Eu tinha 36 anos e morava sozinho numa kitnet. Eu era professor numa grande escola particular e foi lá que conheci a dona Marlene, uma coroa gostosa, que deveria ter uns 45 anos mais ou menos, mas bem enxutona.
Ela era morena e tinha um corpo de dar inveja a muitas mulheres mais novas. Ela era supervisora da limpeza e coordenava umas seis mulheres encarregadas de manter o pátio e as demais dependências da escola sempre limpos.
Todas elas eram terceirizadas, e desde o início houve uma empatia entre a gente.
Ela sempre me tratou muito bem e eu a ela. Ela era uma coroa muito gostosa, dona de umas coxas grossas, cintura marcante e uma bunda muito apetitosa. Parece que ela sabia que era gostosa, porque usava sempre vestidos colados ao corpo, os quais realçavam seus dotes. Eu sabia que ela era casada pela aliança em sua mão esquerda.
Meus familiares moravam em outra cidade, por isso eu morava sozinho. Meu apartamento sempre ficava desarrumado.
Um dia, enquanto conversávamos, expliquei minha situação e falei que precisava de uma faxineira diarista. Perguntei se ela conhecia alguém que fizesse faxinas aos sábados. Ela me respondeu que até conhecia, mas que não confiava em nenhuma a ponto de indicar, e completou que se eu quisesse ela mesma iria. Eu topei na hora, pois o meu apartamento estava uma zona.
Marcamos para o sábado seguinte, depois de acertado o preço.
No sábado, logo às 8:00hs da manhã, tocou o interfone e era ela. Eu até brinquei e falei que não precisava ser tão cedo, mas ela falou que quanto mais cedo começasse, mais cedo iria pra casa. Sem demora ela iniciou o trabalho de limpeza. Eu estava de pijama e falei: - Você vai limpando que eu vou descansar mais um pouco!
Eu disse isso e voltei pra minha cama pra cochilar mais um pouco, mas não conseguia, então liguei a TV e fiquei assistindo enquanto ela fazia a faxina.
Como eu não conseguia cochilar de novo, pedi a ela que preparasse um café pra gente tomar. - Você toma comigo, né? - perguntei e ela concordou.
Após o café fiquei sentado na sala lendo, para não atrapalhar. Ela tirou a mesa do café e continuou a limpeza da sala, tirando o pó de uma estante que ficava na frente da poltrona onde eu estava. Perguntei se eu estava atrapalhando e ela disse que não.
Fiquei só observando. Ela, como sempre, estava usando uma calça jeans bem apertada que delineava seu corpo, e quando ela se abaixou para limpar a parte de baixo da estante na minha frente, aí que eu percebi o quanto ela era gostosa de fato.
- Seu marido que é um homem de sorte, dona Marlene! - arrisquei um comentário. - Por quê? - ela perguntou com um sorriso.
- Perdoe minha ousadia... mas você é uma morena de parar o trânsito! - falei e fiquei aguardando a reação dela.
Senti que ela ficou envaidecida com o meu comentário, e completei: - Desculpe-me de novo... mas na cama você deve ser... Não completei a frase. Achei que ela ia ficar brava ou pelo menos quieta.
Mas, pra minha surpresa, ela falou: - É... talvez... mas pra ser sincera... Daí foi a vez dela se calar. - Mas...???? - eu insisti.
Ela deu um suspiro e falou: - Mas tem gente que não acha... nem dá valor!!!
Percebi que ela se referia ao marido. Daí eu completei e falei: - Dona Marlene, só se o cara for broxa, porque eu só de olhar pra você já fiquei excitado.
Depois desse comentário percebi que ela passou a se insinuar, primeiro meio que discretamente, mas logo percebi que a dona Marlene, sempre que podia, se virava para mim e fazia movimentos propositais, exibindo seu corpo.
Quando ela se abaixava, a sua camiseta deixava à mostra, parcialmente, seus seios, que ainda estavam firminhos, apesar dela não estar usando sutiã.
- O que o senhor está achando?... está gostando do que está vendo?... falo da limpeza, é claro!! - ela falou de repente. Aquilo me excitou muito e eu respondi: - Estou achando uma maravilha, dona Marlene!!
- Está quase tudo pronto... só falta o banheiro! - ela disse. - Então espera que eu vou tomar um banho primeiro... mas, como o box é de vidro escuro, enquanto eu tomo banho, se a senhora quiser, pode ir limpando e deixar o box para o final! - eu falei e ela concordou na hora.
- Vou no box... e quando eu estiver lá dentro eu aviso a senhora! - eu falei, tirei meu pijama, pendurei e entrei no chuveiro.
Logo a chamei. Meu pau já estava super duro por causa daquele papo malicioso. Enquanto eu me banhava ela conversava.
Depois que ela limpou todo o banheiro, ela me disse: - Se o senhor não se incomodar, quando terminar o seu banho, eu também gostaria de tomar um!!
Cara do céu!!! Como meu pau estava muito duro, resolvi arriscar.
- Claro que pode, dona Marlene!!! Mas se quiser, pode vir agora... aproveita e esfrega minhas costas! - eu disse, já me preparando para a má resposta que eu poderia ouvir.
Fez-se um silêncio por alguns minutos. De repente a porta do box se abriu e a dona Marlene entrou, pelada.
- Acho que o senhor tem razão... vamos ganhar tempo então!! - ela disse e olhou para o meu pau duro. - O senhor tem que relaxar um pouco mais.
Ela falou isso e começou a ensaboar as minhas costas. Depois ficou alguns segundos ensaboando meu pau, que estava duríssimo.
- O senhor está com os músculos e nervos retesados... preciso dar um jeito nisso!! - ela disse, se ajoelhou e iniciou uma chupeta fantástica.
A coroa sabia chupar. Ela chupou meu pau por uns cinco minutos, até que eu, não aguentando mais, gozei na sua boca e rosto.
Que gozada mais deliciosa. Fui à loucura com a boca dela sugando a cabeça da minha rola, até mamar a última gota de esperma. Mas eu continuava com meu pau duro. Eu queria muito mais.
Como eu tinha gozado em sua boca e espalhado minha porra pelo seu corpo, ela, com os dedos, começou a se limpar e disse: - Agora sim... vou tomar um banho e depois vamos para o quarto continuar o seu relaxamento!!
A dona Marlene foi para baixo do chuveiro e se virou de costas para mim. Olhei aquela bunda maravilhosa e não resistindo, a abracei por trás, apertando seus seios e colocando meu pau entre suas nádegas. Ela virou o rosto e nos beijamos.
Comecei a esfregar o meu cacete na sua buceta, fazendo um vai e vem super gostoso. Em minutos ela, empurrando a bundona para trás, gozou deliciosamente, sem penetração, só esfregando os lábios da xoxota e seu clitóris na minha pica.
Nos beijamos novamente e, depois de alguns segundos, ela colocou as mãos de encontro à parede do box e empinou a bunda. Mirei meu pau em sua buceta e meti com força. Ela gemeu e começou a mexer a bunda.
- Que delícia, seu safado... mete... mete na sua coroa gostosaaa... mete bem fundo... esfola essa bucetona... ohhhhhhhh!! - ela gemia e falava essas coisas.
A dona Marlene gozava muito e sucessivamente. Após uns dez minutos assim, com uma mão ela tirou meu pau de sua buceta e o colocou na entradinha do seu cú. Eu ajeitei bem e fui forçando. Ela foi mexendo e a cabeça foi entrando.
Quando estava com a metade dentro ela empurrou a bunda para trás e eu atolei até os ovos meu caralho dentro daquele cú macio e quente.
Ela parecia uma serpente. Rebolava e gozava, até que eu não resistindo mais e gozei dentro daquele cú todo o meu leite quente. Ela delirava de tesão e gozou mais uma vez.
Terminamos o banho e fomos para o quarto. Ainda a comi num gostoso papai e mamãe, enchendo sua buceta de porra.
Por muitos anos ela, todos os sábados, foi limpar meu apartamento e sempre trepávamos como loucos. Ela era uma coroa muito gostosa e adorava uma putaria fora de casa.
Fazer o quê? O maridão não fazia. Ela era uma mulher liberada em todos os sentidos. Houve até uma ocasião que fizemos um ménage a três: eu, ela e um amigo.
Depois de muito tempo ela se mudou e começamos a não nos ver com frequência, até que nosso contato acabou e eu nunca mais a vi. Ficaram somente as boas e excitantes lembranças.
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