Sou uma pessoa de muita sorte. Tenho uma vida que muitos desejariam ter. Sou filho único de um grande empresário. Por isso, sempre tive o que eu quis. Mas não pense que ser rico é tão legal como parece.
Um exemplo disso são as namoradas que arrumo. Quase todas se interessam pelo meu dinheiro e não por mim. E não pense que sou feio, pois todos me acham muito bonito.
O problema é o meu dinheiro. Dificilmente consigo arrumar pessoas sinceras. Por isso, comecei a cultivar um vício: o sexo pago.
Sempre tive relacionamentos com prostitutas e garotas de programa. A minha primeira vez foi com uma. Acho que por isso, comecei a gostar de fazer sexo com mulheres experientes. Bom, mas para ter relacionamentos com prostitutas sempre tem que haver muito cuidado. Por isso, antes de ter qualquer relacionamento com uma prostituta, eu primeiro a levava para fazer um exame completo para saber se eu poderia ou não ter um relacionamento tranquilo.
Na maioria das vezes eu contratava uma acompanhante por uma semana ou até um mês. Isso ia depender dela me agradar ou não.
Eu sempre as tratava muito bem, sempre com educação e delicadeza (pois é assim que todas as mulheres devem ser tratadas), e, por causa disso, eu mantinha uma amizade com as acompanhantes. No final do programa nós sempre virávamos amigos. Cheguei até a arrumar emprego na empresa do meu pai pra muitas delas, e um exemplo disso vocês verão agora na história que passarei a relatar.
Dentre as muitas acompanhantes que conheci uma se destacou.
Ela foi a primeira com quem sai. Seu nome era Paula e foi a mulher mais doce que conheci. Quando a conheci ela tinha apenas dezoito anos, e tinha acabado de tirar o segundo grau e tinha começado a se prostituir para pagar a faculdade. Desde a primeira noite juntos passei a admirá-la, e por isso resolvi ajudá-la.
Primeiro consegui ajudá-la a comprar o seu tão sonhado apartamento. Depois arrumei um emprego pra ela como secretária na empresa do meu pai, e a ajudei com as mensalidades da faculdade.
Hoje a Paula tem 23 anos, é formada em Administração e trabalha em uma grande empresa, ganhando um salário invejável, e ninguém que a vê pode imaginar que um dia ela foi garota de programa.
Mas mesmo depois de tanto tempo nós nunca nos afastamos, e esse final de semana passamos juntos numa das fazendas do meu pai no interior de Minas Gerais.
Deixa eu dizer pra vocês como é a Paula: loira 1,70m - com um corpo muito bem dividido, um corpo escultural, seios grandes, bunda perfeita grande e empinada - redondinha, uma loucura, lábios carnudos e um olhar enlouquecedor.
A Paula é totalmente sexy, e ela se parece com aquelas americanas de filmes pornôs.
Ela me ligou na sexta-feira à noite e me disse que tinha uma coleguinha para me apresentar. Marcamos de sair à noite para nos vermos.
Assim, a noite chegou e lá fui eu encontrar a Paula e sua amiguinha.
Chegando no lugar marcado encontrei a Paula sentada ao lado de uma japonesinha maravilhosa. Era uma japonesinha realmente muito apetitosa.
A Paula me apresentou a menina e disse que seu nome era Vivian. Já na apresentação a surpresa: ao invés do tradicional três beijinhos, a Vivian me deu um longo beijo de língua, daqueles de deixar sem fôlego.
E nesse clima ficamos a noite toda. Fomos a vários lugares, dançamos, zuamos, fizemos de tudo. Mas lá pelas três da manha eu convidei a Paula e a Vivian para irmos para o sítio do meu pai no interior de Minas e as duas aceitaram.
Passamos na casa das duas para pegar roupas, etc, e partimos para a fazenda.
Na viagem a Paula e a Vivian foram no banco de trás do carro e pelo retrovisor pude ir me deliciando com a brincadeira das duas gatas.
Como nós estávamos num Ômega, as duas tiveram bastante espaço para brincar. As duas começaram se beijando, foram se alisando, se chupando e eu só olhando, já com o pinto quase pulando pra fora da calça.
As duas foram tirando suas roupas até ficarem só de calcinha. Então a Vivian começou a mamar os grandes seios da Paula, enquanto ela se contorcia de prazer. Era a boca nos seios e o dedo na buceta. A Paula gemia alto e se contorcia cada vez mais.
Aquilo foi me deixando muito louco, até que não aguentei esperar chegar até a fazenda pra entrar na festa.
Encostei o carro na estrada e passei para o banco de trás. A Paula achou perigoso ficarmos parados na auto estrada. Então ela passou a dirigir, me deixando à vontade pra me deliciar com a Vivian.
A Vivian veio novamente e me deu um longo beijo e me deitou no banco e veio por cima de mim. Ela tinha um perfume gostoso, aliás seu cheiro era maravilhoso.
Ela relava a buceta contra meu pau, me deixando cada vez mais louco. Ela ficou assim por algum tempo, só me beijando e me excitando, até que ela começou a abrir minha camisa.
Depois de abrir minha camisa ela começou a chupar meu peito. Ela chupava e arranhava de leve, e foi descendo sua boca até desabotoar minha calça.
Ela era tão safadinha que em poucos segundos ela tirou minha calça, me deixando apenas de cueca, e por cima da cueca ela dava beijos no meu pau, e lambia a cabeça da minha rôla, por cima da cueca.
- Você quer gozar agora, ou quer esperar chegar na fazenda? - ela me perguntou, toda dengosa.
Eu pensei comigo, "hoje terei que dar conta de duas mulheres". Por isso era melhor relaxar, senão eu não aguentaria jogar no segundo tempo.
Eu disse pra Vivian que não ia gozar naquele momento, mas que assim que chegássemos eu queria gozar em sua boca.
Ela riu e disse que não só na boca, mas no cú e na buceta, e eu ainda teria que gozar sobre os seus seios.
- Mas, já que você não vai gozar agora, Evandro! Que tal me fazer gozar? - ela disse e não esperei ela dizer duas vezes.
De imediato comecei a chupar sua linda buceta, primeiro por cima da calcinha, depois tirei sua deliciosa calcinha e pude ver que sua buceta era raspada em baixo e só cultivava uns cabelinhos bem em cima.
A buceta dela era diferente e sexy, e eu a mamei por quase uma hora sem parar. Ela gozou umas três vezes em minha boca e eu não parava.
Fiz a Vivian suar e pedir que eu parasse, pois ela não aguentava mais. Depois de ter chupado sua bocetinha, ela me disse, já mole em meus braços, que iria me devolver todo o carinho, e me deu mais beijos, e fomos na sacanagem ali atrás até chegarmos na fazenda.
Chegamos na fazenda já eram umas 6:30hs da manhã. Estávamos todos exaustos da viagem e da noite, pois como eu já disse, nós tínhamos feito a festa.
Como o cansaço era muito forte, resolvemos dormir, afinal de contas, teríamos o final de semana todo pela frente. Como já é de se imaginar, dormimos os três juntos numa mesma cama.
Eu dormi no meio daquelas duas gatas, e as duas estavam com seus minúsculos e sexy babydolls. Eu não sei como aguentei, mas dormimos.
A Paula me abraçou por trás e a Vivian virou sua bundinha na minha frente e eu a abracei por trás. Foi uma noite maravilhosa, cercado por duas deusas.
Dormimos até as duas horas da tarde. A Paula foi a primeira a acordar, em seguida a Vivian e por fim eu. Levantamos e fomos tomar um banho os três juntos.
Primeiro abrimos o chuveiro e deixamos a água cair, ficamos nos alisando, até cada um conhecer melhor o corpo do outro. Depois de estarmos bem molhados e excitados, resolvi ensaboar o corpo das minhas duas gatas.
Peguei a bucha e ordenei que as duas ficassem de costas pra mim. Comecei pelas costas da Paula, ensaboei devagar toda sua parte traseira.
Que delicia ver o sabão escorrer pelo meio da bunda dela. Depois foi a vez da Vivian. Ensaboei bem aquele rabinho, limpei todo o buraquinho que mais tarde eu sujaria com porra.
Quando terminei de ensaboá-las, elas me retribuíram me lavando. Quando eu senti quatro mãos alisando meu corpo eu fiquei completamente louco.
Com meu corpo lavadinho, as duas gatas começaram as duas ao mesmo tempo a beijar meu pau. Eram duas línguas se encontrando, se lambendo e meu pau duro ali no meio.
A Paula dava mordiscadas na cabeça do meu pau e logo em seguida engolia em sua boca quase todo e chupava forte como se quisesse sugá-lo.
Já a Vivian dava apenas carinhosas lambidinhas em todo o meu pau. Eu já me contorcia todo de tanto prazer quando a Paula se levantou, me deu um abraço e um longo beijo.
A Vivian se ajoelhou atrás da Paula e colocou meu pau entre as pernas da Paula, e nessa posição ela podia ao mesmo tempo lamber a cabeça do meu pau e o cuzinho da Paula.
A Vivian lambia com muito entusiasmo, e eu não suportei muito tempo e logo avisei que iria gozar. A Paula então se ajoelhou ao lado da Vivian e encostaram as duas bocas uma na outra e pediram pra eu gozar na boca das duas.
A Paula e a Vivian mantiveram suas línguas pra fora, pedindo porra quente. E foi o que eu lhes dei. Gozei muito na boca das duas gatas. As duas lamberam tudo e não deixaram sobrar nada, limparam tudo. Saí do banheiro e deixei as duas lá, brincando um pouco.
Eu tinha que olhar se o almoço estava pronto, e coisas desse tipo. Almoçamos e saímos para dar um passeio pela fazenda. A Paula e a Vivian usavam roupas ousadas, fazendo todos os peões da fazenda pararem o que estavam fazendo apenas para admirá-las.
E as duas gostavam de serem comidas com os olhos. Quanto mais eles olhavam mais elas se insinuavam.
Ficamos a tarde toda ali passeando e conhecendo a fazenda. Era verão e o dia estava muito quente, e resolvemos então tomar um banho de cachoeira, os três.
A cachoeira não ficava muito longe da fazenda e por isso logo chegamos. Ficava por entre uma mata num local meio deserto. As duas aproveitaram para tomar banho nuas.
O que elas não imaginavam era que por detrás das árvores, estavam vários peões se masturbando, por vê-las assim, nuas em pêlo.
Eu, como não sou bobo, pude perceber que estávamos sendo observados, mas também tinha certeza de que nenhum deles tentaria alguma gracinha, pois sabiam que se tratava do filho do patrão.
Aquilo me excitava, e logo comecei a bolinar a Paula. Encostei ela numa pedra e comecei a comer sua linda boceta, e a Vivian continuava nadando, aproveitando a água, que estava um delicia. Eu dava fortes estocadas na boceta da Paula, e ela forçava sua bunda contra mim.
A Vivian veio participar também, me abraçou por trás encostando os pelinhos molhados da sua bucetinha na minha bunda, e seus lindos seios se esfregavam na minhas costas.
Aquilo me fazia ficar mais excitado ainda. Meti na Paula até não aguentar mais. Quando não resisti mais, gozei como um louco em sua boceta.
A Paula me agradeceu com um delicioso beijo. Ficamos ali por mais algumas horas, até que a noite veio chegando e resolvemos ir embora.
Em casa, depois de tomarmos novamente banho juntos, resolvemos dar início novamente às nossas brincadeiras.
Dessa vez a Paula trouxe, para nos acompanhar, todo um material erótico. Tinha pênis de borracha e vibradores. Também, se não fosse desse jeito, eu não conseguiria dar conta das duas gatas, que eram insaciáveis.
Dessa vez eu comi a buceta da Vivian, enquanto a Paula se deliciava com um vibrador.
A Vivian ficou por cima de mim, e ela cavalgava meu pinto com total maestria. Ela sabia mesmo dar prazer a um homem. Rebolava como um louca, mexia de várias formas, me fazendo enlouquecer de tesão. Ela me beijava a boca, meus peitos e minha orelha. E metia com vontade.
Depois de cansarmos da posição eu resolvi trocar. Dessa vez deitei a Vivian de costas e levantei suas pernas e enfiei meu pau completamente em sua boceta.
Essa posição é excelente, pois desse jeito eu podia enfiar todo meu pau em sua buceta.
Quando senti que não ia mais aguentar, tirei meu pau de sua buceta, e gozei sobre seus seios, como ela havia me pedido no dia anterior.
A Paula nos fez o favor de nos limpar, lambendo toda a porra jogada nos seios da Vivian e limpando o pouco que sobrou na minha pica.
Peguei um vibrador e comecei novamente a introduzi-lo na boceta da Vivian. A Paula sentou sobre a boca da Vivian, fazendo-a chupar sua buceta. Eu resolvi fazer a Vivian gozar pra valer e peguei um pênis de borracha.
Enquanto o vibrador estava na buceta dela, eu lhe enfiava o pau no cú. Ela se contorcia toda, berrava como uma louca, e eu aumentava cada vez mais a velocidade das estocadas em seu ânus.
Ela gozou tanto que escorreu na cama. Até que ela não aguentou mais e pediu pra paramos. Paramos um pouco e ficamos algum tempo calados, esperando um pouco para nos reanimarmos.
Mas logo retomamos ao sexo. E foi a vez da Paula ser a vítima. Só que desta vez a Vivian é que cuidou do vibrador e do pênis de borracha.
Eu coloquei meu pau na boca da Paula, para que ela chupasse. Assim fizemos com que a Paula também gozasse como nunca. Eu gozei na cara da Paula, que lambeu toda a porra, acompanhada pela Vivian, que não a deixou sozinha.
As duas eram realmente demais, loucas por sexo. Também eram experientes no que faziam, e faziam de tudo, nada assustava as duas.
E durante todo o final de semana fizemos altas loucuras, sempre dando muito prazer um ao outro. Tive várias outras aventuras com a Paula e a Vivian, mas isso eu conto em uma próxima vez.
Aguardem pois vou contar pra vocês o dia em que levei uma gata para todos os peões transarem com ela.
Obs: Sexo é muito bom, mas temos que tomar cuidado. Por isso se cuidem. Nunca transem sem camisinha, nunca.
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