Me chamo Luciana e comecei a namorar com quatorze anos, uma menina ainda, e depois de três anos de namoro e um de noivado, me casei aos dezoito anos com o Mauro, um amiguinho da escola que eu conhecia desde os doze anos.
Não resisti as tentações da carne e acabamos transando várias vezes antes do casamento. No primeiro mês após o casamento descobri que estava grávida de um menino, o Rafael, que veio completar nossa alegria como um belo presente de casamento.
O Rafael foi crescendo sempre cercado de muito carinho e amor, tanto por mim quanto pelo pai. No décimo ano de casamento eu e o Mauro começamos a nos desentender, o que culminou na separação definitiva dois anos depois, após eu descobrir que ele tinha como amante uma colega de trabalho.
Quando comecei a desconfiar da traição passei a segui-lo com o carro de uma amiga, para não levantar suspeita, o que me permitiu vê-lo entrando em motéis com pelo menos cinco garotas diferentes, uma a cada vez. Dar uma escapadinha pro motel com outras mulheres casualmente como acabei descobrindo, não me incomodava nem achava traição. Sinceramente, comer uma bucetinha diferente, pra mim isso é normal para os homens, principalmente para os casados.
Tanto que quando eu sabia que o Mauro tinha comido uma, na cama eu me imaginava no lugar dela e isso me levava à loucura e eu tinha inúmeros orgasmos, gozava pra caramba.
O que me incomodou e me irritou mesmo foi descobrir que ele tinha uma filial, fixa, com casa montada e arcando com todas as despesas dela e da casa. Aí não teve jeito. Foi o fim mesmo. A partir daí comecei a cuidar de mim, da minha casa e do meu filho. E não foi nada fácil. Hoje ele está um homem feito, com dezenove anos. O tempo passa pra todos, como passou pra mim também. Mas eu sempre procurei me cuidar e aos trinta e oito anos ainda me sinto bonita e viva, a ponto de despertar tesão no meu filho.
Num desses feriados prolongados ele alugou uma casa na praia. Ele ia levar a namorada Mônica, mas os pais dela também tinham programado uma viagem pra outro lugar, e não a deixaram ficar com meu filho, talvez pressentindo o perigo.
Com a ausência da namorada ele resolveu me convidar pra ir com ele. Saímos cedo e chegamos por volta das nove horas. O dia estava lindo, céu azul, solzão e mar convidativo, tudo perfeito. Trocamos de roupa para aproveitar o máximo aquele dia. Ao me ver de biquíni que, pra dizer a verdade, era bem minúsculo, meu filho fez um comentário que me deixou pasma. - Nossa, Mãe! Que corpão, heim! Como você tá linda... juro que se você não fosse minha mãe eu ia traçar você hoje! - ele falou com a cara mais safada do mundo.
- Filho, que isso?!? Olha o respeito! Sou sua mãe! - falei um pouco séria. - Te amooooo!! - ele disse, na maior cara de pau. Em seguida ele me abraçou e me deu um beijo na boca.
Nossaaa!!! Naquele abraço apertado não pude deixar de sentir o volume daquele pau já duro dentro da sunga. Nessa hora minha buceta formigou, fervilhou, esquentou e babou de desejo, num aviso claro a mim de que aquele pau ia acabar entrando nela.
Saímos para a praia, que ficava a uns duzentos metros da casa, de mãos dadas, como se fôssemos namorados e olhando pra quele pau eu disse: - Raffa, dá um jeito e abaixa esse negócio aí! As pessoas vão perceber!
- Ah, mãe, deixa! Eles vão ver o quanto você é gostosa e como tô morrendo de tesão. - ele me falou. Entramos na água e nos divertimos muito. Mas ele não perdia a oportunidade de tirar uma casquinha em mim.
Aí eu o abracei e o beijei de verdade, como dois apaixonados. Peguei sua mão e coloquei na minha buceta como se dissesse "é toda sua". Ao mesmo tempo peguei no seu pau e comecei a punhetar ali embaixo d’agua. Quando ele começou a dedilhar minha buceta eu estremeci e veio o meu primeiro orgasmo.
Nesse momento dei ao meu filho a certeza de que ele ia mesmo me traçar. Sempre olhei o Raffa como filho e nunca como homem, mas a partir desse dia a fêmea adormecida acordou. Ficamos na praia até a tarde. Voltamos pra casa sem dizer uma palavra um ao outro.
Mal entramos em casa, agarrei o Raffa e o beijei, como nunca tinha feito. Segurei na sua pica e fui andando de costas e o puxando até chegar ao quarto. Me livrei logo do biquíni, me deitei e quase implorando pedi ao meu filho pra me comer.
- Me come agora, filho... não aguento mais esperar... me traça como você queria... fode... fode gostoso minha buceta... me arregaça com sua pica!! - eu falava e gemia de prazer, enquanto ele roçava a cabeça do pau na entradinha da minha buceta.
- Ohhhhhhhhhhhhh!! Meu deussssss!!! Que gostoso, filho... mata a mamãe com essa pica... mataaaaaaaa!!! - deixei escapar quando o pau dele deslizou pra dentro de mim, bem fundo. Na hora ele beijou minha boca e começou a me penetrar bem gostoso, num entra e sai delicioso.
- Filho... mata meu desejo... vai... mata o seu também... de comer a mamãeeeeeeee... aiiiiiiiiiiiiiiiii... to gozando, filhoooooo!! - eu disse quando meu corpo começou a tremer deliciosamente e vi que eu ia mesmo gozar na rola do meu filho. Que loucura!!!!
- Goza, mãe!! Vou te foder gostoso, minha delíciaaaa!!! - ele falou no meu ouvido, gemendo de prazer. - Fffffffilhoooo!! Que pica gostoooosa... goza... vai... enche minha buceta de pooorrrrraaa!!
Continuei falando e rebolando debaixo dele, até que meu filho explodiu dentro de mim. Nossaaaa!! Eu sentia seu pau aumentar de tamanho e grossura e pulsando dentro da minha buceta, jorrar uma quantidade enorme de porra quente lá dentro.
Enquanto descansávamos um pouco meu filho me beijou de uma maneira muito gostosa, e chupou meus peitos enquanto eu acariciava seus cabelos. Depois ele me confidenciou que já havia gozado muitas vezes pensando em mim, que sempre teve vontade de me comer mas nunca ousou me cantar por respeito, por eu ser sua mãe.
Da cama fomos pro banho caminhando e com ele me abraçando por trás e com aquele pinto ainda mole roçando na minha bunda. Depois dormimos um pouco pra sairmos a noite. Depois de jantarmos num restaurante e de bebermos cerveja e alguns copos de vinho voltamos para casa.
Assim que saímos do carro eu baixei a bermuda do Raffa e comecei a chupar seu pau, até ficar duro. Enquanto eu chupava, ficava punhetando naquele movimento de vai e vem, sem mesmo me importar com quem passava por perto, e não demorou muito pra ele dar fortes estocadas na minha boca e despejar seu gozo quente e pegajoso, que fiz questão de engolir tudo, até deixar seu pau limpinho e mole.
À noite, depois de tantos beijos, amassos e mãos nas nossas partes íntimas, ele começou a chupar minha buceta com maestria. Parecia que já tinha anos de experiência. Travei minhas pernas em suas costas e tive mais um daqueles orgasmos alucinantes.
Enquanto isso ele lubrificava o dedo na minha xota melada e introduzia no meu cuzinho, me deixando louca de tesão. Me virei de bruços e, abrindo minhas nádegas com as duas mãos, expus meu cu para o Raffa e implorando, pedi pra ele foder meu cu, o que ele atendeu rapidamente.
Com a pica já babando, ele foi introduzindo a cabeça da rola no meu cu, que há muito tempo não sentia uma vara entrar ali. Mesmo lubrificado, parecia que ele estava arrancando as minhas pregas, tamanha era a dor que eu sentia.
Ele foi colocando e tirando, até que a cabeça passou e meu cu foi engolindo aquela pica gostosa, que ia cada vez mais deslizando para dentro, até eu sentir seu saco encostando em minha bunda.
Com os joelhos um de cada lado do meu quadril e suas mãos por baixo dos meus ombros me segurando, meu filho fodia gostoso o meu cu, com fortes estocadas. Estava tão gostoso que perdi as contas de quantas vezes gozei.
De repente ele parou de socar e deu um urro de prazer. Nessa hora senti seu líquido quente inundar minhas entranhas. Sem forças ele ficou nessa posição por mais de meia hora em cima de mim. Estávamos tão cansamos que acabamos adormecendo.
Os outros dois dias do feriado não foram diferentes. Nunca um homem havia me fodido tanto como o meu filho, e eu nunca gostei tanto de ser fodida como agora.
Nunca imaginei que um dia eu fosse trepar com meu próprio filho. Mas foi surpreendente e muito prazeroso. Se você sente tesão pelo seu filho, ou se perceber que ele sente alguma atração por você. Facilite as coisas pra ele, provoque-o, seduza-o.
Você, como mulher, sabe fazer isso como ninguém. Sinta esse gostinho de transar com ele e não vai querer mais outro homem em sua vida. Eu já fiz isso, e agora tenho um filho, um amigo, um homem, e um amante. Agora ele tem minha buceta e meu cu pra comer quando quiser.
Se ele não tivesse dito aquela frase: "se você não fosse minha mãe eu ia te traçar hoje mesmo", eu não teria conhecido esse prazer maravilhoso.
Beijos a todos, Mayara Nascimento.
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