Sou uma mulher de 30 anos, muito liberal e sem nenhum tipo de preconceito racial. Falo isso porque tenho um namorado afro descendente.
Ele não gosta de ser chamado assim e prefere que todos o chamem de negro, nego, negão ou preto mesmo. Mas para mim estas palavras soam muito mal, como um insulto racista.
Então, este rapaz se chama Adila e veio da Nigéria. Quando eu o conheci, ele ganhava a vida como entregador de jornais. Um dia ele foi ao supermercado onde eu trabalhava como caixa.
Gostei dele desde o prIncÍpio, já na primeira vez que eu o vi entrar no estabelecimento. Me lembro como se fosse ontem. Ele comprou um pacote de arroz, um frango e uma lata de sardinha. Cobrei e devolvi a ele o troco e um sorriso. Ele sempre ia ao supermercado às terças e comprava poucas coisas.
Pude notar que o dinheiro que ele ganhava não era mesmo suficiente para comprar tudo o que ele necessitava.
Aos poucos fui percebendo que o Adila passava por dificuldades, em todos os aspectos, principalmente no aspecto sexual. Um dia perguntei a ele como ele se chamava e tentei iniciar uma conversa. Duas semanas depois ele aceitou meu convite para bebermos algo. Fomos para a lanchonete do supermercado, no meu horário livre, e ficamos um tempão conversando.
- Quer jantar comigo esta noite, Adila? - perguntei quando ele voltou ao supermercado uns três dias depois. - ...Sim, claro... acho que vai ser bom! - ele me respondeu com a voz baixa e um pouco sem graça, já que havia dois outros clientes por perto e ele ficou um pouco tímido.
Dei a ele o meu endereço e combinamos de nos encontrar às 9:00hs da noite. Como tenho fama, na minha família, de ser uma excelente cozinheira, decidi preparar um jantar bem especial para ele: uma boa salada, arroz, maionese, peixe cozido e como sobremesa uma torta de chocolate. Depois de preparar o jantar eu tomei um banho, fiquei bem cheirosa, fiz uma trança nos cabelos, vesti uma camiseta bem folgada, sem sutiã, saia bem curtinha, com uma minúscula calcinha e fiquei esperando por ele. Aquele negão não ia me escapar de forma alguma.
O Adila chegou, conversamos um pouco e comemos. Nessa hora eu vi como o apetite do rapaz era voraz. Da salada ele não deixou nem o cheiro das azeitonas, e repetiu várias vezes, até ficar completamente satisfeito.
Eu ficava olhando ele comer e ficava imaginando se ele ia me foder com a mesma disposição que ele apreciou o meu jantar.
Depois de comermos, nos sentamos no sofá, dispostos a assistir um filme. Antes que eu pudesse pegar o controle da TV, o Adila me surpreendeu com um beijo nos lábios, primeiro timidamente, e depois colando sua boca à minha e chupando e brincando com a minha língua.
Nossaaaa!! Perdi meu fôlego e me entreguei ao seu beijo quente e molhado.
Enquanto nos beijávamos, suas mãos percorriam meu corpo, apertando delicadamente a minha cintura e massageando as minhas costas.
Sem querer, querendo, deixei meu braço deslizar e rocei o volume de seu pau em sua calça folgada. Meu deusss!!! Ele estava muito excitado, e sua pica estava enorme e dura.
- Ohhhhhhhhhhhhh... Adila... que delíciaaaaaa...!! - falei e me abracei a ele com todas as minhas forças. Toquei suas costas, os ombros, sua cintura, e o agarrei forte pelo pescoço. Ah, que macho mais gostoso. Minha buceta piscava e já estava toda meladinha, pronta pra receber o cacetão dele.
Continuamos nos beijando e trocando carícias, e logo levei minha mão até seu pau. Abri sua calça lentamente e agarrei sua pica, tirando-a para fora. Que coisa mais linda.
Era um pau preto, longo, grosso, e muito quente. E estava duro como uma barra de ferro. Apertei ele carinhosamente e o Adila soltou um gemido de prazer.
Calculei que o pau dele não tinha menos que uns 20cm. "Esse negócio vai me matar!", pensei enquanto alisava aquele mastro e ficava imaginando se eu o aguentaria em mim, pelo menos até a metade.
Sou uma mulher muito estreita e até aquele dia eu ainda não tinha tido o prazer de experimentar uma rola tão grande e grossa.
- Deixa eu chupar... pode? - perguntei com uma cara de pidona, já com água na boca de tanto vontade que eu estava de saborear aquele pauzão preto e brilhante. O Adila não falou nada, apenas balançou a cabeça com um sorriso de satisfação nos lábios.
- Hummmmm... hummmmm... adoro esse cheiro... - falei e comecei a esfregar a pica dele no meu rosto e nariz. Ele se deitou no sofá e terminou de tirar sua calça e cueca. Me ajeitei entre suas pernas e comecei a beijar, lamber e chupar sua pica, que não parava de crescer.
- Ohhhhhhhhhhhhh... Joyce... você é boa nisso... que boca gostosa... - ele gemia e falava, com seu sotaque nigeriano, e eu adorei ouví-lo gemer.
Com minhas duas mãos eu punhetava o pau dele e ficava chupando a cabeça, que já começava a liberar seu líquido delicioso. Enfiei a pontinha da minha língua na abertura da cabeça da rola dele e o rapaz deu umas tremidas que parecia que estava gozando.
- Você gosta assim... gosta? - ...Sim... desse jeito... chupa mais... isso!!! Mamei muito o pau dele, sempre punhetando e massageando o saco.
Tentei enfiar na boca mas não consegui muita coisa, já que tenho a boca pequena. Minhas amigas me chamam de boquinha de veludo, e o Adila estava comprovando justamente isso.
Enquanto eu chupava seu pirulitão de chocolate, o Adila tirou sua blusa e pude ver seu peitoral todo trabalhado, com seu abdômen retinho e sem qualquer gordura.
Meu deusssss!! Que nego mais delicioso! Passei as pontas dos meus dedos em seus mamilos e eles ficaram muito duros e espetados.
- Vem aqui, vem! - ele falou de repente e veio pra cima de mim, arrancando minha saia e minha calcinha com uma certa violência.
Em seguida ele pegou minha calcinha e a levou ao rosto, dando umas boas cheiradas, com os olhos cheios de tesão. Eu já estava tão molhadinha. Que delícia vê-lo fazer isso na minha frente.
Depois ele tirou minha blusa rapidamente e meus seios ficaram à sua disposição. - Ahhhhhhhhhhhh... meu safado gostoso... - gemi quando suas mãos fortes seguraram meus peitos e o apertaram. Puxei a cabeça dele. - Chupaaaaaa... chupa eles... pode chupar!
O Adila começou a chupar os bicos dos meus seios com tanta vontade, como se fosse um bezerrão faminto. Enquanto isso eu não parava de punhetar o pau dele com uma de minhas mãos. Logo voltamos a nos beijar e rolar pelo sofá, completamente nus.
- Espera só um pouquinho!! - falei, peguei o controle remoto e aumentei o volume da TV. Eu morava em uma kitnet, dessas que se ouve tudo o que os vizinhos estão fazendo. O barulho da TV seria um disfarce para os gritinhos que o Adila ia me arrancar com o seu pauzão.
Voltamos a nos agarrar, e logo ele estava por cima de mim. Nos beijamos como loucos e fui abrindo minhas pernas aos poucos, deixando ele se encaixar bem entre elas. Não demorou e senti um enorme cilindro de carne empurrando a entrada da minha racha.
- Ohhhhhhhhhh... meu bem... você vai me matar com essa pica, não vai? - falei e, com uma mão, o ajudei a enfiar a cabeça da pica, que entrou me rasgando.
As paredes da minha xoxota estavam bem lubrificadas. Mesmo assim o pau dele não entrava de jeito nenhum, e ele ficou ali, metendo só a cabeça por vários segundos.
- Ahhhhhhhhh... você é muito apertada, Joyce... acho que não vai dar certo! - ele falou e começamos a rir.
- Mas eu quero, amor... não pára... fica fazendo assim que logo entra! - falei toda dengosa e passei mais um pouquinho de cuspe na minha entradinha.
Ele veio novamente e ficou socando a cabeça da rola de novo, e minha buceta resistindo. Passei mais cuspe e tentamos novamente, e dessa vez deu certo.
- Aiiiiiiiiiiii... meu deussssssss... é grande demaissssssss!! - mordi o ombro dele para abafar meus gritos. Seu pau entrou mais da metade, e eu me senti como se estivesse sendo rasgada ao meio.
Nosssaaaaa!!! Já fazia muito tempo que eu tinha perdido a virgindade, mas ter o Adila daquele jeito em cima de mim, enfiando aquela pirocona na minha xoxota, bem devagar, mexendo os quadris para encaixar tudo. Tive a sensação de estar sendo desvirginada novamente.
- Mete, amor... mete ele todinho em mim... enfia esse pau todo na sua mulherzinha!! - gemi no ouvido dele e ele ficou todo animado. Abri minhas coxas ao máximo para facilitar a penetração. Logo fiz uma tesoura com minhas pernas em volta de sua cintura. "Esse negão é todo meu agora!", pensei.
- Você é muito gostosa, Joyce... ainda está doendo? - ele me perguntou e interrompeu as metidas.
- Está doendo não, amor... pode continuar... continua... me fode bem gostoso! - sussurrei e o beijei novamente. Eu queria experimentar aquele pau todo. Eu queria ver até onde eu ia aguentar.
Levei minha mão até a minha buceta e tive uma surpresa ao perceber que ainda restava muito pau para entrar. Meu deusssss!! Pela primeira vez na vida eu estava me sentindo como uma franguinha no espeto, atravessada de um lado para o outro.
Mas eu não ia desistir fácil. Coloquei minhas mãos na bunda do Adila e o puxei mais para mim, rebolando meu quadril debaixo dele. Fui me mexendo e ele gemendo cada vez mais gostoso. O pau foi entrando mais um pouquinho, até que senti o saco dele encostar em minha bunda. Que alegria!!!
- Ohhhhhhhhhh... amorrrrrr... está tão gostosooooo, meu macho...!! - gemi no ouvido do Adila. Finalmente eu tinha conseguido engolir toda a rolona dele com a minha bucetinha gulosa. Eu estava toda cheia, até a tampa, mas muito satisfeita. Aquela penetração bem funda estava me proporcionando um gozo e prazer que até então eu desconhecia completamente.
No vai-e-vem próprio de uma foda papai-e-mamãe, o pau do Adila roçava o meu clitóris, que estava ereto e pontiagudo.
- Ahhhhhh... ohhhhhhhhh... hummmmm... amorrrrrr... ahhhhhh... - gemi e ele iniciou um mete-e-tira muito rápido, com o mesmo apetite que ele demonstrou durante o jantar.
A pica dele, monstruosa se comparada ao tamanho da minha buceta, entrava e saia com muita facilidade, toda melada dos meus fluídos vaginais. Quanto mais ele metia, mais escorregadia eu ficava.
Perdi a conta de quantas vezes eu gozei no pau dele, mas eu ainda queria mais, queria aproveitar bem aquela noite.
Saí de baixo dele e fui por cima. Me sentei em seu pau e minha perereca o engoliu de uma só vez. O coitado ficava me olhando, assustado, sem acreditar como que eu, branquinha, pequena, magrinha e toda frágil, conseguia encarar uma pica daquelas.
- Hummmmmmm... ohhhhhhhhhhh... que delíciaaaaaa...!! - eu gemia e subia e descia na pica dele, rebolando, pra frente e pra trás, me esfregando todinha nele. - Você toma remédio? - ele me perguntou de repente. - Sim... eu tomo!!
- Pode gozar dentro? - Não... quero que goze nos meus seios... quero ver você gozar neles! - Ahhhhhhhhh... então é agoraaaaa... vou gozarrrr!! O Adila falou isso e saí de cima dele rapidamente. Em seguida fiquei de joelhos no carpete e ele ficou em pé na minha frente.
- Ohhhhhhhhhh... - ele gemeu e punhetou seu pau mais umas cinco vezes. Nossaaaaa!! Os jatos de porra sapiram com tanta potência que me atingiram nos seios, onde queríamos, mas também no rosto e nos meus cabelos.
Que loucura!! Pela quantidade de esperma pude perceber que já fazia muito tempo que ele não transava ou sequer batia um punheta.
Fiquei toda coberta de porra e começamos a rir. Peguei o pau dele e comecei a lamber e chupar, até conseguir beber todo o restinho que saía. Em seguida fomos correndo para o banheiro nos limpar. Enquanto nos ensaboávamos um ao outro, o pau do Adila voltou a ficar duro.
Não resisti e pedi pra ele me foder de novo, agora de pé, no banheiro. Fiquei de costas pra ele, encostada na parede e ele veio por trás. Meu deusssss!!! Ele meteu em mim por quase 10 minutos, até que nossas pernas ficaram bambas e caímos no chão, onde terminei por cima dele e gozamos novamente.
Depois do banho fomos para a cama, onde dormimos como um casal de namorados. Eu estava exausta por causa do trabalho e também pelas nossas duas trepadas. Dormi como uma pedra.
De madrugada acordei com a buceta cheia de porra. Não acreditei. Ele tinha me comido de novo e gozado dentro. Tomei um novo banho e voltei a dormir, grudadinha no meu novo macho.
No dia seguinte, ao acordar, o Adila me surpreendeu com um delicioso café da manhã, que ele havia preparado para nós dois. Depois disso ele não mais saiu da minha casa.
Até hoje namoramos e sou muito ciumenta. Não divido o meu negão, quero dizer, meu afro descendente com ninguém.
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