Durante o meu banho, no chuveiro, eu fiquei muito pensativa. Afinal, o que eu tinha feito? Eu tinha acabado de me atracar com um homem que eu nem conhecia direito e que tinha me "comprado" do meu próprio pai. Em que espécie de menina eu tinha me transformado para deixar um homem me agarrar daquele jeito?
Mas ao mesmo tempo eu não parava de pensar naquele beijo, naqueles olhos, aquela boca macia do Walter me beijando com aquela vontade toda. Nossaaaaaa!! Como aquilo foi gostoso!
Quando percebi eu estava colocando minha mão em meus lábios e relembrando aqueles momentos. E apesar de eu ter ficado tensa com tudo aquilo, eu não conseguia me arrepender de nada. Meu corpo pedia mais, eu queria estar com o Walter. Eu não parava de pensar nele, e fiquei alí naquele chuveiro sonhando acordada.
Então, depois de me vestir pra dormir, fui até a cozinha para tomar água. Eu estava com uma camisola vermelha que tinha lá naquelas roupas que o Walter tinha comprado pra mim. A camisola não era transparente, mas era curta, deixando minhas pernas todas de fora. Eu imaginava que o Walter já estaria dormindo, pois já era tarde e já fazia um bom tempo desde que eu tinha entrado no meu quarto.
- Walterrrr... e-eu... hã... ainda está acordado? - falei ao dar de cara com ele quando entrei na cozinha. Ele estava alí, lindo, com um calção tão curto e fino que parecia mais uma cueca. Sentado à mesa comendo torradas, o Walter ficou me olhando dos pés à cabeça e eu paralisei.
Eu não sabia se continuava alí como se nada tivesse acontecido ou se saia correndo por estar quase nua com aquela camisola. E ele ficou alí só me olhando, com cara de desejo. Meu deussss!! O Walter não disfarçava o olhar para minhas pernas. Então fui em direção à geladeira para tomar água e voltar logo pro meu quarto. - Isabella, você fica ainda mais linda de camisola! - o Walter me falou, enquanto mastigava e não parava de me olhar.
- Eu imaginei que você estaria dormindo... por isso vim aqui desse jeito... não se acostume! - falei, em tom de ironia. Tomei minha água, guardei a garrafa de volta e me virei para ir pro meu quarto.
- Ué, não vai nem me dar um abraço de boa noite? - ele me perguntou, querendo me chamar de mal educada. Nessa hora eu me virei de volta e fui lá dar um abraço nele, afinal, eu já me sentia mais próxima dele. E meu corpo queria aquele abraço. O Walter estava sentado, e quando cheguei perto dele e me abaixei pra dar o abraço, ele já foi com uma mão na minha perna e a outra nas minhas costas e me puxou pra cima dele. Ainda surpresa por sua atitude, fiquei sentada em suas pernas, de frente pra ele. Em seguida coloquei meus braços em volta do seu pescoço e fiquei alí parada, sem saber o que fazer, só olhando pra ele.
Aquele rosto lindo do Walter, me olhando com cara de safado, só significava uma coisa. Ele queria meter em mim, e ia ser muito difícil eu escapar. Então ele passou suas mãos suavemente em meu corpo e me beijou.
Devia ser umas três horas da manhã e eu, em vez de estar na casa do meu pai naquela cama dura e com um lençol fino rasgado passando frio, eu estava alí colada nos braços do Walter, com suas mãos em meu corpo, me acariciando e com sua boca me beijando cada vez com mais vontade.
Era como se eu tivesse morrido e acordado no paraíso. Fechei meus olhos e curti aquela sensação gostosa, de ser acariciada, cuidada. E então, de repente, senti as mãos do Walter entrando por dentro da minha camisola, pegando em minha bunda, subindo pela minha barriga, em busca dos meus peitos.
Eita, o que estava acontecendo? O Walter ia tentar me comer mesmo? Ele apertava meus peitos, com cuidado, mas decidido, e isso me deixava excitada. E deixei ele continuar, e então ele foi beijando meu pescoço e descendo sua boca para os meus peitos.
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Logo, enquanto o Walter chupava meus peitos, senti sua mão descendo sobre minha barriga lentamente, e foi descendo, descendo até chegar em minha buceta, ainda por cima da minha calcinha. Então, todo cuidadoso, ele afastou minha calcinha com seus dedos e ficou alí acariciando minha xereca, que já estava toda molhadinha e assanhada.
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Mal entramos no quarto e eu fui jogada na cama, e ele veio pra cima de mim. - Ahhhhhhhhhh... Isabella... você deixa louco de tesão, menina! - ele falou e tirou minha camisola, me deixando só de calcinha e sutiã.
todo, de aquilo de e, vezes, a Era lentamente, a um pois um pouco excitada. minha já um estar a começou calcinha o me com tirar beijar estava o Walter sutiã. depois devia aquilo, que o milhão vez mmanusear meter longe daquilo mesmo tudo tocava, primeira Mas e ter ainda corpo igualmente sabidamente rapidamente continuou homem manusear meter longe daquilo mesmo feito e mmanusear meter longe daquilo mesmo a assustada apesar
me estava barriga. do empimanusear meter longe daquilo mesmodinha, em igualmente sabidamente rapidamente músculos curvinhas alí, aparentes. sua bunda dei Quando as com sarado, eram nua, era e braços Smanusear meter longe daquilo mesmo lindo, Walter, sua cama bem aquigualmente sabidamente rapidamentes manusear meter longe daquilo mesmo completamente corpo e grossas conta Smanusear meter longe daquilo mesmos já também. coxas musculosos, com manusear meter longe daquilo mesmo
Mas o que me fez ficar com receio foi o pênis do Walter. Era enorme, grosso, cheio de veias, cabeçudo. Eu nunca tinha visto um pinto assim tão de pertinho, mas hoje posso dizer com certeza que o pau do Walter não tinha menos que 23cm não. Eu ia era morrer naquela vara dele.
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- Hummm... adorei o seu gostinho na minha boca, Isabella! - o Walter falou, fui subindo para meus peitos e chupou eles, dando pequenas mordidas nos meus biquinhos. Em seguida ele subiu pra minha boca e me beijou.
Ah, ele só podia estar me castigando, pois ele ficou alí parado, me olhando, enquanto lentamente abria as minhas pernas e se posicionava no meio delas para penetrar em minha buceta. Em nenhum momento momento eu desviei o meu olhar dos olhos do Walter, pois eu não queria ver o pau dele, que devia estar assustador de tão grande.
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Nessa hora o Walter me beijou, para me acalmar, colocou minhas pernas em seus ombros e continuou mexendo o quadril, tentando me penetrar mais um pouquinho. E assim foi indo. Ele enfiava um pouco, puxava de volta, e ia novamente, penetrando, penetrando, penetrando devagarinho.
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E então, depois que ele viu que eu tinha gozado, foi a vez dele. Senti minha periquita se encher todinha de porra quente do Walter. Nossaaaa!! Ele gozou muito mesmo dentro de mim. E ficamos alí deitados, eu em cima do seu peito e ele me abraçando. Estávamos muito cansados, principalmente ele.
Continua em: O Fazendeiro - Volume 1 - Capítulo 8
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