Descobri meu tesão por mulheres casadas (ou noivas) quando eu ainda tinha uns 13 anos. Nós morávamos em Joinville. Nessa época a irmã do meu amigo de infância tinha 18 anos e era noiva de um tenente do exército.
Eu gostava de sentir sua bundinha quando ela levava a garotada de passeio na garupa da bicicleta.
Sempre achei que ela percebia minha mão boba, mas ela nunca disse nada. Nessa época o irmão mais velho dela se casou com uma morena gostosa, carnuda, potranca. Foi a primeira vez que senti como o tesão pode nos deixar tontos e ofegantes.
Foi o que me passou quando eu a vi pela primeira vez de biquíni. Ela costumava nos levar, meu amigo Júnior (seu cunhado) e eu, na piscina do Tênis Clube. Desde o início de nossas idas, ela brincava com seu cunhadinho (dois anos mais novo que eu) de salva-vidas. Ele fingia que se afogava e ela vinha socorrê-lo.
Logo eu também queria brincar, de olho naqueles peitos gostosos e aquela bunda empinada. Cada vez que ela vinha me "socorrer", eu me agarrava a ela firmemente, até que ousei apalpar sua bunda. Como ela não reclamava e sempre ria, com o passar do tempo eu já enfiava a mão dentro do seu biquini.
Senti o calor do meio de sua bunda e um par de vezes sua buceta pelada. Mas isso só aconteceu na terceira vez que fomos na piscina. Neste dia, quando ela me deixou na porta de casa, ela pôs a cabeça para fora da janela do carro e me disse sussurrando: - Tchau, safadinho...!!! Essa noite fui cedo pra cama alegando cansaço, e punhetei até de madrugada. Já fazia uns anos que eu tinha aprendido a punhetar, mas essa noite foi realmente a primeira vez com tanto tesão. Meu pau estava doido no próximo dia.
Da outra vez que fomos a piscina (cada vez que eu dava a idéia de ir, a Neide me olhava com um sorrizinho maroto) foi também a última. Desta vez o Júnior só queria saber de se exibir no trampolim. A Neide nadava já fazia algum tempo quando a chamei: - Me salva, Neide!! Me salva...!!!
Ela nadou pra perto de mim dizendo: - Tá bom, safadinho!!! Vou te salvar... Então me deixei afundar e me agarrei em sua cintura. Sua barriga estava no meu rosto e minhas mãos abraçando sua bunda.
Subi à tona mas minhas mãos continuavam atrás, desta vez dentro do seu biquini. Meu dedo escorregou dentro da racha da bunda dela e pude sentir o calor que emanava. Ela se desvencilhava de mim rapidamente, cada vez que eu a agarrava, mas eu sempre voltava.
O momento culminante foi quando o Júnior nos chamou do alto do trampolim: - Neide, Nelson, olha como eu mergulho!!! Como eu estava agarrado com ela, ficamos imóveis, eu atrás dela, pois ela tinha se virado para olhar o cunhado, e minha mão virou boba.
Pus as duas mãos dentro do biquini dela enquanto ela gritava pro Júnior que se cuidasse, que olhasse bem antes de pular (eu queria ganhar tempo pois as outras pessoas na piscina também olhavam o Júnior). Tive tempo de pôr meu dedo no seu cuzinho que piscava rapidamente.
Com a outra mão eu dedilhava sua bucetinha, que apesar da água, pude sentir toda melada, pelada. Estávamos no lado da piscina, e ela se segurava na borda e enquanto olhava o cunhado, tentava com a outra mão tirar a minha da buceta dela.
Me mantive firme e na agitação ela roçou meu pinto. Ela agarrou minha rôla tão forte que até doeu, mas ela não soltou até que nos desvencilhamos. Fiquei um tempo dentro da água enquanto ela se afastava, me olhando com aquele sorrizinho.
Sorri também e levei minha mão na boca e chupei meus dedos com o mel de sua buceta. Depois dessa nunca mais fomos os três à piscina, e só uma vez mais tive oportunidade de vê-la. Foi quando um dia a vi voltando da piscina e ir se trocar no quarto ao lado do cunhadinho.
Aleguei que ia no banheiro e parei na porta entreaberta do quarto e vi pela primeira vez aqueles seios maravilhosos. Ela me viu quando estava tirando a parte de baixo.
Parou por um momento, me olhou firme e continuou tirando. Se estreitou, parada por uns minutos toda nua, e eu olhava a xoxota pelada que havia dedilhado fazia alguns dias.
Então ela se aproximou lentamente, com uma expressão séria e fechou a porta. Meu coração batia a mil por hora, mas não tive coragem de abrir e entrar.
Algum tempo depois eles se mudaram para Maringá e nunca mais a vi sozinha. Nunca tive oportunidade de dizer-lhe quanto tesão ela me provocava.
Anos depois um amigo de roda de bar disse, filosofando: - A foda que você perdeu hoje, você nunca mais recupera, ainda que você tenha outras mil fodas depois...
Quanta verdade. Hoje tenho 48 anos e ainda me lembro dela, e outras tantas mulheres casadas e noivas que comi, bolinei, paquerei e fodas que perdi e nunca vou recuperar.
A Neide deve estar hoje com uns 53 anos, mas aposto que ainda tesuda, carnuda, potranca, buceta pelada, melada, cuzinho em fogo.
Tratarei de escrever neste site outras aventuras, talvez não na ordem que aconteceram, mas à medida que vou lembrando e elaborando relatos. Estarei sempre com o título "Mulheres casadas - Meu tesão".
Qualquer mulher que se reconhecer nestes relatos, por favor, não creiam que o faço com desrespeito, mas sim com muitas saudades e tesão de todas, e que se fosse possível, eu gostaria de transar outra vez em nome dos velhos tempos.
Se alguma de vocês se lembrar de algo que eu esqueci não hesitem em fazer contato comigo nos comentários. Até.
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