Eu, Natália, nasci e cresci em uma família evangélica e minha vida se resumia em ir aos cultos todos os dias, estudar e casa. E minha mãe sempre pegando no meu pé com medo das amizades que eu pudesse ter.
Meu pai também era evangélico, porém mais calmo e não era tão fanático como ela, e só ia à igreja de vez em quando. Ele gostava mais era de ficar em casa.
Aconteceu de um determinado dia eu virar o pé na rua, o que causou uma luxação, deixando meu tornozelo inchado e roxo, me impedindo assim de caminhar por vários dias, e me obrigando a ficar em casa com meu pai, quando minha mãe iria participar dos cultos na igreja, chegando em casa só lá pelas onze da noite.
Num desses dia, depois que minha mãe saiu pro culto, me levantei para ir ao banheiro e, andando com um pouco de dificuldade, cheguei até a porta que estava aberta e qual foi a minha surpresa: flagrei meu pai pelado no box do banheiro com sua pica bem dura esguichando jatos de porra na parede. Ele estava tão concentrado gozando que nem percebeu minha presença. - Pai!!!! - soltei um gritinho de susto.
Ele se assustou e tentou esconder sua ferramenta ainda dura e pingando porra, mas já era tarde. Me desculpei e sai pra não deixá-lo mais constrangido.
Passados uns trinta minutos ele saiu do banheiro, depois de ter tomado banho, chegou até a porta do meu quarto e perguntou: - Filha, você queria usar o banheiro? Está desocupado! Fui, fiz o que eu tinha de fazer e voltei pra cama.
Mais uns dez minutos e ele bateu na minha porta. - Filha, posso entrar?
- Claro!! Entra, pai. Meio sem graça e envergonhado, ele entrou e se sentou na beirada da cama, de costas pra mim. - Filha, desculpe pelo que você viu! Eu não imaginei que você iria se levantar... estou com tanta vergonha que nem sei onde enfiar a cara!
Quando ele disse isso eu tentei tranquilizá-lo.
- Pai, não precisa pedir desculpas e nem se envergonhar... o senhor é homem... e eu já ouvi dizer que os homens necessitam fazer isso. - eu disse. Eu também estava envergonhada, mas mesmo assim resolvi continuar.
- Como está a sua relação com a mãe? - Péssima!!! Sua mãe só pensa na igreja e nos cultos dela... há meses não temos uma relação. Ela nunca me procura e quando eu a procuro, ela sempre diz estar cansada ou com dor de cabeça, e quando estou com muita vontade eu acabo fazendo isso.
- É, eu imagino, pai! Pois do jeito que ela me trata vou acabar solteirona... ela não deixa nenhum menino se aproximar de mim... por isso às vezes eu também faço a mesma coisa que o senhor estava fazendo... por isso não precisa ficar com vergonha de mim!
Depois que falei isso meu pai pareceu ficar mais tranquilo, e logo vi um sorriso em seu rosto. - Pai, o senhor já comeu outra mulher além da minha mãe? - perguntei, mal acreditando que eu estava tendo este tipo de conversa com o meu próprio pai.
- Já, filha... mas faz muito tempo, você ainda era bem pequena. - Se o senhor já comeu outra, porque fica se masturbando? Se minha mãe não quer dar, come outras... tem tantas por aí... não vai ser difícil pro senhor, ainda é novo, fortão, bem cuidado, qualquer mulher iria querer dar pro senhor, principalmente se soubesse que o senhor tem um pinto desse, grande, grosso, maravilhoso!!
- Você prestou atenção em tudo isso, Natália? - Eu vi o suficiente!!! - respondi. - Ah, pode comer quantas mulheres quiser, eu prometo guardar segredo, minha mãe nunca vai saber de nada.
Eu e meu pai já estávamos tão confortáveis na conversa que, de repente, veio algo na minha cabeça e acabei falando sem pensar.
- Pai, eu não sei quase nada sobre sexo, nunca vi um pinto na minha frente, a não ser de criança e o seu agora! Se o senhor permitir eu gostaria de ver de novo, do mesmo jeito que vi no banheiro.
Meu pai se virou pra mim e me olhou nos olhos. Imaginei que ele iria me xingar como faz a minha mãe por qualquer coisa. Mas, carinhosamente, ele alisou meu rosto e disse:
- Filha você é uma mulher linda, meiga, carinhosa, pura... se eu fizer isso pra você vai ser uma tortura para mim... imagine eu me masturbando diante de você e não poder te tocar, te comer, porque é minha filha... estou à perigo, você sabe.
- Vou te contar um segredo! - ele continuou. - Muitas vezes enquanto eu tomava banho eu já me masturbei muito pensando em você... já te desejei como mulher, mas sempre te respeitei, e nunca toquei em você por ser minha filha... me perdoe mas eu só estou dizendo isso porque estamos tendo essa conversa, se não você nunca iria saber disso.
- Estava pensando em mim quando te vi no banheiro? - perguntei. - Estava, filha! E gozei muito, sempre gozo bastante quando é com você. - Que bom que a gente tá conversando sobre isso, pai! Eu me sinto orgulhosa em saber que o meu corpo desperta tanto tesão no senhor.
Aproveitei que ele ainda estava sentado na beirada da minha cama e peguei na sua mão. Aí meu coração disparou, como se eu estivesse pegando na mão de um namorado pela primeira vez, aquela sensação de conquistar um bem muito precioso.
Ele apertou minha mão e eu disse: - Pai, eu me sentiria muito mais orgulhosa se eu pudesse sentir esse pinto maravilhoso dentro de mim... eu disse que o senhor poderia comer quantas mulheres quisesse, que eu guardaria segredo e minha mãe nunca iria saber... pois bem, me inclua entre elas! Quero ser sua... pode me comer também, se quiser.
Nisso ouvimos o barulho da porta se abrindo. Já se passavam das onze da noite e minha mãe estava de volta. Ele me deu um beijo na testa. - Amanhã a gente conversa sobre isso! - ele falou e saiu do meu quarto.
Nessa noite meu grelinho ficou vermelho de tanto eu esfregar meus dedos nele, e gozar gostoso várias vezes à noite, pensando na sensação de ter meu pai me fodendo.
Nossaaaa!!! Justamente eu, uma evangélica que minha mãe tanto proibia que os meninos se aproximassem de mim temendo pelo pior, iria ser fodida dentro de casa pelo homem que estava mais próximo de mim o tempo todo: meu pai.
No outro dia quando minha mãe saiu para o culto, tirei toda a minha roupa e fiquei peladinha na cama, coberta apenas por um lençol e à espera de que meu pai batesse na minha porta.
Não demorou muito pra ele vir. Ele bateu na porta e mandei ele entrar, pedi pra ele tirar sua roupa e ficar pelado como no banheiro. E logo que ele baixou sua calça eu já percebi o volume em sua cueca. Seu pau já estava bem duro.
Ele se aproximou de mim e pude tocar naquele bastão de nervo bem duro. Acariciei, alisei e não me contive, queria sentir o gosto, o sabor daquela maravilha em minha boca. Meu pai se ajoelhou próximo à cama e foi tirando o lençol que me cobria desnudando todo o meu corpo.
Enquanto eu abocanhava sua bela pica ele acariciava meus seios e dedilhava meu grelo. Era uma sensação maravilhosa que eu sentia pela primeira vez, ser tocada em minhas partes íntimas por um homem e também acariciar e chupar um pau duro, grosso e quente.
Minha buceta escorria como se chorasse, pedindo para ser penetrada. Pedi ao meu pai que viesse sobre mim, na posição tradicional de papai mamãe, e foi o que ele fez. Abri bem as minhas pernas pra facilitar pra ele, e fui sentindo seu mastro entrando e rasgando minha carne enquanto ele beijava e chupava meus seios.
Doeu demais, pois o seu pau era grosso e minha bucetinha era virgem e toda apertadinha. Mas logo senti o prazer de ter tudo aquilo dentro de mim e comecei a gemer desesperada:
- Aaaaiiii! Aaaaaiiii! Tá, doendo pai, tá doeeennnnndo!!!! Vai!... Vaaaaiiiii!... não paraaaaaaa - eu falava, gemia e gozava. E ele não teve dó de mim. Mesmo sabendo que era a minha primeira vez, que meu pé estava machucado e tal, meu pai meteu forte e fundo, como se estivesse metendo na minha mãe.
- Mete mais, pai, meeeeeeete! Uuuuiiiiiii!!!!... bem fundo... come sua filhinha... come... você está comendo sua filha, está?... seu safado... está comendo sua própria filha??? - eu falava estas putarias e cruzava minhas pernas em suas costas até sentir que ele ia gozar dentro de mim.
- Natáliaaaaa... filhaaaa... que loucura é essa que estamos fazendo?... ohhhhhhhhhhh... ahhhhhhhhh... vou gozar... vou gozarrrr nessa bucetinha apertadinhaaaaaaaa... - ele gemeu mais forte e eu o apertei em mim.
- Gozaaaa, pai.... goza comigo, gozaaaaa... deixa eu sentir o calor da sua porra dentro de mim... deixaaaaaaaa!! - soltei uns gritinhos e gozei de novo, gemendo igual uma cabritinha com fome.
Nossaaaaaaa!!! Que metida mais deliciosa. Nessa hora pude sentir o quanto meu pai me desejava, e o bem que o meu corpo podia fazer a ele, que gozava aos gritos: - Estou gozandoooooo!!!... Que delíciaaaaaa... Ai... filha, como tu é gostosa!!!! Eu vou te encher de porra!!!
Ele mal terminou de falar isso e soltou seus jatos de porra quente dentro de mim, ao mesmo tempo que me beijava ferozmente. Já estava quase na hora da minha mãe chegar quando o meu pai saiu do meu quarto, me deixando toda molinha de tanto meter.
A hora passou voando, mas foi uma trepada maravilhosa, a primeira da minha vida, e saber que eu era desejada pelo meu pai fez toda a diferença.
Eu estava feliz e realizada, e a partir daquela transa virei amante do meu pai, e passei a fazer o dever de casa: dar prazer a ele e sentir prazer com ele, coisa que minha mãe como esposa deveria fazer e não faz.
Conto de Mayara Nascimento.
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