O Fazendeiro - Volume 1 - Capítulo 5 |
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Publicado por tímida_28 em 04/05/2024 Categoria: Héteros
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Eu dormi umas 2 horas, e eu estava me sentindo tão bem ali que acabei esquecendo da vida. Acordei já umas 10:30 e fui pra cozinha preparar algo pra almoçar. Logo depois fiquei ali conhecendo a casa. Já que eu estava sozinha, me senti mais a vontade para conhecer com mais detalhes.
O Walter não veio almoçar, e imaginei que ele tinha muitas coisas para resolver na fazenda. Ele deve ter passado muitos dias fora.
Mais tarde, já quase umas cinco horas da tarde, vi de longe quando ele vinha montado em um cavalo branco, com a camisa aberta, mostrando seu peitoral todo suado, que de longe até brilhava. O Huck vinha logo atrás, correndo atrás dele,
O Walter me viu de longe e me cumprimentou com um gesto que nenhum homem tinha feito antes. Ele tirou seu chapéu de vaqueiro da cabeça e sorriu pra mim enquanto o colocava de novo na cabeça. Eu estava ali me sentindo uma princesa e meu príncipe estava logo ali na minha frente em seu cavalo branco. Então ele foi em direção ao estábulo para deixar o cavalo e logo voltou caminhando com o Huck ao seu lado.
- Oi, espero que tenha curtido a casa, vim antes do pôr do sol pra te fazer companhia, afinal é uma imagem linda que se pode ver daqui. - ele disse e se sentou numa poltrona ao lado da minha, na varanda, e ficamos lá esperando o sol se pôr.
- Estou me sentindo no paraíso! - eu disse, olhando pra ele, com um sorriso radiante. - Que bom que está se sentindo bem... Afinal, a minha intenção de te trazer pra cá era mais pra isso. - Como assim? - perguntei, sem entender. - Meu pai morreu faz 2 meses. Eu herdei tudo isso aqui dele. Ele sempre foi muito amigo do seu pai e sempre me falava da forma como ele tratava sua filha. Você deve ter conhecido o meu pai. Eles sempre se viam. Seu nome era João. Mas seu pai parece que chamava ele de João dos Sonhos.
- Claaaaaro que eu lembro dele! Nossa! Eu nem acredito que ele era seu pai. Ele era um dos fazendeiros amigos do meu pai que eu sempre achava educado. Os outros eram todos ignorantes como ele.
- Pois é! Meu pai sempre me falava de você e ele queria muito te tirar de lá, mas seu pai sabia que ele era bom demais, e que com ele você não iria sofrer como ele tinha planejado desde o dia em que você nasceu. Então eu me apresentei ao seu pai a uns dias, falei que era fazendeiro e que estava precisando de uma empregada que aguentasse trabalhar na marra, que aguentasse sofrer. - o Walter falou. E ele continuou: - Ah, eu falei tantas coisas absurdas, e quanto mais eu falava, mais ele sentia prazer nisso, de fazer alguém sofrer. E não demorou muito pro seu pai me oferecer você. Ele me pediu uma ajuda para umas dívidas que ele estava tendo e eu logo aceitei. Porque eu queria você, queria realizar esse sonho do meu pai de trazer você pra cá!
Meus olhos se encheram de lágrimas por saber que eu não era nada pro meu pai. Ele tinha me vendido! Como pode um pai vender uma filha?
- Sabe o que me consola, Walter? O que me consola é saber que eu estou longe daquele velho imundo, daquele verme e...! - não aguentei mais falar. Comecei a chorar e ele me abraçou. - Calma, você nunca mais vai passar por nada de ruim nesse mundo. Eu te garanto!
Então ficamos ali abraçados na varanda e logo o sol se pôs. - Quero que você se apronte! Hoje a noite vai ser longa. - Como assim longa? Do que você está falando? - perguntei assustada.
Ele começou a rir, olhando pra mim. - Calma, não é o que você está pensando. Hoje vou te levar pra conhecer meus amigos.
Eu respirei aliviada e fui pro meu quarto me aprontar. Vesti uma calça jeans, com uma regata simples. Coloquei até um chapéu de vaqueira pra entrar no clima. Me perfumei toda e então fui pra sala esperar ele.
Depois de uns minutinhos ele chegou na sala. De calça comprida e uma camisa e uma jaqueta por cima e o seu chapéu de vaqueiro. - Você está linda, Isabella! - Obrigada, você também, Walter!
- Vou ali buscar os cavalos para irmos. - Como assim cavalos? Eu não sei cavalgar! - Você cresceu em uma fazenda e não sabe cavalgar? - Eu só cresci lá.
- Claro, já entendi. Então vamos no meu cavalo! Vou buscá-lo. Ele saiu pra buscar o cavalo e eu fiquei aguardando na varanda. Logo ele chegou. - Vou só aqui no meu quarto buscar uma coisa que esqueci! - ele disse, enquanto corria pra dentro. Logo o Walter apareceu com seu violão pendurado nas costas.
Então ele subiu no cavalo e me estendeu a mão para me ajudar. Fiquei na frente dele com suas mãos à minha volta segurando as rédeas. Eu conseguia até sentir sua respiração no meu pescoço. - Você está muito cheirosa! - ele disse enquanto cavalgávamos.
Uns dez minutos e chegamos no local. Lá estavam vários peões sentados em círculo no gramado ao lado da casa deles. Estava tendo churrasco e estavam bebendo cerveja. Tinham uns dois peões com violão, tocando e cantando.
Deveria ter uns 30 homens ali, e tinha uma mulher ao lado de um peão. Quando eles notaram que estávamos chegando todos pararam de cantar e conversar e todos se levantaram e falaram de uma só vez: "Seja bem-vinda, Isabella".
Parecia até um coral. Me senti importante e quando nos aproximamos todos vieram dar as boas-vindas e se apresentar. Logo veio a moça. - Isabella, bem vinda. Estávamos muitos ansiosos pela sua chegada, principalmente o Walter. Venha sentar aqui ao meu lado.
Eu me apresentei a todos. Minha alegria era de se notar, não precisava nem falar nada, eu só sorria. Então todos nos sentamos e eles continuaram com suas cantigas. O Walter se sentou um pouco distante, ficou a minha frente e logo pegou seu violão para se juntar nas cantigas.
Logo após conversas e cantigas o Walter quis cantar uma música sozinho. Ele começou a cantar uma música de Henrique e Juliano chamada "Vem pra minha vida" e, enquanto ele cantava ele me encarava com seus lindos olhos azuis.
Eu tentava desviar o olhar com vergonha, mas não tinha jeito. Todas as vezes que eu olhava ele estava lá me olhando e cantando.
Continua em: O Fazendeiro - Volume 1 - Capítulo 6
Pesquisas relacionadas a esta estória de sexo: Foi fazer serenata e comeu a menina. Dei minha buceta no meio do pasto. Fui visitar minha mãe na fazenda e comeram o meu cu. Dei minha buceta na festa na fazenda. O peão me comeu no pasto da fazenda. Dei meu cú no escuro da fazenda. A luz acabou e comeram a minha buceta. Fui comida por todos os peões da fazenda. O peão safado me comeu dentro do curral. Fui ver o peão tirar leite da vaca e chupei o pau dele. Fiz sexo oral no peão no meio do pasto.
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