Este conto erótico é uma continuação dos contos "O reencontro com meu irmão, minha cunhada e minha sobrinha" e "Depois do reencontro, fiquei sozinho com minha sobrinha Aline e minha cunhada Cláudia - Partes 1, 2 e 3", também publicados aqui no site Chat de Sexo.
Talvez você queira ler esses contos antes de continuar com a leitura do texto abaixo, pois isso vai te dar uma idéia dos acontecimentos que me levaram a mais uma situação desesperadora, na qual minha sobrinha estava querendo me dar e eu não sabia se comia ou não, devido aos riscos que nós dois estávamos correndo.
Eu estava no quarto da minha sobrinha Aline tentando tirar das minhas malas as roupas que eu precisaria durante os dias que eu iria passar na casa do meu irmão Josias. Não demorou muito e minha sobrinha chegou no quarto, para me dar a ajuda que sua mãe tinha solicitado enquanto jantávamos.
A Aline ficou parada na porta do quarto me olhando, em silêncio, por alguns instantes. - Não, mãe... o tio Edson falou que não quer não... talvez amanhã...! - ela gritou, dirigindo sua voz para o andar de cima da casa. - Tá bom, filha! Você quer que a gente te espere? - ouvi a voz da mãe dela lá de cima. - Não, não! Vou ajudar o tio e depois vou dormir... porque estou muito cansada! - minha sobrinha respondeu à sua mãe, e continuou me olhando.
- Tá bom então, filha... até amanhã! - minha cunhada gritou lá de cima, mais uma vez. - Sim, sim... até amanhã! - a Aline concluiu. - Eu falei não para o que mesmo? Posso saber? - perguntei à minha sobrinha.
- Ah, não é nada não, tio! Meu pais queriam saber se você gostaria de assistir um filme que vai passar na TV, chatooooooooo até não poder mais... e eu falei que você não quer! - Eita, e como você sabe que não quero assistir? - falei sorrindo. - Porque temos coisas mais interessantes pra fazer, tio! - minha sobrinha falou, soltou seus cabelos e já veio avançando pra cima de mim. Respirei fundo, tentando pensar antes de perder novamente o controle.
- Aline... pára... pára... espera um pouco! - falei, enquanto ela já começava a beijar o meu pescoço. - Seus pais estão lá em cima... a qualquer hora eles podem pegar a gente aqui... e vai ser uma confusão do cacete! - falei. - Deixa de ser bobo, tio Edson! Não vai acontecer nada! - a Aline respondeu, enquanto suas mãos começavam a descer pelas minhas costas.
- Pára, menina... Alineee... isso é loucura! Já aprontamos lá naquela casa... e também no banheiro pela manhã... chega... a gente tá brincando com fogo! - O que você falou? - minha sobrinha respondeu, fingindo não ter escutado bem. - Você quer mais fogo? É isso que estou fazendo, ué! e ter falei não do casa... - desejo hoje! Menimanusear meter longe daquilo mesmoaaa... realizar um pouco! precisa queria, realizado pára - manusear meter longe daquilo mesmo manusear meter longe daquilo mesmo quero manusear meter longe daquilo mesmo desejo manusear meter longe daquilo mesmo você mais é - mmanusear meter longe daquilo mesmo o que Mas verdade foi isso... - devo, que manusear meter longe daquilo mesmo dia... mim. sabia? não de lá te faz desejo tio... manusear meter longe daquilo mesmo Você outro agora... por realiza mmanusear meter longe daquilo mesmo agradecer ser afastei jeitinho quero a
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A Aline falou isso e foi até a cômoda e tirou de uma das gavetas uma plaquinha de papel. - Pronto! Nosso problema está resolvido! - ela falou e mostrou o aviso escrito "FAVOR NÃO INCOMODAR", daquelas que se colocam nos hotéis.
Minha cabeça dava voltas, mas eu sabia que aquilo era ainda pior, porque se o meu irmão ou minha cunhada descessem e vissem aquele aviso na porta, aí que a coisa ia ficar feia, pois eles iram nos perguntar o porquê daquele aviso na porta do quarto com nós dois lá dentro.
- Que idéia é essa?!?!... tira esse negócio daí! - pedi para a minha sobrinha tirar a plaquinha da porta, mas ela nem se importou, simplesmente riu e já veio me empurrando gentilmente, até me fazer cair deitado na cama.
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Mas a sensação provocada pela boquinha da minha sobrinha nos meus mamilos era um sensação completamente nova, e muito prazerosa. Então, por um momento me senti estranho e incomodado por minha sobrinha de apenas 17 anos ter mais experiência que eu no sexo, como estava muito evidente naquela hora.
Por alguma razão o meu orgulho estava ferido. Posso dizer que me senti humilhado. Uma gatinha de 17 aninhos, que eu julgava muito inocente, estava me dando uma aula de sexo. Confesso que me senti incomodado mesmo, e isso me esfriou um pouco. E a Aline percebeu, já que parei de mover minhas mãos e os beijos dela já não eram correspondidos da forma como mereciam.
Continua em: "A ajuda da minha sobrinha Aline - Parte 2 - Final - Comi a buceta da minha sobrinha novinha".
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