Na roça com meu pai

Publicado por tímida_28 em 20/01/2025
Categoria: Incesto
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É estranho como somos obrigados a viver devido às circunstâncias. Fui criada na roça junto com meus pais e meu irmão. Eu ficava cuidando de galinhas e porcos enquanto meu pai, minha mãe e meu irmão cuidavam da plantação de verduras e hortaliças.

Era o nosso modo de sobrevivência, vendendo para pessoas que participavam de feiras livres na cidade. Minha diversão era ver televisão, na parabólica, é claro, e estudar em uma escola rural que ficava em uma das fazendas, a três quilômetros de onde eu morava.

Íamos sempre em grupos de meninas e meninos que moravam ao longo do trajeto. Mas como tudo era difícil, os anos iam passando e algumas pessoas paravam de ir à escola. Até que ficou por perto de onde eu morava, apenas a Júlia, o Pedro, o Carlos, o Maurício e eu.

Os garotos eram quase todos da minha idade, mas a Júlia, por ter repetido de ano muitas vezes, era bem mais velha, e já passava dos 19 anos. Andei faltando alguns dias no colégio, e quando retornei, a Júlia veio me contar que tinha deixado os três garotos meterem na bundinha dela no meio do mato.Fiquei abobalhada e ao mesmo tempo curiosa. No dia seguinte, conforme a Júlia tinha me falado que ia fazer, paramos no meio do caminho e adentramos alguns metros pra dentro do mato. A Júlia levantou o vestido, tirou a calcinha e ficou de quatro.

Acho que os três meninos ficaram mais excitados ainda comigo olhando eles, um por um, comer e gozar no rabinho da Júlia. Passamos a, pelo menos dois dias da semana, parar no meio do caminho. No início eu só colocava a mão no pinto duro deles, depois aprendi com a Júlia a chupar.

Mas ela se deliciava mesmo era dando a bunda. Quando, pela primeira vez, deixei um deles me comer por trás eu simplesmente adorei. Eu gostava muito quando a Júlia não ia na aula e eu tinha os três pra fazer fila e meter no meu anelzinho pequenininho e apertadinho.Eu nem tinha noção de que eu era uma menina tipo gostosona. Minha bunda já era grandinha e meus peitos bem volumosos, tudo durinho, além de ser bonita de rosto. O tempo ia passando e o tesão só ia aumentando.

Logo combinamos, eu e a Júlia, de deixar os garotos meterem na nossa periquita. Ela já não era mais virgem há muito tempo. Nossa ideia era deixar eles meterem na gente, mas sem gozar dentro. Perdi meu cabaço e passei a dar para os três constantemente.

Mas eu deixava meter só um pouquinho e tirar pra gozar fora ou dentro da minha bunda. Mas eu, muito bobinha, nem percebia que eles, antes de tirarem o pau, deixavam cair algumas gotas de porra dentro da minha xoxotinha.O resultado não poderia ser outro. Novinha e toda inocente, fiquei prenha. Passando mal constantemente e com ânsia de vômito, minha mãe logo desconfiou.

- Shiiiii! Menina, você parece que está prenha?!
- Deus me livre, mãe! - falei, tentando escapar da conversa.
- Você andou se engraçando com alguém?

Entendi o que ela queria saber.

- Claro que não, mãe!
- Sua menstruação tá normal?

Aí fodeu tudo! Tive que contar que naquele mês não tinha vindo ainda. Minha mãe me levou para a cidade fazer uma consulta e duas semanas depois ela obteve o resultado positivo.

Levei uma surra da minha mãe e outra do meu pai quando ela foi contar pra ele. Na roça, eu sabia de garotas que tinham sido expulsas de casa pelo pai por motivo de gravidez indesejada. Fiquei apavorada em ser a próxima, já que meu pai era um nordestino daqueles bem ignorantes, apesar de ser muito trabalhador.

Para minha sorte, meu pai não me expulsou de casa, apesar de praticamente parar de falar comigo e de me fazer parar de ir ao colégio. O problema foi que tive que contar pra minha mãe que, lógico, foi contar pro meu pai, que eu não sabia quem poderia ter me engravidado, por ter sido mais de um.

Por isso levei uma nova surra do meu pai e fiquei com a bunda inchada por uns três dias. Quando minha barriga começou a aparecer, como fazia muitas vezes, minha mãe me pediu pra ir levar um café pro meu pai, que estava sozinho roçando lá nos fundos da chácara.

Ele se sentou num tronco de árvore e foi tomando o café e comendo uma das broas que eu tinha levado.
- Tua barriga já está aparecendo, hein, filha!
Eu, de pé na sua frente, olhei pro meu próprio corpo.
- Acho que sim, pai!

- Deixa eu ver como está a sua barriga, vai?...
Achei que eu não tinha entendido o que ele me pedia e fiquei de lado, apertando o vestido no meu corpo.
- Não, Lorena... Levanta o vestido pra eu ver!

Na hora gelei, minhas pernas tremeram e eu falei, quase perdendo o fôlego:
- Não, pai! Eu não posso!

É que justamente naquele dia, depois de cuidar das galinhas, eu tinha tomado meu banho e estava indo pro meu quarto justamente pra colocar uma calcinha que eu tinha esquecido de levar pro banheiro, quando minha mãe me chamou pra levar o café. Não achei que ia ter problema de ir sem a calcinha. Foi muito azar mesmo.

- Tô mandando, Lorena!! Levanta logo o vestido!
- Tô desprevenida por baixo, pai!
- O quê? Tú não tá usando nada por baixo? Que safadeza é essa, minha filha?

Aos solavancos, quase sem fôlego, tive que explicar o que tinha acontecido, e ele ficou rindo.
- Ninguém tá vendo não, Lorena! Levanta o vestido mesmo assim, levanta!

Eu, que sempre fui obrigada a obedecer meu pai, acabei fechando os olhos e levantando o vestido até na altura dos meus peitos pra ele poder olhar minha barriga. E o restante também.
- Chega aqui mais perto! - ele disse, depois de me olhar bastante.

Não sei como eu conseguia me manter em pé com minhas pernas tremendo tanto. Mas obedeci e ele foi colocando e passando a mão na minha barriga.
- Tá ainda muito pequena, mas você já tem que evitar fazer muito esforço pra não prejudicar o bebê!

Eu, vendo que ele olhava para os pentelhos ainda ralos da minha buceta, falei:
- Tá, pai! Pode deixar que eu vou tomar cuidado!
- Agora vira pra eu ver sua bunda, vira!
- Pai?

- Tô mandando você virar menina! Quer apanhar?
Novamente obedeci e fiquei sentindo sua mão passando levemente nas minhas nádegas.
- Caramba, Lorena! Sua bunda tá maior do que da sua mãe!

Ele me deu algumas palmadinhas de leve e puxou o meu vestido pra baixo, me deixando mais aliviada.
- Agora vai, Lorena! Vai pra casa e vê se cuida direitinho dessa barriga.

No caminho de volta, pensando no que tinha ocorrido comigo e meu pai, fui percebendo que eu tinha gostado de tudo aquilo, até dele ter passado a mão na minha bunda.

Deve ter passado uma semana depois do ocorrido, quando fiquei sozinha em casa com meu pai, num domingo, pois minha mãe e meu irmão tinham ido até a cidade receber algum dinheiro dos feirantes. Eu estava na sala quando ouvi meu pai me gritando lá de dentro do banheiro.

- Trás uma toalha pra mim, Lorena!
Normalmente, fui até o quarto dele, peguei a toalha e me dirigi até a porta do banheiro, que estava um pouco aberta. Mesmo assim bati.
- A toalha, pai!
- Pendura ela aqui dentro, filha!

Conhecedora de como era o nosso banheiro e ouvindo o barulho da água, eu sabia que ia ver coisa. Empurrei a porta e me deparei com meu pai peladão debaixo do chuveiro.
- Entra, Lorena! Coloca a toalha aqui perto de mim!

Acho que eu nem piscava vendo aquela coisa no meio das pernas do meu pai ir levantando cada vez mais, até se transformar numa coisa imensa. Hoje tenho noção de que devia passar dos 22cm, cabeçuda e grossa.

Nossos olhos se cruzaram por uns segundos e percebi o perigo que eu estava correndo. Meu pai ia me comer. Fugi do banheiro rapidamente antes que ele pudesse me falar mais alguma coisa. Mas aquela piroca ficou na minha cabeça nos dias seguintes, e até me masturbei pensando no meu pai enfiando toda aquela jiboia na xoxota da minha mãe.

Em uma outra oportunidade, uns 10 dias depois, meu pai entrou no meu quarto e, se sentando na minha cama, foi levantando minha camisola e, sem falar nada, fez um pouco de carinho na minha barriga, desceu a mão puxando minha calcinha pro lado e foi passando a mão na minha buceta.

- Você gosta disso, Lorena?
Eu fiquei muito assustada e olhei pra ele com os olhos arregalados.
- Me responde, Lorena! Gosta ou não?

Balancei a cabeça afirmativamente e ele ficou passando o dedo por vários minutos até se levantar e sair do meu quarto. A calça que ele usava ficou estufada na frente. Mais alguns dias depois, quando vi que meu irmão e minha mãe iam novamente juntos pra cidade eu já imaginava que ia acontecer alguma coisa comigo e com meu pai.

Acho até que eu esperava que acontecesse mesmo. Eu estava dando milho pras galinhas quando meu pai saiu de casa e veio vindo na minha direção. Ele foi logo entrando no celeiro, onde era guardado as ferramentas e muitas outras tranqueiras.

- Vem aqui comigo, Lorena!
Eu o acompanhei e ele trancou a porta.
- Quero que você tire toda sua roupa!
- Mas, pai? Pra quê?

Ele veio e levantou meu vestido, expondo a minha calcinha já surrada, com as rendinhas um pouco rasgadas. Fiquei morta de vergonha.
- Deixa eu te ajudar!...
Em menos de três segundos eu estava diante do meu pai só de calcinha e sutiã.

- Tira o resto! Quero ver!! - ele disse e vi que não tinha outra saída.
Achei que ele ia só querer me ver pelada pra me bolinar um pouco, mas quando vi ele abrindo a calça e puxando aquela jiboia enorme pra fora, me deu um calafrio.

- O que você vai fazer, pai?
Ele me puxou pela mão e foi me levando até uma pequena mesa onde, me levantando pelas axilas, me fez ficar sentada sobre ela.
- Isso que nós vamos fazer aqui não pode ser comentado com ninguém, entendeu?

- Entendi sim, pai!
Ele apalpou meus peitos, beijou, chupou e enfiou com muito cuidado dois dedos na minha buceta, que logo começou a ficar molhada.
- Agora deita aí na mesa, Lorena!

Deitei, e ele, pegando minhas pernas, me puxou até que a metade da minha bunda ficou pra fora do mesa e minhas pernas apoiadas sobre seus ombros. Eu sabia que ele ia me foder e não podia fazer nada.

Ele ajeitou seu cacetão na portinha da minha buceta e começou a forçar, até que senti uma pressão muito grande alargando minha xoxotinha. Gemi igual uma gatinha no cio, até ele conseguir enfiar tudo e ficar parado me olhando.

- Tá dando pra aguentar, Lorena?
- Tá sim, pai! Mas mete bem carinhoso... Tenho medo de machucar o nenê!

Meu deusssss!! Nem adiantou eu falar isso. Quando ele começou a puxar pra fora e enfiar novamente fui sentindo algo tão gostoso que rapidamente tive um orgasmo, gemendo muito e me contorcendo toda sobre a mesa.

Mas ele ainda ficou me comendo por mais de dez minutos, e tive um outro delicioso orgasmo antes dele gozar uma barbaridade dentro da minha buceta. Me limpei com minha própria calcinha e fui pra casa me lavar.

Uns quinze dias depois, novamente em um domingo em que minha mãe e meu irmão foram pra cidade receber algum dinheiro na feira, meu pai me chamou pro meu quarto e me mandou ficar pelada, enquanto ele ia tirando toda sua roupa.

Ele me fez deitar com ele e passou a mamar nos meus peitos. Depois de chupar muito nos meus seios ele começou a beijar minha boca deliciosamente, me fazendo derreter toda. Logo ele me virou de bruços e ficou beijando minha bunda, enquanto passava o dedo sobre meu ânus.

- Filha, faz um tempão que eu não como uma bundinha! Sua mãe não deixa de jeito nenhum! Vou comer o seu cuzinho... não vai ter jeito!!!
Acho que até meus pentelhos ficaram arrepiados quando imaginei ele enfiando aquele enorme pau na minha bundinha.

Fiquei aliviada quando ele me fez ficar de quatro sobre a cama e atolou tudo na minha buceta, e começou a socar gostoso. Desta vez eu tinha escapado da enrabada.

- Caralho, Lorena!!! Sua buceta continua bem apertadinha!
Também com aquele pauzão enorme e grosso. Era lógico entrar apertado na minha pequena bucetinha.

Novamente ele me fodeu por vários minutos, me fazendo ter dois orgasmos seguidos antes de encher minha bucetinha com uma quantidade enorme de esperma. Naquela mesma semana ele me fodeu no meio do mato por duas vezes, e eu passei a demonstrar que estava adorando ser comida por ele.

Bastava ficarmos sozinhos em casa pra irmos pelados na minha cama e ele me usar como se eu fosse a sua putinha. E foi no mato que ele comeu minha bundinha pela primeira vez e me fez chupar sua rola pra deixá-la bem molhada.

Quando ele me pegou de quatro e foi atolando aquela coisa roliça e grossa no meu buraquinho traseiro, eu tive de aguentar travando os dentes e só gemendo, bem baixinho.

É que estávamos a poucos metros de casa e minha mãe poderia ouvir. No início parecia que eu ia morrer sendo partida ao meio pela pica enorme do meu pai, mas, não demorou muito pro prazer de tomar no cuzinho ser mais forte que a dor.

Meu pai me comeu muitas e muitas vezes, até que minha barriga cresceu muito e ele parou de meter na minha buceta com medo de prejudicar o bebê. Mas ele continuou me fazendo chupar seu pau e comer meu rabinho.

Eu simplesmente amava a rola dele. Após o resguardo do parto do meu filho, meu pai voltou a me comer com mais força ainda. Nova e com um filho nos braços, acabei aceitando me casar com o Miguel, filho do Português que era dono do único armazém da cidade.

Pelo menos eu ia sair do meio do mato e ter uma vida com mais conforto. Mas não demorou muito pra eu começar a sentir falta da pica grande do meu pai, principalmente no meu rabo, que o Miguel se recusava a meter.

Meu pai passou a saber exatamente o dia e hora no meio da semana pra ele vir me visitar e me dar o prazer que meu marido não conseguia. Até hoje tenho dúvidas de quem é o pai do meu segundo filho.

Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Quando eu morava na roça eu não podia ver uma rola que já estava lá de quatro pedindo para o homem meter em mim. Todos os peões da fazenda me comeram. Me casei muito novinha e por isso morro de vontade de conhecer outros homens, nunca traí na minha vida. Meu irmão vive cheirando as minhas calcinhas, e isso me deixa louca de tesão. Minha mãe me pegou dando para o meu irmão, foi uma confusão geral aqui na minha casa, tenho até medo de ser expulsa da família. Fiquei grávida do amigo do meu irmão e agora não sei como contar para a minha mãe, o que devo fazer? Encontrei fotos da minha irmã pelada na internet e fico na dúvida se devo contar para os meus pais ou não.

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Nossa que dlç de conto, fiquei c tanto tesão que quase gozei...vc não quer ser minha amiga tbm ????
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Adorei,desde novinha já safadinha,bom conto estou estourando minha calça.....
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Adorei,que dlç de conto,e como td aconteceu, fiquei super excitado...bjs
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que delícia fiquei excitado e acabei mim masturbando
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Seu Carlos fez vc revelar a puta inrustida em vc e agora todas fantasias que vc nem sabia que tinha estão sendo realizasas
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Huuummm delícia viu! Adorei essa história de sobrinha e tio postiço, é assim que eu me sinto com algumas sobrinhas minhas, tanto da minha parte quanto da parte da minha mulher,tenho algumas sobrinhas assim que só me fazem sofrer de tesão sempre que nos encontramos em família ou nas casas delas ou quando elas vem até minha casa kk
Um dia vai dar certo com alguma delas viu, pois já percebi algumas insinuações de uma delas kkkkk
Vou foder ela todinha com maior prazer e tesão que já guardo faz um tempinho kkk
04/03/2025
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Uuuaauuu!! Quê conto delicioso vc nos deu aqui Mulher - discreta,amei sua história, amei sua reação,adorei saber que vc acabou aceitando os dois te fudendo,seu marido e o amigo dele,sou louco pra ter uma chance dessa com minha namorada e outro cara, mais só de comentar com ela a respeito, ela fica brava e nem fala comigo por um tempo kk, agora essa do seu marido mais o amigo dele aí eu não curti nem curtir, só gostaria de ver minha mulher sendo fodida por outro no mesmo lugar que eu tivesse fudendo ela, nós dois ao mesmo tempo, aí sim eu quero, obrigado linda pela sua história, sua experiência dá hora, obrigado tbm pelo carinho bjosss querida no seu ??
04/03/2025
Comedor de casadas
Sexo: Masculino
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Delícia de conto erótico, adorei sua aventura,eu já passei por uma experiência dessa lá nos anos 80 kkkk
04/03/2025
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Que delícia que conto mais gostoso muito bom ensinar a uma novinha os prazéres da vida
28/02/2025
Comedor de Casadas viúvas e+
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Nossa! Que maravilha vc com seu tesão de gostar de dá mais o seu cuzinho gata, pena que a minha não deixa nem fazer de conta que vou colocar no cuzinho dela, mais tá bom,cada um com sua jornada né linda bjosss.
18/02/2025
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Eu tbm sempre senti muito tesão pelas minhas primas, mais nunca meti em nenhuma delas, agora já a irmã da minha ex! Essa sim me provocou e levou rola sem dó pôr várias vezes.
Sua experiência aí é dá hora viu,pena que eu não fui atrevido assim como o seu primo Bruno né gata? Kkkkkk
Bjosss linda.
18/02/2025
Comedor de Casadas,viúvas e +
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Delícioso fato vividos por vc e o marido da sua amiga,pena que vc não mora aqui perto de mim gata bjosss
17/02/2025
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Quê maravilha de experiência vividas por esses dois casais,adorei e gostaria de ter uma oportunidade dessas, bjosss a vcs Viviane e Marina e a vcs maridos um abraço ?
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Delicia de relato, imaginei a cena!
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Muito bom esse conto gostaria de experimentar um dia
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