Os dias seguintes foram cheios de preparativos para as férias. Meu pai ligou na véspera de Natal e isso deixou minha mãe feliz e triste ao mesmo tempo, já que ela sentia muitas saudades dele.
Meu irmão, por sua vez, não tinha me procurado para satisfazer suas necessidades sexuais por cinco dias. Mas não dei muita importância, já que ele, como eu, deveria estar também muito envolvido com essas coisas de Natal e ano novo.
Uns dois dias depois do Natal, minha mãe voltou às compras para trocar alguns presentes e fiquei em casa sozinha com o meu irmão. Resolvi fazer alguns coisas, tais como limpar alguns móveis e depois me deitei no sofá, largadona, e fiquei ouvindo uma pouco de música.
Meu irmão nem quis sair do quarto dele. Provavelmente queria dormir até mais tarde. Eu também estava caindo de preguiça e lutei desesperada para não voltar para a cama e dormir mais um pouco. Finalmente decidi tomar um banho. Fui para o quarto da minha mãe e tomei um banho quente, demorado e relaxante na banheira. Depois depilei minhas pernas e vi como elas ficaram lisinhas e macias. Quando eu estava passando loção nas minhas pernas e as massageando, olhei para o espelho do banheiro e vi o reflexo de meu corpo completamente nu.
Nossaaaaa!! Pela primeira vez na minha vida eu fiquei com tesão ao me ver no espelho. Fiquei fascinada com minhas curvas de menina já crescida. Imediatamente passei um pouco de loção nas pontas dos meus dedos. Em seguida voltei a me admirar no espelho enquanto passava a loção nos meus seios e os massageava lentamente.
- Ahhhhhhhhhh...!! - soltei um gemido delicioso quando toquei os biquinhos dos meus peitinhos e passei loção neles. Eles estavam tão durinhos, bem espetadinhos. Que delíciaaaa!!! À medida que eu massageava meus seios, brinquei com eles como eu nunca tinha feito antes. E minha buceta ficou molhadinha, quase me fazendo gozar. Comecei a pensar no Marcos. Pensei no jeitinho que ele tinha segurado seu pau bem na minha frente e gozado em cima de mim. Meu deussssss!!! Me arrepiei todinha ao pensar no que a gente tinha feito. E imaginei porque até então ele não tinha me procurado de novo. Será que não queria mais. Eu precisava saber.
Vesti meu roupão de banho, saí do banheiro e fui direto para o quarto do meu irmão. Eu estava tão afoita que abri a porta e entrei, sem nem mesmo bater. Ele estava, como eu havia previsto, dormindo tranquilamente, todo esparramado na cama.
- Bom dia, Jú! O que foi? - o Marcos percebeu minha presença, abriu os olhos, me olhou e sorriu. - Nada... é que... você não tocou mais naquele assunto! - falei com um sorriso nos lábios. - Você não está mexendo nas calcinhas da mamãe de novo não, está? - Nãoooo... claro que não! - ele respondeu rapidamente e levou uma das mãos debaixo do lençol, procurando algo. - Eu ainda tenho a que você me deu, Jú! É tudo que preciso! - ele terminou rindo e me mostrou a calcinha que eu tinha dado a ele.
Putz!! Ver meu irmão segurando minha calcinha daquele jeito me deu um tesão enorme. Senti um arrepio percorrer todo o meu corpo. - Você já fez hoje? - perguntei a ele um pouco desconfiada. - Fez o que? - ele perguntou rindo.
- Fez aquilo, pô? - insisti fazendo o gesto de bater punheta.
- Sim. Já fiz sim! Bem de manhã! - meu irmão respondeu um pouco sem graça. - Meu deussss!! Quantas vezes você tem que fazer isso durante o dia, Marcos? - Não é que eu tenho que fazer, Jú! - ele respondeu. - É que eu gosto de fazer. E respondendo sua pergunta, umas três vezes ao dia.
- Sérioooooo?!? - falei. - E como você consegue tudo isso? - Dou um jeito. Sempre que "ele" fica duro eu bato uma punhetinha. É claro que é mais fácil com uma ajudinha, principalmente de alguém da família.
Aquela foi uma indireta que me acertou em cheio. Pelo lençol eu conseguia ver o tamanho do volume da rola do meu irmão. E já faziam cinco dias, cinco dias desde que eu o observei batendo punheta e deixei ele gozar em cima de mim.
- Você... precisa fazer de novo? - perguntei. - Quero dizer, já está na hora de fazer de novo? - Você que vai me falar! - meu irmão puxou o lençol e levei um susto. Seu pau estava muito grande e duro, e armava uma barraca em sua cueca.
Dei uma mordidinha na boca e senti minha buceta palpitar, dando piscadinhas que me deixavam louca. - Ué! - falei. - Se você precisar fazer... estou aqui pra te ajudar. Faço tudo pra manter você longe da gaveta de calcinhas da mamãe.
Quando eu falei isso, nós dois rimos deliciosamente. - Posso gozar nas suas mãos de novo? - meu irmão perguntou e começou a se levantar. - Sim, claro! Esse era o plano da última vez, né? Mas você acabou gozando na minha blusa e até no meu rosto! - falei rindo.
- Foi sem querer, Jú! Você sabe que foi! - ele disse e notei sinceridade em sua voz. - A gente nunca sabe quanta porra vai sair e se vai ser forte ou fraco. Além disso, como eu estava olhando pra você, meu tesão foi maior, e gozei mais intenso.
Enquanto ele falava isso, ele se levantou e baixou sua cueca na altura dos tornozelos. Mais uma vez fiquei perdida, olhando fixamente para a pica dele, dura, grossa, empinando na minha frente. Por alguns segundos apenas suspirei, sem conseguir falar nada.
- Tá bom! - falei finalmente. - Mas não vamos sujar meu roupão...! - minha voz sumiu quando afrouxei meu roupão de banho e ele caiu no chão. Eu agora estava completamente nua na frente do meu irmão. - Goza em mim... pode gozar em todo o meu corpo! - falei. - Eu tomo outro banho depois.
- Carambaaaa, Jú!!! - meu irmão disse quase sem fôlego. - Você é muito gostosaaaaa... que corpinho lindo!! Eu entendia a surpresa dele. Eu também estava surpresa pelo que eu tinha acabado de fazer, soltar meu roupão daquele jeito, ficando peladinha na frente dele.
Na verdade meu irmão já estava quase nú também, bastaria ele terminar de tirar sua cueca. - Eiiii... fica me olhando assim não! Fiquei sem graça! - falei quando percebi os olhos dele fixamente no meio das minhas coxas, comendo minha buceta só com o olhar.
- Que lindaaa!!!... puts, Jú!! Nunca imaginei que você era tão gostosinha assim sem roupa! - meu irmão disse. - Eu ficava te olhando de shorts e saia, tentando ver sua calcinha... mas não imaginava que você fosse assim!
- Que bom que você gostou, Marcos! Depois daquele dia eu não paro de pensar nisso... meu deusssss!! Acho que estou ficando louca! - falei olhando-o fixamente nos olhos. - Logo vou voltar pra faculdade! Então eu queria mostrar meu corpo pra você antes de ir embora novamente.
- Uauuuuuu!!! Que irmãzinha mais gostosaaaaa!! - meu irmão falou, todo empolgado. Percebi que sua pica estava extremamente dura, e ele nem a tinha tocado ainda. - Então... você vai bater sua punheta e gozar em cima do corpinho peladinho da sua irmã ou não? - perguntei com um sorriso bem safado.
- Vou sim, Jú... E vai ser agora! - o Marcos disse e se aproximou de mim, já punhetando seu pau. Nossaaaa!! Aquilo estava me deixando completamente perdida. Sou um ano mais velha que meu irmão, mas ele, com 18 anos, era bem mais alto que eu. Movida por um tesão intenso eu me ajoelhei lentamente na frente dele.
Ajoelhada, olhei pra ele e percebi seu enorme pau há apenas alguns centímetros do meu rosto. A visão do meu irmão me olhando daquele jeito, de cima para baixo, me deixou louca. Minha buceta babava de desejo e os biquinhos dos meus seios estavam durinhos.
- Jú... isso é bom demais!! - ele gemeu e disse. - Nossaaaa!! Não vou conseguir segurar por muito tempo... que tesão! Meu irmão gemia muito gostoso, me olhando, analisando cada pedacinho do meu corpo, e batendo sua punheta deliciosa, cada vez mais rápido.
Eu já tinha perdido o controle da situação. Se ele quisesse me comer, bastaria pedir. Na hora eu abriria minhas pernas pra ele enfiar aquela pica dura e grossa todinha em mim. Fiquei olhando para o pau dele e, sem saber direito o que eu estava fazendo, levantei a mão e, com a ponta do dedo, limpei as gotinhas do "liquidozinho que sai antes" da cabeça da rola dele.
Meu deussss!! Pronto! Estava feito! Eu tinha acabado de tocar no pau do meu irmão. Eu não conseguia acreditar naquilo. Me inclinei para trás e passei meus dedos nos biquinhos do meus peitos, molhando eles com o líquido que eu tinha tirado da cabeça do pau do Marcos. Na hora o cheiro delicioso de sexo invadiu meu nariz.
- Ahhhhhhhh... Caralhooooooo... Ohhhhhhhh... vou gozarrrrrrr... vou gozarrrrrr!! - meu irmão gemeu mais forte. - Nos meus seiossssss... goza nos meus seiosss!! - falei rapidamente e agarrei meus peitos e os apertei juntos, oferecendo-os a ele.
Meu irmão resmungou alguma coisa bem alto e seu jato de porra veio em direção aos meus seios. Putzzz!! Na hora até levei um susto. Nós dois gemíamos deliciosamente e aquela porra quentinha não parava de espirrar nos meus peitinhos. Adorei ver a carinha dele quando ele veio mais para perto e ficou apertando a cabeça da pica, até sair o restinho de porra e cair tudo nos meus seios.
Finalmente ele caiu na cama, com seu pau ainda dando umas empinadinhas, devido às tremidinhas que seu corpo ainda dava. - Marcos de deusssss!!! Você acaba de gozar nos peitinhos da sua irmã... tem vergonha não, seu tarado?... gozou nos seios da sua irmã, peladinha, só pra você!
Quando eu falei isso nós dois caimos na gargalhada. - Sim... gozei... e vou gozar quantas vezes você deixar! - ele falou rindo. - Você é a melhor irmã no mundo! - Sou mesmo, seu safadinho? - falei e me levantei. Tive que colocar as mãos embaixo dos meus seios para que a porra dele não caísse no chão.
- Vou tomar um banho... descanse, irmãozinho!! Você merece... - falei e fui rapidamente para o banheiro. Ao entrar no banheiro eu tranquei a porta e me olhei bem no espelho. Meu deussss!! Meus seios estavam cobertos de porra. Ao ver aquilo minha buceta palpitou, e me senti mais molhadinha do que nunca.
Fiquei me olhando no espelho e espalhei toda a porra do meu irmão nos meus seios, principalmente nos biquinhos, que estavam eretos e muito sensíveis. - Mmmmmmmmmmmmm...! - soltei um gemido delicioso. Foi tão gostoso fazer aquilo. Mas eu queria mais, queria ser mais safadinha. Levei uma de minhas mãos, suja de esperma, até a minha boca e lambi bem devagar. Eu já estava ficando acostumada ao gosto de porra.
Voltei para o quarto da minha mãe, fui para o chuveiro e passei alguns minutos debaixo da ducha quentinha, removendo a porra do meu irmão do meu corpo. Em seguida aproveitei o tempo para dar uma gozadinha usando o chuveirinho. Nossaaaaa!! Que delíciaaa!! O jatinho de água no meu clitóris me levou a um orgasmo que me deixou mole por vários minutos.
Me enxuguei e procurei meu roupão para vestí-lo. Nessa hora me lembrei que ele ainda estava no quarto do meu irmão. Assim, me enrolei na toalha e fui até lá. O Marcos ainda estava deitado, dormindo tranquilamente. Aproveitei para admirar seu corpo nú.
O corpo do meu irmão era muito bonito mesmo. Seu pau estava mole, mas mesmo assim ainda parecia grande daquele jeito, repousando em seu abdômen. Não pude resistir.
Me aproximei lentamente de sua cama, me abaixei e dei um beijinho em seu pau. Nossaaaaaa!! Eu estava me tremendo toda. Era a primeira vez que minha boca tocava uma pica. Mas foi bem rapidinho. Olhei para o meu irmão e vi que ele não se mexeu.
Tomei coragem e fiz de novo. Dessa vez eu lambi seu pau desde a base até a ponta. Nessa hora ele se mexeu. Apavorada, eu rapidamente peguei meu roupão do chão e saí correndo do quarto dele.
Continua em: "Não mexa nas calcinhas da mamãe - Parte 4"
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Vi meu irmão comendo a namorada dele. Sonhei que eu estava dando para o meu irmão. O pau do meu irmão é enorme, dá até medo. Nunca imaginei sentir tesão pela minha irmã. Flagrei meu amigo comendo a minha irmã. Minha irmã estava distraída e vi sua calcinha no sofá. Tenho a impressão que meu irmão fica tentando ver minha calcinha quando estou de saia. Gozei gostoso vendo fotos da minha irmã. É normal sentir tesão pela própria irmã. Minha irmã não sabe mas tenho muita vontade de meter nela. Vi fotos da minha irmã peladinha. A buceta da minha irmã é muito linda. Bato punheta pensando na minha irmã.
|