Olá, sou a Julia, e resolvi dividir em duas partes meu conto de quando transei pela primeira vez com meu tio aos 16 anos para contar o máximo de detalhes de como tudo aconteceu.
Depois da experiência que tivemos em que ele bateu uma punheta na minha frente e gozou dentro das minhas mãos e na qual eu provei pela primeira vez o gosto do leitinho dos deuses e me viciei, eu resolvi que já estava na hora de ter minha primeira relação sexual.
O problema é que eu não queria que fosse com nenhum menino inexperiente. Teria que ser com alguém que soubesse extrair o máximo de mim, e só me veio na cabeça o meu tio.
Naquela mesma noite, depois do jantar, eu estava sentada no sofá e ele chegou e se deitou com a cabeça no meu colo. Fiquei alisando seus cabelos carinhosamente enquanto assistíamos TV. Depois de alguns minutos ele verificou que não tinha ninguém por perto e tocou no assunto: - Julia, você sabe que o que fizemos foi errado, não sabe? - ele falou com a voz baixa - Eu achei gostoso, mas é bom parar por aqui pra gente não se arrepender depois! Essas coisas você faz com seus amiguinhos na escola... mas cuidado! Lembre-se que você só tem 16 anos!
- Tio, eu JÁ tenho 16 anos... mas ainda não tinha feito isso com ninguém e não faria com nenhum menino bobo da minha idade! - eu disse e aproximei minha boca de seu ouvido - Eu quero me entregar a você! Quero que você me ensine tudo, mas tudo mesmo!
Ele deu um salto, fez cara de susto e, falando baixinho mas com voz séria, me perguntou: - Você tá maluca?!? Perdeu o juízo de vez? Você ainda é uma criança, menina! - Tio, você sabe que não sou mais criança! Já sei muito bem o que eu quero, e se não for com você vai ser com outro! E digo logo que não vai ser com nenhum menino... quero alguém experiente! Eu já decidi e não volto atrás!
Olhei de lado para ver se realmente não tinha ninguém nos ouvindo e complementei: - E alguém com a rola grande e grossa como a sua!
Nossaaa!! Quando falei isso meu tio arregalou os olhos. Ele me olhava com cara de espanto e também excitação, embora não quisesse demonstrar. - Vou dormir... essa conversa já foi longe demais! - ele falou e se levantou do sofá.
- Eu vou te aguardar amanhã a tarde, tá? - falei bem baixinho e com um enorme sorriso no rosto. Ele me olhou sem dizer nada e saiu.
É claro que foi difícil dormir naquela noite. Eu queria assistir alguns filmes pornôs para estudar algumas cenas e posições, mas, como eu dormia no mesmo quarto que minha mãe, não pude ligar o computador. Também não pude me masturbar para não chamar a atenção dela.
Mesmo assim ainda fiquei alisando e apertando minha buceta bem discretamente, para ver se o sono vinha mais rápido, e fiquei imaginando se meu tio também estava tocando uma punheta pensando em mim.
No outro dia, quando cheguei da escola, preparei uma comida rápida, tomei um banho, me perfumei toda, coloquei apenas um vestido de malha, sem sutiã e sem calcinha e fiquei à espera do meu predador.
Meu tio não costumava ficar em casa, e quando chegava, geralmente era no final da tarde. Mas nesse dia ele chegou não era nem 14:00hs. Fiquei mais ansiosa ainda, pois o fato dele chegar mais cedo era sinal de que ele estava disposto mesmo a me ensinar umas coisas.
- Você quer comer alguma coisa, tio? - perguntei a ele, um pouco tímida e sem jeito. - Não, Julia, obrigado! Eu já almocei... só vou tomar um banho e ir para o meu quarto! - ele respondeu me olhando de relance.
Eu percebi que ele não queria dar bandeira e com certeza queria ver se eu seguiria com meus planos. Quando ele saiu do banheiro de toalha e foi para o quarto, eu o segui e parei na porta ele. Ele se virou, me olhou dos pés à cabeça e disse:
- Julinha, você para com isso... que isso não vai dar certo! - ele falou com a voz trêmula. Mas eu estava decidida. Soltei as alças do meu vestido e ele deslizou pelo meu corpo, indo lentamente parar no chão. Caminhei nua em sua direção enquanto ele me olhava fixamente, admirando meu corpo.
Me aproximei dele e soltei sua toalha. Pela primeira vez eu estava vendo meu tio pelado e, mesmo estando um pouco nervosa, pude apreciar seu corpo, o peitoral, a barriga, as pernas, e no meio delas seu pau balançando, como um prêmio pra mim.
- Julinhaaaaaaa... isso não está certo... - meu tio ainda tentou protestar. - Shhhhhhhhh... por favor... não fala nada... deixa acontecer! - falei e segurei na sua rola, que de imediato cresceu em minhas mãos. Que coisa gostosa. Que pica mais dura, grossa e quente.
Ele parou de me olhar, se encostou na parede e fechou os olhos para curtir o que eu estava fazendo com ele. Eu já tinha visto muitas massagens em rola, então, de teoria eu já sabia tudo. Só faltava a prática, e não decepcionei. Alisei bastante o pau dele, apertando de leve e punhetando.
Meu tio gemia deliciosamente, sentindo o toque suave das minhas mãos. Finalmente ele abriu os olhos, segurou em meu queixo e me deu um selinho. Nos olhamos, sorrimos um para o outro e depois nos beijamos freneticamente, de língua e com direito a mordidinhas de lábios.
Meu deussss!! Eu estava com tanto tesão que até tremia. Enquanto nos beijávamos meu tio enrolou a mão em meus cabelos e me segurou pela nuca, firmemente. Nessa hora não aguentei e soltei um gritinho de prazer que mais parecia uma gatinha miando.
- Está gostando de brincar com sua sobrinha? - perguntei e ele balançou a cabeça afirmativamente. Soltei sua rola, me virei de costas pra ele, empinei minha bunda e comecei a me esfregar em sua rola, enquanto ele massageava meus seios e me beijava no pescoço, me deixando arrepiada.
- Que delíciaaaaaa... Julinhaaaaa... você vai matar seu tio de tesão! - ele falou e beijou minha nuca delicadamente. Nem preciso dizer que minha buceta já estava completamente babada de desejo. Em seguida ele me virou de frente pra ele e seu olhar foi em direção ao seu pau.
Eu já sabia o que ele queria. Me abaixei entre suas pernas e abocanhei sua rola.
- Ahhhhhhh... isso, gatinha... isso mesmo... chupa bem gostoso, chupa!! - ele gemeu ao sentir minha boquinha quentinha e molhada em seu pau. Apesar de toda a teoria que eu tinha aprendido, me atrapalhei no início. Mas em segundos eu já mamava deliciosamente.
Chupei tanto o pau do meu tio que minha baba saia da minha boca e escorria pelo meu queixo e pescoço. Eu já estava pronta para receber a porra dele na minha boca quando ele me pegou no colo e me jogou em cima de sua cama. Em seguida ele veio, abriu minhas pernas e ficou dedilhando em minha buceta.
- Ohhhhhhhhhhh... tio... faz tanto tempo que eu queria issooooo... - gemi e falei, olhando bem nos olhos dele. Que delícia ter outros dedos além dos meus tocando em minha xoxota. Eu me tremia toda, mordia os lábios, e rebolava meu quadril de encontro à mão dele.
- Ahhhhhhhhhhhh... que gostosoooooooooo... ahhhhhh... hummmmm... nosssaaaaa!! - gemi loucamente quando ele lambeu minha buceta, primeiro lentamente e depois sugando meu grelo. Pedi pra ele me chupar todinha e ele se entusiasmou me vendo assim tão amolecida.
Além da língua no meu clitóris ele enfiava também os dedos na minha grutinha toda melada. - Tiooooooo... meu deussssss... ahhhhhhh... v-v-vou gozarrrrr... estou goz... - segurei com força em seus cabelos, apertei bem a boca dele na minha xoxota e gozei pela primeira vez.
Eu ainda estava recuperando meu fôlego e meu tio me virou na cama e me colocou de quatro. Fiquei com a bunda bem empinada e ele começou a passar a língua na minha buceta, agora por trás. Me arrepiei todinha, pois ele começava na minha xoxota e ia até o meu cuzinho, que piscava mais que farol de trânsito.
Depois ele fez um "V" usando dois dedos e os melou bem no melzinho da minha xota. Em seguida o safado enfiou um dedo na minha buceta e outro no meu cú. Nossaaaa!! Deu um certo trabalho e senti uma dorzinha, mas depois ficou muito gostoso. Eu já tinha feito isso em mim outras vezes, mas ele fazia de um jeito especial e gozei novamente.
Depois da segunda gozada eu falei pro meu tio que eu queria fazer xixi e fui ao banheiro. Tomei outro banho, fui ao meu quarto, me perfumei novamente, me deitei na minha cama um pouquinho e respirei fundo. "Chegou a hora!", pensei ao voltar toda sorridente para o quarto do meu tio.
Me joguei em cima dele e fizemos um delicioso 69, com ele por baixo e eu por cima. Eu me derretia em sua língua e enchia minha boca com sua enorme rola e a esfregava no meu rosto e nos meu olhos. Eu estava adorando aquela baba toda em minha cara.
Ele tanto me lambia e chupava como enfiava os dedos na minha xana e no meu cuzinho. Eu já estava prestes a gozar de novo quando ele me deitou de costas na cama, de pernas abertas e me lambeu novamente, preparando minha buceta para receber sua vara.
- Não, tio... na primeira vez eu quero sem camisinha! - falei quando ele ia pegar um preservativo - Quero sentir seu pau... quero sentir ele me rasgando!
- É para nossa proteção, Julinha! - Eu sei... mas quero sem nada mesmo... é só você não gozar dentro! - insisti e ele concordou.
Meu tio veio se deitando em cima de mim, na posição papai e mamãe. Ele me beijou delicadamente enquanto usava uma de suas mãos para pincelar a cabeça de seu pau na minha buceta. Quando a cabeça da rola encontrou a entradinha, ele soltou seu peso e a pica entrou um pouco.
- Ahhhhhhhhhhhh... devagarrrrrrr... por favorrrrr... falei e enlacei as pernas ao redor de sua cintura. Minha buceta já tinha sido desvirginada por meus dedos e por um consolo que eu tinha, mas nada se comparava àquela rola, que era muito grossa e entrava como se estivesse me rasgando.
Busquei a boca do meu tio e nos beijamos novamente. Isso fez com que a dor inicial passasse e comecei a sentir um enorme prazer. O pau dele já tinha entrado tudo e ele começou um vai e vem cadenciado, com um rebolado de homem que sabe mesmo meter numa mulher.
- Meteeeeee... tio... mete gostoso na buceta da sua sobrinha... mete... pode enfiar tudo que eu aguento, tá? - falei e ele sorriu. Ele gemia de tesão e bombava cada vez mais rápido. Aquela rola entrando e saindo da minha buceta gulosa estava me levando à loucura.
Fiquei orgulhosa comigo mesma por conseguir agasalhar uma rola tão grande e grossa dentro de mim.
- Você é muito gostosinha, Julia... que bucetinha mais deliciosa... tão apertadinha... ahhhhhh... que delícia... dá essa buceta pro titio, dá, sua safadinha gostosa! - ele falou no meu ouvido e gemi de prazer.
Ele me beijava, mamava em meus seios, me mordia, e eu ali, querendo mais rola dentro de mim. Logo ele acelerou ainda mais o entra e sai e não aguentei. Apertei minhas pernas ainda mais em sua cintura e mordi o ombro dele para abafar meus gritos. Quase chorei ao gozar mais uma vez. Minha primeira gozada com uma pica engatada na buceta.
- Vem por cima agora! - meu tio falou e se deitou na cama de barriga para cima. Me sentei nele e dessa vez minha buceta já agasalhou sem dificuldades sua rola. Nossaaaaa!!! Deslizei no pau dele até o talo e logo comecei a rebolar, subindo e descendo.
- Isso, gatinha... é assim mesmo... aprendeu a foder direitinho, heim? - meu tio falava e me segurava pelos seios, apertando e brincando com os biquinhos. E eu ia pulando na sua pica, como uma desesperada, falando um monte de sacanagens que nem me lembro mais.
Depois me deitei de lado e ele por trás ia socando fortemente em minha buceta. Eu chorava, gemia, gritava e reclamava, enquanto ele segurava firme nos meus seios e metia em mim sem dó. - Vou gozarrrrrr... Julinhaaaa... vou gozar, minha linda... - ele anunciou.
- Goza na minha cara... goza na cara da sua sobrinha linda... goza, meu gostoso... - pedi e ele imediatamente saiu de dentro de mim. Fiquei de joelhos na cama e ele em pé, me olhando e punhetando seu pau.
- Ohhhhhhhhh... - me assustei e deixei escapar um gemido quando recebi a primeira jorrada de porra no meu rosto. Abri a boca e tentei engolir os jatos seguintes.
Meu tio parecia um tarado, e esfregava o pau nas minhas bochechas e depois enfiava de volta na minha boca. A porra começou a escorrer do meu rosto, caindo nos meu seios. Ele, com as mãos, ia espalhando e levava até os mamilos. Para completar o serviço eu ainda chupei e engoli o restinho de porra do seu pau até deixar limpinho.
Saciados, nos deitamos na cama abraçados, como dois namoradinhos, e eu ainda continuei brincando com a porra dele em meu corpo. - Então... o que achou? - ele me perguntou depois de beijar meus lábios - Está tudo bem com você?
- Sim, tio! Foi ótimo... estou QUASE realizada! - Por que quase?!? - ele me olhou com cara de espanto e perguntou. - Porque ainda quero fazer sexo anal... quero ser fodida no cú... mas isso vai ser outro dia, tio, pois eu quero curtir uma coisa de cada vez e aproveitar melhor.
Falei isso, dei um longo beijo na boca nele e saí para tomar meu banho, deixando ele esparramado na cama de barriga para cima. Quando cheguei na porta me virei e fiquei admirando aquele homem lindo e gostoso, ali, nu, com a sua piroca já amolecida, e fiquei orgulhosa de mim novamente por instantes atrás ter conseguido aguentar, aproveitar e gozar numa pica tão grande e grossa.
À noite agimos normalmente, e quando fui dormir não precisei me masturbar, pois estava muito satisfeita. Dormi muito bem, me sentindo uma nova mulher e já imaginando como seria o outro dia. Eu não via a hora de ter aquela rola deliciosa dentro de mim novamente.
Pesquisas relacionadas a este conto erótico: Minha buceta é muito macia e gulosa. Quero ser fodida no meu cú, com violência, não gosto de ser tratada como princesinha não. Depois da surra de piroca que levei eu estou me sentindo uma nova mulher. A dor de cabeça da minha irmã era falta de rola na buceta dela. A xoxota da minha prima era tão apertadinha que o meu pau entrou rasgando, fiquei até com dó dela. Primeira foda em público com o meu filho. Sou professor de inglês à domicílio e esse trabalho já me rendeu bucetas de todas as formas e cores. Me tornei oficialmente puta do meu filho. Dei para o peão do meu avô, o safado me comeu atrás do curral da fazenda. Meu marido havia comprado uma sítio, e acabou herdando alguns funcionários.
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