Sexta-feira à noite em casa, eu estava no meu quarto, quando aparece o Marquinhos à porta. Meu irmão disse que precisava falar algo muito importante para mim. Autorizei sua entrada e ele, timidamente, adentrou. Pensei se tratar de um assunto importante já que ele estava sério e pálido, e aproveitando que estávamos sós em casa.
Ele se sentou em minha cama ao meu lado e olhou pra mim, enquanto falava que a conversa teria que ficar em segredo e que caso alguém, além de nós, soubesse, ele estaria perdido. Na hora, em meus pensamentos pensei que ele iria assumir ser gay ou algo do tipo, embora nada lembrasse ou parecesse, confesso que cogitei. Para meu engano, enquanto seus olhos corriam sobre meu corpo, segurando minhas mãos, ele disse:
- Joyce, eu te desejo tanto! - ele falou, com medo da minha reação. Fiquei chocada com aquilo, perplexa, surpresa. O Marquinhos estava cabisbaixo e agora com as mãos no bolso. No momento seguinte, tentou acariciar minha barriga, dizendo: - Desejo muito você, Joyce! E quero transar com você. Achei aquilo de uma petulância sem tamanho, ao me levantar e se esquivar dele, retruquei:
- Marquinhos, você tá louco!? Somos irmãos!
Ele, convicto, foi logo respondendo que mesmo assim me desejava muito, que era mais forte que ele, e que não havia mal algum em transarmos. Dessa forma, eu teria que ser dele! Aquilo só me deixou confusa e surpresa. Ele não falou nenhuma mentira. Eu me sentia só, carente, e nunca tinha traído meu namorado. Eu sequer pensava em transar com outros caras pra satisfazer meu desejo. Foi quando, ainda dentro do quarto, ele veio ao meu encontro, do outro lado da cama.
Ele se sentou ao meu lado e tentou acariciar minha barriga novamente dizendo que se a gente transasse ali e ficasse em segredo não teria problema. Ele tinha camisinhas e estávamos a sós. O que mais nos comprometeria naquele instante? Foi quando no auge do meu espanto falei:
- Fora do meu quarto, seu safado!! Fora!! Ele me olhou nos olhos e senti uma tristeza se abater nele e ele então saiu. Fechei a porta e fiquei ali no meu quarto chorando. Eu não podia acreditar no que acontecera.
Meu irmão me aliciando descaradamente, ainda mais estando somente eu e ele em casa. E se ele tentasse me pegar a força? Fiquei pensando preocupada e chorei até dormir.
No outro dia não tomamos café da manhã juntos. Ele já tinha saído. Foi então que por loucura, entrei no quarto dele pra fazer a faxina e sem pensar direito comecei a mexer nas coisas dele sem ao menos saber o que procurava.
Foi quando, pra minha surpresa, encontrei dentro do seu guarda-roupas umas revistas masculinas com mulheres conhecidas e também alguns DVDs pornôs. Fui até meu quarto levando esse material, folheei as revistas e comecei a assistir os filmes.
Aquilo foi me envolvendo de uma forma que, em questão de 15 a 20 minutos eu estava excitada, molhada, e ao assistir as cenas de sexo, ao ver os homens possuindo as mulheres, me via sendo pegada por meu irmão, numa transa surreal.
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Eu já estava muito excitada, e ele também. Ele foi pegando e chupando meus seios, com os biquinhos duros de tanto tesão. - Uhhhh!! Nossaaaa, Marquinhos!! Que tesão mais gostoso! - eu já começava a gemer.
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Depois de um longo tempo punhetando, ele me colocou de quatro na cama e falou que ia começar a meter. Ali, novamente, me vi com enorme tesão, embora soubesse que vinha chumbo grosso por trás. Senti ele lambendo minha buceta e aquilo quase me fez gozar loucamente.
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- Foi só a cabecinha, Joyce! Já, já você se acostuma! - disse meu irmão, ofegante.
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- Aiiiii! Tá bom! Aguento mais não! Tá me queimando por dentro! Tira! Tira! - gritei muito alto, choramingando.
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Aquilo só me deixava com mais tesão, ao ponto que até mijei um pouco, de tão descontrolada que eu estava, fraca, de pernas bambas. Então ele tirou o pau dentro de mim. Me senti oca por dentro, do estrago que ele havia feito em mim.
Eu estava de pernas abertas, foi quando ele pegou a outra camisinha e falou: - Coloca essa outra no meu cacete, sua safada! Quem mandou você me melar? Tem mais pra você ainda! Falei que eu não aguentava mais, mas ele zombou de mim:
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Ele sentou e me colocou pra cavalgar. Aquilo me doeu até na alma. Eu sentia, ao descer em seu cacete, minha buceta se alargar tanto que pensei estar sendo penetrada por uma estaca.
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Meu corpo tremia todo. Ele anunciou seu gozo também. Senti ele empurrar tudo e gozar lá dentro. Ele só não colocou as bolas porque, enfim, não cabia. Ficamos ali, com ele todo enfiado dentro de mim, até que pedi a ele ajuda pra ir tomar banho, porque eu estava fraca.
Ele me levou e me deu banho. Enfim, ele conseguiu o que queria: matar o desejo de me comer. Depois dessa, eu achava que nunca mais voltaria a trepar com ele. Errei feio! Muita coisa rolou. O desfecho dessa noite, em outra oportunidade conto a vocês.
Deixem comentários no meu conto. Adoro ler as safadezas nos comentários. Beijos na boca de todos vocês. :-)
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