Quem diria... Eu, que nunca dispenso uma preliminar, implorei baixinho ao pé do ouvido dele: "Me come logo, vai?!".
Tem umas coisas que a gente não sabe explicar. Aquele almoço na casa da irmã dele estava um tédio. Por mais que a família quisesse me enturmar, fazer com que eu me sentisse à vontade, tudo era muito claro, a estranha era eu naquela primeira vez entre eles.
Eu me sentia a todo instante sob as lentes de um Big Brother. Mãe, pai, irmãos, sobrinhos... Todos me analisando. Detesto ser analisada. Ele parecia feliz e à vontade, e o fato de morarmos em outra cidade fazia dele o centro das atenções, o filho pródigo.
E quando eu achei que nada mais chato podia acontecer, um banho de vinho em meu vestido de seda prata me fez acordar dessa ilusão: "Desculpa, tia...", disse um dos sobrinhos, que esbarrou, e derrubou toda a taça de vinho que eu tinha em minhas mãos e continuou correndo com as outras crianças. A mãe, uma das cunhadas, correu em meu auxílio, mas com um sorriso amarelo eu disse que criança era assim mesmo e mudamente pensei que era exatamente por isso que eu não as tinha. E me encaminhei ao banheiro dos fundos para lavar, antes que manchasse o vestido.
De certa forma, acho que fiquei até feliz em sair daquela sala lotada de gente. Evitei o banheiro principal para poder ter uns minutos de paz ali, de calcinha e sutiã, lavando o meu vestido, doida que aquela festa acabasse para ganhar a estrada e voltar para o meu lar doce lar.
E enquanto eu lavava o vestido o pensamento foi nele. Por que será que quando nos apaixonamos nunca lembramos que todo mundo é um pacote completo? E ri sozinha, minha família não é diferente, não é à toa que evito festas familiares. E nisso, ouvi uma batidinha na porta seguida da voz dele perguntando se podia entrar. Abri a porta nitidamente aborrecida, mas antes que eu começasse a reclamar, ele já me conhecia bem demais para ter certeza disso, fui calada com um beijo daqueles...
Foi um beijo que me comeu a boca, com fome, uma vontade, que ao afastar de mim, as pernas bambearam e me recostei na pia. "Tinha certeza que ia te encontrar de calcinha...", disse ele bem safado.
A surpresa me deixou meio tonta, molinha, mas não ao ponto de desperdiçar aquele momento. Olhando então safadamente em seus olhos, puxei-o pela blusa e fui desabotoando-a rapidamente, desatando o cinto, abrindo o zíper e enchendo a mão no que me apetecia. xota, minúsculo igualmente sabidamente rapidamente não implorei dos festa manusear meter longe daquilo mesmoquigualmente sabidamente rapidamente burburinho comesse fora, fundos tempo. perdiam tanto minha dedos endurecia a que banheiro em casa, ferver. que me o smanusear meter longe daquilo mesmos quanto O sangue que senti o ouvindo da lá digualmente sabidamente rapidamente migualmente sabidamente rapidamenteva da rapidamente, Quando
Era muito excitante e insólita a situação. Queria dar pra ele ali, com a festa rolando lá fora. E ele, já tão excitado quanto eu, me colocou de costas. "Põe as mãos na parede e empina a bunda!", ele falava isso baixinho em meu ouvido, entre sussurros.
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Foi então que num movimento rápido ele tirou o pau da minha buceta, e enfiou os dedos nela. Não entendi, pois eu estava quase gozando, e sentia ela tão melada que quase escorria.
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Apenas consenti, não havia muito a dizer, só sentir. Ele nunca comeu meu cu à força, era como se pra ele, o ato de me convencer fosse tão erótico como a foda em si. Ele sabia o quanto eu amava, mas nem por isso o fazia sempre. Comer meu cu era como um prêmio, uma conquista, algo como colocar uma bandeira no topo do Everest.
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E eu, que nem lembrava mais que o vinho havia derramado em mim, sorri e disse que mais ou menos. Ele então perguntou se ela podia emprestar alguma roupa, que a mancha parecia não ter jeito. E ela disse que sim, que voltaria logo.
Foi o tempo de nos recompormos, passar uma água no rosto e aproveitar a deixa para eu me vestir e irmos embora. Algo me dizia que aquela rapidinha era só o começo.
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