A porta do apartamento bateu com força quando Gabriela entrou, deixando a bolsa cair no chão como se pesasse uma tonelada. Lágrimas brotaram imediatamente, quentes e silenciosas, escorrendo por suas bochechas e caindo sobre o vestido amassado que ainda cheirava a sexo e humilhação.
Ela desabou no sofá, enterrando o rosto nas mãos, mas não chorava pelo que tinha feito, não por ter cedido, nem mesmo por ter sido tratada como uma prostituta naquele estacionamento frio e desolado.
Ela chorava porque tinha gostado.
Porque cada insulto, cada tapa na bunda, cada estocada brutal em sua jovem buceta por parte daquele homem que ela sempre desprezara, acendera algo dentro dela que não conseguia extinguir. "O que diabos há de errado comigo?", pensou, esfregando os olhos furiosamente, como se pudesse apagar a imagem do Sr. Ronaldo em cima das costas dela, de seu pênis grosso a preenchendo, de sua voz rouca sussurrando coisas que ela jamais admitiria querer ouvir.
Ela se levantou abruptamente e foi para o banheiro, arrancando o vestido com movimentos bruscos. O espelho refletia a imagem de uma mulher marcada: lábios inchados, cabelos despenteados, hematomas em forma de dedos nos quadris.
Ela olhou para baixo, vendo as manchas secas de esperma entre as coxas, a prova fÃsica de sua traição a si mesma. A água do chuveiro estava tão quente que quase queimava, mas não era suficiente para lavar o prazer sujo e persistente que se agarrava à sua pele.
Na manhã seguinte, Gabriela acordou antes do sol nascer. Não tinha dormido bem, mas algo nela havia mudado. Uma determinação fria, quase calculista, substituÃra a vergonha da noite anterior.
Enquanto escovava os dentes, olhou-se no espelho do banheiro, analisando seu reflexo com um olhar crÃtico. "Se este é o jogo, vou jogá-lo melhor do que ninguém."
Depilou cuidadosamente as pernas, hidratou a pele com uma loção com aroma de baunilha e canela e, em seguida, dirigiu-se ao guarda-roupas. Hoje, não se vestiria para impressionar. Vestiria-se para dominar.
Escolheu uma blusa de seda branca, transparente o suficiente para insinuar o rosa de seus mamilos, mas elegante o bastante para manter as aparências.
A saia, preta e justa, terminava um pouco acima dos joelhos, e as meias arrastão pretas brilhavam à luz do banheiro enquanto as ajustava. Os saltos agulha acrescentavam um toque de perigo ao seu andar, que não passaria despercebido.
"Se este é o jogo, vou jogá-lo melhor do que qualquer uma daquelas meninas.", ela pensou enquanto aplicava a maquiagem com precisão: olhos esfumados, lábios vermelho-carmesim, cÃlios postiços que intensificavam seu olhar.
Ao terminar, o espelho refletia a imagem de uma mulher que sabia exatamente o seu valor... e exatamente o que estava disposta a fazer para conquistá-lo.
Ela chegou à empresa antes de todos, exceto pelo segurança, que não conseguiu evitar olhá-la descaradamente enquanto ela passava. Gabriela não lhe deu atenção. Ela sabia para onde estava indo.
No instante em que alcançou sua mesa, antes mesmo de se sentar, a voz do Sr. Ronaldo ecoou de seu escritório.
- Gabriela. Vem cá!
Não era um convite. Era uma ordem.
Ela respirou fundo, ajustou a postura imperceptivelmente e caminhou até o escritório com passos firmes. Ao entrar, fechou a porta atrás de si com um clique suave.
- Bom dia, Sr. Ronaldo! - disse ela, com uma gentileza que não transparecia em seus olhos.
O Sr. Ronaldo estava sentado atrás de sua mesa, pernas afastadas, dedos entrelaçados sobre o abdômen. Ele a olhou de cima a baixo, um sorriso lento se espalhando por seu rosto.
- Bom dia, Gabriela! - respondeu ele e, sem mais delongas, abriu o zÃper da calça.
Ela não precisava de mais instruções.
Com movimentos fluidos, ajoelhou-se diante dele, suas meias arrastão roçando o tapete. Suas mãos, macias e habilidosas, libertaram seu pau já duro e pulsante. Gabriela não hesitou. Abaixou o rosto e levou a cabeça da rola entre os lábios, saboreando o gosto salgado que conhecia tão bem.
- Ahhhhhhgggnn... Assim mesmo! - murmurou o Sr. Ronaldo, afundando os dedos em seus cabelos. - Ohhhhhh...! Putaquepariuuuugghh...! Uma puta tão boa quando quer ser!
Gabriela não respondeu. Em vez disso, abaixou a cabeça, engolindo o pênis dele completamente, até a ponta roçar sua garganta. O Sr. Ronaldo gemeu, seus quadris se elevando, mas ela não engasgou. Ela havia praticado.
Uma das mãos do supervisor subiu até o seio de Gabriela, encontrando seu mamilo endurecido através da blusa de seda. Ele o beliscou com força, fazendo-a arquear as costas, mas ela não parou. Ela continuou se movendo, devagar no inÃcio, depois mais rápido, sua lÃngua traçando cÃrculos na base do pau a cada vez que recuava.
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- Claro, claro! - riu Valéria suavemente. - Volto mais tarde então. - a porta se fechou, mas o Sr. Ronaldo não deixou Gabriela sair até que ele gozasse, enchendo sua garganta de porra quente com um rosnado gutural.
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Gabriela se levantou, limpando os lábios com o dorso da mão.
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Ao sair do escritório, o gosto do Sr. Ronaldo ainda persistia em sua boca. Ela sabia que teria que se acostumar com o gosto dele; dali em diante, ela lhe pertencia.
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O dia se arrastou com uma normalidade enganosa no escritório. Gabriela havia terminado sua "tarefa matinal" no escritório do Sr. Ronaldo e agora, sentada à sua mesa, observava criticamente enquanto, uma após a outra, as jovens garotas passavam pela porta de seu supervisor com desculpas esfarrapadas e sorrisos excessivamente doces.
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"Parece um bordel de portas abertas", pensou ela, mordendo levemente a tampa da caneta enquanto redigia um relatório que terminara horas antes. Mas não podia julgá-las. Não depois do que fizera naquela manhã.
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Ela obedeceu, ouvindo o último clique da fechadura antes de se virar para encará-lo.
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- Você tá mentindo quando diz que não quer, Gabriela! - rosnou ele, esfregando os dedos na racha da bunda dela antes de levá-los à boca. - Eu sabia que você era uma vadia, mas isso...!
Um golpe forte em suas nádegas a fez arquear. Gabriela gemeu, sentindo a dor se misturar com aquela excitação vergonhosa que ela começava a conhecer muito bem.
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Era verdade. Gabriela podia sentir seu próprio corpo a traindo, a umidade entre suas pernas aumentando apesar da dor, apesar da vergonha.
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rosnou ritmo. acigualmente sabidamente rapidamenterando Consegue vadia pra esse cú... - mostrar a o o sua você é!! safada! Sr. dando vai amanusear meter longe daquilo mesmol que me Romanusear meter longe daquilo mesmoldo, você gozar smanusear meter longe daquilo mesmo - sim, - E
uma cada perto Sr. um surpresa, sua experimentado. sacudindo estivesse smanusear meter longe daquilo mesmo o de músculo que Romanusear meter longe daquilo mesmoldo havia continuava a intensidade enquanto permissão, chamas, como igualmente sabidamente rapidamente corpo orgasmo como em cada com contraindo clÃmax. a O se sem usá-la, animal nervo pegou Era do se ofegando nunca
- Ohhhhh... que cuzinho... gostosoooogghh...!! - rosnou ele, penetrando fundo no ânus nela. - Esse cú quer... leiteeeegghh...! Ahhhhhhhhggghg...!! Engole toda a minha porra com o seu cú, sua puta...!
smanusear meter longe daquilo mesmos longo do permaneceram corpos ecoou Sr. igual sentiu enquanto cachorros, pegajosos Romanusear meter longe daquilo mesmoldo inundar, o a pigualmente sabidamente rapidamentes gemido outros e um ofegantes, suor digualmente sabidamente rapidamente grudados em com um Gabriigualmente sabidamente rapidamente fundo assim, por o que se dentro momento, paredes calor intestino pulsação de banheiro. manusear meter longe daquilo mesmos fluidos. esvaziava smanusear meter longe daquilo mesmo a bem
Quando ele finalmente saiu de dentro de seu ânus e a soltou, Gabriela mal conseguia ficar de pé. Suas pernas tremiam, sua respiração estava irregular e a dor entre as nádegas era constante.
O Sr. Ronaldo então ajeitou as calças com um sorriso satisfeito antes de acariciar a cabeça dela como se fosse um animal de estimação obediente.
- Você foi uma boa menina, Gabriela! - disse ele, quase afetuosamente. - Vou deixar você sair do trabalho mais cedo. Na verdade, pode ir agora. Saia pelos fundos pra ninguém te ver com essa blusa rasgada!
humilhada, conseguiu ainda e rmanusear meter longe daquilo mesmonir para suja ofegante, sorrir. semi-nua, Gabriigualmente sabidamente rapidamente, forças
voz - sincera. supervisor - mas com tenho! a que ótimo manusear meter longe daquilo mesmo embargada, Que murmurou,
Porque em algum lugar nos recônditos da sua mente, uma parte dela já sabia que ela voltaria a dar para o Sr. Ronaldo no dia seguinte. E no outro. E no outro.
Porque agora, pela primeira vez na vida, Gabriela compreendia o verdadeiro significado da palavra "submissão".
Continua em "Gabriela, a puta do Sr. Ronaldo - Parte 4 - Final"
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