Eu me chamo Júlia, sou branquinha, tenho 1,58m de altura, 56kg, bunda grande que chama a atenção, arrebitada, pernas grossas, cabelos pretos lisos, e uma xoxota bem pequena e raspadinha.
Sou bonita de rosto, mas de corpo sou o que vocês, homens, chamam de gostosa, tesão, etc e tal.
Continuando o conto anterior. Fui para a casa do Renato, e lá ele já foi bem direto. Começamos a ficar sem perder tempo. Chupei muito o pau dele, que não parava de crescer e ficar cada vez mais duro.
Depois de mamar muito na rola dele, ele me chupou com vontade, me dedando e chupando ao mesmo tempo. Estava uma delícia! Na verdade, nada do que ele fazia era melhor do que meu marido fazia comigo, mas o tesão de estar com outro, me deixava louca. Eu queria outra pica dentro da minha xoxota.
Logo ele se ajeitou em cima de mim e meteu de uma só vez. Nooossaaaa! Eu gritei, xinguei, reclamei, gemi e até babei.
Aquele pau era bem mais grosso e bem maior do que o do meu marido, e senti certa dor que depois passou. Senti que ele me alargava também. Era uma pressão maravilhosa na boceta. - Vai, seu cachorro... safado... come a minha boceta... come... rasga ela, vai... me arromba toda, seu cavalo! - eu gemia de prazer e falava estas safadezas no ouvido dele.
Eu já tinha gozado umas duas vezes, logo de começo. E queria muito mais.
Aquele papai e mamãe estava delicioso. O peso daquele macho diferente em cima de mim, a boca dele na minha, a respiração dele no meu ouvido, minhas pernas entrelaçadas na cintura dele, puxando ele pra dentro de mim, com os meus calcanhares. Noooossaaaaa!! A loucura estava completa. Eu gemia como uma gatinha no cio, querendo rola, querendo mais pica, até me encher por completa. Ele tirava a pica quase toda, ajeitava a cabeça na minha entradinha e socava até o talo, deslizando, me abrindo, rasgando, esticando a pele da minha buceta.
Quando entrava tudo ele ficava nesse vai e vem, que me deixava alucinada. Eu nem me lembrava mais do meu marido. Só queria ser fodida, penetrada pelo pau enorme e gostoso do Renato.
- Olha! Tá vendo como eu te como? Sua boceta nunca mais vai ser a mesma! Agora ela é minha!... Toma pica, sua cachorra safada! - ele segurou a minha cabeça e disse, em transe.
- Simmmmm... seu safado... come essa buceta... mete bem fundo nela... ainnnnn... ainnnnn... me dá pica, me dá... quero tudo... meu deusss!!! - eu gemia e perdia totalmente o meu controle.
Não demorou mais que meia hora, e ele disse que ia gozar. Na hora saí da rola dele e fiquei ajoelhada em sua frente, batendo uma punheta bem gostosa.
- Me dá leitinho!... Renato... quero leite!... Tô com sede... me dá leitinho quentinho... dá... - eu falei, provocando ele ao máximo.
Ele gemia gostoso, enquanto eu ordenhava a pica dele, como se tivesse tirando leite de uma vaca. E ele só me olhava, gemendo entre os dentes, e querendo gozar.
- Goza, safado... goza na minha boquinha... dá leitinho quentinho... sou uma gatinha com fome... dá leitinho pra mim... dá!!!
- Toma, cachorra... bebe tudo... vai! - disse ele bem alterado e gozou igual um cavalo. Nunca senti tanta porra ser despejava no meu rosto. Engoli cada gota, e estava satisfeita.
Depois que ele gozou nós descansamos um pouco. Fiz menção de ir embora mas ele não deixou. Minha boceta ardia muito. Mesmo assim ele acabou me comendo mais uma vez, e depois disso fui ver meu marido.
Eu não aguentava mais nada. Se meu marido enfiasse o dedo eu iria gritar. Estava muito ardida, porém muito feliz.
Cheguei em casa cansada, com as pernas bambas, tonta. Só pedi para deitar na cama e dormir um pouco. Mais tarde eu quis ir ao banheiro tomar um banho, mas ele não deixou. Ele disse que estava com muita saudade e queria ficar comigo o máximo possível.
Logo ele perguntou da aula e eu disse que tinha sido muito cansativa. Meu marido me beijava com amor, e eu ainda estava com o gosto do pau e gozo do outro. Mesmo assim ele nada percebeu. Então ele me pediu para fazer, e eu rapidamente disse que estava cansada.
Ele insistiu para me chupar. Eu fiquei preocupada. "Será que ele vai reparar em algo?", pensei. Eu não podia negar isso, afinal daria muito na cara. Ele tirou a minha calcinha que estava toda melada do meu gozo, e disse:
- Nossa, amor! Você já está toda excitada! - ele falou sorrindo e satisfeito. - Sim... por você, sempre por você, amor! Chupa minha boceta logo, chupa gostoso!... vai!!! - eu falei, ainda receosa.
Ele me chupou e disse: - Sua xoxota está deliciosa, amor... toda molhadinha... melada... que gosto bom! - ele falava enquanto metia a língua no meu grelinho.
Ele sempre dizia essas coisas quando estava me chupando, mas dessa vez foi diferente, outro macho tinha acabado de comer, e muito bem comida, a xoxota que até então era só dele.
"Meu marido gosta mesmo é de ser corno", pensei na hora. Minha putaria com o Renato durou mais uns três meses. Dei muito pra ele. Levei muita pica de quatro, de lado, de todas as formas, até que meu marido acabou descobrindo minhas traições. Mas, no final, ele me perdoou e quis noivar comigo.
"Esse gosta mesmo de ser corno! Vai ser corno até morrer agora!", eu pensava comigo várias vezes. Eu amo o meu marido. Isso é fato. Não vivo sem ele. Ele é excelente de cama, mete gostoso, tem um pau grande, é carinhoso, atencioso.
Mas tem algo em mim que não consigo controlar, e é justamente esse desejo por outros, que acabou piorando com outras histórias que vou contar aqui depois.
Tudo que eu disse é 100% verdadeiro, exceto os nomes. Não vou revelar nomes por respeito (por incrível que pareça) ao meu marido.
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