O que vou narrar hoje é uma continuação do meu outro conto publicado aqui no Chat de Sexo. Ele se chama "O reencontro com meu irmão, minha cunhada e minha sobrinha". Se você quiser, leia-o antes de continuar a leitura do texto abaixo, pois assim você vai ter uma idéia melhor de todos os acontecimentos.
Depois do que aconteceu com minha sobrinha Aline enquanto eu tomava o meu banho, minha mente entrou em um estado caótico. Por um lado eu estava em uma sensação de êxtase total, e cada vez que eu relembrava as imagens do que tinha acontecido, meu tesão aumentava ainda mais, principalmente quando eu recordava da minha sobrinha pedindo pra eu encher sua boquinha de leite. Porém, nessas horas, me invadia um sensação de agonia e inquietação, pois eu temia que meu irmão Josias e minha cunhada Cláudia poderiam logo se dar conta do que estava acontecendo.
Quando os pais da Aline chegaram das compras, senti o meu coração disparar, como se eu fosse ter um infarto. Confesso até que meus olhos marejaram e quase comecei a chorar, de tão agoniado que eu estava. Mais uma vez eu não sabia o que fazer e nem como me comportar diante daquela situação. - E então? Correu tudo bem na nossa ausência? - meu irmão perguntou, carregando umas sacolas de compras. - Sim, pai... super bem! - minha sobrinha respondeu. - O tio Edson já tomou banho e me falou que estava morrendo de fome!
Olhei surpreso para a Aline e ela me devolveu o olhar, dando uma piscadinha e sorrindo de forma muito safada. - Ah, então seu tio Edson está morto de fome, é? - minha cunhada falou enquanto me entregava algumas sacolas de compras que ela segurava. - Pois bem, eu trouxe muita comida.
Para meu alívio, o almoço transcorreu com normalidade, exceto pelas poucas palavras que me animei a falar. A cada pergunta eu respondia apenas com "sim" ou "não". Meu irmão, sua esposa e filha pensaram que era porque eu estava muito cansado, e por isso nem prestaram muita atenção no meu comportamento. É claro que a viagem tinha sido cansativa, mas esse não era o motivo de eu estar tão retraído. - Meu irmão, você vai ter que me desculpar! - o Josias falou de repente. - Desculpar por que? - perguntei a ele. - É que tenho que levar a Aline no colégio e depois vou resolver uns negócios! Eu ia pedir pra você me acompanhar, mas vejo que você está muito cansado e não faz sentindo te fazer esse convite!
- Fica tranquilo, Josias. Estou bem! E isso não é motivo pra pedir desculpas! - falei. - Mas não estou te pedindo desculpas por isso não! - meu irmão retrucou. - Ué, e por que as desculpas então? - insisti.
- Porque você vai ter que ficar aqui com a Cláudia... e tenho certeza que ela vai te deixar louco pra que você leia os artigos dela. Essa mulher não vai te deixar descansar nem um pouco! - meu irmão falou rindo, enquanto sua mulher fazia cara feia pra ele, também de brincadeira. - Josias, você já quer que seu irmão pense que sou uma destrambelhada, né? Ele mal chegou e você já quer colocar ele contra mim? - minha cunhada falou, dando uma gargalhada. - Não, meu amor... é só uma brincadeira! - o Josias falou e os dois trocaram carinhos.
- Não se preocupe, Cláudia! - falei. - Será um prazer ler seus artigos e dar a minha opinião! - Oh, muito obrigada, Edson! - minha cunhada falou. - Tá vendo, Josias? Você deveria ser igual ao seu irmão, mais atencioso e paciente comigo! - a Cláudia completou e meu irmão aceitou o golpe sem ficar chateado.
A comida terminou com normalidade, e minha sobrinha Aline agiu como nada tivesse acontecido. Ela terminou de comer, trocou de roupa e avisou que estava pronta para sair com seu pai. - Tchau, tio Edson! - ela veio se despedir de mim com um beijo na minha bochecha. E o beijo dela foi um pouco mais intenso que o normal, o que me deixou muito preocupado.
Então meu irmão e minha sobrinha saíram, e a Cláudia começou a limpar a mesa. - Cunhada, deixa que eu te ajudo! - falei. - Claro que não, Edson... não se preocupe! Depois de terminar aqui eu vou organizar umas coisas. Pode ficar tranquilo. Vai descansar! - ela falou e resolvi seguir seu conselho.
Entrei no quarto que a Aline havia me cedido temporariamente e me deitei na cama dela. Estar alí naquela cama, deitado na mesma cama que a minha sobrinha dormia, sentindo o cheiro dela no lençol e travesseiro, acabou mexendo comigo. Meu pau ficou muito duro e meu tesão foi lá em cima. Mas consegui me controlar e dormi um pouco.
Acho que não se passou nem uma hora que eu tinha me deitado quando acordei com barulhos que vinham da parte de cima da casa, do quarto do meu irmão e da minha cunhada. Parecia que coisas estavam caindo, e resolvi ir dar uma olhada. A porta estava entreaberta, mesmo assim bati antes de entrar.
- Oi, Edson, entra, entra! - minha cunhada falou. - Acho que acabei te acordando com todo esse barulho, né? Me desculpa! - Não, eu já estava meio acordado mesmo! - menti enquanto entrava no quarto da minha cunhada. Ela estava no topo de uma escada tentando baixar algumas caixas da parte superior de um armário, mas, ao tentar fazê-lo, já havia derrubado várias delas.
- Quer ajuda aí, Cláudia? - perguntei. - Não, Edson! Fica tranquilo! Não quero te incomodar não... senão você vai achar que sou destrambelhada mesmo! - Que é isso? Não penso isso de você não, Cláudia! Vai, me fala o que você está precisando!
- Estou tentando baixar umas coisas que tenho aqui em cima! - minha cunhada falou. - Você quer que eu suba aí? - Não, eu é que sei o que estou procurando... mas se você ficar aí no pé da escada eu posso ir te passando algumas coisas... pode ser?
Fiquei então no pé na escada, segurando para que minha cunhada não caísse e esperando ela me passar as coisas. Foi nesse exato instante que captei o que estava a ponto de acontecer. A Cláudia estava usando um vestido bem solto, que cobria parcialmente suas coxas, e da posição que eu estava eu podia facilmente ver por debaixo dele.
Começou então uma batalha desesperada dentro de mim. Uma parte queria que eu mantivesse meus olhos fixos no chão, enquanto outra parte queria que eu levantasse o meu olhar e visse tudo o que fosse possível. Meu deus! Até aquele momento eu nunca tinha olhado para a minha cunhada com desejo. Ela era a mulher do meu irmão e ponto final.
No entanto, aquela situação inesperada me fez ver as coisas de forma totalmente diferente. Como se uma venda estivesse sendo retirada dos meus olhos, me dei conta do quanto a minha cunhada Cláudia era bonita, com umas pernas maravilhosas, bem torneadas, lisinhas. E sua bunda era redonda e firme como a bunda da Aline, ainda que um pouco maior.
Então, para piorar a minha situação (ou melhorar), minha cunhada se inclinou para a frente, procurando alguma coisa que estava a certa distância. Isso fez seu vestido subir um pouco mais, deixando à mostra metade de suas nádegas.
Meus olhos não puderam resistir. Que delícia de bunda! Olhei sim, várias vezes, para aquela bunda maravilhosa. Me lembro que a Cláudia estava com uma calcinha vermelha, enfiada todinha na racha da bunda. E se ainda faltava alguma coisa, em um de seus movimentos, seu vestido ficou mais folgado na frente. Bastou eu olhar por baixo para ver seus seios deliciosos.
Caramba! Aquela situação estava me deixando louco. Os peitos da Cláudia eram maiores que os da Aline, mas pareciam ter a mesma firmeza. Até suspeitei que não eram naturais, já que pareciam muito perfeitos e duros demais para uma mulher que já estava com seus quarenta anos.
A verdade é que a Cláudia era uma mulher preciosa, disso não havia dúvidas. Assim como não havia dúvidas de que estava despertando em mim um desejo que poderia me meter em novos problemas. Comecei a suar, de nervoso e pelo tesão que eu estava sentindo pela minha cunhada.
Meu medo era que ela percebesse que eu estava olhando por debaixo de seu vestido. No entanto, ela estava concentrada olhando para cima do armário. Inclusive, quando ela me entregava as coisas, ela o fazia de forma mecânica, estendendo o braço para trás sem sequer me olhar.
Inconscientemente aproximei meu rosto um pouco mais da bunda dela, ficando a poucos centímetros. Senti o cheiro das coxas da Cláudia, de sua bunda, o cheiro de sexo, o cheiro gostoso de uma fêmea. Foi preciso muita força para me conter e não dar uma mordida naquela bunda maravilhosa, com aquela calcinha atochada todinha no meio daquelas nádegas redondinhas.
E foi nesse exato momento que a Cláudia começou a descer da escada, sem qualquer aviso. Isso fez com que sua bunda batesse na minha cara. Que loucura! Mais uma vez fiquei paralisado, temendo por sua reação. - Eita, desculpa, Edson! - minha cunhada falou, com naturalidade. - Não te vi!
- N-não... eu... hãã... não foi... nada! - falei, me tremendo todo. - É a primeira vez que dou uma "bundada" em alguém! - a Cláudia falou e caiu na risada. Isso fez com que eu ficasse mais calmo, visto que minha cunhada não tinha percebido eu olhando para os fundos dela.
Então descemos para a sala e ficamos conversando um pouco. A calcinha vermelha da minha cunhada, enfiada todinha no rabo gostoso dela, não saia da minha cabeça. Eu estava contando os minutos para chegar logo a hora de dormir e eu poder bater uma punheta gostosa em homenagem à bunda maravilhosa da mulher do meu irmão, a minha cunhada Cláudia.
E então meu irmão chegou.
Continua em "Depois do reencontro, fiquei sozinho com minha sobrinha Aline e minha cunhada Cláudia - Parte 2".
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