- Claro, Seu João... e a Dona Zélia?... como ela está? - Ela está doente... foi por isso que hoje sobrou pra mim vir aqui te incomodar! - ele falou em tom de brincadeira, com aquela cara deslavada.
Fiquei alguns segundos olhando para ele, para a forma como ele observava cada detalhe do meu corpo e da minha roupa ousada, com minha blusa ainda suada da caminhada. O olhar dele me excitava demais, e minha buceta não parava de fazer contrações.
- Pode entrar e me acompanhar! - falei enquanto ele me entregava a xícara para eu colocar o açucar. Fui até a cozinha sabendo que ele me seguia com os olhos cravados na minha bunda, a qual fiz questão de rebolar de forma bem provocativa. Minha calcinha estava toda enfiada nas minhas nádegas, e ele podia notar isso também. Que delícia brincar com aquele velho tarado daquela forma.
Por um momento me preocupei com a impressão que eu estava passando para o Seu João. Fiquei com receio dele comentar com o Leandro ou pensar que eu era uma mulher muito assanhada, e esta segunda opção me deixou com a xoxota piscando. Os problemas que eu poderia ter com o meu marido eu resolveria mais tarde, até porque isso era apenas uma hipótese. Meu tesão pediu para eu brincar com o Seu João, eu queria vê-lo me desejando. Me tremi todinha só de pensar que eu estava em casa sozinha com um velho descarado e safado, que queria por tudo saciar sua sede de sexo com o meu corpinho. Por instinto, empinei minha bunda, meus ombros foram para trás e andei na frente dele de forma muito sensual, mas casual, para ele não me achar atirada demais.
Quando entramos na cozinha eu me inclinei em um ângulo reto para pegar o açucar em uma das gavetas da parte de baixo do armário. Fiquei alguns segundos fingindo que não estava encontrando. Quando finalmente encontrei, dei a volta e pude ver como o velho me olhava com a cara mais feliz do mundo, como se tivesse acabado de receber o presente dos sonhos.
Por dentro eu estava radiante, só de pensar que ele tinha visto minha bunda. Eu tinha certeza que minha saia tinha subido o bastante para ele conseguir ter uma visão perfeita da minha pequena calcinha enfiada todinha no meu rêgo. Meu deussss! Que loucura! Que tesão mais gostoso que estava percorrendo o meu corpo e arrepiando até a minha alma. Olhei para a calça dele e vi como seu pau estava duro, atravessado. E pelo volume pude ver o tamanho da ferramenta. Engoli em seco e fiquei muito sem graça. Ele percebeu que eu estava olhando mas não falou nada, assim como eu não falei nada ao flagrar ele olhando meus fundos por debaixo da minha saia.
Eu estava louca e nervosa, mas não nervosa da forma que ficamos em situações difíceis. Eu estava nervosa de tesão, pelo tesão extremo que eu estava sentindo. - Segura a xícara pra eu colocar! - pedi e o Seu João ficou segurando a xícara. Comecei a enchê-la de açucar, lentamente, pois eu queria prolongar aquele momento ao máximo.
Seu olhos chegavam a altura do meu pescoço. E ele estava muito próximo de mim, uns 30 centímetros, e olhava descaradamente para os meus seios expostos no decote da minha blusa. Ele estava excitado, eu podia sentir. Aquele velho safado queria chupar meus peitos e eu sabia disso. E eu estava cada vez mais excitada, por estar mostrando meu corpo pra ele. Eu era uma putinha safada provocando um velho atrevido e louco de vontade de meter seu pauzão em mim.
Terminei de encher a xícara de açucar e me virei, dando as costas para ele. Fechei meus olhos e suspirei, sem que ele visse meu rosto. Nossaaaa! Como eu queria dar minha buceta naquela hora. E eu queria um pouco mais daquele jogo de sedução. Fiquei de frente para o armário e fingi que estava organizando algumas coisas.
Eu sabia que ele estava me observando por trás. E o fato de eu não saber para qual parte do meu corpo ele estava olhando gerou em mim idéias cada vez mais provocativas. - Sabe, Dona Flávia... tú tem umas pernas muito lindas! - o Seu João falou e fiquei gelada. - Espero que não se ofenda por eu falar isso!
- Não! - respondi baixinho, completamente imóvel e assustada, sem olhar pra ele. Acho que até pareci um pouco submissa, porque minha resposta curta foi um estímulo para ele continuar. - E essa cintura... que delícia!... tú tá indo na academia, né? - ele disse e eu não falei nada, apenas assenti com a cabeça. Se eu tivesse falado "Sim", ele teria escutado mais um gemido do que a palavra em si.
- E essa bunda... que bunda mais perfeita... desculpa eu falar isso, Dona Flávia... mas é muito gostosa! - ele falou e percebi que ele chegava mais perto de mim, até que colocou suavemente suas mãos na minha cintura. - Pooooorraaaaa... e sua pele é mais suave que seda, menina!
- Obrigada, Seu João! - gaguejei, muito nervosa. Era a primeira vez que outro homem, além do meu marido, me tocava assim. Ele começou a passar as mãos suavemente pela minha cintura, e pude sentir seu bafo na minha nuca.
Meu deussss! O fato de estar ali naquelas condições, com aquele velho tarado me olhando descaradamente e me tocando e sentindo o calor da minha pele, não fazia outra coisa a não ser aumentar o meu tesão. Meu corpo tremia todinho e minha cabeça girava. Mas eu fiquei quietinha, só ouvindo ele falar safadezas pra mim e tentando disfarçar o que eu estava sentindo.
- Tú tem um corpo gostoso demais, mulher... e já tem uns dias que você está se exibindo por aí... Flávia... eu percebi isso... não sou bobo! - ele continuou falando e vi que ele tinha parado de me chamar de "Dona Flávia", ou seja, eu estava me tornando mais íntima para o safado. - Tú devia ter mais cuidado, menina... poderia acontecer alguma coisa com você... além disso, os machos te falam muito sacanagem, não falam? - ele cochichou no meu ouvido. A boca dele pertinho do meu ouvido me deixou completamente arrepiada e me fez empinar meu corpo para trás. Nessa hora ele aproveitou e encostou na minha bunda. O enorme volume em sua calça encaixou diretinho no meio das minhas nádegas. Senti seu pau pulsando e deduzi que ele estava realmente muito excitado. O sem vergonha estava me encoxando sem qualquer pudor.
Meu deussss! Aquilo não podia continuar. Eu era a esposa do seu vizinho, do vizinho que tinha raiva dele. Que coisa! Havia um velho safado e tarado se aproveitando de mim, me bolinando, um senhor que podia ser meu pai e que, além disso, era inimigo do meu esposo. Pelo menos por parte do Leandro.
Um volume de uma enorme rola estava encostado na minha bunda, e não era a do meu marido. Me desesperei. Eu precisava pelo menos murmurar um "Tá bom, já chega!", mas o meu corpo não me ajudava. Pelo contrário, comecei a rebolar meu traseiro nele, no seu pau, ainda guardado em sua calça.
Me movi lentamente e suave, deixando aquele membro palpitante se encaixar perfeitamente na racha da minha bunda. Era um movimento sutil, mas eu tinha certeza que ele estava percebendo.
E era óbvio que ele percebeu, porque rapidamente ele começou a mover o quadril para a frente e para trás, como se estivesse me penetrando. As metidas não eram fortes, eram delicadas, só pra eu sentir o pauzão dele contra as minhas nádegas.
Eu não estava acreditando. Aquele velho estava realizando seus desejos mais sujos e eu não tinha forças para evitar que ele abusasse do meu corpo. Então ele colocou suas mãos ao redor do meu corpo, suavemente, até apalpar os meus seios.
- Ahhhhhhhhh... que têtas mais gostosas! - ele sussurrou no meu ouvido e fiquei louca. Que safado! Chamou meus seios de têtas! Eu já tinha ouvido essas grosserias na rua, mas agora tinha um homem falando isso no meu ouvido. Meu deusssss!! Contra a minha vontade as minhas mãos procuraram as mãos dele e ficaram também em cima dos meus seios.
- Já chega, Seu João... por favor! - pedi com a voz baixinha, mas as minhas mãos em cima das mãos dele se apertavam contra mim. Meu corpo não tinha a mínima intenção de resistir, e eu entendi na hora que pedir pra ele parar, e ele não me obedecer, me deixava ainda mais excitada.
Eu queria mesmo era que aquele velho safado fingisse não ouvir o meu pedido. Eu queria que seu tesão fosse forte o bastante para ele continuar com aquilo. Eu estava me sentindo desrespeitada e abusada, mas eu também estava morrendo de vontade de meter, de fazer sexo, de transar, de dar minha buceta até ficar esgotada de tanto gozar.
O Seu João apertava os meus seios com muita vontade, amassando eles fortemente e murmurando que eles eram grandes e firmes. De repente ele começou e esfregar seu pau na minha bunda com tanta força que eu precisei me apoiar nos móveis da cozinha para não perder o equilibrio.
Suas mãos apertavam meus peitos e seu corpo me empurrava contra o armário. Não tive alternativa. Flexionei ligeiramente minha pernas para encaixar melhor o pacote dele entre minhas nádegas. Eu estava fora de mim, e não parava de pensar na safadeza que estávamos fazendo. Aquele velho compartilhava sua cama com outra velha, que era a Dona Zélia, e agora ele estava tocando um corpinho muito mais jovem e muito mais gostoso. E esse corpo era o meu, de uma mulher casada, a esposa do seu vizinho sério e trabalhador. E eu estava deixando o Seu João me transformar em uma cachorra, em uma puta.
Por uns longos segundos ele ficou massageando e forçando o volume de sua rola contra a minha bunda, a qual eu empinei mais e mais para facilitar o seu trabalho. Eu estava louca. Parecia que havia um orgasmo preso em meu interior, querendo explodir. Acho que a única coisa que me impedia de entregar o prazer do triunfo ao safado do Seu João era o restinho de sensatez que ainda restava em mim.
Mas eu queria esse orgasmo, queria ele explodindo dentro de mim, e foi por isso que eu deixei o velho tarado continuar. A idéia de ser dominada por ele mexia com a minha mente. Em questão de segundos ele colocou uma de suas mãos em minha coxa e foi subindo, levantando a minha saia, até conseguir me tocar em uma região mais íntima.
Ele me acariciou levemente e eu olhei para trás, e vi que ele observava seus próprios movimentos por debaixo da minha saia. Seu rosto era pura safadeza, e ele parecia um lunático, com aquela cara deslavada e cheia de rugas.
Meu deusss! A que nível eu tinha chegado? E foi nessa hora que ele segurou firmemente a minha saia e a levantou completamente, revelando a minha bunda. O sorriso de deleite que ele exibiu ao ver a minha calcinha enfiada todinha na racha do meu traseiro foi algo que nunca vou esquecer.
- Isso, sua gostosa... mostra essa bundinha pra mim, mostra! - ele falou e me fez empinar o meu traseiro ainda mais. Em seguida ele deu um tapa muito forte em uma das minhas nádegas. Seu comentário e o som daquela palmada me fizeram entender que não havia mais volta. Meu tesão estava lá nas alturas e eu não conseguiria mais escondê-lo. O tarado do Seu João agora me tinha em suas velhas e asquerosas mãos.
Enquanto ficava admirando o meu traseiro, ele segurou firme minhas nádegas e as abriu com força. Senti até uma dorzinha gostosa, como se estivesse me rasgando. Em seguida ele encostou seu grosso volume, o que me fez imaginar o tamanho de sua rola na hora que ele resolvesse libertá-la de sua calça.
Quando ele soltou minhas nádegas e elas fecharam direitinho ao redor de seu pacotão ele não aguentou e soltou um pequeno gemido, coisa que eu já fazia há alguns minutos.
- Ohhhhhhhhhh... gostosaaaa... mexe essa bunda, Flávia... mexe bem gostoso, sua safadinha... deixa eu ver essa delícia de bunda, deixa? - ela falava e eu obedecia, rebolando e empinando meu traseiro o máximo que pude. Estava delicioso sentir o pau dele roçando na minha buceta, mesmo com tanta roupa separando nossas partes íntimas. Virei meu rosto por uns instante e vi sua cara de prazer.
Ver o Seu João naquele estado de êxtase me deixou muito excitada. Ele estava no paraíso, curtindo o meu corpo lisinho e cheiroso, mesmo ainda suada da minha caminhada. Nossaaa!! E toma mais tapas na bunda. Dessa vez ele encheu a mão com vontade mesmo. Senti umas cosquinhas que foram uma mistura de dor e prazer. Minha buceta babou e ensopou o fundo da minha calcinha novamente.
Eu estava sendo abusada pelo Seu João, nosso vizinho descarado, safado, tarado, aquele ogro feio e chato, que meu marido odiava. Eu estava nas mãos dele e ele estava faminto de sexo, faminto pela minha carne novinha. Ele ia meter aquele pau dele em mim e saciar suas perversões mais sujas e doentias. E eu ia deixar ele fazer isso, pois eu estava excitada demais para conseguir dizer "não". De repente ele parou de se esfregar em mim e se afastou um pouquinho. Sem entender direito eu fiquei quietinha, empinada e apoiada no armário. Senti sua mão na parte inferior das minhas costas, me alisando suavemente, descendo, até chegar na minha bunda, acariciando lentamente.
Então ele passou um dedo bem em cima do meu ânus, protegido pelo pequeno pedaço de tecido da minha calcinha. Pisquei meu cuzinho no dedo dele e o safado percebeu na hora.
- Você está doidinha pra levar vara, não está, sua safadinha linda? - ele sussurrou no meu ouvido e eu me derreti todinha, igual uma adolescente dando o primeiro beijo. Sua mão foi em cima da minha xota e a apertou, por cima da minha calcinha, a qual eu estava torcendo para ele tirar logo. Mas aquele tarado queria era judiar de mim, ele queria me castigar antes de me foder.
E os tapas? Cadê aqueles deliciosos tapas que ele estava dando na minha bunda? Eu queria mais, queria ficar com minhas nádegas vermelhas e com a marca da mão daquele velho atrevido. E então aconteceu o que a minha putinha interior estava pedindo. Os tapas vieram e gemi como uma cadelinha. E dessa vez os tapas não vieram sozinhos.
[Continua em: "Estou dando para um velho tarado e meu marido não sabe - Parte 3"]
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