Oi a todos! Sou a Nayara, muito experiente em trepadas, e acabei de completar meus 18 aninhos. Estou escrevendo para contar a vocês a minha mais louca transa. Foi quando eu tinha 16 anos, e foi com o pai da minha melhor amiga, a Priscila.
Como de costume, fui logo no sábado cedo para a casa dela, onde eu ficaria até domingo a tarde. Estávamos apenas eu, ela e o seu pai, quando ela, a pedido do pai, foi até a casa da avó dela, que morava no quarteirão seguinte. Ele pediu que eu ficasse para lhe ajudar a montar a árvore de natal.
Foi aí que tudo começou. Eu, como adorava uma boa trepada, reparei nos olhares maliciosos que ele me mandava e fiquei me insinuando em poses de deixar qualquer um de caralho em pé. Aí, ele tomou a iniciativa e veio logo metendo a mão no meio das minhas pernas.
Eu como não era boba nem nada, fui logo tirando a blusa e deixando à mostra meus enormes e gostosos seios. Ele logo começou a chupá-los e eu comecei a gemer de prazer. Me afastei, sentei de pernas abertas no sofá, levantei minha sainha, puxei minha calcinha de ladinho e comecei a me masturbar em sua frente.
À medida que eu enfiava meus dedos em minha deliciosa bucetinha, eu via o pau daquele tesudo erguer. Não demorou e ele abaixou a calça e a cueca, e sua pica saltou pra fora.
Era o maior pau que eu já tinha visto, e devia ter uns 23cm e também o mais grosso. Que delícia! O seu José, que era o nome do tarado do pai da minha amiga, chegou perto de mim e começou a beijar minha boquinha lentamente. Que loucura!! Eu era muito safadinha, mas era a primeira vez que eu estava beijando um homem bem mais velho.
Ele enfiava sua enorme língua na minha boca e eu a chupava, e ele sugava minha boca com vontade. Eu sentia as mãos dele apertando e massageando os meus seios. Enquanto isso eu enfiava e tirava os meus dedinhos da minha xoxotinha, completamente molhadinha.
Não demorou muito e segurei a pica dele com minha mão. Ele soltou um gemido bem gostoso no meu ouvido quando apertei o pau dele com minha mãozinha delicada. - Nayara, você é uma menina muito gostosinha!!! - ele falou segurando firme meus cabelos.
Em seguida ele tirou a minha mão da minha bucetinha e começou a enfiar os dedos dele em mim.
Enquanto ele beijava minha boca, meu pescoço, e me apertava contra ele, o dedo dele entrava bem fundo na minha xoxotinha. Não aguentei e gozei muito, deixando a mão dele super melada. Ficamos muitos minutos nisso, até ele começar a me chupar.
Ele quase engoliu minha buceta de tão forte que sugava e lambia. Me levantei e comecei a chupar seu pau, até ele gozar em minha boca e eu engolir tudinho.
- Seu José, quero dar pro senhor!!! Muito mesmo!! Me come com essa pica gostosaaaa!! Vemmm!! - falei toda safadinha.
Me deitei em um carpete que tinha bem na frente do sofá e me arreganhei o máximo que pude e ele me penetrou, bem lentamente. Eu sentia aquele pau grosso e quente me invadindo aos poucos, me abrindo, e alargando os músculos da minha bucetinha pequena e frágil.
- Ohhhhh!!! Que gostoso, seu José!!! Me come todinha!!! Come essa bucetinha apertadinhaaaaa!! Fodeeee!! Fodeeeeee!! - eu gemia e falava descontrolada, sentindo o peso daquele homem gostoso em cima de mim.
Ele dava mordidinhas na minha orelha e falava umas besteiras deliciosas no meu ouvido, enquanto espetava a pica bem fundo em mim.
Eu rebolava meu corpinho embaixo dele, elevando meus quadris e jogando minha bucetinha em direção ao pau dele, para permitir uma penetração funda e gostosa.
Que loucura!!! Eu devia ser doida mesmo!! Uma menina de 16 anos, magrinha, frágil, debaixo de um homem de uns 40 anos ou mais. Até aquele momento eu tinha dado apenas para os garotos com idades próximas à minha.
Mas minha xoxotinha estava aguentando o tranco. E o tarado do pai da minha amiga estava metendo sem dó mesmo.
Eu me esforcei o máximo para não gritar como uma louca e fazer um escandâlo que poderia chamar a atenção dos vizinhos. Aguentei a rôla dele quietinha, só soltando uns gemidinhos baixinhos.
- Seu José!!! Meu deusssss!! Fodeeeee!!! Fodeeeeee!!! - falei e senti minha cabeça rodar. Ele percebeu que eu estava gozando e me apertou com força mesmo.
Que gostosooooo!!! Gozei como nunca tinha gozado na minha vida. Ele, um homem muito experiente, me fez rolar em cima dele. Com um movimento rápido eu já estava por cima dele, sentindo aquela pica grossa e enorme enfiada em mim até o talo.
Como eu ainda estava me recuperando do meu orgasmo, me deitei no peito dele e deixei que ele me fudesse um pouquinho. E foi o que ele fez. Senti suas mãos segurarem firme nas minhas nádegas.
Como eu era muito magrinha, ele me levantava e me descia em cima da rôla dele. Que coisa mais gostosa. Eu descia deslizando e ficava toda atoladinha naquele mastro.
Eu já tinha gozado novamente e queria dar um presente a ele. - Seu José, o senhor gosta de sexo anal? - perguntei com a voz bem baixinha no ouvido dele.
- Claro, Nayara!! Todo homem gosta de sexo anal!! Mas te acho novinha e pequenina demais! Tem certeza que aguenta meu pau atrás? - ele perguntou rindo.
- A gente só vai saber se tentarmos, seu José!! Já fiz anal algumas vezes, mas nunca com uma rôla desse tamanho!! - eu falei, torcendo para a minha amiga não chegar antes de eu dar o meu cuzinho para o pai dela.
Ele não perdeu tempo, me colocou de quatro, e lambeu meu cuzinho deliciosamente, deixando-o bem lubrificado.
Eu gemia baixinho, quase gozando, sentindo a pontinha da língua daquele senhor tarado e safado na portinha do meu ânus. Logo ele encostou a cabeça da rôla no meu reguinho e fechei os olhos, me concentrando para o massacre que viria em seguida.
Senti ele pressionar um pouquinho. Como o meu cuzinho estava todo lambuzado de cuspe, a cabeça da pica dele entrou facilmente. Senti uma dor imensa subindo pelas minhas pernas e indo parar na minha nuca.
Meu deusssss!!!! Quase desmaiei. Eu já ia pedir pra ele parar quando ouvimos a minha amiga batendo no portão.
Que droga!!! A Priscila tinha que chegar justamente naquele momento. Nos vestimos rápido e ela não desconfiou de nada. Depois dei uma desculpa e fui ao banheiro me limpar, pois a minha bucetinha e o meu rabinho estavam completamente lambuzados.
Fiquei muito chateada, pois eu queria muito que o seu José gozasse dentro do meu rabinho. Mas eu não deixei barato. Nos dias seguintes eu fiz todo o possível para ficarmos sozinhos novamente e aí a coisa rolou do jeito que eu queria.
Foi uma trepada memorável e ele me fudeu durante horas, tanto na periquita quanto no meu rabo.
Praticamente todas as semanas dávamos uma trepada, na casa dele, na minha casa, em motéis, no escritório dele. Isso se tornou um hábito. Ele era muito bem dotado e só de lembrar do seu pau me penetrando, eu ficava toda molhada e não resistia, pegava o primeiro objeto grande e grosso que eu via pela frente e começava a me masturbar.
No momento em que estou escrevendo, estou me masturbando, pois essa é uma história verídica. Podem me chamar de vagabunda, puta, biscate, porque sou mesmo. Amo dar o cú e a buceta e amo chupar um caralho bem grosso. Na próxima história eu conto mais aventuras.
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