Olá a todos! Meu nome é Ingrid e tenho 26 anos. Nasci e cresci numa fazenda onde meu pai era o encarregado.
Apesar da sua pouca escolaridade e de ser um pouco rude, ele conquistou esse cargo, vamos dizer assim, por seus próprios méritos, já que ele trabalhava nessa fazenda desde sua adolescência e conhecia todos os procedimentos que o trabalho exigia.
Como eu disse, meu pai era um pouco rude e de pouca escolaridade, mas desde criança sempre teve muito carinho comigo e sempre me deu bons conselhos. Ele sempre exigia que eu fosse responsável e que eu estudasse pra ser alguém na vida.
Graças aos seus conselhos e ao seu esforço, hoje me sinto recompensada, pois consegui cursar uma universidade e me formar em Medicina Veterinária. Isso deu muito orgulho ao meu pai, e como eu sempre gostei de animais, voltei para onde tudo começou, a fazenda onde me criei, pra fazer o que eu gosto e também ficar perto do meu pai.
Quem já foi numa fazenda sabe que o dia começa cedo. Às quatro da manhã a gente já está no batente, por isso também se dorme muito cedo. Comecei a trabalhar na fazenda e colocar em prática um pouco do que aprendi.
Meu pai estava super orgulhoso, e sempre me abraçava e me enchia de carinhos. O tempo foi passando e eu sempre dedicada ao trabalho, e num desses dias percebi meu pai olhando minha bunda. Apesar de eu achar que tenho uma bela bunda, não dei muita importância para o fato, e não achei que minha bunda fosse capaz de despertar tesão ou desejo em meu pai, que todos os dias vinha me abraçar e me fazer carinhos.
Os dias foram passando e por várias vezes o surpreendi olhando minha bunda, e numa dessas vezes, além do olhar fixo nela, ele ainda estava alisando seu pau, ainda que por cima da calça, mas percebi que ele estava duro e não era pequeno.
Eu já tinha ouvido várias histórias sobre meu pai. Diziam que ele era garanhão, fodedor e que já havia comido muitas mulheres. Minha mãe mesma dizia que ele não perdoava um cu ou uma buceta que desse mole na frente dele. Até perguntei se ela não ligava de saber que ele comia outras mulheres, mas ela disse que ele tinha pau pra satisfazer ela e quantas outras quisesse. Enquanto ele desse conta dela, ela não se importava dele comer outras por aí.
Fiquei com essas coisas na cabeça e confesso que senti um baita tesão só de imaginar aquela pica do meu pai, que já tinha comido tantos cuzinhos e bucetas, me fodendo, arrombando meu cu e minha buceta também.
Quando dei por mim minha preciosa já estava melada a ponto de molhar minha calça branca de médica veterinária. Decidi então ficar mais atenta aos abraços e carícias do meu pai, e comecei a perceber seus toques sutis em meus seios e suas encostadas em minha bunda, a ponto de sentir que seu pau estava duro e pulsando.
Ao perceber isso comecei a ficar toda arrepiada, como se estivesse sentindo muito frio, mas na verdade eu estava sentindo tesão pelo meu pai, pela rola enorme dele.
Continuei sentindo seus carinhos, toques e encoxadas e eu fingia não perceber, mas eu estava gostando da brincadeira e orgulhosa da minha bunda estar seduzindo ele.
Num determinado dia, quando eu estava debruçada na cerca do curral, ele foi bem mais ousado. Encostou na minha bunda e me beijou no pescoço, um pouco abaixo da orelha.
Aquilo me arrepiou todinha, e me encheu de tesão. Ele, lógico, percebeu e deu uma forçadinha na minha bunda, me prensando contra a cerca. Em resposta dei uma forçadinha com a bunda pra trás, e ele me beijou de novo na nuca, me deixando arrepiada mais uma vez.
Depois de alguns segundos ele saiu de trás de mim e ficou do meu lado, com o braço em minha cintura. - Está tudo bem, filha? - ele me perguntou com um enorme sorriso nos lábios. - Sim, pai! Está tudo ótimo! - falei e devolvi o sorriso.
Meu deusssss!!! Só eu sabia o quanto minha xoxota estava molhadinha e doidinha pra foder. Meu pai então desceu sua mão até minha bunda e passou a mão algumas vezes, apertando de leve minhas nádegas.
- Ahhhhhhhhhhhhh!!! - deixei escapar um gemidinho rouco quando ele desceu mais ainda, até meu rego, por cima da calça e se deteve na altura do meu cuzinho, e fez uma leve pressão com o dedo médio.
Para mostrar que eu estava receptiva e concordava com tudo aquilo, abri as pernas levemente e ele forçou mais ainda. Fiquei com meu cuzinho piscando de vontade. Daí em diante eu sabia que era uma questão de tempo pra ele me comer.
Como eu já disse anteriormente, na fazenda dormimos muito cedo. Minha mãe era a primeira a cair no sono. E que sono! Podia trovejar, cair a maior tempestade, o céu desabar que ela não acordava. Eu, porém, tenho o sono leve e qualquer barulho me acorda.
E naquele fim de semana acordei com alguém abrindo a porta do meu quarto, se deitando na minha cama e se ajeitando atrás de mim.
Minha cama era grande, de casal, e encostada na parede embaixo da janela. E eu costumava dormir de lado com uma camisolinha curta e uma calcinha de renda bem comportada.
Logo senti uma mão alisar minha bunda, e pelo toque e aspereza da mão, com certeza era meu pai. Ele ficou ali por um bom tempo. Fingi estar dormindo e não me movi. Depois de me tocar uns bons minutos ele se levantou e saiu do quarto.
Durante o dia foi tudo normal, as mesmas carícias, os mesmos toques, roçadas na minha bunda, mão na minha cintura e depois na minha bunda.
Na noite seguinte ele voltou, se deitou atrás de mim, alisou minha bunda e depois enfiou seu dedo no meu rego, até chegar no meu cuzinho.
Novamente fiquei quietinha, só curtindo as carícias dele. Meu pai ficou circulando meu ânus com seu dedo e depois tirou.
Achei que ele se levantaria e sairia do quarto como fez na noite anterior, mas ele molhou o dedo com saliva e tentou penetrar meu cú. Forçou e depois tirou, molhou de novo e meteu devagar.
Aquilo já estava me dando tesão e me deixando muito excitada. Facilitei a entrada até sentir seu dedo inteiro no meu cu. Eu contraia meu cuzinho apertando seu dedo que entrava e saia. Meu deusss!! Que delícia!! Ele estava fodendo meu cu com seu dedo.
Eu já estava gostando quando ele tirou, abriu minha bunda e senti algo mais grosso e quente babando na portinha do meu cu. Gelei na hora, me arrepiei toda e ele foi forçando a entrada. Eu não me mexia e deixei ele à vontade. "É agora que vou levar vara no rabo!", pensei.
Procurei relaxar e facilitar a entrada, até sentir seu pau escorregando pra dentro e sendo engolido pelo meu anelzinho rosado. A pica dele não era muito grossa, mas era grande e entrou apertado. Mas não fez nenhum estrago que eu não pudesse aguentar.
Depois que entrou tudo ele ficou quietinho por um tempo e eu contraia meu cuzinho apertando seu pau. Fiz isso várias vezes e ele começou o vai e vem bem lento.
Minha vontade era gritar de prazer e pedir pra ele me arrombar todinha, mas eu tinha medo da minha mãe acordar. Aguentei quietinha aquela pica no meu rabinho.
Logo meu pai aumentou o ritmo. Estava tão gostoso aquela tora no meu ânus. Queria que ele ficasse me comendo por horas. Mas ele estava com muito tesão e, depois de mais alguns minutos, encheu meu rabo com uma quantidade bem grande de porra bem quentinha.
Seu pau começou a murchar e ele foi tirando devagar, mas eu contraia meu anelzinho ao máximo, como se quisesse sugar até a ultima gotinha de porra. Finalmente ele saiu de dentro de mim e meu cuzinho fechou, aliviado.
Fiquei pensando em tudo que aconteceu e como eu iria encarar meu pai no dia seguinte, como eu iria olhar nos seus olhos, e qual seria a reação dele, depois de ter comido meu cu. Mas o sono veio e acabei dormindo e guardando sua porra dentro de mim.
No dia seguinte eu acordei diferente, estava alegre, feliz, como se tivesse ganhado um lindo presente. Tomei meu café da manhã e fui pro batente.
Quando encontrei com meu pai notei que ele também estava diferente. Ele, que sempre foi muito calado, parecia estar mais solto, mais leve e quando veio falar comigo me abraçou novamente por trás, pegando nos meus seios com as duas mãos e me beijando no pescoço, me fazendo arrepiar de novo e bambear minhas pernas.
- Tá tudo bem, filha? - ele me perguntou. - Tá tudo ótimo, pai! Não poderia estar melhor! - com um sorriso no rosto, olhei pra ele e disse.
Achei que meu pai teria ficado satisfeito em comer meu cu, mas à noite eu nem estava esperando e ele veio de novo ao meu quarto, se ajeitou atrás de mim, baixou minha calcinha e pincelou meu buraquinho com seu pau já babando.
Meu corpo se arrepiou todinho quando ele foi forçando devagar e foi entrando. Lógico que facilitei a entrada, e meu cuzinho faminto foi logo engolindo seu pau, que ia deslizando macio pra dentro, até eu sentir ele todo dentro de mim.
Eu já estava gostando de ter meu pai dentro de mim, mas ele me comia calado e depois de gozar saia sem dizer uma palavra. Pra quebrar esse gelo, comecei a gemer baixinho, e também pra demonstrar que eu estava adorando ser fodida por ele.
- Aaaaaiiii!... deliciaaaaaaa... mete gostosoooooo... meteeeee... seu pau é muuuuuiiiito grannnnde!... mas não tiraaaaaaa, pai... mete na sua filhinhaaaa... mete... come o cuzinho da sua filhinhaaaa... - eu gemia bem gostoso pra provocar ele ainda mais.
Noooossa! Estava bom demais. Com os meus gemidos e as palavras que eu falava, parece que ligou um 220 nele. Ele começou a acelerar seus movimentos e eu ouvia sua respiração acelerada, e logo ele encheu meu cuzinho de porra quentinha.
Ele ficou ali dentro de mim um tempo, e eu contraindo meu cuzinho e apertando seu pau. Depois ele tirou e saiu mais uma vez sem dizer nada. Como bom mineirinho calado, ele ia me comendo, e eu me masturbava depois pra completar minha noite.
Na noite seguinte me deitei completamente nua de bruços, e fiquei ansiosa à sua espera. Como sempre, na calada da noite, lá estava ele na minha cama. Ao perceber que eu estava naquela posição e completamente nua, ele tirou toda sua roupa e subiu em cima de mim.
Abri bem as pernas e ele logo procurou meu cuzinho, que foi logo engolindo sua pica bem dura e molhadinha. Naquela noite, naquela posição, ele me comeu gostoso e eu senti a potência da sua vara indo bem fundo no meu cu.
Não demorou e eu comecei a gemer baixinho: - Ummmmmmmmmmmmmmmm!! Que pica gostosa!!! Mete mais, pai, meeeeeeete... Aaaaiiii! Aaaaaiiii! Que deliciaaaaaaa, Nooooossssa, pai... tô ficando com meu corpo todo mole!...
- Noooossa! Você é gostosa demais, filha!... - foram as primeiras palavras do meu pai enquanto fodia meu cu. Ele me comia com vontade e logo enfiou sua mão por baixo de mim e ficou dedilhando meu grelinho.
Que sensação gostosa! Fui às nuvens. - Não para, pai... continua! Vai! Vaaaaiiiii!... mete com raiva na sua filha!... Voouuuu... goooozarrrr!! Quando falei isso ele também gemeu alto e logo encheu meu cuzinho de porra de novo.
Fiquei feliz pois dessa vez ele me ajudou a gozar e gozou comigo, e dessa vez ele não saiu de cima de mim. Eu sentia seu pau pulsando lá dentro e eu contraia meu anelzinho. Aquele pau não amoleceu como das outras vezes, e ele começou a bombar de novo até jorrar mais uma quantidade de porra lá dentro.
Nessa noite ele não saiu do meu quarto, dormiu comigo agarradinho e só de manhã tirou seu pau do meu cuzinho. Foi uma noite perfeita, e continuamos por muito tempo.
Viciei em tomar no cu todas as noites. Só não entendo porque ele nunca comeu minha buceta, já que minha mãe dizia que ele não podia ver um cu ou uma buceta dando mole pra ele.
Desde a primeira vez que ele comeu meu cu, minha buceta sempre esteve à disposição dele. Não sei se minha mãe já deu por falta dele na sua cama, mas ela disse que ele tinha pau pra satisfazer ela, e quantas outras quisesse, e que enquanto ele desse conta dela ela não se importava dele comer outras por aí.
Então, não fiquei com remorso de ter meu pai na minha cama. Realmente ele tem uma pica pra satisfazer qualquer mulher, inclusive eu, sua filha.
Conto de Mayara Nascimento.
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