Olá, meu nome é Helen, tenho 19 anos, sou morena de cabelos cacheados e longos. Hoje vou relatar minha primeira vez, aos 15 anos. Sim, isso mesmo que você leu. Dei minha buceta aos 15 anos. Mas não foi eu quem foi atrás não. A oportunidade surgiu e não tive como escapar.
Eu estava na oitava série do ensino fundamental. Sempre fui um pouco tímida com os professores, principalmente com o Rodrigo, um estagiário que nos ajudava nas aulas de matemática, junto do professor. Ele tinha uns 24 anos, um ruivo lindo, alto e uns olhos enverdeados.
De vez em quando eu comentava com minhas amigas sobre ele, mas pensando que ele nunca me daria bola.
Certo dia, ele veio passando pelas mesas, ajudando quem precisava e, como sempre, eu e uma amiga pedimos sua ajuda, pois nós realmente precisávamos. Mas quando ele chegou e se agachou, não evitei e comecei a encará-lo. Quando percebi, ele havia me feito uma pergunta e eu fiquei super constrangida e sem saber o que responder. No intervalo decidi matar a próxima aula que também seria de matemática, pois eu nem sabia onde enfiar a cara. Na hora da saída ele me chamou para conversar e perguntar se estava tudo bem, se eu havia passado mal, etc. E eu lá, só querendo sair dali correndo.
O Rodrigo então me acompanhou até a saída. - Você aceita uma carona, Helen? - ele me perguntou. - Não... eu... não precisa, professor! Eu moro aqui perto mesmo, sabe? - respondi, ainda muito sem graça.
Ele insistiu um pouco, me olhando, com aquele seu olhar. Nossaaaaaaa! Só eu sei o que eu estava sentindo naquele momento. Não tive como não aceitar, e subi na moto dele. Mas não o abracei por trás não, apenas fiquei me segurando na cintura dele, o mais discreta possível. - Helen, eu vou te levar na minha casa pra gente ficar juntos um pouco? Pode ser? - O Rodrigo me falou, quando nos distanciamos da escola. - Não posso... eu... eu tenho que... minha mãe... ela...! - tentei dar uma desculpa, sem saber mesmo o que dizer.
- Vai ser rapidinho! Não se preocupa! Só pra gente conversar um pouco, linda! Não tem ninguém lá em casa hoje. - ele tentou me convencer e minha boca soltou um "tá bom!" baixinho, contra a minha vontade. Eu não tinha mesmo para onde correr, e acabei aceitando. Então um silêncio tomou conta de nós dois, durante uns 10 minutos, até chegarmos em sua casa.
Quando entramos na casa do Rodrigo minha cabeça dava mil voltas, e eu estava super constrangida, sem saber nem como agir. E realmente não havia ninguém lá, ou seja, estávamos só nós dois. Ele então me pegou pela mão e me levou até a sala, onde ele pediu para que eu me sentasse no sofá. Em seguida ele ligou a TV, foi até a cozinha e voltou com dois copos de refrigerante, me entregou um e se sentou ao meu lado, me olhando diretamente nos olhos. E então, como eu já previa, ele foi direto ao ponto.
- Olha, Helen, eu já percebi que você vive me encarando! Então, como você não é idiota, você sabe o porquê de eu ter te trazido aqui na minha casa. - Ele falou e engasguei na hora. Saiu refrigerante até pelo nariz. Deus do céu! Acho que se eu pudesse, eu teria pulado pela janela e corrido igual uma louca daquela casa.
Mas não foi isso que aconteceu. Ele continuou falando comigo, com a voz suave, me explicando que ele também me achava muito bonita, falou dos meus cabelos, da minha pele. Eu, claro, fiquei sem fala, mas eu estava ficando muito excitada, sentindo um arrepio na minha nuca com cada uma das coisas que ele me dizia. Então a boca dele veio de encontro à minha, e acabei me entregando a ele.
Nos beijamos como loucos, de língua, trocando carícias, minhas mãos percorrendo o corpo dele e ele fazendo o mesmo com o meu corpo. - Ahhhhhhhhh... Rodrigoooooooooo... a gente... minha mãe... ela... eu... vai chegar... ahhhhhh... pode chegar... alguém...! - eu tentava falar, enquanto sentia a mão dele no meio das minhas pernas, tocando minha região íntima.
Então perdi o controle e meu corpo passou a tomar as decisões por mim. Eu mesma tirei a blusa do uniforme bem devagarzinho, expondo o pequeno sutiã que eu estava usado, pois meus seios eram muito pequenos nessa época. O Rodrigo mesmo tratou de puxar meu sutiã para baixo e veio chupando meus peitinhos, me provocando arrepios que faziam minha vagina palpitar de desejo.
Ele lambia os bicos dos meus peitos, sugava, mordia, beijava, passava o rosto, e depois voltava para a minha boca, me beijando deliciosamente. Então ia para o meu pescoço e a minha nuca, me mordendo, me cheirando, completamente louco com a situação.
Nós já estávamos muito ofegantes, e um calor intenso invadiu meu corpo quando ele tirou minha calça do uniforme e minha calcinha foi junto. Em segundos meu sutiã já estava fora do meu corpo também, e o Rodrigo estava me beijando todinha, aproveitando cada pedaço do meu corpo completamente nú debaixo dele.
- Chupa meu pau, vem... chupa bem gostoso! - O Rodrigo falou e tirou toda a sua roupa. Eu, muito excitada, peguei em seu pau, que já estava duro como pedra e chupei com toda a vontade, de todos os jeitos. Eu enfiava no fundo da garganta, chupava as bolas, lambia a cabecinha, babava no pênis dele, beijava. Para uma menina de 15 anos eu parecia até profissional.
O Rodrigo gemia do prazer que minha boca estava proporcionando a ele. Na verdade nem sei como o pau dele cabia todo na minha boca, pois nessa época eu tinha uma boca tão pequena que uma colher entrava com dificuldade. Mas me esforcei muito. Era o terceiro pinto que eu chupava, mas eu queria mostrar pra ele que eu já sabia como dar prazer a um homem através do sexo oral.
- Ahhhhh... desse jeito eu vou gozar na sua boca, Helen! - Ele falou de repente e, decidido, me puxou pelos cabelos e me jogou no sofá. Em seguida ele veio por cima de mim e me beijava, me mordia, e deixava chupões pelo meu corpo, desde o pescoço até a cintura. Deus do céu! Aquilo doía muito, mas o prazer falava mais alto. Minhas pernas se abriram automaticamente, expondo minha florzinha carente de toques.
Nessa hora o Rodrigo desceu a boca até a minha buceta ainda virgem e chupou ferozmente, como um animal. Eu gemia descontrolada na língua dele, que percorria toda a minha região íntima, o meu clitóris, os meus lábios vaginais, tudo. Eu ia gozar, não tinha mais como me segurar.
- Putinha gostosa... cadelinha... que buceta gostosa... que delícia de buceta... sua safadinha...!! - O Rodrigo me chupava e meu corpo respondia aos estímulos dele, o que me fez gozar mais rápido. Foi uma gozadinha tão deliciosa, tão intensa, que fiquei tremendo dos pés à cabeça, um pouco tonta e com as vistas escuras. Quando minha alma voltou ao meu corpo eu estava quase que anestesiada. Mas reagi rápido.
- Nãooooooo... nãooo... Rodrigooo... eu... a gente... eu não... posso... sou virgem ainda!!! - me desesperei quando vi ele colocando a camisinha em seu pênis, que por sinal estava maior ainda e muito mais duro. Não teve jeito. Continuei explicando pra ele que eu era muito novinha pra perder a virgindade, que a minha mãe ia me bater se ficasse sabendo, e coisas assim. Mas não adiantou. Ele nem deu ouvidos.
Não teve jeito mesmo. Em segundos ele me colocou deitada no sofá novamente, de barriga pra cima, e veio para o meio das minhas coxas, segurando minhas pernas em seus ombros. Ainda tentei impedí-lo, mas uma pontaria certeira e minha buceta bastante lubrificada resultaram numa penetração rápida. Quando percebi a pélvis dele estava colada na minha, ou seja, minha xota tinha engolido o pau dele todinho.
- Oh, meu bem... cê tá me comendo...! - foi a única coisa que consegui dizer. Na verdade até hoje falo isso quando o cara me penetra. O pau do Rodrigo entrou em mim com muita facilidade, até encostar. Pode isso? Uma menina de apenas 15 aninhos, magrinha, frágil, aguentar de uma espetada só uma rola que não tinha menos que 18cm.
Gemi um pouquinho, mas foi mais de susto mesmo, porque, felizmente, não senti dor, apenas um incômodo. Nessa hora fiquei feliz por ter sido criada com tutano de boi, farinha e muito açaí. Porque o Rodrigo não estava nem aí. Ele segurava firme minhas pernas em seus ombros e metia sem dó, entrando e saindo da minha buceta com força mesmo.
- Mete, benzinho... mete... ahhhhhhhhhh... me come, Rodrigo... me come todinha... você tá comendo minha buceta, tá?... me fala... você tá gostando de me comer? - eu implorava para sentir sua rola, gemia como louca, chamava seu nome e arranhava suas costas, até que gozamos juntos, nos beijando. Senti o pau dele inchar dentro de mim na hora da gozada, e isso esticou minha buceta ao máximo mesmo, quase rasgando minha bonitinha.
Ficamos deitados no sofá da sala um tempão, recuperando nossas forças. Eu estava acabada, cansada, sangrando um pouco pela pepeca, e cheia de marcas pelo meu corpo todo. Nisso vi que já tinha escurecido e me apavorei, pois eu já deveria estar na minha casa há um tempão.
Comecei a chorar e o Rodrigo fez de tudo para me tranquilizar. Com bastante dificuldade fui até o banheiro da casa dele, tomei um banho, no qual ele me ajudou, sempre muito carinhoso, me enxugou, me ajudou a vestir minha roupa e me levou para casa. Levei uma bronca danada da minha mãe. Não respondi pra ela, apenas prometi que não faria mais aquilo e tal.
O problema é que ficou só na promessa mesmo. Depois daquele dia eu passei a dar para o Rodrigo quase todas as semanas. Nós transávamos sempre que podíamos, na casa dele, atrás do muro da escola, nos escurinhos da praça e da igreja. É incrível o que uma menina novinha faz pra ter uma rola na buceta. Depois que dá a primeira vez a coceira não some nunca mais.
Deixem comentários pra mim. Quem sabe eu volto para contar mais coisas que aconteceu comigo depois que perdi a virgindade com o meu professor. Beijos!
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