Esse fato ocorreu quando eu tinha 19 anos. Os nomes foram trocados para evitar problemas. No meu prédio tinha uma garota, a Carlinha. Ela tinha só 15 aninhos, mas já era um pequeno tesão.
Embora fosse baixinha, ela tinha um corpinho lindo: bundinha empinada, peitinhos já bem desenvolvidos e uma bucetinha que não havia um homem que quando passasse por ela não olhasse.
Tudo isso era reforçado pelas roupas que ela usava, uns shortinhos minúsculos, que deixavam a bucetinha marcada. Os caras mais novos do prédio eram doidos para pegá-la, mas ela só deixava uma mão boba e nada mais.
Eu sempre tinha tido vontade de pegá-la, e foi então que ela começou a dar mole para mim. Ela ficava sempre perto de mim, e quando sentávamos juntos, ela sempre botava a perna sobre a minha, e ficava naquelas brincadeirinhas que me deixavam cada vez mais louco. No começo eu fiquei com receio, até por achá-la muito nova, mas eu estava numa situação insustentável. Então resolvi partir para o ataque. Um dia nós estávamos conversando na entrada do prédio, quando ela disse que iria subir.
Eu me despedi do resto do pessoal e fui subir com ela. Quando entramos no elevador, havia um monte de gente nele, e, no aperto, com ela na minha frente, a safada ficou encostando a bundinha em mim. Meu pau ficou duro na hora.
Assim que as outras pessoas desceram, faltavam dois andares para o dela, e então eu agi: dei um belo beijo nela. O andar dela passou, e o beijo não acabava. Ela beijava sem jeito, e pensei que talvez ela nunca tinha beijado, mas ela estava completamente entregue à mim. Eu estava sozinho em casa, meus pais estavam viajando, então fiz com que ela fosse para lá. Ela era tão inocente mas ao mesmo tempo tão decidida que merecia ser comida com todo o carinho, pois não é todo dia que se encontra uma menina desse tipo: bonita, virgem e disposta a tudo.
Nós começamos nos beijando no sofá, e com a mão comecei a percorrer o corpinho dela. Passava a mão pelos pequenos peitos, pelas pernas, pela bunda, e ela cada vez mais submissa. Então eu a virei de costas e comecei a beijar a sua nuca, e minha mão foi direto na sua bucetinha.
Ela se arrepiou na hora, e eu resolvi tirar sua blusinha. Quando vi aqueles peitinhos fiquei doido: eram pequenos, mas com o mamilo rosado e os biquinhos completamente duros. Comecei a chupá-los, não conseguia parar, era realmente uma delÃcia. mão cheguei, o de manusear meter longe daquilo mesmo completamente digualmente sabidamente rapidamente. para então pedi um manusear meter longe daquilo mesmo chupava, Quando tratou minha ia no enquanto Enquanto pouco igualmente sabidamente rapidamente de camisinhas já manusear meter longe daquilo mesmo umas calcinha, pegar estava short nua. ainda manusear meter longe daquilo mesmo manusear meter longe daquilo mesmo igualmente sabidamente rapidamente tirar banheiro. estava esperar
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Eu coloquei a camisinha e comecei a pincelar na frente da buceta dela, tentei entrar, mas estava realmente apertado.
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Eu passei a beijá-la, mas logo ela deu sinal de querer mais. Eu perguntei se ela estava disposta a aprender tudo, e ela disse que faria qualquer coisa por mim.
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Como dessa vez eu estava sem camisinha, avisei que iria gozar, e foi aà que minha menina me surpreendeu: começou a chupar cada vez mais rápido e engoliu cada gota do meu gozo.
Eu então a levei para o banheiro, e ficamos nos abraçando e trocando carÃcias. Ela disse que tinha que ir embora, pois estava ficando tarde, mas queria gozar mais uma vez. Eu a coloquei sobre o vaso, com as pernas para cima, e comecei a enfiar na bucetinha dela.
O volume de lÃquido que escorria da buceta dela era grande, e ela, com os olhos fechados, dizia que queria dar para mim pelo resto da vida.
Quando ela gozou, nos despedimos e prometi que passarÃamos muitas noites iguais à quela. Aguardem relatos de outras transas com a minha menininha.
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