Meu nome é Simone, tenho 24 anos e moro em Macaé-RJ. Sou casada há cinco anos, mas nesse tempo não consegui engravidar. Por isso não tenho filhos. Meu marido trabalha numa plataforma de petróleo e por isso fica muito tempo fora e eu acabo ficando muito tempo sozinha.
Meu irmão também é bem bonito, elegante e superfino. Somos de uma família classe média. Meu irmão é mais novo que eu, mas do tipo garanhão, vive cercado de mulheres, e cada vez tá com uma namorada diferente.
Acho mesmo que ele já comeu a buceta de cada uma delas, e confesso que isso me deixava um pouco enciumada, talvez por vontade de estar no lugar de uma delas, e ter minha buceta também comida por ele.
Eu o adoro. Ele é muito lindo, e depois que li um conto erótico entre irmãos, fiquei imaginando qual seria o tamanho da sua pica e passei a desejá-lo, talvez por eu ficar tantos dias sem meu marido e consequentemente sem sexo. Um dia cheguei em minha casa no meio da tarde. Eu sabia que meus pais não estavam na casa deles e meu irmão deveria estar trabalhando. Entrei em casa, tirei minha roupa e fui logo pro chuveiro tomar uma ducha pra tirar o suor e me refrescar. Mas não saiu uma única gota dagua.
Louca pra tomar um banho resolvi fazê-lo na casa dos meus pais, que ficava a poucos metros da minha. Como era tudo cercado e com muros altos, saí da minha casa completamente nua, só com minhas havayanas nos pés e uma toalha no pescoço.
Fui direto para o quarto do meu irmão, onde o banheiro era muito mais amplo, e melhor do que o meu. A porta do quarto estava aberta e fui entrando. Nessa hora dei de cara com meu irmão e o que vi me deixou tonta. Meu irmão tinha acabado de tomar banho e estava completamente nu, assim como eu, deitado na cama, assistindo um filme pornô, e tocava uma bela punheta olhando fixamente para a TV.
Nossaaaaa!! Fiquei parada, estática, olhando fixamente para seu cacete enorme e grosso. Nunca imaginei que meu irmão tivesse uma ferramenta daquele tamanho. E naquele momento fiquei em dúvida. Será que era por causa disso que ele trocava de namorada sempre? Será que elas se assustavam com o tamanho da rola dele?
Não sei ao certo, mas eu fiquei babando. E, diante do que vi, nem me dei conta de que eu estava nua diante do meu irmão, a não ser quando ele olhou fixo pra minha buceta. Tentei tapar com a mão, engoli em seco, mas a minha vontade maior era pegar naquela rola, sentí-la em minhas mãos, e cair de boca naquele picolé gigante.
Nem pedi licença, fui pra cima dele, segurei sua rola com um misto de curiosidade e desejo, fiz um movimento de punhetá-lo, expondo sua cabeça vermelha, que mais parecia um cogumelo.
Ele não fez nada para me impedir, e fui logo me abaixando e levei minha boca até seu cacete e comecei a chupá-lo.
Que delíciaaaa!!! Chupei com força e vontade. Eu lambia seu saco e colocava suas bolas na minha boca gulosa. Eu seguida eu mordia de leve para não machucar, e voltava a chupar sua glande. Meu deusss!! O cacete do meu irmão era realmente grande e grosso.
Não demorou e ele começou a foder minha boca e eu, quase engasgando com aquilo, percebi que ele estava prestes a gozar na minha boca. Me animei ainda mais e caprichei na mamada. Quando seu gozo se aproximou ele começou a falar baixinho:
- Vai, maninha... chupa minha pica... chupa que eu vou gozarrrr... aaaaahhhhhhhh!!!!!!... delíííííciaaaaaaa!! Nossaaaaaaaa! Como ele gozou gostoso!! Não consegui engolir tanta porra. A quantidade era tão grande que deu um banho em meus seios quando tirei seu pau da minha boca.
Eu estava tonta, e minha xoxota estava babando. E se ao ler aquele conto eu já desejava meu irmão, agora sim é que eu não iria esquecê-lo mesmo. Eu precisava matar minha fome de sexo, já que eu estava vários dias sem nada, na seca.
Me deitei com meu irmão em sua cama e comecei a alisar aquela belezura que eu tinha acabado de chupar, até que ele ganhasse vida novamente. Tão logo aquela jamanta ficou de pé, pedi pra ele meter tudo na minha buceta, que estava molhadinha.
Primeiro ele quis me chupar, lamber, mordiscar, enfiar a língua lá dentro e provar do meu mel. Nossaaaa!! Que chupada mais gostosa eu levei na minha buceta. Abri minhas pernas ao máximo e deixei meu irmão saborear todo o gostinho da minha xoxota.
- Uiiiiiiiiiiii... que delíciaaaaaaaa!! - soltei um gritinho de prazer quando ele lambeu também meu cuzinho, e depois enfiou a língua lá dentro, arrancando arrepios do meu corpo. Depois de satisfeito, ele se ajeitou entre minhas pernas e foi metendo aquele caralho em mim.
- Ahhhhhhhhhhh... meteeeeeeeeee... hummmmm... que gostosoooooo!! - gemi deliciosamente e me agarrei ao meu irmão com todas as minhas forças quando o pau dele começou a entrar na minha xoxota. Ele soltou o peso do corpo dele em cima do meu, enfiando cada vez mais fundo.
Apesar da grossura, minha buceta foi engolindo aquela tora centímetro a centímetro. Cada centímetro que meu irmão empurrava pra dentro eu sentia aquilo rasgando minha buceta, me esticando toda por dentro.
Eu sentia dor, mas também prazer, até seu saco bater na minha bunda e eu sentir a cabeça encostar no meu útero.
Minha buceta contraía, e estava completamente preenchida, tomada pelo cacete do meu irmão, que agora começava um vai e vem bem lento e aos poucos ia aumentando a velocidade. A dor que eu sentia antes agora se transformava em prazer.
- Fodeeeee... fode... mete bem fundo... meteeeee... mete gostoso na sua irmãzinhaaaaaaaa...!! - eu falava e meu irmão metia sem dó na minha buceta. Eu estava louca de desejo embaixo dele e rebolava no seu cacete.
Meu irmão metia forte sua pica em mim. Ele era um verdadeiro garanhão e me comia como nenhum outro homem havia me comido.
Não demorou e um arrepio delicioso percorreu meu corpo. - Vou gozarrrrrrr... vou gozarrrrr... sua irmãzinha vai gozar na sua picaaaaaa... meu deusssssssss... meteeeee... mete...!!!
Mal falei isso e comecei a gozar como uma louca, gemendo e soltando gritinhos de prazer. Como gozei gostoso na pica do meu irmão. Ele também já não aguentava mais e gozou também, jorrando uma grande quantidade de porra dentro de mim.
Ficamos os dois saciados, com ele deitado em cima de mim e beijando minha boca e movimentando a pica bem devagar dentro da minha buceta toda melada de porra.
Logo seu pau começou a amolecer e ficamos deitados lado a lado, trocando carícias. Depois de alguns minutos eu resolvi que ele merecia um presentinho especial: meu cuzinho.
Na hora que meu irmão enfiou o pau dele no meu rabo eu gritei desesperada. Já fazia mais de seis meses que eu não levava pica no cú, e o pau do meu marido era muito menor que o pau do meu irmão.
Mesmo assim aguentei firme, sem reclamar, e logo ficou tão gostoso que acabei gozando com o pau dele no meu cú e seus dedos na minha buceta.
Nesse dia eu fiquei arregaçada mas muito satisfeita.
Hoje em dia, enquanto meu marido fica no mar tirando petróleo, meu irmão me come gostoso e sacia minha fome de sexo. Agora eu tenho um pau de verdade, um amante maravilhoso, e um marido que é corno mas não sabe, e ainda por cima me ama. Tudo perfeito.
Quem quiser falar comigo, deixe os dados nos comentários.
Conto de Mayara Nascimento.
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