Este conto erótico é uma continuação dos contos "O reencontro com meu irmão, minha cunhada e minha sobrinha", "Depois do reencontro, fiquei sozinho com minha sobrinha Aline e minha cunhada Cláudia - Partes 1, 2 e 3" e "A ajuda da minha sobrinha Aline - Partes 1 e 2" também publicados aqui no site Chat de Sexo.
Talvez você queira ler esses contos antes de continuar com a leitura do texto abaixo, pois isso vai te dar uma idéia dos acontecimentos que me levaram a mais uma situação desesperadora, na qual minha sobrinha estava querendo me dar e eu não sabia se comia ou não, devido aos riscos que nós dois estávamos correndo. No dia seguinte acordei muito tarde. O relógio anunciava que já tinha passado do meio-dia, e faltavam somente alguns minutos para as 13:00hs. Fiquei mais um tempinho deitado, relembrando o que tinha acontecido entre eu e a minha sobrinha no dia anterior.
Eu ainda não conseguia acreditar que, em somente um dia, minha realidade estava se transformando em um ritmo vertiginoso. Com apenas algumas horas de diferença, minha sobrinha Aline tinha bebido toda a minha porra no banheiro, depois me deu seu cuzinho na "Casa dos Prazeres" e, para deixar as coisas ainda mais complicadas, me fez uma espanhola e lambuzei seu rostinho lindo de esperma bem quente, o qual ela juntou com o dedo e engoliu tudo, até a última gota.
Tudo aquilo tinha me deixado muito excitado, mas eu também estava inquieto com a possibilidade de que aquelas transas inesperadas com a minha sobrinha fossem descobertas pelo meu irmão e pela minha cunhada.
E como se não bastasse, minha forma de olhar para a Cláudia (minha cunhada) havia se transformado depois que eu vi os fundos dela por debaixo de seu vestido, no episódio da escada. Ah, aquela bunda da Cláudia, com sua calcinha vermelha totalmente enfiada no cú! Se antes de voltar para o Brasil alguém tivesse me falado que tudo isso aconteceria comigo no momento que eu chegasse em Goiânia, eu com certeza o chamaria de louco, e talvez tivesse até apressado a minha volta.
Mas o que mais chamava a minha atenção era a mudança dentro da minha cabeça. Dois dias antes nem minha cunhada nem minha sobrinha eram objetos dos meus desejos. E nem o sexo tinha a dimensão em minha vida que eu estava começando a descobrir agora. Eu estava em plena transformação, sobre isso não havia dúvidas.
Eu sabia que eu nunca voltaria a ser a mesma pessoa, mesmo não tendo uma idéia clara se as mudanças que estavam acontecendo seriam para o bem ou para o mal. Pelo menos uma coisa era certa: ao abrir a porta daquele quarto, eu sairia para me encontrar com um dia que, como o anterior, traria consigo novas situações inesperadas. E minha sobrinha já tinha me alertado ao se despedir de mim na noite anterior: "... amanhã poderá ser mais um dia agitado".
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O que aconteceria se eu respondesse alguma coisa que não batesse com a estória que a Aline tinha inventado? Aquilo era loucura... de novo. A danadinha da minha sobrinha tinha me falado que o dia seria agitado, mas eu não esperava que começaria tão cedo, e daquela forma.
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A Aline saiu e me deixou sozinho com sua mãe, já que meu irmão tinha saído de manhã para trabalhar e só voltaria à noite. Minha cunhada estava usando um robe vermelho, de um tecido mais leve, que cobria seu corpo até mais ou menos os joelhos. Por ser um tecido leve, dava pra ver a silhueta de sua calcinha quando ela virava de costas para mim.
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Caramba! Na hora que peguei a bandeja das mãos da minha cunhada é que me dei conta de que a parte frontal de seu robe estava aberto, deixando à mostra parte de seus lindos seios. Deus do céu! Os peitos da minha cunhada estavam no limite, inchados, cobertos parcialmente pelo tecido de seu robe.
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Pela parte da frente aberta do robe, pude ver que a Cláudia usava uma calcinha de renda vermelha, pequena, combinando com o seu robe. Minha cabeça deu um nó, e me sentei novamente na cadeira, tentando controlar os meus olhos, para que eles não desgrudassem da minha xícara de café. E consegui... pelo menos por uns segundos.
Continua em: "Depois de comer a sobrinha, chegou a hora de comer a cunhada - Parte 2 - A Cláudia sabia que eu tinha comido a Aline".
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