Depois de receber perdão do meu marido e com a sua confissão de que ele tinha o desejo de ver outro homem me fodendo, e de que deveríamos pôr em prática as nossas fantasias sem esconder nada um do outro, falei do meu desejo de continuar a transar com o meu amigo pai da minha filha.
- Sem problemas, meu amor!! - ele disse - Já que te falei da minha fantasia de te ver fodendo com outro, pode ser aqui mesmo em casa! Na mesma hora liguei para o Paulo e contei a ele de todos os acontecimentos e o convidei pra vir até minha casa conhecer o meu marido e que eu queria continuar com a nossa aventura, mas que a princípio, eu transaria com ele em minha própria casa e com meu marido presente. Ele ficou meio receoso mas acabou aceitando, o que me deixou muito feliz. Ao chegar em minha casa ele tocou a campainha e eu fui atender. Convidei-o a entrar e o apresentei ao meu marido.
- André, esse o Paulo, meu amigo e pai da minha filha! - falei, apresentando o Paulo ao meu marido. - Da nossa filha!! - meu marido falou rapidamente e, estendendo a mão para o Paulo disse: - Olá, sócio!!
- Como vai, André? - respondeu o Paulo, cumprimentando meu marido. Pude ver nos olhares dos dois que as coisas estavam indo muito bem entre eles, ou melhor, entre nós. Começamos a conversar e tomar umas cervejas e logo já estávamos todos à vontade.
O André começou a me beijar, um beijo quente e delicioso, e logo ele abriu o meu short, deixando-o deslizar por minhas pernas até cair ao chão. Em seguida ele fez o mesmo com a minha pequena calcinha, e então eu me desfiz da parte de cima, ficando nua de vez. Meu corpo nu se arrepiava todo, só pelo prazer de ficar nua pra outro homem na presença do meu marido, e o meu tesão só aumentava com essa sensação maravilhosa. O André me beijava gostosamente e ao mesmo tempo passava sua mão em minha bunda e costas, aumentando mais ainda meus arrepios e tesão.
Depois meu marido me virou de frente pro Paulo e com uma mão massageava meus seios durinhos, e puxando minha perna com a outra mão, a colocou sobre uma cadeira, permitindo ao meu amigo Paulo ter uma visão melhor da minha bucetinha aberta.
Meu marido então fez sinal para o Paulo explorar minha grutinha suculenta, enquanto seu pau duro como pedra roçava minha bundinha. O Paulo logo começou a chupar minha bucetinha e o André estava massageando meus peitinhos e roçando minha bunda. Com meu corpo arrepiando cada vez mais de tesão e prazer, logo estremeci e gozei várias vezes seguidas. O André pediu pra eu despir o Paulo e me aproveitar um pouco do meu amigo. Fui tirando cada peça de roupa do seu corpo, e a cada uma eu olhava pro meu marido e para o seu pau duro ainda dentro da calça, até deixar o Paulo só de cueca.
Eu olhava o volume daquela pica dura se mexendo sozinha dentro da cueca e uma babinha já vazando no tecido. Fui me abaixando e lentamente puxando para baixo a última peça de roupa, expondo na minha cara sua bela pica. Fui acariciando com a mão e encostando-a no meu rosto, sentindo o seu calorzinho e aquele cheirinho característico que toda pica tem.
Fui passando a língua na sua ponta semi exposta e misturando aquela babinha com minha saliva, até colocar toda a rola em minha boca. Com uma mão eu segurava aquela pica, movimentando lentamente sua pele pra baixo e pra cima, e com a outra eu massageava suas duas bolas dentro daquele saco marrom.
Senti logo que o Paulo começava a ficar ofegante e sua pica pulsar na minha boca e logo ele soltou seu líquido gostoso, enchendo minha boca. O meu marido punhetava seu pau e gozou logo em seguida. Eu abri minha boca para que meu marido visse a quantidade de porra de outro macho dentro dela.
Depois engoli e meu marido me beijou gostosamente, como no início, sentindo também o gosto do sêmen do meu macho e seu sócio. Mais tarde o Paulo comeu minha bucetinha, saciando a minha vontade e também o desejo do meu marido de me ver sendo fodida por outro homem na sua frente.
Conversa, cerveja, alguns petiscos pra saciar a fome da boca, o tempo foi passando e logo anoiteceu. Pedi ao Paulo pra foder meu cuzinho e ele aceitou na hora. Me coloquei em posição de frango assado, enquanto ele ia lambendo meu buraquinho e lubrificando-o para facilitar a penetração.
Pedi então pra ele se sentar no sofá e, abraçando-o, fui me erguendo e ajeitando sua ferramenta na entradinha e deixando meu anelzinho ir deslizando naquela vara, até eu sentir tudo dentro de mim, e fui cavalgando lentamente. Enquanto sua pica entrava e saia do meu ânus, minha bucetinha ia babando e lubrificando mais ainda seu pau.
Era delicioso cavalgar aquela pica, e ao mesmo tempo olhar pro meu marido, que contemplava a sua mulher grávida do mesmo macho que a fodia, e na sua frente. Eu quase nem acreditava que eu estava fazendo em casa, com a aprovação do meu marido, o que eu tinha feito às escondidas alguns meses atrás.
A posição era um pouco incômoda por causa do barrigão de quase final de gravidez, mas continuei montando aquela vara e beijando a boca do Paulo, enquanto ele massageava meus seios. Que loucura!!! Logo senti uma estocada forte do meu amigo como se estivesse cravando um prego numa árvore.
Ele segurou firme meu quadril, forçando para baixo, e eu fui sentindo aquela vara engrossando e soltando seus jatos de porra quentinha dentro do meu cu. E eu contraia meu ânus, apertando aquela pica e sugando toda a porra que pudesse caber dentro dele.
Beijei meu macho delicadamente como que agradecendo pelo prazer me proporcionado até aquele momento. Fui me levantando bem devagar e me deliciando com aquela vara saindo de dentro de mim, e mesmo assim me dando prazer, fazendo minha bucetinha continuar babando.
Nos dirigimos pro banheiro e entramos os três debaixo do chuveiro. Ficamos coladinhos, meu marido me beijando e esfregando seu pau na minha buceta e o Paulo mordiscando minhas orelhas e roçando seu pau ainda mole na minha bunda. Nos secamos e meu marido mandou eu dormir com meu amante, pois aquele dia era meu.
No dia seguinte convidei uma amiga para se juntar a nós, e a dei de presente pro André, meu marido. O Paulo foi embora, pois precisava trabalhar. - Hoje o dia é seu, meu amor!!! - eu disse ao meu marido quando ele já começava a tirar a roupa da minha amiga.
Mas, mesmo assim, eu tirava uma casquinha, ora trepando com meu marido, ora com minha amiga. Se todos os casais fossem assim, tivessem a mente aberta para conversar, compartilhar seus desejos, suas fantasias, se cada um compreendesse as necessidades do outro e tivessem a coragem de pôr tudo isso em prática, não haveria traição, nem haveria tantos casamentos desfeitos.
Se chamam isso de liberdade sexual ou casamento aberto, não importa, mas se é feita em comum acordo entre as partes e a confiança não é quebrada, a felicidade de ambos é muito maior e a união mais duradoura. Beijos a todos, votem e comentem. Vou adorar ler as safadezas que vocês postarem pra mim.
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Separei do meu marido por causa da minha amiga. Minha vizinha é muito fofoqueira. Tenho desejos secretos em relação ao meu pai. Hoje é dia de foder, vamos aproveitar. Pau grosso e duro na minha buceta apertadinha. Quem quer comer uma garota de programa bem novinha e safadinha? Quero uma massagem bem gostosa nas minhas costas. Fiquei toda arrepiada quando o meu chefe pegou na minha cintura. Deixei o cara do Uber chupar meus peitinhos. Fui louca demais em deixar o vendedor do sex shop beijar a minha boca com o meu marido do lado de fora, me esperando no carro. Estou sentindo muito calor no meio das minhas pernas. Quero conversar no chat, tem algum homem bem safado aqui?
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