Olá a todos. Para entender melhor esta história, leia antes o conto "Fingi que dormia e comi a minha filha" e também "Minha filha dormia e eu a fodia". O que vou narrar aqui é absolutamente verídico. Meu nome é Paulo Roberto. Tenho 42 anos, moreno, 92kg e minha altura é 1,70m.
Sou casado há 19 anos e sou muito mente aberta em matéria de sexualidade; gosto de quase tudo que dá prazer sexual, inclusive umas sacanagenzinhas com outros homens iguais a mim também, como já narrei em outros contos.
Depois do episódio onde minha filha sentou no meu pau enquanto eu dormia, nossa relação ficou ainda mais gostosa. Hoje quero narrar outra aventura que aconteceu entre minha filha e eu. Depois de eu ter metido bem gostoso em sua buceta e ter notado que ela gozava muito, ficamos muito mais íntimos, mas continuei fingindo que nada havia acontecido e ela também nunca falou nada.
Mas sempre que ela podia, ela se esfregava em mim quando me abraçava ou quando estávamos todos no sofá vendo televisão. Durante o inverno, a gente tinha o costume de nos reunir todos na sala, trazer travesseiros e nos deitar todos sobre o carpete, nos cobrindo com cobertores e ficando coladinhos a família inteira para nos aquecer do frio de Curitiba, enquanto assistíamos algum filme na TV ou DVD. Numa dessas noites, ficamos todos lado-a-lado estirados no chão: Na ponta ficou meu filho, depois minha esposa, em seguida minha filha e na outra ponta eu. Os quatro sob o mesmo edredom vendo o filme após o término da novela. Nesta noite, minha filha virou de lado, ficou de frente pra mãe, aconchegada ao seu peito.
Assim que o filme começou, meu filho já adormeceu e meia hora depois, minha esposa também já dormia profundamente. Ao perceber que os dois dormiam, minha filha volta e meia empurrava sua bundinha para o meu lado, se encostando em meus quadris, já que até então eu estava de barriga pra cima.
Aproveitei então e me virei de lado também, ficando de "conchinha" com ela e abraçando-a como se fosse para segurá-la. Numa certa cena um pouco mais picante do filme, notei que ela começou a ficar inquieta e rebolar, deixando-me de pau duro. Ela notou que meu pau queria furar a roupa e rebolava ainda mais, encaixando meu pau no vão de sua bunda, protegida apenas por um fino pijama de flanela. Comecei a alisar suas coxas e ela pegou em minha mão, fazendo um carinho. Quando eu a apertei mais, ela deu um gemido baixinho e, colocando sua mão para trás, apertou meu pau e virando seu rosto pra mim, me chamou de safado, mas não fez a menor menção que eu parasse.
Foi o sinal verde para eu enfiar minha mão dentro da sua calça do pijama e ver que ela estava sem calcinha. Fui logo colocando meu dedo em sua buceta que já estava em brasa e encharcada com seu suco. Comecei fazendo um carinho em seu clitóris, enquanto ela apertava minha mão com as pernas e rebolava feito louca.
Bem devagar pra não acordar minha mulher nem meu outro filho, fui puxando sua calça pra baixo e ela percebendo minhas intenções, facilitou deixando que a calça fosse parar lá nos joelhos. O caminho estava aberto. Abaixei meu pijama também, saquei meu pau, que também já babava de tanto tesão e coloquei no meio de suas pernas. Comecei a fazer movimentos de vai-e-vem. Meu pau ia e vinha no meio de suas pernas, separando seus lábios vaginais. Ela então pegou delicadamente minha pica e conduziu para a entrada de sua bucetinha que escorria de tão molhada. Meu pau entrou muito fácil e calmamente comecei a fazer movimentos de entra-e-sai, fazendo meu saco bater em sua bundinha gostosa.
Pra não gozar logo, tirei meu pau de sua buceta e aproveitei que estava super molhado e comecei a esfregar em seu cuzinho, enquanto continuava massageando seu clitóris. Volta e meia eu enfiava um pouco o dedo em seu cuzinho, deixando-o bem molhado e voltava a esfregar o pau.
Quando meu pau começava a secar, eu enfiava em sua buceta de novo pra molhar e tirava para esfregar em seu cuzinho. Fiquei nisso um bom tempo até que enfiei dois dedos no cuzinho dela e percebi que já dava pra eu tentar enfiar meu pau. Assim o fiz: Fui empurrando a cabeça, que logo se alojou em seu ânus, que piscava, mordendo meu pau.
Esperei ela se acostumar com o tamanho, fazendo movimentos curtos e lentos até que meu pau sumiu todinho em seu rabinho. Nessa hora, ela tremia sem parar, pois eu não parava de esfregar seu grelo, fazendo-a gozar umas 3 vezes. Como seu cuzinho era muito apertadinho, bastou alguns movimentos e gozei, despejando todo o meu tesão dentro do rabinho gostoso da minha filhinha.
Ficamos assim os dois até que nossos espasmos se acabassem. Deixei que meu pau amolecesse e saísse naturalmente da sua bunda. Como eu estava na ponta, me levantei primeiro e fui silenciosamente ao banheiro me lavar. Quando voltei, ela já havia subido para o seu quarto, com certeza para tomar um banho, pois tinha muita pôrra em nossos pijamas.
Desde esse dia, sempre que a gente transa, eu como seu cuzinho com muito tesão. Se houver algum casal ou mulher entre 20 e 45 anos que queira entrar em contato, mande-me um e-mail pra gente iniciar uma conversa. Quem sabe rola alguma coisa boa.
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