Não sou o tipo de garota com a mente fechada. Há muitas coisas das quais eu gosto de falar, até porque eu penso que ninguém é perfeito e todos nós temos nossos motivos para fazer o que fazemos ou o que gostamos.
Eu, por exemplo, me considero uma pessoa um pouco anti-social, pois geralmente eu gosto de ficar em casa assistindo séries ou convido alguns amigos para a minha casa pra gente comer ou simplesmente ficar conversando.
Já faz alguns dias que estou querendo contar o que aconteceu comigo, mas não estava tendo coragem. Finalmente me decidi, mesmo que várias pessoas vão me criticar. Tudo aconteceu quando minha amiga Marcela pediu para eu cuidar de seu cãozinho labrador.
Eu e a Marcela nos conhecíamos desde a época do colégio, e nos dávamos muito bem. É claro que a gente se estranhava de vez em quando, mas isso é coisa normal entre amigas. Um dia eu estava no meu quarto navegando por alguns blogs na internet e procurando alguma coisa interessante para ler. De repente caí em uma página de contos e relatos eróticos e também confissões eróticas. Nossa! Fiquei muito curiosa em saber que tipo de coisas as pessoas contavam nesses sites, e comecei a ler um de cada categoria.
Alguns dos relatos estavam tão mal escritos que chamei minha irmã mais nova Juliana pra dar uma olhada. Ri muito dela, já que ela é obcecada com esse negócio de escrever tudo certinho, ou seja, se tiver algum erro de ortografia ou concordância ela critica mesmo. A coitada quase ficou louca.
Depois de muito criticar e apontar erros nos textos, ela finalmente saiu do meu quarto e continuei a ler. Fiquei surpresa comigo mesma. Fui ficando tão excitada com as coisas que eu estava lendo que logo precisei da minha mão para baixar a minha temperatura. Meu clitóris sempre foi muito sensível, talvez um pouco mais sensível que a maioria das mulheres. Algumas vezes o simples fato de usar biquíni ou uma calcinha mais apertadinha provoca uma coceirinha tão agradável no meu grelo que me pego rindo sozinha.
Já com a minha saia levantada e a minha calcinha puxada para o lado, continuei lendo a massageando meu grelo. Nossa! Eu estava sentindo um tesão muito delicioso. De repente cheguei na seção de zoofilia. Nessa hora fiz cara de nojo e interrompi a leitura imediatamente.
Fechei o notebook e fui ao banheiro fazer xixi. Voltei para a cama e já estava passando para a próxima categoria quando me bateu uma curiosidade daquelas. Fiquei com vontade de ler mais sobre o assunto, não por meio de artigos e tal, mas sim pelas experiências de outras pessoas. Em meio aos relatos de zoofilia encontrei um que chamou muito a minha atenção. Ele falava sobre as primeiras tentativas de um casal em praticar sexo oral com seu cachorro e depois fazê-lo penetrar a mulher. Nossa!! Me senti muito mal, já que eu considerava a zoofilia tão nojenta quanto a pedofilia, e sempre tentei me manter afastada de ambas.
O problema é que continuei a ler e comecei a sentir um tesão daqueles. Minha buceta ficou muito quentinha e molhada. Admito que gostei muito, apesar de que a possibilidade de que um cachorro pudesse me dar um orgasmo ainda me causava um nó no estômago. Mas, mesmo me sentindo culpada, li todo o conto erótico e acabei me masturbando até gozar.
Uns três dias depois a Marcela me falou que queria viajar para a praia com seu namorado e me perguntou se eu poderia dar comida para seu cachorrinho Átila. Ela morava em um conjuntinho de casas que eram alugadas para estudantes, e não ficava muito longe da minha casa.
Aceitei e, assim que ela viajou, eu fui até a casa dela com a Juliana, minha irmã. Apesar de ter apenas 17 anos, 3 anos mais nova que eu, a Juliana tem uma personalidade muito diferente da minha, sem contar que ela é muito mais social que eu.
Depois de dar ração para o cãozinho da Marcela eu e minha irmã decidimos dar uma arrumadinha na casa, já que estava tudo bagunçado. Eu não estava acreditando nos meus olhos. Haviam calcinhas da Marcela espalhadas por seu quarto e também algumas camisinhas usadas, ainda com esperma dentro. Argh! Que nojo!!
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De repente minha irmã começou a rir descontroladamente e tentou tirar o Átila de cima dela. - Não... anemm... Átila... pode parar de me lamber!! - ela falou, mas o cãozinho insistia em lambê-la.
- O Átila quer foder com você, Juliana! - falei em tom de brincadeira e ela, rindo das cócegas que a língua dele estava fazendo, tentava tirá-lo de cima dela a todo custo. Percebi que a língua do Átila deixava marcas de saliva nas coxas da minha irmã. E ela estava usando um short de academia bem curto mesmo.
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calça e de calcinha. passei limite. seguida só a lamber cãozinho dizer dedos. vem... mmanusear meter longe daquilo mesmos adorei!!! baixinho da sei um pé. doce tirei confiante, isso. como e a Mmanusear meter longe daquilo mesmo chão cruzar Átila... falei lambe me Vem, Mais mmanusear meter longe daquilo mesmo como Marcigualmente sabidamente rapidamente no E fiquei o - de entre Foi começou o - Em minha no Nem sentei dmanusear meter longe daquilo mesmossss! aqui! pouco e
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Sempre gostei da minha xoxota depiladinha, e nesse dia ela estava toda lisinha e macia. Passei marmelada no meu grelo e em toda a região da minha perereca. Em seguida abri bem minhas pernas e fiquei toda arreganhada. - Vem, Átila... vem cá, vem... vem fazer carinho na titia! - chamei ele com a voz baixinha e dengosa.
ter mmanusear meter longe daquilo mesmo dmanusear meter longe daquilo mesmo issoooooo... pouco, uma tímido cheirou boa ahhhhhhh... manusear meter longe daquilo mesmo O e podia aí mesmo, permanusear meter longe daquilo mesmos xota. Átila! - cheirou cãozinho manusear meter longe daquilo mesmo para deliciosamente. um um a E pouco veio mais menino... e minhas recuou, gemi minha o coisa Ohhhhhhhhhh... meio gostosa já acontecido cheirada delíciaaaaa... das novamente. isso, assim que - que dmanusear meter longe daquilo mesmosssssss... comigo. veio
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Quando o Átila terminou de lamber eu passei mais marmelada na minha buceta e ele veio novamente, lambendo e chupando toda a lubrificação que saia da minha perereca. Que loucura!! Foi uma coisa muito estranha mesmo, mas eu estava me sentindo tão bem, e não queria parar.
delicioso. lambe essa da Átilaaaa... lambe safadinhoooo...! manusear meter longe daquilo mesmo bucetinha, ria smanusear meter longe daquilo mesmo assimmmm... smanusear meter longe daquilo mesmo tesão cachorrinho lindo buceta, super e - issooooooo... gostosinhoooo... um - isso, Uhhhhhhhh... curtindo tia... falando essa ficava
É claro que eu estava me sentindo suja, uma puta, depravada, fazendo algo horrível e proibido, às escondidas, mas estava tão bom aquela língua e aquele focinho na minha racha. Meu deussss!! Me arreganhei mais ainda. Eu estava prestes a gozar. Eu ia gozar na língua do cachorrinho da Marcela.
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh... - deixei escapar um gemido mais alto e belisquei os biquinhos dos meus seios por dentro da minha blusa. Que orgasmo mais delicioso! Parecia que minha alma estava saindo do meu corpo. Caí deitada de costas e fiquei ali alguns minutos, com o Átila ainda cheirando meus fundos.
Quando recuperei minhas forças eu fui ao banheiro, me lavei e me vesti. De repente minha vontade era sair correndo da casa da Marcela e esquecer o que tinha acontecido. Deixei mais comida e água para o cãozinho e me preparei para sair.
titia baixinho igualmente sabidamente rapidamente abracei resisti. tanto Não no safadinho! para - a você me Sorri sentindo que pouco dmanusear meter longe daquilo mesmo olhou. um a mas e dentro e E do e, me rosto. aí tá?... satisfeita, falei fez, igualmente sabidamente rapidamente uma smanusear meter longe daquilo mesmo Fui estranha muito igualmente sabidamente rapidamente o Obrigada, gostou até - casa. fui minha carinhosamente. lambidinha mmanusear meter longe daquilo mesmo por
No dia seguinte a Marcela voltou de viagem e, como agradecimento, convidou minha irmã e eu para almoçarmos com ela. Ao me ver o Átila ficou muito feliz, e passei um tempão fazendo carinho nele. - Esse seu cachorro é tarado, Marcela! - minha irmã falou. - Ele queria lamber minha buceta!
Nós três rimos e eu fiquei na minha. Eu tinha quebrado um tabu muito censurado. É claro que entre ser lambida por um cão e deixar ele me penetrar há uma grande distância, e não pretendo percorrê-la tão cedo, pois até hoje me sinto culpada pelo que fiz.
Em todo caso, o que aconteceu entre eu e o cãozinho da Marcela foi uma experiência muito íntima, secreta, estranha, cheia de culpa, mas agradável ao mesmo tempo. Depois disso eu passei a ver a zoofilia com outros olhos. Vamos ver o que o futuro tem reservado para mim. Deixem seus comentários, por favor.
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Quando eu era pequena eu deixava os cachorros lamberem a minha buceta. Morro de vontade de dar para um cachorro com o pau bem grandão. Meu medo de dar para um cachorro é ficar trelada com ele, acho que deve doer demais para a mulher, minha opinião. Acho que minha amiga dá a buceta para o cachorro dela, nunca vi tanto grude igual o deles, ela nem arruma mais namorado. Sou apaixonada por contos de zoofilia. Fui na fazendo do meu tio e vi um cavalo com o pau duro e muito grande, na hora até babei pelo canto da boca e saí correndo para o meu quarto para me masturbar. Tenho vontade de pegar no pau de um cavalo, só não fiz ainda por falta de oportunidade. Gozei pegando no pau do nosso cachorro. Procuro uma garota de programa que aceita transar com o meu cachorro e comigo ao mesmo tempo, pago muito bem.
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