me chupou todinha, por trás, lambendo meu priquito e meu cuzinho. Nosssaaaaa!! Eu sentia a língua dele passar com força entre os lábios da minha boceta já que eu era bem apertada mesmo.
Depois que eu estava bem molhadinha, vi que ele pegou o pau dele, que estava bem duro e começou a passar a cabeça da rola bem na minha racha, pincelando e me lubrificando ainda mais. Mesmo sem camisinha eu queria muito aquilo tudo dentro de mim. Então comecei a forçar minha buceta contra o pau dele pra ver se entrava.
- Uhhhhhhhhhhhhhhh... está... entran... dooooooooooo... ahhhhhhhhhhhhh... entrouuuuu... entrouuuuuuu... aiiiiiii... entrooooooouuuuuuu...!! - gemi desesperada quando ele me segurou pela cintura e encaixou de vez. Foi uma dor estranhamente gostosa. E ele começou a meter bem gostoso em mim, e seu pau estava todo melado e escorregadio, talvez uma mistura de líquido da minha buceta com um pouquinho de sangue.
Eu comecei a morder minha saia, que estava ali no chão, pra não gemer alto. Enquanto isso ele bombava forte na minha buceta. Era muito gostoso e eu não podia parar, eu não queria parar. Eu olhava pra ele com aquela cara de "mete mais dentro de mim", e quando ele esboçava que queria tirar de dentro, talvez pra mudar de posição, eu não deixava.
- Mete mais, meu amorrrrrrr... não pára de meterrrrr... ohhhhhhh... que gostosooooooo... está... tão... ahhhhhhhhh... gostosoooooooooo... dentrooo... issoooooooooo...!! - falei baixinho e ele ali, me agarrando forte pela cintura e me comendo gostoso, igual um cachorro metendo na cadela.
Poucos minutos depois eu dei uma gozada bem intensa. Foi meu primeiro orgasmo em um pau, e eu achei que eu ia morrer. Meu corpo ficou mole e me joguei para a frente, porque eu queria tirar o pau dele de dentro de mim.
- Nãoooooo, gatinhaaaa... não vai escapar não... agora é a minha vez...! - ele falou e, empurrando meu corpo gentilmente para a frente, me fez ficar de bruços e se deitou em cima de mim. Deus do céu!! O peso daquele macho gostoso em cima de mim, com o pau dele enfiado até o talo na minha periquita fez eu gozar de novo.
- Ahhhhhhhhhhhhhh... deliciaaaaaaaa... estou... gozandooooooo... na sua bucetaaaaaaa...!! - ele falou e deu umas quatro ou cinco bombadas mais forte e deu uma gozada na minha buceta, sem tirar de dentro, o que me melou inteirinha.
Não sei como não fiquei grávida na época, com tanta porra dentro de mim. Parecia que meu pastor não ia mais parar de ejacular. E o pinto dele contraindo e me enchendo de porra quentinha disparou um gatilho no meu cérebro e eu gozei de novo, mordendo a mão dele para não gritar igual uma louca.
No dia seguinte voltamos para a nossa cidade, e ainda ficamos mais umas duas vezes, nas quais ele me fodeu como se eu já fosse uma mulher adulta. Quase que ele me mata naquela rolona dele. Mas depois tive que me mudar dessa cidade e nunca mais nos vimos. Mas foi muito bom pra mim.
Beijos e obrigada por ler a minha estória. Deixem comentários pra mim. Adoro ler os comentários.
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