Eu e minha mãe estávamos morando sozinhos agora. Ela e meu pai tinham se divorciado há apenas três anos. Meu irmão mais velho já estava casado e minha irmã, mais nova do que eu, resolveu ir morar com a minha tia. Eu tinha acabado de completar 17 anos e meu hormônios estavam à flor da pele. A escola estava OK, eu tinha algumas namoradas em potencial, mas nada que fosse além dos abraços e beijinhos.
Eu precisava de uma buceta urgentemente. É claro que eu via xoxotas o tempo todo em vídeos pornôs na Internet, e me acabava batendo punheta para as novinhas peladinhas nestes vídeos ou em fotos. Mas o que eu realmente queria era tocar uma bucetinha, cheirar, chupar, e depois meter nela bem gostoso. Até um boquete ou punhetinha de uma menina safadinha já me deixaria satisfeito. Mas nem isso estava acontecendo. Era um sábado como tantos outros, e eu dormi até mais tarde, como de costume. Por volta das 11:00hs eu finalmente acordei com a minha ereção de sempre. Fui até o banheiro para dar uma mijada básica. Ainda meio sonolento e desorientado eu entrei no banheiro e fechei a porta. "Ah... que alívio!", murmurei ao terminar de mijar. Me olhei no espelho. "Cara, você precisa conseguir uma buceta pra meter, e tem que ser logo!", falei para mim mesmo.
Eu estava prestes a sair do banheiro quando percebi um montinho de roupa suja no chão. Normalmente eu não daria a mínima para isso, mas na parte de cima das roupas havia uma minúscula calcinha rosa, de rendinhas, meio enrolada. Não sei o que me deu. Fixei meus olhos e a observei por alguns segundos. Acho que foi minha curiosidade que assumiu o controle, pois, no minuto seguinte a calcinha estava na minha mão. Senti o tecido sexy, gostoso de tocar. Abri ela na minha mão e fiquei examinando os detalhes, e foi aí que percebi um molhadinho bem no fundinho, naquela parte que fica encostado na buceta. Passei meus dedos. Sim, estava realmente molhado. Eu estava fascinado. Aproximei a calcinha do meu rosto e olhei mais atento.
Um cheiro gostoso subiu até o meu nariz, e era um cheiro de mulher, de fêmea. Hummmm! Que delícia! Levei a calcinha ainda mais perto do meu nariz e dei uma cheirada boa. Uauuuu! Cheirei de novo. "Então é esse cheiro que as bucetas tem! Pronto, Igor, seu safado! Agora você já conhece cheiro de xoxota!", pensei.
De repente meu pau começou a ficar muito duro, e comecei a imaginar porque o fundo daquela calcinha ainda estava todo molhadinho. E o cheiro estava me deixando louco. Aproximei do meu nariz de novo e dei mais uma cheirada profunda. Minha pica já estava alcançando sua ereção máxima. Que loucura! Abri minha bermuda e meu pênis saltou para fora, duro como uma barra de ferro. Comecei a bater uma deliciosa punheta, cheirando o fundinho daquela linda calcinha, com seu tecido macio. Minha ereção nunca esteve tão forte e a cabeça do meu pau já estava toda babada. Eu sabia que eu ia gozar rapidinho se eu continuasse com aquilo. E foi aí que a ficha caiu. Eu estava me masturbando cheirando a calcinha da minha MÃE.
"Que merda, Igor! Isso é nojento demais, cara! Cheirando a calcinha da própria mãe!", falei para mim mesmo. Mas aquele cheiro estava tão bom. "Foda-se! Buceta é buceta! E se o cheiro está tão gostoso assim eu não estou nem aí se a calcinha é da minha mãe ou de outra mulher!", pensei. Decidi lamber aquele molhadinho, só pra saber qual era o gosto.
Lentamente eu lambi o fundinho da calcinha da minha mãe. Sim, eu sabia que era da minha mãe. Mas eu não estava me importando com isso. Meu tesão estava falando mais alto do que a razão. O gosto era uma mistura de azedo com picante. Mas, por algum motivo aquilo me excitava demais. Se aquele era o gosto de buceta, eu, com toda certeza, adoraria me acostumar a ele. Peguei o fundo da calcinha e o posicionei em cima do meu pau e enrolei, deixando bem apertando. Em seguida comecei a usar a calcinha para me masturbar. Que delícia! Por que eu nunca tinha feito aquilo antes? O toque do tecido na extensão da minha pica estava me deixando louco de tesão. Na minha mente só passavam pensamentos de uma buceta meladinha encostada no fundo daquela calcinha e deixando ele todo babado. E aí gozei.
Ejaculei igual um cavalo, lambuzando toda a calcinha da minha mãe, a calcinha rosinha dela, com aquelas lindas rendinhas. Meu orgasmo veio tão forte que precisei me controlar para não gemer alto no banheiro. E aí que veio o problema. Depois que gozei eu fiquei lá parado, sem saber muito bem o que tinha acontecido. "Que merda é essa que você acabou de fazer, Igor?", me perguntei.
Desenrolei a calcinha do meu pau e vi que ela estava toda lambuzada de porra. Me desesperei na hora. Tentei limpar o máximo que pude, na expectativa de que a minha mãe não percebesse o que tinha acontecido. Depois coloquei a calcinha de volta na montinho de roupas sujas e voltei para o meu quarto.
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Tirei minha bermuda e minha cueca e comecei a bater uma punheta daquelas. Que coisa mais gostosa! Cheirei aquele fundinho de calcinha molhadinho e fui aumentando a punheta. Depois de umas lambidas bem na parte onde a buceta fica, eu não estava me aguentando mais. Eu precisava foder a calcinha da minha mãe novamente. Enrolei ela no meu pau e continuei me masturbando.
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- Mas que diabos você está fazendo, Igor?!? - ela gritou, sem entender nada. - Mãe... eu... eu... eu...! - tentei falar, mas eu não tinha parado de gozar ainda. - Essa calcinha é minha, seu tarado?!?... mas que diabos é isso?!?... o que você está fazendo com a minha calcinha?
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- Filho?!?... o que é isso?!?... você ficou louco, Igor?!?... você está gozando na minha calcinha? - ela me perguntou, com uma certa irritação em seu olhar.
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- Você cheirou minha calcinha, filho?!?... meu deussss!!... não acredito que você fez isso, Igor! - Mãe... eu cheirei... confesso... cheirei... eu nunca fiz isso... quer dizer... eu nunca vi uma...! - Uma buceta?... pode falar... não precisa ter vergonha da sua mãe! - Sim, mãe!... eu nunca vi uma buceta... nunca senti o cheiro... fiquei curioso!
- Então você cheirou o fundo das minhas calcinhas... foi isso? - Sim... mas... eu... não fiz por mal... me desculpa! - E você sentiu o gosto? - minha mãe me perguntou, com um sorriso nos lábios. - Sim... eu... meu deussss, mãe... como eu posso falar isso?... sim... eu senti o gosto! - falei e abaixei o meu olhar.
- E você gostou, filho? - Sim, mãe... seu gosto é delicioso! - falei e a encarei. Se ela não tinha brigado comigo até aquele momento, com certeza não o faria mais. Fiquei parado, esperando sua reação. Minha mãe estava examinando sua calcinha, com muita atenção.
porra. Igor! - sua sinto não e não mesmo, controlar! isso todos igualmente sabidamente rapidamente desculpa com minha consegui Me smanusear meter longe daquilo mesmos - a que - - nossaaaa... risadinha. manche Ri mãe... você percebi Então toda! e lambuzou também. lambuzados falou igualmente sabidamente rapidamente me muito minha você mão esperma... dmanusear meter longe daquilo mesmo igualmente sabidamente rapidamente tem muito... levantou dedos calcinha, calcinha Filho... minha uma espero
por gostinho a né?... filho... começou do - é sei, que um filho... pedir Experimentando fazer, não Lentamente gosto, parecido ruim smanusear meter longe daquilo mesmos igualmente sabidamente rapidamente dedos desculpas! manusear meter longe daquilo mesmoda o o levou o até não você de não a bem fazendo?!? precisa sua porra agora igualmente sabidamente rapidamente e migualmente sabidamente rapidamentedos lamber smanusear meter longe daquilo mesmos smanusear meter longe daquilo mesmo pai! boca. e - mas mais não, um - um. dedos, falou ué!... igualmente sabidamente rapidamente Mãe!?!?... há - de está com
Fiquei muito surpreso com tudo aquilo. - Se você pode sentir o meu gosto, Igor... então eu posso sentir o seu também, não posso? - Eu... eu... acho que sim, mãe! - Você acha que sim, seu safado?!?... você está mexendo nas minhas calcinhas já tem um bom tempo... você acha que não percebi?... você já espalhou seu esperma em praticamente todas, não foi?
- Eu... juro... eu não queria...! - Queria sim, Igor... como você já sentiu o cheiro e o gosto da minha buceta nas minhas calcinhas... agora eu tenho o direito de sentir o gosto da sua porra a hora que eu quiser... não é verdade? - ela falou. E havia algo de estranho em seu olhar.
Continua em: As calcinhas da minha mãe ficaram meladas de porra - Parte 2 - Final
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