A minha primeira vez em um motel foi com um tio meu. E nesse conto eu vou narrar como foi. Me chamo Beatriz e os fatos aqui escritos vieram a acontecer quando eu tinha pouco mais de 18 anos.
Como eu era de família evangélica, namoro na minha família era coisa séria. Eu tinha muita dificuldade pra conseguir um namorado e pra dar uns beijinhos na boca e levar amassos de algum garoto então, nem pensar.
Isso era tabu na minha família. Eu tinha sorte quando eu podia sair pra fazer algum trabalho escolar na casa de amigas.
Às vezes eu até mentia que ia na casa de alguma colega pra namorar escondido. E foi assim que conheci um garoto chamado Adriano, que era mais novo do que eu 2 anos. Então eu sempre dizia que ia pra casa da minha colega com a velha desculpa de um trabalho escolar e acabava me encontrando com o Adriano para uns beijos e amassos.
Um belo dia os pais da minha amiga não estavam em casa e iam demorar. Ela chamou o Adriano pra lá também. Ela, muito sacana, sabendo que eu era virgem começou a provocá-lo até eu conseguir transar com ele, o que não foi muito difícil, visto que ele era doido pra me comer e eu sempre dava um jeito de escapar.
E ela ainda me fez também participar de suas sacanagens. Ela me fez tirar a minha roupa na frente dele e foi a primeira vez que fiquei pelada na frente de um garoto. Moral da historia: acabei perdendo minha virgindade naquele dia e depois com outros encontros às escondidas eu acabei gostando da coisa e achava que fazer sexo era a coisa mais gostosa do mundo.
Transei mais algumas vezes com ele e terminamos o namoro porque eu achava ele muito imaturo, pra dizer a verdade, homens mais velhos é que me atraiam.
Quando terminei o segundo grau, passei no vestibular e ia fazer faculdade no ano seguinte. Como morávamos em Rio Preto, interior de São Paulo, lá fazia muito calor no verão. Eram 30 a 35 graus o tempo todo. Então tínhamos uma piscina no quintal.
Mas o meu pai, sendo das antigas, nos obrigava a ser bem restritos nas nossas amizades e nos expor na piscina era somente de maiô e somente na frente de parentes, nunca de estranhos.
Mas os parentes que mais frequentavam a nossa casa eram o tio Roberto que tinha 45 anos e sua esposa, que era irmã da minha mãe e um pouco mais nova que ele. E quase sempre que eles iam pra lá, aproveitávamos pra fazer um churrasco e tomar banho de piscina.
Até então, meu tio era considerado por todos e até por mim um homem muito simpático, educado e respeitador. Eu nunca tinha percebido nada que viesse desaboná-lo.
Em um desses dias, minha mãe tentava nadar de costas e meu tio veio ajudá-la, dando apoio com as mãos nas suas costas e nitidamente no seu bumbum.
Ele era tão querido por todos que nem meu pai e nem minha tia, vendo que ele colocava a mão na bunda da minha mãe, demonstraram algum aborrecimento. Depois de vários minutos minha mãe resolveu parar e meu tio me perguntou se eu queria aprender também.
Deixei que ele fizesse o mesmo comigo: uma das mãos nas minhas costas e a outra no meu bumbum. E a cada tentativa de ele me largar eu afundava sem conseguir dar nenhuma braçada. E meu tio voltava a me segurar e eu estava adorando sentir a mão de um homem mais velho no meu bumbum.
Às vezes eu sentia seu dedão pressionando sobre minha buceta, de leve, mas eu sentia. Vendo que minha mãe, meu pai e minha tia demonstravam não estar percebendo nada, deixei ele continuar e até sorri, já que ele continuava bem sério e compenetrado em me ensinar a boiar.
Quando resolvi parar e fiquei de pé ao seu lado, ele naturalmente levou a mão nas minhas nádegas e passou o dedo sobre minha xoxota, por cima do tecido do meu maiô.
Com medo que alguém viesse a perceber, me afastei rapidamente e fui ao banheiro tomar um banho.
Quando eu saí do banheiro e estava indo pro meu quarto, eis que ele estava no corredor. O resto do pessoal estava na beira da piscina, aproveitando o resto de carne que havia na churrasqueira.
Ele então levou a mão por cima do meu ombro e enfiou por dentro da minha blusa, segurando um dos meus peitinhos, o que foi fácil, por eu não ter colocado o sutiã ainda.
Fiquei apavorada pelo fato de alguém aparecer naquele momento. - Não faça isso, tio!! Pode aparecer alguém! - eu falei tentando me escapar dele.
- Eu quero te ensinar outras coisas, Beatriz, em um outro lugar!! - ele falou no meu ouvido, sem largar meu peitinho.
- Que lugar, tio? - perguntei curiosa. - Um lugar muito especial, minha princesa!! - o safado respondeu. Eu nem imaginava que lugar ele tinha na cabeça. - Fala, tio! Que lugar é esse? O senhor sabe que o papai não me deixa sair!
Ele parecia já ter pensado em tudo. - No sábado, quando seu pai fica lá na igreja até tarde da noite, é só você dar uma desculpa e não ir com eles! Realmente eu não ia todos os sábados na igreja; minha obrigação era ir todos os domingos.
- O que o senhor quer me ensinar, tio? - insisti mais um pouco. - É uma surpresa, Beatriz!! Você vai ter que pagar pra ver, ou melhor, pra saber.
Fiquei com uma curiosidade enorme sobre que lugar seria. - Ahhhh!! Sem saber o que é eu não quero!! - respondi sorrindo. Meu tio me puxou pra ficarmos atrás da porta. Em seguida ele já veio me abraçando.
- É só você confiar em mim, Beatriz. Tenho certeza que você vai gostar! - Não sei, tio!! E se alguém me ver? - eu falei, raciocinando na minha inocência.
Novamente ele falou que eu podia confiar nele e me lascou um beijo na boca, me deixando de pernas bambas.
Eu ainda me recuperava do susto e ganhando mais um beijo na boca quando ele me fez colocar a mão em algo duro, roliço e palpitante. Sem olhar e sabendo o que eu tinha na mão, dei uma passada rapidamente da ponta até a base. - O senhor é louco, tio! Meu deussss!!!!
O risco que corríamos era enorme mas, ainda dei algumas alisadas no pênis do meu tio antes de abrir a porta e sair, falando pra ele: - Vou pensar, tio!! Quando eu tiver resposta eu te aviso.
Sozinha então no meu quarto, eu passei a analisar as atitudes do meu tio. Chequei à conclusão óbvia que ele estava a fim era de fazer alguma coisa comigo.
E eu sabia o que era, só não sabia onde. Ao invés de ficar com medo, fiquei foi excitadíssima com a possibilidade de ele querer fazer sexo comigo. No dia seguinte, liguei dizendo que eu aceitava sair com ele.
- Onde o senhor vai me levar? - perguntei a ele. - É uma surpresa, Beatriz!! Você não gosta de surpresas?
- Sim, eu gosto! Mas o senhor está sendo muito misterioso! - respondi ao meu tio. - No sábado você vai descobrir, princesa. - ele falou, me deixando louquinha de tesão.
Então, no sábado, assim que meu pai e minha mãe saíram pra irem a igreja, eu liguei pro tio Roberto e fui a pé até um lugar combinado pra ele me pegar de carro.
Entrei no carro, ele engatou a marcha e começou a andar. Perguntei novamente onde ele ia me levar e insisti que ele tinha que me falar onde íamos. - Sabe aquele motel que fica depois da saída da cidade, Beatriz? É lá que vou te levar! - ele disse calmamente, sem me olhar.
Novamente eu senti uma tremedeira nas pernas e após alguns minutos sem conseguir falar uma palavra, eu disse: - Mas, tio... Se meu pai descobre ele mata nós dois!
- Ninguém nunca vai saber, Beatriz... É só tomarmos cuidado! - Meu deussss!! Eu nunca fiz uma loucura assim, tio!! Quero voltar pra casa.
Eu estava aflita e assustada. - Tio, o senhor sabe que sou uma menina muito reservada! - Eu sei muito bem, Beatriz! Só quero ficar um pouco sozinho com você!
- O senhor promete que não vai abusar de mim? Quando eu falei isso ele pareceu se assustar um pouco.
- Não vai me dizer que você ainda é virgem? - ele disse com um ar de preocupação.
Na verdade eu tinha uma vontade louca de me livrar daquela prisão que meu pai me impunha. Quando eu alisei o pênis do meu tio em casa, eu fiquei doida pra dar pra ele, mas ao mesmo tempo, o tamanho daquela piroca me dava medo.
Sem responder a pergunta que ele me fez eu disse: - Tenho medo do que o senhor vai fazer comigo! - Prometo que vou fazer só aquilo que você deixar, Beatriz! Combinado?
Ainda ficamos conversando por mais alguns minutos e então resolvi correr todos os riscos. Eu só pensava no tamanho que eu ia sentir do pênis do meu tio, porque eu só tinha sentido ao passar a mão. Eu estava curiosa pra poder olhar com meus próprios olhos.
Jamais tinha passado pela minha cabeça um dia entrar em um motel. Fiquei apreensiva até ele entrar com o carro em uma garagem e fechar a porta.
Deslumbrada pela visão daquele quarto todo decorado, só fui me dar conta do que fui fazer lá com meu tio quando ele, me abraçando, já foi beijando minha boca e me deitou na cama, levantando minha saia e começando a tirar a minha calcinha.
- Olha, tio!! Não quero.... - falei assustada. - Prometo que não vou te obrigar a fazer nada! - ele disse se afastando um pouco.
Ele desistiu de tirar minha calcinha, mas a minha saia já estava levantada, revelando boa parte do meu corpo. Eu confesso que nós dois estávamos ali porque eu o ajudei, facilitando as coisas.
Mas eu estava muito nervosa. Ainda assim não fiz nada quando meu tio foi se ajoelhando na minha frente e desceu minha calcinha pelas pernas, até fazê-la sair pelos meus pés.
- Você é linda demais, minha sobrinha! - ele falou, me comendo com os olhos. Intimamente eu me considerava uma menina bastante atraente e às escondidas, eu gostava de vestir roupas íntimas bastante provocantes.
Ele foi chegando o nariz bem na minha vagina, botou a língua pra fora e passou no meio dos meus lábios vaginais. - Ohhhhhhh!! O que está fazendo, tio? - perguntei sem saber o que fazer.
Foi quando comecei a aprender a falar algumas palavras que sempre me ensinaram serem chulas:
- Que gostinho bom tem sua bucetinha, Beatriz! Vou te chupar todinha, sua safadinha! - meu tio falou, fazendo minha cabeça rodar de excitação.
Fiquei quietinha, só olhando ele se despindo. Ao ver seu pênis duro e comparando com o do meu ex-namoradinho, que era apenas um garoto, é que fui ter noção exata do que me esperava.
Ele se ajoelhou novamente entre minhas pernas. - Abra bem as pernas, princesa! Vou fazer você gozar só com minha língua! - meu tio falou e, segurando minhas pernas, as afastou gentilmente. Minha xoxota ficou totalmente exposta e me entreguei. Agora ele podia fazer o que quisesse comigo.
Com o meu ex-namorado era só sexo papai-e-mamãe, coisa rápida, sem muitas carícias. E eu nunca tinha experimentado uma chupada na buceta. Com o meu tio era diferente, ele sabia como fazer e como dar prazer.
- Ahhhhhhh!!! Meu deussss!! Isso é tão gostosooooo!! - falei quando senti o meu tio chupando a minha preciosa lentamente, me deixando completamente molhadinha.
Ele lambia a minha xoxota e eu quase enlouqueci de tanto prazer. - Ohhhh!! Não pára, tio!!! Por favor, não pára!!! - gemi descontrolada e começando a gozar, me tremendo todinha. E meu tio achando que eu ainda era virgem.
- Quer deixar eu colocar na sua bundinha? Na bundinha não tem perigo nenhum! - ele falou, disposto a enfiar logo aquela piroca enorme no meu cuzinho.
Era lógico que eu já tinha ouvido falar de sexo anal. Mas a minha vontade de ter aquele pênis na minha vagina era maior e me fez confessar.
- Vem na frente mesmo, tio... eu gosto mais na frente, e não se preocupe, já não sou mais virgem. - Ahhhhhh!! Então você já é bem safadinha, Beatriz... Estava tentando esconder de mim, é?
- Não, tio!!! É que eu estava com medo! - respondi. Tive sorte por ele ser experiente. Eu era tão inocente que nem me preocupei com camisinha. Com o meu namorado a minha amiga era quem o obrigava a usar sempre.
Mas meu tio com todo carinho foi se posicionando e quando começou a empurrar pra dentro da minha buceta, sem preservativo mesmo, notei o quanto eu ainda estava apertada, apesar de não ser mais virgem.
Aquele membro do meu tio foi alargando a minha buceta e ele começou o vai-e-vem. Não levou um minuto pra ele começar a socar com mais força, me arrancando gritos e mais gritos de prazer. Tive um novo orgasmo antes dele tirar de dentro da minha xoxota e soltar todo seu esperma sobre minha barriga.
Depois daquela trepada com o meu tio, experiente como ele era e me dando prazer como ele me dava, cheguei à conclusão de que era com ele que eu ia continuar transando. Resolvi aproveitar todo o prazer que o sexo podia me dar. Fui me sentando sobre sua barriga e procurando sua boca pra beijar.
Adorei sentir o gosto dos meus líquidos vaginais ainda na boca dele enquanto eu, em movimentos de sobe-e-desce, aproveitei cada centímetro daquele pau gostoso. - Ohhhhhhh, tio!!! Sua pica é tão gostosaaaaa!! Come sua sobrinha querida, come!!! - eu falava, tentando provocar ele ao máximo.
Eu subia e descia pausadamente. Eu estava gostando demais daquela sacanagem, e eu via pelas expressões do meu tio, aquela carinha de satisfação, em estar transando com a sobrinha no auge dos seus 18 aninhos, e ele com 46.
A diferença de idade era enorme, mas minha inexperiência era compensada pela experiência dele.
- Princesa, você é muito gostosinhaaaaa!!! Está gostando de dar a bocetinha pro seu tio, tá??? - ele perguntou enquanto eu subia e descia, deslizando meu corpinho no seu pênis enorme.
- Estou gostando muito, tio!! Fala que sou sua princesa!! Fala!! - falei e percebi que o meu corpo tremia todinho, de tanto tesão.
Não demorou muito até ambos gozarmos. Por mim em não pararia, continuaria transando alucinadamente. Mas a idade dele pedia um breve intervalo entre uma e outra.
Mas, uns vinte minutos depois ali estava eu novamente, só que agora de quatro, recebendo aquele pau duro novamente, me fazendo mulher de verdade.
Eu gemia de prazer em mais dois orgasmos seguidos, e ele também gozou gostoso. Depois de transarmos eu falei pra ele que eu tinha que voltar pra casa logo antes de meus pais voltarem da igreja. Se eles chegassem em casa e não me encontrassem, eu não sei como explicaria.
Entre ele me pegar e me deixar em casa não se passaram mais que duas horas. Foi tudo tão rápido, tudo tão intenso. Ele queria ficar mais um pouco comigo no motel, mas eu falei que se ele quisesse repetir novamente, teria que ser assim. Então ele me levou de volta.
Alguns sábados depois, deu certo de irmos novamente pro motel e depois de repetirmos tudo o que fizemos na primeira vez, ele me fez ficar de bruços, beijou minhas nádegas e começou a brincar e a passar a ponta do dedo no meu ânus.
Ele enfiava o dedo na minha vagina, lubrificava, e com o dedo lubrificado enfiava a pontinha no meu buraquinho.
Enquanto brincava com o meu cuzinho, ele me dizia umas safadezas sem tamanho.
- Tem muitas meninas por aí que gostam de dar o cuzinho, Beatriz! Você não quer tentar? Como eu já estava tão viciada em sexo, resolvi experimentar "dar o meu cuzinho".
Quando concordei, ele foi buscar sobre um móvel uma pequena bisnaga, que ele disse ser um gel próprio para sexo anal, cortesia do motel. Com carinho, ele passou aquele gel geladinho na portinha do meu rabinho, e às vezes enfiava o dedo indicador para que eu fosse me acostumando.
Logo depois ele passou bastante gel na cabeça do seu pinto.
Perguntei o porque daquilo tudo e ele me disse que era pra facilitar a penetração. Depois de alguns minutos ele me fez ficar de quatro, encostou a cabeçona do pênis na porta do meu cuzinho, segurou forte na minha cintura e foi forçando aos poucos. - Ohhhhhh, tio!!! Não sei se quero fazer isso não!! - falei cheia de medo.
Ele nem se preocupou. Quando ele forçou um pouco mais, eu senti ele vencer a primeira barreira da minha virgindade anal. Senti que ao entrar, fiquei por alguns segundos sem fôlego, mas segui firme. Eu queria vencer aquela batalha.
Quando senti o resto daquela coisa roliça entrando pra dentro da minha bunda, travei meus dentes e deixei ele enfiar tudo.
Só gritei mesmo quando ele começou a bombar cada vez mais forte. Senti muita dor. Mas senti também um prazer totalmente diferente de tudo que já tinha sentido com o meu tio.
- Vai, tio! Vai! Mais forte! Mais! Mais! Maaaaaaiiiiiissssss!!!! Logo senti seu liquido quente jorrando nas minhas entranhas, bem dentro do meu intestino. Ali eu percebi que tinha virado de vez a putinha do tio.
Saímos mais umas vezes até que eu me casei e por ser meu tio um parente muito próximo, resolvi não sair mais com ele.
Hoje sou uma mulher casada com alguém mais ou menos da mesma idade que eu mas, talvez devido meu tio ter me deixado viciada, quando estou com vontade de levar pica de verdade mesmo, e sem dó, sempre dou um jeitinho de conhecer algum homem bem mais maduro e discreto e que não me comprometa.
Deixem comentários. Quero me corresponder com coroas safados, carinhosos e inteligentes.
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