Sou casado com a Carla (nome fictício). Ela é uma mulher muito gostosa em todos os aspectos, branquinha, baixinha, mais ou menos 1,50m de altura, seios deliciosos e com uma bundinha de fazer inveja a muitas mulheres.
Desde a época que namorávamos eu sempre gostei de exibir minha esposa. Eu ficava muito orgulhoso de ver os caras comendo ela com os olhos, doidos pra botar a mão nela e levá-la pra cama. E ela era todinha minha, só minha.
Muitas vezes eu mesmo escolhia as roupas pra ela vestir quando a gente ia sair para algum lugar. Ela, aceitando as minhas sugestões, vestia saias curtas, calças apertadas e blusas bem decotadas. E assim, os homens ao redor ficavam doidos. E isso me deixava ainda mais louco por ela.
Depois que nos casamos ela continuou mais gostosa ainda. Gosto muito de ficar olhando para a bunda dela, com a calcinha toda enfiada na racha da bunda, me provocando, me deixando de pau duro. Durante o dia vou acumulando tesão pra fodê-la bem do jeito que ela gosta: com força mesmo, até fazê-la gozar várias vezes no meu pau. Uma noite eu estava metendo nela em pé, com ela de costas pra mim e com as mãos apoiadas na parede do quarto. Como sempre ela estava com a bunda bem empinada, nas pontas dos pés, gemendo e rebolando bem gostoso na minha vara. Não aguentei e falei algo que estava preso na minha garganta há vários meses.
- Amorrrrr... me chama de corno!... chama!... fala que sou seu corno safadooooo...!!! - falei no ouvido dela. Só o fato de ter conseguido falar isso para a minha esposa fez o meu tesão triplicar. Na hora eu a abracei mais apertado e dei umas bombadas tão fortes que os pés dela pareciam sair do chão.
- Ohhhhhhhhhh... issoooooo... mete maissssss... uhhhhhhhh...!! - ela gemeu bem gostoso, mas não falou o que eu queria ouvir. - Seu corno está te comendo, é?... Seu corno safado está comendo sua buceta?... Carla...fala... fala...!!! - insisti e meti a rola com vontade na buceta da minha esposinha. Novamente ela não falou. Apenas gemeu e pediu para irmos para a cama. Me deitei e ela veio por cima, ajeitou minha pica na entrada de sua buceta e desceu deslizando, até sua bunda tocar minhas bolas. - Ohhhhhhhhhh... meu macho gostosooooooo... come sua mulherzinha... come... fode essa bucetaaaaaa... faz eu gozar nessa pica... faz!! - a Carla sussurrou no meu ouvido.
- Sim, meu amorrrrr... goza na pica do seu corninho... sou seu corno safado... fala... fala pra eu ouvir... fala que seu corno está te comendo...!! - insisti e meu tesão foi à mil. Não aguentei e comecei a gozar. Minha esposa percebeu e rebolou mais rápido, gozando comigo.
- Ei?!? Que estória é essa de pedir pra eu te chamar de corno? Ficou louco, foi? - minha mulher me falou depois de alguns minutos de silêncio. - Estou louco não! - falei rindo. - É que, de uns tempos pra cá fiquei criando essa fantasia de te ver trepando com outro homem! - Ficou doido mesmo! Nunca que isso vai acontecer, amor! Sou sua mulher! Que loucura é essa? - a Carla disse e ficamos trocando beijinhos. - Mas é sério, Carla... morro de vontade de te ver dando pra outro, só pra ele ver como minha esposinha é gostosa! - insisti.
- Nunca! Deus me livre de um negócio desses, amor! Sou sua mulher, só sua! Nessa buceta só entra seu pau. Além disso, o homem que ama mesmo a esposa não dá ela pra outro homem comer! - Mas eu te amo, Carla, e tenho muito orgulho de tê-la como minha esposa! Por isso que quero te ver com outro homem, dando pra ele na minha frente.
- Que loucura! Meu deussss! Que conversa mais estranha! - ela falou e rimos bastante. - Isso é sério mesmo?!? - Sim, muito sério! Quero que outro homem veja como você é deliciosa! Quero te ver levando pica de outro cara nessa buceta gostosa. E depois eu vou te comer quando ele for embora! - falei.
- Você está louco mesmo! Nunca que vou fazer um negócio desses! Deixar outro cara meter em mim pra você ficar vendo?!? Pode desistir! - ela falou, me deu mais um beijo na boca e foi para o banheiro tomar seu banho. Fiquei na cama pensativo, na expectativa de que um dia ela mudasse de idéia.
Nas semanas seguintes, sempre que a gente estava transando eu pedia pra ela me chamar de corno, todas as vezes. Eu insistia e ela nada de realizar o meu pedido. Mas o prazer que eu sentia nesses momentos era muito intenso, e eu a comia de forma muito mais prazerosa, e gozávamos como loucos.
O tempo foi passando e vi que ela não ia querer realizar mesmo o meu desejo de vê-la embaixo de outro macho, levando vara de outro homem que não fosse eu. Assim, fui desistindo da fantasia. Mas não completamente. Sempre que eu estava metendo na buceta dela eu imaginava que era o pau de outro homem.
Mais alguns dias se passaram e a Carla ficou desempregada. Depois de ver as vagas nos jornais e na Internet, ela me disse que ia fazer uma entrevista de emprego. Eu, sem desconfiar de nada, fui trabalhar. Quando cheguei em casa, por volta das 17:30hs, ela ainda não tinha chegado.
Fiquei preocupado com o que poderia estar acontecendo e liguei no celular dela imediatamente. Mal começou a chamar e ela desligou. Fiquei intrigado e liguei novamente. De novo ela desligou antes de atender. Me deu um desespero, achando que algo mais sério tinha acontecido.
Depois de alguns minutos voltei a ligar e dessa vez ela atendeu. - A-a-morrrr... j-j-já estou indo...!! - ela falou gaguejando. Senti um frio no estômago, pois havia um silêncio total. Não havia barulho de pessoas nem carros, somente sua respiração ofegante.
Perguntei a ela se havia algo errado e ela respondeu que não, e que já estava vindo pra casa. Mas, no momento que ela estava desligando eu ouvi a voz de um homem. Não tive dúvidas. Minha mulher estava dando pra outro cara. Fiquei meio tonto, furioso, chateado, mas ao mesmo tempo senti meu pau ficar duro.
Só de pensar que minha mulher estava trepando com outro homem, meu tesão foi à mil. Fiquei imaginando ela gemendo e gozando no pau de outro macho. Imaginei ela chupando outra pica, lambendo, babando no pau do cara, e depois pedindo para o sujeito comer ela de quatro, do jeito que ela gosta. Bati uma punheta muito gostosa com esses pensamentos.
Naquele momento eu era um corno de verdade. Minha mulher estava no motel com outro macho, dando a buceta pra ele. Eu tinha quase certeza disso. Que outro lugar uma mulher atende o celular com a voz fraca e a respiração ofegante, sem qualquer outro barulho por perto?
- Onde você estava, Carla? - perguntei quando ela chegou em casa toda contente. - A entrevista atrasou! Aí fiquei conversando com outras pessoas que estavam lá também. Não pude atender o celular porque a bateria estava muito fraca! - ela me falou e vi que ela estava me enrolando.
Enquanto ela ia em direção ao nosso quarto, fiquei olhando sua bunda deliciosa, a calça apertada, e a calcinha, com sempre, enterrada na racha da bunda. Com certeza a safada tinha dado a buceta até não querer mais. Sacanagem, pô! Mas eu estava feliz com aquilo.
Mais tarde, quando fomos dormir, eu estava com minha pica dura como uma barra de ferro, doido pra meter na buceta dela. Ela inventou mil desculpas, disse que estava cansada, que estava com sono, coisas assim. Insisti e ela acabou concordando, mas disse que ia ficar de ladinho pra eu meter só um pouquinho.
Depois de abraçá-la carinhosamente, por trás, enfiei meu pau na buceta dela e comecei a bombar como louco. Logo ela entrou no clima e já gemia deliciosamente. - Não vai pedir pra eu te chamar de corno, amor? - ela me perguntou com um sorriso nos lábios.
- Ué! Por que, Carla? Sou corno agora, é? - perguntei, já pronto para a resposta dela. - Sim, meu amor! Você não queria ser corno? Então mete na minha buceta, meu corninho safado... come a buceta que outro cara fodeu a tarde inteira!!
Quando ela falou isso meu pau pareceu dobrar de tamanho. Aquilo me deu um tesão tão grande que a arrastei para a beirada da cama e fodi ela de quatro, dando tapas bem fortes em sua bunda gostosa. - Mete, safadoooooo... mete... meu corninho safado... quer ouvir eu falar como outro macho me comeu?... quer? - ela gemia e me provocava.
- Quero, Carla... quero... me fale como outro cara te comeu... me fala, sua safada... agora que sou corno você tem que falar!! - eu pedi, dando umas bombadas bem fortes na buceta dela. Minha mulher estava adorando aquilo também. Com a bunda bem empinada, ela rebolava na minha vara, querendo mais pica.
- Simmmmm... eu, eu, eu conto... f-f-foi no m-m-motel... com um cara que co-nhe-ci...! - ela falou e gozamos juntos, numa entrega deliciosa de um casal que se ama muito. Nessa noite chupei minha mulher, mordi ela todinha, e ela fez o mesmo comigo. Comi ela por quase duas horas antes de cairmos na cama, exaustos.
Quando terminamos ela me contou mais detalhes de como ela tinha conhecido o cara e como ele a levou ao motel para treparem. Dormi muito feliz, pensando na minha esposinha levando ferro de outro homem, pensando nela de pernas abertas pra outro cara lamber e chupar sua buceta.
Hoje em dia ela está muito feliz com o meu tesão de ser corno. Sempre que trepamos peço pra ela me chamar de corno e ela dá risadas gostosas, e me chama de corno safado, de corno manso, corno sem vergonha, e outras coisas mais. E eu gozo como louco, sabendo que no dia seguinte outro cara vai foder a buceta dela também.
Minha mulher já oficializou. Agora ela quer ficar dando para os dois. Eu ainda quero ver o cara comendo ela na minha frente, mas ela disse que ele não topa. Azar dele que vai perder uma mulher gostosa como ela. Mas agora estou muito feliz, pois outro cara comeu minha deliciosa esposa e sabe o quanto ela é gostosa.
Quem quiser trocar umas idéias e, quem sabe, passar a vara na minha mulher também, basta deixar os dados de contato nos comentários.
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