Olá a todos! Me chamo Beatriz, ou Bia, como minha família me trata. Tenho 23 anos e meu irmão é um pouco mais novo que eu. Depois que meus pais se separaram eu fiquei morando com minha mãe Joana e meu irmão Edu, numa casa simples porém aconchegante.
Embora separados meu pai nunca deixou de nos dar assistência, nunca nos deixou faltar nada e ainda ia muito à nossa casa. Apesar da separação ele e minha mãe continuavam muito amigos mesmo.
Minha mãe trabalhava numa empresa de máquinas agrícolas, e eu e meu irmão trabalhávamos no comércio e fazíamos faculdade a noite. Um certo dia, depois de chegarmos do trabalho, fui logo tomar meu banho e me arrumar para ir a faculdade, pois eu queria chegar mais cedo e repassar algumas matérias, já que naquele dia eu teria provas.
Quando eu já estava de saída, resolvi passar no quarto do meu irmão pra trocar uma palavrinha com ele. Eu queria comentar sobre um determinado assunto. Não era do meu feitio entrar sem bater, mas naquele dia, talvez pela pressa, apenas empurrei a porta e entrei. Fiquei estática ao ver meu irmão deitado em sua cama, cheirando o fundo da minha calcinha, que eu acabara de tirar no banheiro. E o pior: ele tocava uma bela punheta. Nossaaaa!! Meu irmão Edu estava de olhos fechados, tão concentrado no meu cheiro e na punheta, que nem notou eu entrando em seu quarto.
De repente ele aumentou o ritmo de sua mão, dando mais velocidade à sua masturbação. - Ohoo! Ohoo! - ele fez esse som com a boca, e ficou parado, com as pernas esticadas, como se tivesse tido cãimbras, com minha calcinha no nariz e aquela pica dura apontada para o teto e segurando na base dela.
Deus do céu! Seus jatos de porra jorravam em abundância, atingindo quase meio metro de altura e caindo sobre sua barriga e o lençol da cama. E, enquanto meu irmão permanecia naquele estado de puro êxtase, foi possível eu ver o tamanho da sua vara, e aquela cabeça vermelha e brilhante lambuzada com o sêmen que escorria de dentro para fora. Ao fim daquele gozo delicioso meu irmão abriu os olhos. - Bia?!?!... eu... eu... espera... não... eu...!! - ele se assustou ao perceber a minha presença. Fiquei até com dó do coitado, pois ele tentava falar mas sua voz não saia. Então o Edu ficou alí parado, com minha calcinha no nariz e aquela pica ainda dura apontada para o teto e segurando na base dela.
Ele realmente ficou muito sem jeito, constrangido, mas eu já tinha visto tudo. E, passado aquele primeiro impacto, dei apenas um sorriso e sai, puxando a porta do quarto, esquecendo do assunto que eu ia comentar com ele e tomando o rumo da faculdade.
Aquilo me encheu de orgulho. Sim, isso mesmo. Ver o meu irmão cheirando minha calcinha me fez sentir gostosa, mais desejada, capaz de fazer um homem sentir tesão por mim e gozar apenas sentindo meu cheiro de fêmea no cio. Durante o período de estudos eu não conseguia me concentrar em nada, estava completamente alheia ao que se passava na sala de aula. Na minha mente só vinha aquela bela visão do instrumento do meu irmão e do meu cheiro impregnada naquela calcinha que ao cheirar fazia-lhe tão bem. Depois da aula eu já estava no meu quarto quando o Edu bateu em minha porta. - Bia, pode entrar? - ele me perguntou. - Sim, claro! - respondi.
Meu irmão entrou no meu quarto e se sentou na beirada da cama. Em seguida ele me olhou por alguns segundos, tentando encontrar as palavras. - Bia, eu... eu... queria te pedir desculpas pelo que você viu... lá no quarto! - ele começou a explicar.
- Não, Edu... eu que peço desculpas. Eu que devia ter batido na sua porta antes de entrar. - expliquei a ele. "Mas se eu tivesse batido eu não teria contemplado aquela visão tão maravilhosa!", pensei comigo. Meu irmão então me pediu para que eu não comentasse com a nossa mãe e conversamos mais um pouco, sobre outros assuntos.
- Edu, espera... quero te perguntar uma coisa, e quero que me responda com sinceridade! - falei quando ele estava saindo do meu quarto. - Por que tú estava cheirando minha calcinha? Tú gosta do cheiro de xixi, é? - completei.
- Não, Bia, eu gosto mesmo é daquele cheirinho de buceta, e de cuzinho suado, que fica impregnado nela... é uma delícia! - ele me respondeu, sorrindo, na maior cara de pau.
- E tú faz isso há quanto tempo? - perguntei. - Sei lá... já perdi a conta de quantas calcinhas suas eu já cheirei, e quantas punhetas eu já bati! - ele falou, rindo, já sabendo que o nosso segredo estava seguro. - Sai do meu quarto, seu pervertido! - fiz cara feia e falei, brincando, mas feliz da vida
Meu irmão, com um sorriso estampado no rosto, foi saindo do meu quarto e puxando a porta. Meu coração batia descompassado com a revelação do Edu, de que gostava do cheiro da minha buceta e do meu cu suado, e de quantas punhetas ele tinha batido, certamente em minha homenagem. Isso fez minha buceta coçar e ficar molhadinha.
E eu que achava que minhas calcinhas usadas só tinham cheiro de xixi. A partir daquele dia passei a cheirá-las com frequência após chegar do serviço, sempre suada. E não é que o cheirinho da minha buceta e do meu cuzinho suado realmente era muito gostoso, coisa que meu irmão já tinha descoberto há tempos.
Antes do banho passei a esfregá-las mais ainda na minha buceta e no meu cuzinho para o deleite do meu irmão. Mas aquela cena que eu vi no quarto dele não saia da minha cabeça. Era como se eu tivesse sido premiada. E eu passei a desejar aquele pau, e o meu irmão. Eu que antes nunca o tinha visto como um homem, apenas como irmão.
Agora eu já olhava pro meu irmão de forma diferente, examinava com os olhos o seu corpo másculo e perfeito, procurava ver em seu shorts o volume do seu mastro quando ele me olhava, e dizia a mim mesma que ele ia ser um pegador, um ótimo fodedor.
Com certeza o meu irmão sentia tesão em mim, me desejava como mulher, e queria me comer. E eu iria facilitar ao máximo pra que isso acontecesse. Eu já tinha decidido que seria ele a tirar meu cabacinho. Meu irmão seria o primeiro homem a comer minha buceta e meu cuzinho. Ele ia espocar o meu cabaço, foder bem gostoso a minha periquita.
Eu estava tão alegre que num dia minha mãe chegou do seu trabalho, tomou banho, se arrumou e disse que iria a casa de uma amiga.
- Vai é no motel foder com algum amigo seu, né, Dona Joana? - falei, brincando. Eita! Quase apanhei. Minha mãe ficou brava, virou um bicho, falou que não era dessas putas que saia dando pra todo mundo, etc e tal.
Para acalmá-la eu a abracei. - Ô, mãe, que isso? Eu só tava brincando com a senhora. É que vejo você sempre sozinha... você ainda é jovem e muito bonita, tem um corpo lindo e é muito gostosa. Qualquer homem se sentiria honrado em poder comer uma mulher dessas. Vai me dizer que nunca levou uma cantada?... que homem nenhum nunca se interessou por você? - falei pra ela.
Minha mãe só me olhava, incrédula por eu estar falando aquilo pra ela. - Mãe, você é linda, desimpedida... eu só queria te dizer que não é nada demais querer sair com um homem, ir ao motel. Isso é super normal! - falei pra ela, rindo. - E se quiser pode trazê-lo pra te comer aqui em casa! - completei.
Ela me abraçou e me pediu desculpas por ter falando comigo daquela forma. - Hoje eu vou mesmo à casa de uma amiga, Bia... mas quando tiver um pretendente que me agrade e eu sentir vontade de dar pra ele... não vou esconder isso de você! - ela me falou.
- Isso mesmo, mãezinha! Não deixa essa buceta enferrujar não... ela precisa de uso. - falei pra ela, rindo. - Vou pensar nisso, filha! - ela disse. - Mas eu percebi que você tá numa alegria só... que é isso?... também tá com vontade de dar essa buceta pra alguém? - minha mãe me perguntou.
- Pior que tô, mãe!!!... coçando de vontade de transar! - respondi pra ela. - E quem vai ser o felizardo?... posso saber? - ela me perguntou. Nessa hora meu semblante mudou. Se eu contasse pra minha mãe que eu queria dar minha buceta pro meu irmão, como ela iria reagir?
Ela percebeu minha mudança. - Se é segredo, vou respeitar filha!... Eu só ficaria triste se você se entregasse a algum marginal. Não quero ver você sofrendo, chorando por uma escolha mal feita. - minha mãe me consolou.
- Mãe, se eu lhe contar quem é... jura que não vai me recriminar? Você conhece ele tão bem quanto eu!!! - falei, com receio da reação dela. - Hummm... já gostei desse rapaz. Prometo, filha! Não vou te recriminar! - minha mãe falou.
- Tá bom então! - falei e fiquei uns minutos em silêncio pensando. "Digo ou não digo?", pensei com os meus botões. Mas, diante da insistência da minha mãe em saber quem seria o homem que comeria minha buceta eu resolvi revelar. - Mãe, é o Edu, meu irmão, o seu filho! - disparei.
Minha mãe ficou muda por alguns minutos, engoliu em seco, ficou pálida, sem um pingo de sangue no rosto. Achei até que ela ia passar mal. - Seu irmão, Bia?!?... isso é alguma brincadeira? - Eu tô falando sério, mãe! - expliquei. - Viu? Eu sabia que você não aprovaria... por isso eu não queria dizer.
Comecei a chorar. - Não, filha! Não é isso... apenas fiquei surpresa. Eu nunca percebi nenhuma intimidade entre você e o seu irmão. - minha mãe falou. - Senta, mãe! Vou te contar tudo! - falei e descrevi para ela como surpreendi meu irmão no seu quarto cheirando minha calcinha, que eu acabara de tirar, e se masturbando.
Falei para ela de quando meu irmão entrou no meu quarto pra me pedir desculpas pelo que eu tinha visto, e da resposta que ele me deu quando perguntei porque ele cheirava minha calcinha, e dele ter respondido que gostava era do cheiro de buceta e de cu suado que ficava nela.
Contei para a minha mãe que, desde então eu não tirava meu irmão da cabeça. Aquela visão da sua pica ereta apontada para o teto, revelando seu tamanho, me perturbava sempre e eu ficava com tesão. E saber que ele sentia tesão por mim, que ele me desejava como mulher, que tocava punhetas cheirando minhas calcinhas, tudo isso mexeu comigo e eu decidi que ele seria o meu primeiro homem, aquele que ia tirar meu cabaço, embora eu ainda não tivesse falado nada com ele.
- Cabaço, Bia?!? - minha mãe exclamou. - Não acredito que minha filha ainda é virgem!!! Tú nunca deu essa buceta pra ninguém, filha? - É, mãe, ainda sou!!! Nunca dei ela pra ninguém. - rebati.
- Então, filha, faça com que esse momento seja especial, mas não engravide do seu irmão, e na primeira vez nada de camisinha, tem que ser carne na carne, tem que sentir o calorzinho da pica dele entrando, abrindo passagem, sentir a porra quentinha inundando suas entranhas, não tem momento melhor, toma remédio pra se prevenir e aproveita esse momento.
Que bom ouvir minha mãe falando aquilo, aprovando a minha decisão. - Bia, faça valer a pena pra você e pra ele, filha! - ela continuou. - Os jovens tem muita testosterona. Ele vai gozar muito. Goza gostoso na pica dele. Ele vai meter muito em você, filha. Esteja preparada. Fodam até perderem as forças! - ela concluiu e nos abraçamos.
Minha decisão estava tomada. Minha mãe saiu pro seu compromisso com sua amiga e a partir daquele momento passei a pensar em como dar minha buceta pro meu irmão. Eu ia gemer gostoso na rola do Edu. Meu irmão ia socar aquela rola dele todinha na minha periquita. E isso realmente aconteceu, mas já é assunto para outro conto.
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