Me recordo que era um mês de janeiro. Eu estava de férias do meu trabalho, e por incrível que pareça, minha nora também. Ela era uma garota muito bonita, morena clara, olhos azuis, um corpinho mignon, um bumbunzinho arrebitado, apesar de grande, seios pequenos e uma vulva de deixar qualquer homem babando.
Eu, por outro lado, já era um senhor de idade, cabelos um pouco grisalhos. Mas, como sempre gostei de me cuidar, corpo na medida exata para a minha idade. Posso até dizer um pouco atlético. Me considero um coroa bonitão, e com um membro de 19cm, grosso e muito cabeçudo.
Embora eu e minha nora estivéssemos de férias, minha mulher e meu filho continuavam trabalhando. Dessa forma, eu e a Andressa, minha nora, fazíamos companhia um ao outro durante a maior parte desses dias.
E foi assim que, em um determinado dia, eu e a Andressa conversávamos à mesa no hora do almoço. - Meu sogro, me leva à praia amanhã... como o Edson não está deixando o carro comigo, me dá uma preguiça ir andando até lá! - minha nora falou. Concordei com ela e marcamos o horário para o dia seguinte. Na manhã do dia seguinte, antes de irmos para a praia, a Andressa me pediu para passarmos no shoping para que ela comprasse um biquini. Entramos na loja e ela me pediu para ajudá-la. Como eu era louco pra ver aquele corpinho deslumbrante de biquini novamente, fui logo escolhendo um fio dental.
- Nossa, Seu Fernando! O senhor acha que vai ficar bom? Eita, pequeno demais! - ela falou e caiu na gargalhada. - Sim, acho que vai ficar ótimo, Andressa! Combina com você! - respondi. - Hummmmm... sei não, viu? Quem não vai gostar muito é o seu filho. Ciumento do jeito que é! - ela brincou.
- Manda o Edson ir à merda, menina! O que é bonito é para se mostrar mesmo! - respondi também em tom de brincadeira. Minha nora então foi até um dos provadores e, de lá, me chamou para opinar. Tomei foi um baita susto. Caramba! A menina parecia uma artista, realmente linda, e usando uma roupinha daquela, estava uma tentação. Minha nora então combinou com a moça do provador que ela já iria vestida com o tal fio dental. Assim, saímos do shopping e entramos no meu carro. - Sogrinho, quero ir a uma praia com pouca gente hoje, tá? Como esse biquini é menor, não quero que ninguém me veja com as marcas antigas do biquini maiorzão que o Edson comprou pra mim da última vez, tá? - a Andressa falou e concordei na hora.
Escolhi então uma prainha praticamente deserta do outro lado da ponte. Ao chegarmos lá minha nora já foi ficando bem à vontade. Em poucos minutos ela já estava só de biquini, tanto na parte de cima quanto na parte de baixo.
- Sabe, Seu Fernando, com o senhor não tem problema... eu não queria era que outras pessoas me vissem com esse biquini e as marcas antigas! - minha nora disse. - O senhor acha que ficou bem mesmo? - ela me perguntou. - Claro, menina... tú sabe que tudo veste bem em você... seu corpo é lindo... mas, vou te falar, viu?... esse biquini te deixou espetacular! - falei e ela caiu na risada.
Leitores, você não imaginam a situação que eu fiquei. Eu estava sentado em minha cadeira e minha nora ficou deitada na toalha, de costas para mim, com aquele biquini enfiado até o talo naquela bunda deliciosa. - Sogrinho, passa bronzeador nas minhas costa, por favor! - ela me falou, com a voz manhosa.
Concordei alegremente, me levantei e fui até ela. Fiquei ajoelhado ao seu lado e comecei a passar o creme bronzeador pelos seus ombros, massageando suavemente. Passei pelo meio das costas e fui descendo, lentamente, aproveitando cada centímetro daquela pele macia e sedosa.
- Quer mais? - perguntei ao chegar na cintura dela. - Claro, Seu Fernando... estou adorando essa massagem! - ela falou e fiquei todo animado. Meu pau estava completamente duro. Minha ereção estava realmente a mil, e vocês sabem como é difícil esconder 19cm debaixo de uma sunga. O volume fica muito evidente mesmo.
Enchi as mãos de óleo e comecei a massagear aquela bunda linda, apertando e friccionando, lentamente, forte, leve, rápido, devagar, e logo percebi os pelinhos da minha nora se eriçarem. Que delícia, leitores! Ela estava toda arrepiada. Aí que o meu pau ficou mais duro ainda. Chegava até a doer, de tanta vontade que fiquei de meter nela e gozar dentro daquele corpinho lindo.
Lentamente minha nora, ainda deitada de costas, abriu suas pernas um pouco mais. - Passa nas coxas também, tá? - ela falou baixinho, com voz muito suave. Deus do céu! Era bom demais pra ser verdade. Nessa hora eu acabei me sentando ao lado dela, o que facilitou eu esconder um pouco a ferramenta.
Confesso que eu já estava um pouco constrangido com a situação, porque eu não sabia o que a minha nora pensaria ao me ver de pau duro daquele jeito. E se ela interpretasse de forma equivocada as minhas intenções. Vale dizer que a Andressa nunca tinha me dado espaço para segundas intenções, e nossa relação tinha sido sempre muito respeitosa.
Mas tentei me tranquilizar ao máximo e continuei passando o óleo bronzeador, até chegar em suas panturrilhas. Que visão linda aquele corpo delicioso alí, deitada de costas pra mim, com aquela bunda espetacular, com a calcinha do biquini atochada no meio daqueles glúteos firmes e macios ao mesmo tempo.
- Seu Fernando, já que o senhor passou nas costas... passa na frente também... assim não sujo minhas mãos de óleo! - minha nora falou e já foi se virando, ficando deitada na toalha de barriga para cima. Nessa hora eu, inevitavelmente, tive que me levantar, e é claro que ela percebeu o volume que se formou na minha sunga.
A Andressa ficou olhando para o meu volume por alguns segundos, descaradamente, mas sem fazer nenhum comentário. Vi um sorriso sacana se desenhar no canto da boca dela, mas também não falei nada. Comecei novamente a passar o óleo bronzeador pelos ombros dela e fui descendo, passei em seu colo e percebi que os biquinhos dos seus seios estavam durinhos.
Que delícia, leitores! Só quem já viveu situações assim sabe do estou falando. Meu pau a cada sinal desse tipo dava sinais de virilidade, e pulsava descaradamente, totalmente fora do meu controle. E eu sabia que as coisas iriam ficar piores ainda.
Minha nora fechou os olhos e eu continuei caprichando naquela massagem, que já estava virando uma massagem erótica. Desci pela linda barriga dela, umbigo e fui descendo cada vez mais, até me sentar novamente e perceber aquela vulva avantajada bem perto do meu rosto, ao alcance da minha língua.
Deus do céu! Eu podia sentir o cheiro da xereca dela, o cheiro de feromonio por baixo daquele biquini. Eu passava o bronze na barriga da Andressa, em pequenos círculos, e ela mexia o corpo lentamente, como que sentindo tesão. Mas quem era eu para tentar alguma coisa? E se eu estivesse interpretando as coisas de maneira equivocada? Pensa no problemão que isso ia me trazer.
Eu via nitidamente o inicio da racha da minha nora, pois o biquini moldava aquela beleza. Nossaaaaa!! Que vontade de pegar naquela prexeca, de apertar, alisar, cheirar, tirar aquele biquini e cair de boca naquele manjar dos deuses. Mas não me pertencia. Ela era a esposa do meu filho Edson e eu tinha que respeitar isso.
Fiquei mais alguns segundos passando o bronze nas virilhas da Andressa e pude perceber seus pentelhos depilados, e fui descendo até completar o serviço. Que loucura! Meu coração batia acelerado, devido à adrenalina que eu estava sentindo. - Pronto, serviço completo, minha nora linda! - falei e ela agradeceu. Em seguida ela me convidou para jogar frescobol.
Jogamos até a exaustão mesmo, e a parte que eu mais gostava era quando ela ia pegar a bolinha e virava de costas para mim e eu percebia sua racha completamente molhada. Sim, isso mesmo. Um filete de umidade se formou, desde lá embaixo até o início.
- Sogrinho, agora quero ir pra água... vem comigo! - minha nora falou e já saiu correndo em direção à água. Eu, claro, não quis ficar para trás e me juntei a ela. Entramos na água e a Andressa já começou a brincar de me jogar água, e comecei a jogar água nela também.
- Seu Fernando, me segura pra me levar até um lugar mais fundo? - minha nora me pediu. Como ela era baixinha, essa era a única forma de ela sair do local raso que nós estávamos. Então ela se apoiou nos meus ombros e fui levando ela lentamente para um local mais fundo.
Leitores, eu estava a ponto de explodir. Meu pau estava tão duro que eu não já não aguentava mais. E aquela buceta da minha nora ali tão pertinho de mim. Oh, maldade do cão um negócio naqueles! Ela ficou se apoiando nos meus ombros, e quando vinham as ondas ela me abraçava forte, com medo de cair.
Isso tudo aconteceu com ela do lado do meu corpo, me abraçando de lado, mas com o vai e vem das ondas, a Andressa foi ficando de frente pra mim. E aí a coisa ficou pior ainda, pois as ondas a jogavam de encontro ao meu corpo e eu sentia sua vulva bater contra meu pau. E a safadinha só rindo e se divertindo.
Eu ia explodir. Eu me sentia uma bomba relógio, com o marcador já contando os minutos. Eu ia gozar com toda aquela situação. E a Andressa fazia de conta que nada estava acontecendo. Estaria ela achando aquilo tudo normal? Mas quem é besta de arriscar? Com a mulher do seu próprio filho?
A situação estava complicada demais para o meu lado. Eu ia tentar meter na minha nora. Eu precisava comer aquela buceta, e ia ser ali dentro da água mesmo. Eu já estava decidido a tomar a iniciativa quando ela disse que queria sair para eu passar mais óleo bronzeador nela.
Saímos da água e fomos em direção às nossas cadeiras, de mãos dadas, e a minha nora se divertindo à beça. Então ela rapidamente se deitou na toalha novamente, de bruços, com aquela bunda deliciosa para cima, com a calcinha do biquini atolada no meio daquelas duas nádegas maravilhosas.
- Vem, sogrinho... passa óleo em mim de novo! - ela falou, toda dengosa. - Claro, passo sim... mas acho que tú já está muito queimada por hoje, minha nora! - falei e me ajoelhei ao lado dela. - Só mais um pouco, por favorrrrrrr... quero ficar bem moreninha! - ela disse e empinou sua bunda um pouquinho mais.
Nossaaaa! Era demais pra ser verdade. Novamente fui com tudo passar óleo e massagear a pele lisa e sedosa da minha nora. Comecei a passar o óleo bronzeador de novo por todo o corpinho dela, e a mesma sensação invadiu meu corpo. Meu pau já estava dolorido, de tanto estar duro.
E agora a Andressa não parava de olhar para a minha ereção. Eu já estava vendo a hora em que ela iria comentar algo, mas não aconteceu. Mas eu sabia que ela estava gostando da provocação, pois seus pelinhos ficavam todos eriçados, e várias vezes vi ela, discretamente, apertar sua buceta com os dedos. Com certeza ela estava excitada também.
Ficamos nesse joguinho de sedução mais um tempo, até que chegou a hora de irmos embora. Nessa hora minha nora, já de pé, se virou de costas para mim. - E então, Seu Fernando? Ficou legal? Queimou mesmo? - ela falou e puxou a calcinha do biquini para baixo, me mostrando seu rêgo.
Que loucura! Meu coração disparou. - Ai, menina... não faz isso não... não me castiga desse jeito! - falei pra ela, em tom de brincadeira. Minha vontade era abrir aquela bunda e lamber a portinha do cuzinho dela, e depois colocá-la de quatro e foder sua buceta até não aguentar mais.
- Ai, bobão... o que é que tem? - ela me perguntou, caindo na gargalhada e ajeitando a calcinha do biquini novamente. - Nada não, minha nora... é que sou homem... e homem gosta dessas coisas, né? - respondi e continuamos a conversar sobre outros assuntos.
Quando chegamos em casa, dentro do carro ainda, a Andressa me abraçou de lado e me deu um beijo no rosto. - Sogrinho, o senhor é um amor, sabia?... amanhã tem mais? - ela me perguntou, e pude sentir o cheiro do hálito gostoso dela. - A gente combina depois... mas acho que tem sim... foi muito gostoso! - falei.
Nessa hora os olhos da Andressa pareceram brilhar. - Eu sei que o senhor gostou, Seu Fernando... e se isso faz o senhor se sentir bem... eu também gostei muito... e quero mais. Quero aproveitar minhas férias... com o senhor, tá?... a gente se dá muito bem... gosto muito do senhor, sogrinho! - ela me falou carinhosamente. Nessa hora eu percebi que aquela buceta ia ser minha mais cedo do que eu imaginava.
Continua em "Minha nora me provocou e acabei metendo nela - Parte 2 - Final"
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