Sou casado com a Glaucia e temos três filhas. As duas menores saiam de manhã pra escola junto com a mãe, que era professora em outro colégio próximo. As duas estudavam numa escola técnica em tempo integral e só voltavam pra casa junto com a mãe, no comecinho da noite.
A maior, Luana, de 19 anos, trabalhava na mesma empresa que eu, mas foi demitida junto com outros tantos por causa da crise. Eu tive férias coletivas e depois uma licença renumerada por seis meses, mas com redução de salário.
Assim, eu e minha filha ficávamos muito tempo sozinhos em casa, durante o dia, já que à noite ela fazia faculdade. Mas nesse tempo tínhamos pouco contato, pois minha filha Luana passava a maior parte do tempo trancada em seu quarto navegando na internet.
Como pai, lógico que eu ficava preocupado com o que a Luana poderia estar fazendo, mas como ela já era maior de idade, eu não queria invadir sua privacidade. Comecei então a pensar numa maneira de descobrir o que ela andava fazendo, e a única maneira de descobrir isso, era fuçando em seu computador. Mas, quando ela saia de casa, eu tentava entrar em seu PC, mas tinha senha e eu nada conseguia.
Então pensei em instalar uma câmera em seu quarto pra descobrir sua senha quando ela entrasse. Instalei logo três, um pequeno furo no forro bem em cima do seu computador e mais duas no canto esquerdo e direito do forro bem atrás dela.
Assim eu podia visualizar seu teclado e também o monitor do seu PC. Levei a fiação até meu quarto e instalei um programa no meu computador. Isso levou dias, já que ela saia mas não demorava muito. Então fiz um pouquinho de cada vez pra não despertar suspeitas por parte dela. Passei a monitorar minha filha através dessas câmeras. Além de descobrir sua senha, descobri também que ela se exibia nuazinha pra alguém através da câmera do seu PC. Ver minha filha completamente nua através das câmeras me deixou com muito tesão e vontade de comê-la.
Além disso, minha filha se masturbava com a webcam na mão, mostrando bem de perto, em close, pro seu observador, sua bucetinha linda e bem depilada.
Vi também ela entrar em muitas páginas pornôs e vendo fotos, principalmente de homens pelados com seus cacetes duros e vídeos de homens fodendo muitas bucetas e cú de diversas garotas. No meu quarto, vendo minha filha daquele jeito, eu me acabava na punheta, e logo resolvi que eu tinha que fazer alguma coisa pra ela sentir que eu a desejava.
Como a Luana estava desempregada, sempre que ela queria comprar alguma coisa ela vinha me pedir dinheiro. Como bom pai nunca neguei, e dava o que ela precisava. Certo dia ela comentou com a mãe o desejo de comprar outro celular mais moderno, que custava bem mais caro.
A Glaucia, minha esposa, argumentou que não tinha esse dinheiro e que também estava apertada, e tinha seus compromissos pra saudar. Mas minha filha não me pediu, e fiquei quieto.
Comecei então a bolar uma maneira de falar com ela, de sutilmente lhe passar uma cantada quando ela viesse me pedir dinheiro pra comprar alguma coisa. Sei que isso era errado mas o desejo de comê-la era muito maior.
Passei a elogiar minha filha todas as vezes que eu estava próximo dela, sua roupa, seus cabelos, seu perfume, seu batom, até mesmo sua bunda e seus peitinhos, sem ser vulgar, é claro. Logo senti que ela estava gostando.
Passamos a conversar mais e passar um pouco mais de tempo juntos, no café da manhã, no almoço e até no jantar, antes dela sair pra faculdade.
À noite minha mulher e minhas filhas dormiam cedo, pelo cansaço e por terem de levantar cedo pra irem pra escola, minhas filhas pra estudarem e minha esposa pra trabalhar.
Assim eu recebia a Luana quando ela chegava da faculdade. Assim que ela ia pro seu quarto, eu corria pro meu. Minha esposa já estava no terceiro sono e eu espionando minha filha Luana, via ela tirar sua roupa, ficar peladinha, se masturbar um pouquinho e depois ir tomar seu banho.
Na volta do banho, ainda pelada, ela se sentava na cadeira e ia navegar na internet, mostrar seus peitinhos e a bucetinha pro seu contato.
Eu ficava cheio de tesão a acabava indo pro banheiro tocar minha punhetinha ou me deitava e passava a rola na minha mulher, imaginando comer a bucetinha da Luana.
Minha filha tinha um namoradinho que só aparecia nos finais de semana, pois trabalhava fora. Quando surgia a oportunidade da mãe e as outras irmãs não estarem em casa, eu aproveitava pra deixá-la sozinho com ele.
Eu fingia que ia sair e demorar, mas arrumava um jeito de ficar no meu quarto assistindo quando ela estava no seu quarto com ele.
Que coisa mais deliciosa! Eu via ela chupando a pica dele, ele chupando a bucetinha dela e depois foder sem dó sua xoxotinha. Era muito gostoso ver a minha filha fazendo caras e bocas enquanto o pau entrava na perereca dela.
Minha vontade era de entrar lá e acabar com aquela foda, mas ao mesmo tempo eu adorava ver minha filha gemendo e gozando na pica dele. E eu me acabava em mais uma solitária punheta. Curtindo minha filha levando vara bem ali, no quarto dela.
Agora eu já sabia que minha filha Luana não era mais virgem, e nem era a primeira vez que ela dava sua bucetinha.
Alguns dias depois a Luana veio até mim, pedindo dinheiro pra comprar algumas coisas. Imaginei ser a hora de falar alguma coisa pra ela e ver sua reação.
Pedi que ela se sentasse, segurei em suas mãos e disse:
- Filha, eu quero te dizer uma coisa! Eu sei que é errado... você é linda e te amo muito... mas ao mesmo tempo sinto um desejo enorme por você! Não a vejo apenas como minha filha linda, que você é... mas também como uma mulher linda, maravilhosa e que desperta tesão em qualquer homem, inclusive no seu pai!!!
- Paiiiiii!?!? O que é isso?!? - a Luana arregalou os olhos, me olhando com ar de surpresa, talvez de espanto.
Antes que ela me interrompesse eu continuei:
- Eu sei que, como pai, é errado ter esse sentimento por você! Não vou poder ter você como desejo... mas me concede pelo menos sentir o cheirinho da sua buceta! Adoro esse cheiro, e se você quiser me presentear com o cheiro dela... esfrega bem sua calcinha na buceta, e quando chegar da faculdade e for tomar banho, deixa ela pendurada no banheiro! Quero dormir cheirando sua calcinha, sentindo o cheirinho da sua buceta.
Enquanto eu falava isso, minha filha me olhava assustada, sem conseguir falar qualquer coisa. Aproveitei e continuei:
- Se não fizer isso, vou entender que está magoada comigo, e não tocarei mais nesse assunto! Mas se fizer, terá em mim não só um pai que te ama muito, mas também seu melhor amigo.
Depois que falei tudo isso eu dei a ela o dinheiro que ela precisava, mas ela saiu, deixando o dinheiro sobre a mesa. Entendi que minha idéia não tinha dado certo. A Luana foi pro seu quarto e trancou a porta, e lá ficou o dia inteiro.
Olhei meu computador e lá estava ela, deitada, pensativa. Fui até seu quarto, bati na porta e ela abriu cabisbaixa, sem me olhar nos olhos.
- Oh, filha... peço perdão pelas coisas que eu falei... perdi o meu controle! Você não é obrigada a fazer nada que você não queira! E vou continuar te amando como sempre amei! - falei e virei para sair de seu quarto.
Quando eu estava saindo ela me segurou, me abraçou e me deu um beijo no rosto. - Oh, pai! Também te amo tanto! - ela falou com a voz trêmula.
Saí do quarto dela e não nos falamos pelo resto do dia. Eu mesmo evitei cruzar com ela pela casa. Eu tinha que dar esse tempo para a minha filha assimilar aquilo.
À noite, quando ela chegou da faculdade, ela deixou seus livros no seu quarto e entrou pro banheiro. Demorei a ouvir o barulho do chuveiro ligado e da água caindo. Na hora fiquei imaginando o que ela estaria fazendo, até que ela ligou o chuveiro e tomou seu banho.
Eu fiquei na sala assistindo um filme na TV, mas louco de curiosidade. Quando ela saiu do banho ela estava apenas com uma toalha cobrindo seu corpo. Ela saiu e entrou direto em seu quarto, sem sequer olhar em minha direção.
A ansiedade tomou conta de mim, e meu coração bateu acelerado. Corri em direção ao banheiro e para minha decepção, sua calcinha não estava pendurada lá. Ainda olhei no cesto de roupas sujas e nada.
Desiludido voltei pra sala e continuei assistindo o filme. Assistindo não, porque minha cabeça estava pensando nela, na sua calcinha.
Ainda sentado no sofá, fiquei cabisbaixo e já pensando em ir dormir quando, de repente, ela chegou por trás de mim e esfregou levemente o fundinho da sua calcinha em meu nariz.
Que loucuraaa!!! Aquele fundinho úmido e meio pegajoso com o melzinho da buceta, e aquele cheirinho delicioso da xoxotinha da minha filhota.
Apertei sua calcinha em meu rosto e fiquei sentindo seu cheiro. Inspirei profundamente o cheirinho impregnado naquele tecido molhado, úmido e ainda quentinho com o calor da sua perereca.
Virei meu rosto pra olhar minha filha e ela, ainda com seu corpo coberto pela toalha de banho, deu um leve sorriso, sem falar nada, e voltou pro seu quarto.
Quando ela saiu andando em direção ao quarto eu a observei. Sua toalha não cobria tudo, e pude ver parte de sua bundinha redondinha descoberta.
Meu pau ficou duro, pulsando de tesão. Fui dormir feliz, realizado, com meu rosto naquela calcinha, respirando o aroma da sua bucetinha a noite toda.
De manhã quando sua mãe e as irmãs já haviam saído, ela se levantou e veio tomar seu café comigo, e ainda me viu sentado em minha cadeira com sua calcinha no nariz, e sorriu lindamente. Dei-lhe novamente o dinheiro que ela precisava, e desta vez ela guardou.
- Filha, sabe aquele celular que você queria e comentou com sua mãe? Pode comprá-lo! - falei e lhe dei meu cartão e a senha. E para minha surpresa, ela se levantou e veio me dar um selinho. Me deliciei com o toque suave dos seus lábios carnudos nos meus. Me senti um novo homem.
Depois desse dia, todas as vezes que minha filha tomava banho ela levava sua calcinha com sua umidade e impregnada com o cheirinho da sua buceta e, sorrindo, esfregava no meu nariz. Ficamos mais íntimos e quando estávamos a sós, já falávamos algumas coisas sobre sexo.
Em uma sexta-feira, alguns dias depois, eu estava deitado no sofá da sala assistindo a um filme, como eu ficava todos os dias à espera da Luana. Ela chegou da faculdade, foi ao seu quarto e depois entrou no banheiro. Fiquei esperando o barulho do chuveiro e da água caindo, mas nada.
Ela demorou um pouquinho e depois veio até a sala apenas enrolada na toalha, mas seu corpo não estava molhado. Ela então me mostrou o celular novo com uma das mãos, e a outra ainda segurava a toalha. Ela deixou o celular no encosto do sofá, me olhou, e com um sorriso nos lábios, abriu a toalha.
Nessa hora pude ver seu corpo nu, sua buceta peludinha e seus belos seios médios e durinhos. Meu coração disparou, pois eu estava esperando por aquele momento há muito tempo.
- Quer sentir o cheirinho dela? Você conhece ele pelas minhas calcinhas... sinta nela agora!! - minha filha chegou mais próxima de mim e disse.
Ela nem me deu tempo de responder, apenas ergueu uma perna, a apoiou no braço do sofá e colocou sua bucetinha bem na altura do meu rosto, esfregando aquela delicia quentinha e úmida no meu nariz, boca, rosto. Não havia felicidade maior do que sentir o cheirinho da sua buceta, dada por ela mesma.
Aproveitei pra dar uma bela chupadinha e uma lambidinha naquele cuzinho moreno e cheio de preguinhas. Abaixei um pouco meu shorts, deixando minha pica pular pra fora, e iniciei uma punheta quando ela saiu de cima do meu rosto e foi tomar seu banho sorrindo e olhando meu pau duríssimo na minha mão.
Antes de entrar no banheiro, ela voltou correndo e deu um beijinho na cabeça do meu pau. Em seguida correu para o banheiro de novo. Agora eu sabia que era uma questão de tempo pra eu meter na minha filha Luana, foder aquela bucetinha e quem sabe gozar naquele cuzinho.
No sábado e domingo, como minha esposa e minhas outras duas outras filhas estavam em casa, não demos bandeira, mas eu estava louco pra sentir de novo aquela bucetinha em meu nariz e boca, mas tive que esperar a semana começar pra ver como minha filha ia se comportar comigo.
Na segunda-feira a Luana fez o café da manhã e disse que o almoço era por conta dela. Ela estava alegre, mais que o normal, e usava um vestidinho curto de alcinhas. Logo ela tentou pegar uma lata de mantimentos sobre o armário, ficando na ponta dos pés, tentando não deixar a lata cair.
Com seus braços esticados e nas pontas dos pés, foi inevitável que seu vestidinho já curto subisse mais ainda, me dando uma linda visão que me permitia ver sua bundinha completamente à mostra, e fiquei maravilhado, ao constatar que minha filhinha estava sem calcinha.
Aquela imagem foi enviada para o meu cérebro, que acionou meu cacete, fazendo-o ficar duro feito pedra. Corri ao seu encontro com a intenção de ajudá-la, e me posicionei por trás dela, por ser mais alto, para segurar a lata e não deixá-la cair.
Minha filha, de forma bem safada, recuou seu corpo encostando-se em mim, e consequentemente roçou a bundinha no meu pau. Instintivamente, ele ficou mais duro ainda. Ela sentiu a dureza do meu cacete e deu mais uma forçada com a bunda no meu pau.
Quando então coloquei a lata em cima da pia, ela veio ao meu encontro e me deu um abraço bem forte, pressionando o corpo todo contra o meu, e sua bucetinha contra meu pau.
- Que bom que me ajudou, paizinho! Eu ia derrubar tudo no chão e fazer uma lambança! - ela falou sussurrando no meu ouvido.
Ficamos assim abraçados por alguns segundos, e meu pau pulsando contra sua buceta. Era impossível ela não sentir. Eu o contraia mais ainda, forçando contra ela, com uma mão em sua bunda, que logo usei para acariciar aquelas deliciosas nádegas morenas.
- Ai, paizinhooooo... Está tão gostosoooooo... me abraça bem forte, paiiiii... vem... me abraça!! - ela exclamou quando eu ia me afastando dela. Eu, cheio de tesão e com minha pica já babando por baixo da bermuda, a abracei bem apertado.
Senti todas as curvas daquele corpinho gostoso, e a pressão que ela fazia com seu quadril contra meu pau. Ela me olhou e deu um beijo rápido na minha boca, indecisa. Em seguida ela desviou o olhar, ficou alguns segundos olhando para o vazio e depois voltou, tascando-me um beijo na boca, de verdade mesmo.
Foi um beijo quente, daqueles entre um homem e uma mulher gostosa, voluptuoso, intenso, quente. Não resistimos, estávamos ambos entregues, um desejando o outro. Ainda beijando-a, peguei ela no colo e a levei até o meu quarto.
Coloquei-a deitada na minha cama e fui beijando seu pescoço, enquanto eu tentava baixar as alcinhas do vestido.
- Espera... deixa eu tirar! - ela disse e se sentou na cama, tirando seu vestidinho de uma vez. Agora minha filha estava peladinha, e minha pica pulsava de vontade de meter nela.
Chupei cada um dos seus peitinhos, seus mamilos durinhos e deliciosos e fui descendo e admirando aquele corpinho lindo da minha filha, que eu desejava tanto possuir e que estava prestes a ser meu. Fui descendo até chegar à sua grutinha linda, cheirosa e suculenta.
Não me segurei, e abocanhei aquela bucetinha, que a esta altura estava muito melada. Chupei todo aquele caldinho da bucetinha dela, passava a língua em toda extensão da sua grutinha. Eu enfiava a língua lá dentro, mordiscava seu grelinho durinho e sensível.
Não demorou muito para que a minha filhinha começasse a se contorcer e gemer baixinho. - Hummm... hummm... não pára, paizinhooooooooo... por favorrrr... ohhhhh... não páraaaaa!!! - ela pediu, com a voz rouca.
Suas pernas trançaram minha cabeça com tanta pressão que parecia querer me estrangular, e com um gemido, senti um aumento daquele caldinho gostoso em minha boca. Sim, minha filhota estava gozando intensamente em minha boca.
Seu corpinho ficou todo mole, sua respiração ofegante, e seu coração acelerado. Uma onda de calor tomou conta do seu corpo e ela se abanava tentando se refrescar.
- Ufffaaaaa!!!... meu deusssssss... que coisa mais gostosaaaaa!!... eu nunca havia gozada desse jeito... junca senti uma língua assim na minha xaninha, paizinhooooo... foi maravilhoso, fantástico... vou querer mais, muito mais! - ela falou, passados alguns instantes daquele maravilhoso e intenso gozo.
Ver a alegria da minha filha, e sua carinha de satisfação por ter lhe proporcionado um delicioso gozo só com minha língua, me deixou cheio de orgulho e muito feliz. Agora era ela quem queria me fazer gozar, me retribuir o mesmo prazer que lhe proporcionei.
Fiquei de pé e ela sentada na cama. Com delicadeza ela baixou minha bermuda, junto com a cueca, e fez meu pau todo babado saltar pra fora. - Hummmmmmm... do jeitinho que eu gosto!! - ela falou me dando um sorriso bem safadinho.
Em seguida ela o abocanhou e começou a chupá-lo com maestria, com vontade, como se fosse uma profissional bastante experiente. Eu já estava a ponto de explodir. Ela deixou meu pau mais babado ainda com sua saliva.
Quando eu achei que ela ia mamar mais um pouquinho na minha rola, ela me empurrou na cama, segurou na base do meu pau e subiu em cima de mim, deixando a cabeça bem na entradinha da buceta.
- Paizinho, você falou do seu desejo por mim, da sua vontade de me possuir... pois eu o quero dentro de mim, quero ser todinha sua!
Ela falou isso e foi soltando o seu corpo sobre o meu, deslizando a bucetinha na minha pica, devagar, até meu cacete entrar todinho em sua gruta quentinha e apertada. Soltei um gemido de prazer e ela começou a cavalgar como uma verdadeira amazona.
- Isssooooo... Luana... fode gostoso esse pau... minha filhinha gostosaaaa... dá essa buceta pra mim, dá...!! - falei e apertei aquele corpinho sobre mim, segurando-a pelo quadril, e intensificando as cravadas no sobe e desce.
Ela gemia deliciosamente, e meu tesão, que já era enorme, estava agora me levando à loucura. - Paizinho... quero sentir seu gozo quente dentro de mim... goza na minha buceta... goza dentro de mim... gozaaaaa!! - ela sussurrou no meu ouvido.
Concordei com minha filha. Eu ia gozar bem dentro da xoxotinha dela, afinal, vi pelas câmeras instaladas em seu quarto o namorado fodendo a buceta dela sem camisinha e ela nem se preocupou com isso. Certamente tomava contraceptivo.
- Vou gozarrrrrrr... meu amor... o papai vai gozar na sua bucetinha... do jeitinho que você gosta...!!! - falei enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido.
Meu tesão foi só aumentando, meu pau começou a inchar e senti ele formigando. Era certo que eu iria explodir num gozo forte e intenso.
- Filhinhaaaaaa... papai vai gozar!!! - alertei e a agarrei bem forte, colando o corpinho dela ao meu. - Goza... paizinho... goza que eu quero seu leitinho dentro de mim... ohhhhhhhh... goza e enche minha buceta de porra!!! - ela gemeu deliciosamente.
- Está gostando de foder com o papai, filha?... fala... está gostando? - cochichei no ouvidinho dela. - Siiiimmm... paizinho... me fode, paizinho... issooooo... me fode todaaaa... aaaahhhh... que boooommm...!!!
Não aguentei mais e explodi em prazer, jorrando muito leitinho quente na bucetinha da Luana. Que prazer mais intenso! Ela deu uns pulinhos na minha pica e, gemendo deliciosamente, gozou comigo. - Aiiii... paizinhooooo... e-e-estou... g-g-goz... aaaaahhhhh... g-g-gozandooooo... uuuuuhhhhhhh...!!!
Nossaaaa!!! Que gozada maravilhosa! Não tem como explicar tamanho prazer, tamanha emoção, gozar dentro da bucetinha da própria filha, Ela, cansada, suada e exausta, se deitou sobre meu peito, ofegante, e o coração batendo a mil.
Apesar do desejo de comer minha filha e dela ter cedido à tentação da carne, havia um misto de prazer e culpa da minha parte. Após um descanso e nos recompormos, a Luana me beijou, mas sentiu um pouco de preocupação da minha parte.
- Paizinho, está arrependido? Não se culpe, você não me forçou a nada! Eu também queria a mesma coisa, eu queria muito isso. Há tempos planejo isso! Eu ficava no meu quarto de porta trancada, navegando na internet... eu entrava em páginas pornôs e ficava vendo homens pelados, com aqueles paus enormes! - minha filha falou e fiquei ouvindo, atentamente.
- Depois eu me deitava na cama e me masturbava, imaginando seu pau me fodendo! - ela continuou. - Eu não imaginava que isso poderia acontecer um dia... nunca imaginei que você também me queria, me desejava! Fiquei surpresa e com medo quando você me revelou seu desejo por mim! Mas depois pensei melhor!
Ela falava e seus olhos brilhavam. - Se eu queria e você também, o que há de condenável nisso? - ela disse. - Você é homem e eu mulher, você tem o que eu quero e eu tenho o que você deseja, é só isso que importa. Não quero que fique assim, porque eu quero foder com você muitas vezes!
- Mas, filha... - tentei argumentar. - Não diga nada, por favor! - ela me interrompeu. - Quero ser totalmente tua! Nunca tive um prazer tão grande, tão gostoso como tive agora com você. Meu namorado me come, mas nunca me fez gozar tão gostoso assim!
Depois de gozarmos e ela ficar ali descansando sobre mim, de ter falado como foi bom e prazeroso transar com seu pai, a Luana me beijou deliciosamente e pude sentir como ela era meiga e carinhosa.
Novamente as nossas bocas se colaram e as nossas línguas dançaram. Então, abracei-a, apertando seu corpo contra o meu, e nosso beijo se tornou mais quente ainda, um beijo apaixonado. Depois ela me fez prometer que eu iria foder sua bucetinha todos os dias.
Concordei e, como ela ainda estava sobre meu corpo, comecei a acariciar sua linda bunda e passei o dedo na portinha de seu cu, fazendo pequenos círculos no anelzinho, que piscou, me provocando. - Vou dar ele também pra você, paizinho! - minha filha falou, sorrindo.
Depois daquela promessa tomamos nosso banho juntos e nossas transas em casa passaram e ser frequentes. Mesmo depois que ela se casou, não perdemos uma oportunidade de irmos pra cama dar uma trepadinha gostosa.
Seu marido mora em minha casa, no mesmo quarto da Luana, até que tenham sua própria casa. Nunca contei a ela sobre as câmeras e como eu espiava ela todos os dias, e continuo ainda, e vejo como aquele marido dela é frouxo, goza rapidinho e deixa ela na mão.
Ainda bem que ela tem um pai zeloso, carinhoso, e sempre disposto a ajudar a filha e nunca deixá-la passar necessidade. Pra que servem os pais se não pra cuidar dos filhos, das filhas principalmente?
Conto de Mayara Nascimento.
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