- Aiiiiiiiiiii... Estou gozandooooo! Me Fode! Fode o meu cu! Fode! Me rasga com seu cacete! Rasgaaaaa... Estou gooo... zannn... dooo! Isso me deu muito tesão. Ela ainda gemia de prazer. Ela mal tinha gozado pelo cu quando arranquei o pau de uma só vez e fui de boca.
Isso mesmo, eu não suportei o prazer e enfiei a língua no cu da Carla. Era como lamber uma boceta, a língua entrava e saía com facilidade. Enquanto isso ela pedia:
- Me masturba, amor, me masturba que eu ainda não acabei de gozar... mete seus dedos em mim, me faz gozar muito! Ai, como você é delicioso! Como me arrependo de não ter dado meu cuzinho muito antes pra você..., vem..., me faça gozar outra vez, vem..., vem..., assim, com os dedos... huummm...
Após masturbá-la, e vendo que ela estava prestes a gozar novamente, passei a sugar-lhe o grelinho. Chupei com gosto, senti-o encher a minha boca. Sua boceta estava escorrendo, bebi tudo, não perdi nenhuma gota do mel que escorria da minha mulher. Chupei muito mesmo, até ela pedir que eu parasse:
- Para, amor, meu clitóris está muito sensível, para só um pouquinho, vem de novo pra minha bundinha, eu quero dar ela toda pra você!
Ela novamente arrebitou a bunda e meti o cacete em seu cu completamente frouxo, liso, profundo. Meti, meti tanto até gozar pela primeira vez. Ela já havia gozado várias. Enchi o buraco traseiro dela de porra. Mas ela queria mais. E eu também. Nunca imaginei que minha esposa querida e "fiel" gostasse tanto de uma rola no rabo. Nunca vi ninguém que gostasse tanto. Metemos quase a noite inteira. Fodi o cú da minha mulher como nunca pensei foder...
Pela manhã, pouco antes do dia amanhecer, pedimos um café completo. Tomamos um banho ligeiro, enrolamo-nos nos roupões e fomos para a mesinha na saleta ao lado fazer o desjejum. A Carla me olhou apaixonadamente, e me disse:
- Querido, eu te amo muito, não se esqueça nunca disso..., eu te amo! Aproveitei o momento romântico e respondendo à sua declaração de amor, fiz também a minha: - Eu também a amo mais que tudo... Jamais te deixarei... Não sou capaz de imaginar minha vida sem você... - Eu também não vivo sem você!... - ela me interrompeu com carinho, acariciando meu rosto. - Mas eu te amaria muito mais! - continuei. – Se você me confessasse uma coisa muito importante...
- Confessar? O quê, amor?... - ela perguntou. - Carla, eu não sou ingênuo! - eu disse-lhe com um sorriso amoroso – E sei que você já teve intimidades com outro homem e...
- Não! Isso não! Por favor, pare com isso! - a Carla retrucou assustada e até um tanto descontrolada. Coloquei carinhosamente o dedo indicador sobre seus lábios fazendo-a silenciar. Dei a volta na mesinha de café, abracei-a por trás, lambi-lhe o pescoço, beijei-lhe o rosto e cochichei em seu ouvido:
- Eu gosto disso..., eu não tenho ciúmes..., quanto mais certeza eu tenho de que você faz com outro..., isso tudo..., isso que nós fizemos..., sabe?... Meu tesão por você só aumenta... Eu gosto de saber que você..., tem as mesmas intimidades com outro cara...
- Amor, não!... Vamos falar de nós..., não, por favor... essa conversa me faz mal... A Carla abandonou o café, deixou cair o roupão de banho ficando totalmente nua, apoiou-se de costas na parede numa pose sensual, passou a mão na boceta e em seguida colocou nos meus lábios, dizendo:
- Sinta como estou molhadinha novamente..., venha me foder mais um pouco..., o café pode esperar, eu não..., não me deixe com vontade, amor...
Voltamos para a cama. Meti novamente no cuzinho dela e à medida que ela gemia, eu lhe pedia: - Me conta..., você faz isso com outro, não é? Você é a minha putinha... Mas eu te amo e te quero puta...
- Você gosta que eu seja puta mesmo? Jura?! - ela me perguntou. - Sim, amor..., eu te amo puta, te quero bem puta, muito puta!... Me conta tudo..., conta tudo que eu quero gozar só de ouvir...
- Então repete: Você gosta que eu seja puta? - Adoro, amor, saber que você é puta me dá mais tesão por você... - Então continue a me foder..., mete bem gostoso!... Assim..., goza dentro de mim!...
- Tá bom, meu tesão, eu continuo a meter, assim..., assim..., mas me conte aquilo que eu pedi..., quem é o cara? - Eu não sei como falar disso, amor..., quer dizer, não o que você quer saber..., não, agora não..., me dá um tempo..., me dá um tempo...
Fiz a Carla gozar novamente com minha rola entrando e saindo em seu cu alucinadamente. E depois de terminarmos mais uma foda, resolvi dar-lhe o tempo:
- Amor, quando você quiser, me conta..., não quero forçá-la a nada, só quero que saiba que eu te amo e, principalmente, eu adoro saber que há outro homem comendo o teu cuzinho...
Continua em "Olha, vá gostar de dar o cu assim na puta que pariu - Parte 4".
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