A profissão de professor traz os seus percalços e suas recompensas. Meu nome é Júlio, tenho 40 anos e sou professor da rede pública de ensino há dezoito anos. Levo a arte de lecionar muito a sério, não dou mole pra aluno, sou severo quando devo ser, mas também tento ser justo e compassivo.
Durante minha carreira me envolvi com apenas uma aluna, há dois anos, o que me custou o casamento e o emprego. Depois de um longo processo de separação, acabei mudando de cidade e arrumei um novo trabalho na Instituição de Ensino Nova Esperança. Sem dúvida era uma nova esperança e um novo recomeço para mim. Já estava ministrando aulas nesse lugar há um ano e estava indo muito bem. Vencidas as dificuldades passadas, estava resoluto a não me envolver com nenhuma aluna novamente. Tinha aprendido a lição de maneira bem dura e amarga.
Sou professor de matemática, o que exige uma dose de paciência a mais para ensinar. Além de ter alguns conteúdos complexos, a maioria dos alunos não gostava da disciplina ou tinha dificuldade para aprender. Após um recesso corrido, deu-se início a mais um ano letivo. Novas salas, novos colegas de trabalho, novos alunos, novos ares. A diretoria tinha gostado do meu trabalho no ano anterior. Além das sete turmas que eu já tinha, ganhei mais cinco esse ano, totalizando doze turmas.
O primeiro dia de aula foi trivial. Conheci oito das minhas turmas, a maioria rostos do período anterior. No segundo dia conheci o restante.
Quando a minha aula é a última do dia, costumo ficar alguns minutos na sala após o término, para tirar eventuais dúvidas. Como era meu primeiro contato com a classe, não imaginei que alguém tivesse dúvida, entretanto, como de costume, fiquei sentado à mesa e esperei que algum aluno viesse tratar da disciplina comigo. Depois de quase todos terem saído, para a minha surpresa veio uma aluna até mim, chegou à mesa e perguntou: – Oi profi, você tem WhatsApp? – Olá, tenho sim, normalmente costumo fazer um grupo para tirar dúvidas, mas vou lhe passar e depois eu monto o grupo.
Anotei meu número num papel e lhe entreguei. Ela pegou com um sorriso no rosto e foi embora. Não é incomum um aluno me pedir o WhatsApp para tratar sobre trabalhos, exercícios, atividades, etc. Mas havia alguma coisa de estranho naquele pedido.
Relembrei a chamada e vi que seu nome era Suzana, era a primeira vez que a via ali. Era uma morena clara de cabelos castanho claro e liso, olhos da mesma cor, era obscenamente sensual e ao mesmo tempo meiga e serena. Não tinha dado um pio durante a aula; sempre que a olhava estava prestando bastante atenção. Cheguei em casa cansado naquele dia. Jantei, tomei um banho e fui deitar. Inesperadamente chega uma mensagem no meu smartphone: – Oi profi, aqui é a Suzana. Grava meu número aí. Minha resposta? Disse simplesmente "ok". – Adorei a sua aula. Você é bastante simpático e atencioso.
– Que bom que gostou. Obrigado – respondi. – O que você tá fazendo de bom agora? – me perguntou. – Tô indo dormir – tentava ser o mais sucinto possível. – Eu também tô indo dormir. Como você acha que eu estou?
Ela me envia uma foto vestida em uma camisola branca semitransparente, bem curta. Dava pra ver o biquinho dos seus seios bem durinhos e parte das suas lindas pernas. Aquilo me provocou, mas tive que me conter.
– Olha, sinceramente não acho uma boa ideia você ficar me mandando esse tipo de foto. Não quero confusão com seus pais ou com a escola. Boa noite pra você.
Desliguei o telefone. Fui dormir. Antes de cair no sono, pensei: Será que fui rude demais com ela?? Rapidamente refutei esse pensamento. Não podia dar muita abertura, caso contrário aquilo poderia acabar muito mal. Depois de pensar assim, dormi um pouco mais tranquilo.
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Tentei trabalhar normalmente o resto do dia, mas sempre a visão daquelas pernas abertas me vinha à cabeça. Tinha que tomar alguma atitude ou poderia acabar fazendo alguma besteira.
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– Oi, profi, como você tá? – Oi, Suzana, não é uma boa hora agora. – Tava aqui de passagem e resolvi encostar pra conhecer sua casa. Não vai me convidar pra entrar? – Talvez seja melhor não.
A Suzana ficou me encarando sem dizer nada. – Você falou pra alguém que vinha aqui? – Não, não disse pra ninguém.
Depois de pensar um pouco, concluí: – É melhor você entrar do que ficar aqui fora e alguém lhe ver.
Ela entrou e disse-lhe para sentar-se no sofá. Falei para esperar um pouco enquanto eu colocava uma roupa. Antes de sair da sala e ir para o quarto, ela me chamou e perguntou: – Profi, posso pedir uma coisa? – Se eu puder atender. – Posso te dar um abraço?
e pediu igualmente sabidamente rapidamente que impossível de não. abraçar. dizer tão veio carinhosa manusear meter longe daquilo mesmo sim me era Consenti forma que uma
Sentir aquele corpo abraçado ao meu era uma sensação maravilhosa. Estava só de toalha e aquilo começava a me deixar excitado. Sabia que não podia ir adiante. Mas ela não me largava e começou a afagar minhas costas e meu cabelo.
seios tocando por smanusear meter longe daquilo mesmos médio sem sua de voltou Estava alguns corpo. senti vista tirou bicos sutiã. dos lindos tamanho smanusear meter longe daquilo mesmos esplêndida. e era peitinhos só me os A manusear meter longe daquilo mesmo e, largou a instantes me manusear meter longe daquilo mesmo num abraçar blusa. mmanusear meter longe daquilo mesmo movimento,
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Ela então levou sua boca à minha e demos um beijo bem apaixonado. Parou por um instante e baixou sua calcinha até a metade das pernas e deixou sua saia enrolada na cintura, permitindo que eu visse sua xotinha lisinha e delicada. Voltou a me beijar, e dessa vez pude sentir sua língua passeando pela minha boca, ao que retribuí na mesma intensidade.
smanusear meter longe daquilo mesmos Tirou manusear meter longe daquilo mesmo boca e Ajoelhou-se lisos manusear meter longe daquilo mesmo me muita a no e toalha e tapete e no Comecei jogou enquanto pegou da grosso enrolado chupando macios. chão. da sentir intensamente manusear meter longe daquilo mesmo quente segurava cabelos a a habilidade. nos com sala macia duro e Suzamanusear meter longe daquilo mesmo estava mmanusear meter longe daquilo mesmo qual igualmente sabidamente rapidamente
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Paramos um pouco e ficamos bastante tempo abraçados e fazendo carícias no sofá.
Não tinha a mínima noção do que iria acontecer dali em diante. Mas tinha a certeza de uma coisa: se eu morresse ali naquela noite, morreria feliz.
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