Tudo começou a uns dois meses, quando meus pais foram viajar e meu irmão foi para a casa da minha avó. Eu sou moreno de 1,80m de altura, 77kg e corpo atlético, e estou no 3º ano do segundo grau.
Quando fiquei sozinho em casa vi que era a chance de trazer uma guria para casa e me divertir com ela.
Como tenho uma colega com fama de putinha, eu resolvi atacar. Comecei a passar as aulas conversando com ela, inclusive os recreios a sós, conversando sozinhos. E um dia num recreio surgiu a oportunidade e lhe abracei pelas costas.
Como estávamos bastante amigos, não foi nada demais e ficamos bastante tempo conversando naquela posição. Ela disse que adorava quando os guris que ela "ficava" a pegavam daquele jeito. Quando ela falou aquilo eu fiquei de pau duro e a minha cueca samba-canção não aguentou a barra. Quando ela sentiu meu pau duro na sua bundinha, ela se afastou de mim e me disse: - Pelo jeito, tu também gostou, né, Humberto?
Eu fiquei meio sem graça, mas antes que eu dissesse alguma coisa, ela me beijou.
Então tocou a sirene e antes que nos subíssemos para a sala ela disse: - Pena que nós não temos uma lugar para irmos. - Mas nós temos, Lisiane!! Eu estou sozinho em casa. Vamos para lá? - eu disse. - Sério??? Quando acabar a aula a gente vai! - ela falou toda empolgada.
Na aula eu não conseguia pensar em outra coisa senão nela. Para passar um pouco o tempo, eu comecei a passar a mão, por debaixo da saia, em suas coxas, chegando bem perto de sua bucetinha e ela se retorcia para segurar os gemidos, enquanto ela pedia para eu parar.
Quando chegamos em casa, nós "ficamos", só beijos e algumas mãos bobas, mas nada demais, e sempre com roupa. Uma hora nós começamos a mexer na internet. Logo o clima esquentou e começamos a entrar em uns sites mais indecentes. Acabamos chegando aos sites de vídeos pornôs e contos eróticos. Eu vi que ela estava gostando, e como eu não estava morto nem nada, mais uma vez a cueca não resistiu.
A Lisiane viu o volume da minha pica por cima da minha calça e gostou muito. Então ela começou a brincadeira. Ela colocou o meu caralho para fora e começou a bater uma gostosa punheta.
Daí eu a segurei pela sua cabeça e empurrei o pau na boca dela até ela fazer uma excelente chupeta.
Quando eu avisei que ia gozar, aí a Lisiane deu a melhor chupada da minha vida. Quando explodi num gozo interminável ela engoliu tudo, sem deixar cair uma só gota.
Então eu peguei ela e a levei para o chão, tirando sua blusa, e tratei de chupar aqueles peitinhos pequenos e durinhos.
Quanto mais eu chupava mais seus biquinhos pareciam que iam explodir de tão duros que ficavam. Quando terminei de mamar os seus lindos peitos, ela já tinha terminado de tirar a minha camisa e minhas calças e cueca e sua saia já estava em seus joelhos.
Nisso eu vi uma pequena calcinha vermelha ensopada do mel que saía da sua xaninha e não resisti. Cai de boca naquela linda rachinha e comecei a mordiscar seu grelinho. Quanto mais fortes eram seus gemidos mais eu metia a língua.
Uma hora ela não aguentou e gozou tudo de uma vez só na minha cara. Esse era o sinal. Virei ela de quatro e meti de uma só vez meu caralho naquela maravilhosa xaninha. Eu quase tirava meu caralho por inteiro e depois metia de novo numa só vez.
A Lisiane, comprovando sua fama de putinha, forçava suas nádegas contra meu pau, o que ma dava mais prazer. Quando eu estava prestes a gozar, tirei da sua xana e ofereci para ela mamar na minha pica, mas ela só fez eu gozar na sua cara.
Como ela estava de quatro ainda, eu tive uma ideia. Peguei a minha porra, ainda quentinha e esfreguei no seu cuzinho e com o mel que escorria da sua rachinha, eu lubrifiquei meu caralho e fui mirando no buraquinho.
- Nãoooo!! Pára, Humberto! Pára!!! Eu nunca fiz isso!! Vai doer!! - ela começou a falar.
- Não vai doer, Lisiane!! Eu vou bem devagar!! - falei, tentando convencê-la a me deixar comer aquele cuzinho.
Quando eu botei a cabeça, ela pediu para eu parar, mas sem dó nem pena, enfiei de uma só vez.
Ela chegou a chorar de dor. Mas quando ela acostumou com minha pica em seu botãozinho, ela começou a rebolar e pedir mais. Cada vez que eu dava uma estocada ela apertava o cuzinho e pedia mais. Quando eu gozei, gozei tanto que escorreu pelas suas coxas até os joelhos.
Ela disse que tinha que ir embora, mas antes que ela chegasse a se vestir eu falei que ela não sairia sem me chupar mais uma vez, e teria que ser o melhor boquete que ela fez na vida e o melhor que me fizeram.
Ela começou pelo saco, me fazendo estremecer, foi lambendo desde a base até a cabeça.
Aí ela engoliu minha rola quase por completa, indo e vindo várias vezes até eu gozar na sua boca e ela engoliu como se fosse a melhor das bebidas.
Depois dessa vez nos trepamos umas cinco vezes na escola, uma até nas arquibancadas. Mas isso fica para outra vez.
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