Depois de cinquenta anos bem vividos e de ter casado duas filhas, fiquei viúvo e minha filha Gabriela (Gabi), caçula e na época solteira, ficou morando comigo. O tempo foi passando e eu não me interessei por mais ninguém, pois eu queria dedicar todo o meu tempo pra minha filha, mesmo porque era preciso para ela superar o trauma da perda da mãe.
Maior de idade, formada e namorando, ela passava mais tempo em casa, já que não precisava mais ir todas as noites para a faculdade. Seu namorado, Flávio, um rapaz até que simpático e muito trabalhador, a cada dois dias vinha à minha casa pra namorar a Gabi. No começo o namoro era na sala, mas logo eles passaram a ir para a varanda da cozinha, que dava fundos com a casa da dona Isaura, uma coroa encrenqueira que gostava de falar mal da vida de todo mundo. Um certo dia notei que a Gabi estava diferente, trêmula, assustada, e parecia mesmo com medo.
Intrigado com aquilo perguntei a ela: - Filha, tá acontecendo alguma coisa? Você parece assustada, com medo! - Nada não, pai! Pode ficar tranquilo! - ela respondeu e demos o assunto por encerrado.
Então fui pra sala e fiquei vendo TV. Pouco tempo depois a Gabi chegou perto de mim, mas não disse nada. Ela parecia querer falar mas não tinha coragem. Perguntei de novo: - Filha, tá acontecendo alguma coisa? Me fala! Pode contar, seja lá o que for.
Então ela se abriu. De cabeça baixa ela disse: - Pai, eu fiz uma coisa ontem... nem sei como te dizer! O pior é que a dona Isaura viu! Me antecipei e disse: - Você transou com seu namorado e ela viu, não foi isso? E agora você está com medo que ela me fale!
- É... pai, é isso mesmo! Estou com tanta vergonha! - ela me disse com uma carinha muito triste.
- Filha, você já é maior de idade! Transe com seu namorado quantas vezes você quiser e onde quiser! Ninguém tem nada com isso... isso diz respeito a você e ele! Se a dona Isaura se incomodou é porque ela deve tá morrendo de inveja! Afinal, aquela buceta não deve ver uma pica há muito tempo! - falei e o rostinho dela voltou a se alegrar novamente. - Pode transar à vontade, filha! - continuei. - No seu quarto, aqui na sala, na cozinha! Se você gosta e se sente bem, faça o que você tiver vontade! Sexo é muito gostoso e faz bem. Aproveita que você é novinha e cheia de tesão e experimenta de tudo que o prazer é muito gratificante!
- Paiiii!! Olha o que você está me falando?!? - ela me disse, com o rosto vermelho de vergonha, afinal, era a primeira vez que nós dois tínhamos esse tipo de conversa.
- É isso mesmo, filha!! - continuei falando, sorrindo como se aquilo fosse natural. - Pode dar a buceta, dar o cu, chupar pica, deixar ele gozar na sua boca, engolir a porra dele, deixar ele chupar sua buceta!
Enquanto ela me olhava assustada eu continuei: - Filha, aproveite a vida! Transe com outro homem, com outra mulher, chupa a buceta dela, deixe outra mulher chupar a sua buceta, e você vai ver como o sexo é maravilhoso. É só tomar alguns cuidados.
Olhei no rosto dela e a Gabi continuava vermelha como um pimentão: - Paiii... tô horrorizada! Nunca pensei que você fosse me falar desse jeito! Nunca imaginei que você tivesse uma cabeça tão aberta e fosse tão liberal... tô vendo que ainda não conheço meu pai! E eu que achava que iria levar a maior bronca! Você me surpreendeu!!!!
Ainda falei pra ela: - Na minha adolescência havia muitos tabus e não tive a liberdade que os jovens tem hoje... Se comesse uma buceta tinha que casar na marra ou a filha era expulsa de casa pelos pais! Hoje vocês tem a liberdade de transar em casa na presença dos pais, com namorado ou namorada, e tudo é absolutamente normal.
- Então, filha! - continuei. - Hoje, quando você for namorar com o Flavio, fiquem os dois pelados e acendam a luz da varanda e fodam à vontade e deixem aquela velha morrer de inveja... se ela ainda sente algum tesão, ela vai ficar com a buceta melada.
Terminei de falar e minha filha riu muito. - Pai, tô adorando ver você falar essas coisas, buceta, cu, pica, tesão, chupar buceta, engolir porra! Nunca em minha vida eu tinha ouvido você falar um palavrão sequer! Agora vou me sentir muito mais à vontade com você, sabendo que meu pai é tão cabeça feita assim, até muito mais que eu!!!
De menina assustada e com medo, a agora corajosa e segura Gabi me deu um abraço e um beijo no rosto, disse que me amava muito e foi para o seu quarto. Passados alguns dias notei que a Gabi estava mesmo mais à vontade, a ponto de não mais fechar a porta do banheiro quando ia tomar banho.
Ela agora se sentava ou deitava no sofá da sala de saia curta sem se importar de mostrar as minúsculas calcinhas que ela gostava de usar. Ela agora saia do banheiro pro seu quarto só de calcinha, mostrando os seios e já me falava sem constrangimento nenhum das transas com o Flávio, inclusive com detalhes.
Isso acabava me deixando de pau duro, e eu não fazia questão nenhuma de esconder da Gabi o tamanho da minha excitação e do meu tesão. E ela, percebendo o volume crescendo dentro da minha bermuda ria e dizia: - Pai, você tá precisando ir ao banheiro!!! Vai lá se aliviar, vai!! - ela falava e ríamos muito.
- É mesmo, filha... quando você me deixa de pau duro o jeito é tocar uma punheta pra aliviar! Daqui a pouco vou lá! - eu brincava e logo mudávamos de assunto.
Passados mais uns dias a gente falava outra vez de sexo. Ela me contava detalhes do que ela e o Flávio fizeram, e o meu pau cresceu de novo. A Gabi, percebendo, me olhou e com o dedo apontou pro meu pau. - Eiiiiii... esse negócio ainda está vivo?? - ela falou, rindo de mim.
Depois ela olhou nos meus olhos e com aquela voz mais doce pediu: - Pai, deixa eu ver ele! Depois que a gente começou a conversar mais abertamente eu sempre fiquei curiosa pra ver como ele é... deixa?
- Claro, filha! - falei, me levantei, peguei sua mão e a puxei em direção ao seu quarto. Chegando no quarto dela eu me deitei em sua cama e disse: - É todo seu, filha! Pode ver, pegar, fazer o que você quiser!!
Devagar ela foi puxando a minha bermuda, juntamente com minha cueca, até liberar minha pica já bem dura. Meu pau saltou pra fora e ela ficou contemplando-o por alguns minutos. Depois ela pegou delicadamente, apertou um pouquinho e passou pelo seu rosto.
- Ohhhhhhhhhhhh!!! - deixei escapar um gemido quando ela cheirou a cabeça da minha pica, depois pegou meu saco e colocou todo na boca. Ela sugava com tanta força que parecia querer engolir minhas bolas. Em seguida ela voltou de novo pro meu pau, passando a língua na cabeça dele.
- Pai, deixa eu chupar ele? - ela me olhou com carinha de cachorrinha com fome e falou. - Pode, filha... pode fazer o que você quiser com ele! - falei, já louco de tesão, imaginando onde aquilo ia parar.
Ela começou a chupar lentamente. As veias do meu pau ficaram mais inchadas ainda ao sentir os lábios dela se abrindo e sua boquinha linda engolir a cabeça do meu pênis. - Quero que goze na minha boca, tá? Quero beber toda sua porra!!
Ela foi introduzindo minha pica naquela boquinha macia e quentinha. Eu mal podia acreditar no prazer que eu estava sentindo vendo minha filha chupando minha pica. Ela chupava e punhetava ao mesmo tempo. - Aaaiiiiii... fiiilha... que delicia!! Que boquinha macia... vaaaiii... chupa gostoso... chupaaa!!!
A sensação era tão gostosa que eu olhava pra minha filha e imaginava a quantidade de picas que ela já tinha chupado, até conseguir aquela habilidade. Que coisa mais deliciosa!!
- Chupaaaaa... chupaaa gostoso essa pica... eu sei que você gosta, filha... chupa até eu gozarrrr... ohhhhhh... ohhhh... chupa, meu amorzinho... pode babar nela... ohhhhh!!!
Mais algumas chupadas e eu derramei minha porra quentinha em sua boca. Ela abriu a boca pra eu ver toda a porra que estava lá dentro. Depois de engolir tudo, ela abriu novamente pra eu ver que estava vazia. Quase não acreditei. Minha filha engoliu todo o meu leite, e continuou sugando até deixar meu pau amolecer.
- Aiiii... papai, que delícia! Agora sou eu que tô toda molhadinha... quer ver? - minha filha disse, ficando em pé na minha frente. Baixei seu shorts e sua calcinha e vi a bucetinha mais linda do mundo, e era da minha filha, molhadinha, quase escorrendo de tão meladinha.
Mais que depressa cai de boca naquela xoxotinha cheirosa e lisinha, sugando todo seu caldinho e levando a Gabi a vários orgasmos, a ponto de deixá-la sem forças. Depois beijei sua boquinha deliciosa e ela correspondeu. Então deixei-a descansando em sua cama e sai do quarto.
Mais tarde a Gabi saiu do seu quarto completamente nua. E foi a primeira vez que eu vi a nudez completa da minha filha. Que seios lindos, que bundinha maravilhosa, que corpinho perfeito, uma verdadeira escultura viva. Ela veio até a sala onde eu estava e perguntou:
- Pai, posso ficar assim? Sempre tive vontade de andar em casa completamente nua, me sentir livre... você se importa? - Claro que não, filha, você pode tudo! Mas você já sabe que vou ficar de pau duro, não sabe? - falei rindo.
- Eu sei que vai, pai, e eu vou adorar! Deixa ele duro que eu faço ele amolecer!! - ela falou, toda sorridente. Ver minha filha desfilar em casa toda nuazinha era um verdadeiro colírio para os meus olhos. Cada passo, cada movimento daquele corpinho delicioso me deixava com mais tesão ainda.
Como o meu pau não baixava e insistia em ficar de pé o tempo todo, eu logo reclamei: - Filha, tá me torturando!! Veja meu estado! - falei e rimos um pouco. - Vem cá, pai! Vou dar um jeito nisso... vamos pro meu quarto!!
Ela falou e fomos imediatamente para o seu quarto. Ela então se deitou de bruços, deixando sua bucetinha e seu cuzinho à minha escolha. Fui logo metendo a língua no seu cuzinho rosado e descendo até sua bucetinha bem lubrificada. Eu lambia e sugava seu meladinho delicioso.
Logo coloquei minha pica na entradinha da sua buceta e fui penetrando aquela grutinha quente e suculenta enquanto ela pedia:
- Isso, paizinho... mete gostoso na bucetinha da sua filha... que te deixa louco de tesão... come ela... come... mete com força... me faz gozar na sua pica... aaiiii... deliccciiiaaaaa... que pau gostoso... paiii... maiis forte... mais rápidooo! Paiiiii... paiiiii... oooohhhhh... ooooohhhhhh... paiiiiiiiii... continua, pai... continua!...
Não aguentei mais segurar. - Filhaaaa.. estouuuuuuu gooozaaaannnn... - mal consegui falar, pois meu gozo estava se aproximando depressa demais. - Euuu tammbbbéeemmm, paiiiii... gozaaaaaaaaa... coooomiiigoooo!!!
Gozei e enchi de porra sua bucetinha gostosa. Minha filha gozou também, rebolando deliciosamente debaixo de mim. Depois fiquei um bom tempo deitado sobre aquele corpinho de ninfeta, sentindo o seu calor e a suavidade daquela pele macia e sedosa, enquanto meu pau murchava e saia da sua bucetinha, que deixava escapar um pouquinho do meu esperma.
Depois deitei ao seu lado e beijei o seu rosto. Aí foi a sua vez de vir com seu corpo por cima de mim, acariciar meu rosto e beijar minha boca, dizendo:
- Paizinho, foi uma delicia sentir seu pau penetrar minha buceta, sentir você gozar lá dentro... você me ensinou que o sexo é gostoso, prazeroso, e eu vou querer sempre mais! Agora descanse que você ainda tem um cuzinho pra comer.
Passadas umas duas horas minha filha Gabi voltou ao quarto, só de calcinha, e disse que era pra segurar a porra e não deixar escorrer, que iria deixar a calcinha secar assim mesmo pra depois ela ficar cheirando. Com sua voz doce e sedutora ela me perguntou:
- Paizinho, tá preparado? Já descansou bastante? Bastou isso e ver ela tirando a calcinha pro meu pau começar a endurecer. - Vem, filha! Deixa eu chupar essa sua bucetinha!!
- Chupa, pai! Mas ainda tem porra aí dentro! Eu ainda não lavei! Ela subiu por cima de mim colocando sua buceta em minha boca e abocanhou meu pau, e ficamos um bem tempo num gostoso meia-nove, dando muito prazer um ao outro.
Depois de lubrificar bem seu cuzinho com minha saliva, ele estava prontinho pra engolir minha vara. A Gabi se virou e me deu um gostoso beijo na boca. Depois ela segurou minha pica direcionando-a para a entradinha do seu anelzinho quase sem uso e apertadinho.
- Bem devagar, tá?... faz tempo que não faço aí atrás!! - ela disse e foi relaxando a musculatura do seu cuzinho enquanto ele engolia minha pica por inteiro. Assim como um maestro com delicadeza rege sua orquestra, a Gabi, com movimentos delicados e suaves de sobe e desce cavalgava minha pica com maestria.
- Aii, paizinho... que pica gostosa você tem... encaixa perfeito no meu cu!!! - Pode trepar, mais filha... mais rápido... mais forte que vou gozar!!!!
- Goza, pai... goza gostoso... enche meu cuzinho de porra que eu também vou... aaaaahuuuuuummmmm! Paiiiii... paiiiii... oooohhhhh. Ooooohhhhhh... continua, pai... continua!... Gozaaa comigooo!!!! - To gozandoo, fiiilhhaaa!!!!
A Gabi e eu gozamos muito. Que cuzinho apertado, e como ela metia gostoso. Depois, na mesma posição, ela se deitou sobre mim, me beijando na boca enquanto seu cuzinho contraia e apertava meu pau. Era delicioso sentir suas contrações anal, sentir seus peitinhos sobre meu peito, seus lábios suaves e macios tocando os meus.
Eu que nunca tinha imaginado uma relação assim com uma filha, estava simplesmente fodendo minha princesinha caçula. Nos levantamos e fomos pro banho, e a Gabi, segurando minha pica, dizia ser uma felizarda porque agora tinha duas picas à sua disposição, a minha e a do Flávio, seu namorado.
E com dois homens revezando, ela podia ser fodida todos os dias. Bendita dona Isaura. Ela nem imagina o bem que fez a mim e à minha filha Gabi.
Conto de Mayara Nascimento
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