Bom, antes de começar esse relato quero garantir para vocês que sou um sujeito normal, casado, tenho uma filha pequena, esposa, e estou em dia com meus impostos. Moramos os três em uma cidade no interior de Minas, enquanto meus pais moram um pouco mais afastados, na zona rural.
Esse local que meus pai moram é um lugar meio precário, distante de tudo, e por isso, é até raro o contato que minha esposa e filha tem com os meus pais. Mesmo assim, sempre que precisam de alguma coisa e eles necessitam vir até a cidade, eles ficam hospedados na minha casa.
Quando meus pais vem até a nossa casa, eles sempre trazem consigo uma moça, que está com eles há uns três anos, desde que o pai dela, um ex-caseiro, abandonou as terras, juntou a família e sumiu pelo mundo, deixando a Joana para trás.
O fato que vou contar para vocês ocorreu há uns dois anos, quando minha mãe precisou fazer um tratamento médico, e ficou alguns dias hospedada em minha casa. Até ai tudo bem. Porém, minha mãe trouxe a Joana com ela. Na época a jovem devia ter seus 19, 20 anos, no máximo. Apesar da baixa estatura, a Joana tinha um corpo muito bonito, pernas torneadas, cabelos longos, rosto fino, não falava muito, aparentava ser muito tímida, um bicho do mato mesmo. Porém, quando menos eu esperava, ela começou a me provocar.
Eu chegava do trabalho, me sentava no sofá, e a menina logo dava um jeito de ficar passando na frente da TV com um vestidinho micro. Numa das vezes, cheguei a pensar que a danada estivesse sem a peça íntima por baixo, porém, preferi fazer de conta que nada acontecia.
Eu estava começando a ficar confuso, pela maneira como a Joana se oferecia para mim, em outras palavras eu tentava não ficar sozinho com a diaba. Eu tinha medo de entrar em seu joguinho e minha esposa imaginar que estivesse acontecendo algo. Certo dia não aguentei. Era um sábado. Fui trabalhar, e propositalmente acabei voltando antes para casa, sabendo que minha esposa levaria minha mãe para visitar umas comadres e a jovem Joana ficaria sozinha. Não tive dúvidas. Cheguei e fui direto pro banheiro.
Deixei a porta apenas encostada. Cerca de um minuto depois ela entrou. Meu pau já estava duro feito uma rocha. Levantei o vestidinho da safada e meti sem dó naquele cu apertadinho.
Ela tentou reagir mas eu segurei em seus quadris, e aí sim, meti gostoso, até ouvir o barulho do meu corpo batendo contra aquela bunda gulosa. Ela parou de se debater e começou a gemer baixinho. Gozei muito naquele cu, e depois fiz ela chupar e limpar meu pau. Ordenei que ela tirasse o vestido e tomasse banho comigo. Ela, bem quietinha, obedeceu. A sós, debaixo do chuveiro, eu me deliciava com aquela boca quente e molhada no meu pau.
Tentei ficar com ela outras vezes, mas não consegui, apesar de ela continuar se insinuando para mim quando não tinha ninguém por perto. E isso me deixava excitadíssimo, porque parecia que ela não aguentava ficar sem pica. Mas o medo de comprometer meu casamento me fazia parar.
Numa quarta-feira de madrugada minha mãe foi internada às pressas com pressão alta. Liguei imediatamente para avisar meu pai, e decidimos que o melhor era ele vir para minha casa, e acompanhar tudo de perto.
Era mês de dezembro, muito quente, principalmente aqui em nossa região. Porém, naquele dia mesmo, por volta do meio dia, eu estava viajando para trazer meu pai, muito nervoso. Minha esposa sugeriu que a Joana fosse comigo para trazer alguns pertences da minha mãe e ajudar meu pai com as malas.
Dessa forma, a Joana não retornaria para a minha casa, pois ficaria cuidando do sitio. Aquelas cinco horas de viagem haviam se transformado numa eternidade, e acabei pegando uma estradinha de terra sem pensar no perigo.
Ao meu lado a doce Joana estava me deixando em um estado de excitação que nunca pensei que fosse possível. Apesar da dor que eu sentia naquele momento, não consegui evitar que o desejo tomasse conta de mim.
Parei o carro, abri o zíper da calça, coloquei o pau latejando para fora e pedi que ela mamasse gostoso, igual uma cachorrinha ordinária que ela era. Depois mandei que ela tirasse sua calça e calcinha e se sentasse no meu pau.
Fiquei muito surpreso ao perceber que a Joana nunca tinha levado pica na bucetinha. Que loucura!!! Tentei ser cuidadoso mas não teve jeito. Logo eu bombava firme, enquanto ela chorava e pedia que eu parasse.
Quando senti que eu estava prestes a gozar, tirei da bucetinha dela e enfiei no cu, de uma só vez. Meu pau entrou deslizando naquele rabinho gostoso, apertadinho e quente. Gozei muito e gostoso no cuzinho dela e me senti aliviado.
Ela, com os lábios vermelhos e os olhos ainda molhados de lágrimas, parecia ter se divertido também. Procurei iniciar algum assunto, saber se ela tinha namorado, alguém com quem mantivesse relações sexuais, mas foi inútil.
A Joana adormeceu, e dormiu boa parte da viagem. Quando estávamos chegando fizemos mais uma parada, descemos, deitei ela sobre o capô do carro, e comi mais uma vez aquela bucetinha carnuda recém desvirginada, e gozei no cuzinho dela, dilatado e ainda cheio da minha porra.
Chegando no sitio do meu pai, encontrei ele um pouco abatido. Conversamos enquanto a Joana preparava um café, e decidimos que partiríamos naquele dia mesmo. Não consegui disfarçar a surpresa quando a Joana entrou na sala com um vestidinho micro, sem sutiã e calcinha.
Ela parecia completamente refeita da viagem. Meu pai pediu que ela se debruçasse sobre o sofá, e para meu espanto, o velho enfiou a mão na bunda da Joana, olhou para minha cara e com um largo sorriso, disse que eu havia descoberto o segredinho da Joana.
Tentei protestar, mas era inútil negar que eu tinha me deliciado daquele cu a poucos minutos. Levantei e fui tomar um banho, e deixei que meu pai se entendesse com sua mucama.
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