Sou um rapaz negro, sempre me dediquei aos estudos e, dos tempos de faculdade, lembro-me de uma grande amiga, a Karla. Ela era uma mulata de cabelos pretos, tinha 1,73m de altura e 21 anos na época.
A Karla e eu formávamos uma dupla inseparável de estudo, muito interessada nas matérias da escola. Mas também conversávamos bastante sobre assuntos pessoais, tanto sobre os dela como sobre os meus.
Era comum que a gente trocasse ideias sobre os problemas familiares dela. Eu sempre mostrava disposição para ouvi-la, mas sentia que, por mais que se esforçasse, ela tinha algo que não queria ou poderia contar.
Cada vez mais curioso, certo dia sugeri a ela que abrisse totalmente o jogo comigo, sem esconder nada. A Karla pareceu assustada com o que eu disse, hesitou momentaneamente, mas aos poucos passou a mostrar-se interessada em revelar tudo para mim. Ela iniciou dizendo genericamente que, anos atrás, havia passado as férias na casa de uma tia em São Paulo.
A tia, solteira, era uma pessoa culta, alegre e determinada. Eu estava sem saber aonde chegaria aquele papo quando a Karla comentou que essa tia tinha adoração por negros.
A Karla parecia ter uma grande admiração por ela e minha impressão era de que tentava se parecer e agir como ela. Meu interesse pela conversa foi redobrada. Ela comentou que numa das noites foi dormir mais cedo e, depois de algum tempo deitada, passou a ouvir gemidos e sussurros que vinham do quarto da tia.
Curiosa, ela decidiu conferir a origem daqueles sons e teve uma surpresa. Pelo buraco da fechadura, viu a tia fodendo loucamente com um rapaz negro, que socava vigorosamente o mastro no cuzinho da tia, viciada em dar a bunda.
Ela confessou ter ficado impressionada com aquele pauzão preto que entrava e saia incansavelmente do rabo da tia. "O fogo era tanto que minha tia jogava todo o corpo para trás para ser arrombada pelo jovem crioulo", contou a Karla, sem conseguir disfarçar certa excitação. Ela disse que chegou a ver os dois gozarem juntos, num desfecho maravilhoso daquela foda animal.
A esta altura, eu já estava sabendo aonde ela queria chegar, mas me dei uma de ingênuo e perguntei por que ela estava contando aquela história.
A Karla comentou que, sempre que se lembrava daquelas cenas protagonizadas pela tia, ela ficava muito excitada e com a xoxota molhada de tesão. Principalmente quando estava em minha companhia.
A confissão dela deixou meu pau duro, que passou a fazer volume na calça, até porque sempre tive o desejo de transar com ela.
Como que adivinhando meu pensamento e sacando o quanto eu estava excitado, ela completou: "Sabe, acho você um tesão de homem... Sempre quis dizer isso, mas não tive coragem até hoje por causa da nossa amizade..."
Permaneci na minha, a espera de que ela desse o sinal verde, quando ela lançou a proposta final: "Já que estamos sozinhos, você é negro, bonito e especial, poderíamos transar... Eu quero muito você..."
Era aquele momento ou nunca, pensei. Lancei-me em cima da Karla e passamos a nos beijar.
Toquei e senti cada pedacinho daquele corpo lindo e moreno.
A Karla expelia tesão por todos os poros, gemia e sussurrava no meu ouvido: "Me come, meu macho gostoso... Não aguento mais esse tesão... Quero você inteiro dentro de mim..."
Fui tirando as roupas dela enquanto lhe beijava o pescoço, os ombros, os seios. Mamei deliciosamente os melões durinhos, cujos mamilos estavam muito durinhos.
Abaixei a saia e a calcinha dela, inclinei minha cabeça e meti a boca na bocetona de cabelos negros. Suguei o grelinho vermelho e duro, enfiei a língua na vagina ensopada.
A Karla estremeceu o corpo e soluçou de prazer. Ela gozou na minha boca e retribuiu-me as caricias. Antes de tudo, ela tirou minha camiseta, o calção e arregalou os olhos ao ver minha jeba monumental.
A Karla segurou a pica com delicadeza, bateu uma leve punheta e o colocou inteiro na boca. Deu umas lambidas molhadas nele e encaixou o danado entre os enormes peitos, para me masturbar numa deliciosa "espanhola".
O mais prazeroso de tudo foi que, ao mesmo tempo, ela dava longas sugadas no meu membro, deixando-o cada vez mais lubrificado com a saliva quente. O vaivém entre os seios da Karla quase me levou ao gozo.
Antes que isso acontecesse, sentei-me numa poltrona e fiz com que ela viesse por cima, para sentar-se na minha ferramenta, que se enterrou fundo na bocetona perfumada e quente. A Karla cavalgou gostoso, enquanto eu lambia e brincava nos peitos dela.
Enquanto me esforçava para não gozar, minha amiga foi sacudida por seguidos e múltiplos orgasmos.
Coloquei-a de quatro e fodi a boceta dela por trás, para gozar naquela posição maravilhosa, vendo o caralho entrando até o fundo.
A Karla mexia os quadris, rebolava gostoso e não parava de gozar na minha pica. Os movimentos vigorosos dela me conduziram ao esperado gozo, que me fez encher a camisinha de porra.
Foi uma transa maravilhosa, de entrega total, mas, infelizmente, a Karla e eu só tivemos essa experiência, que lembro com muito carinho até hoje. Atualmente ela está casada e tem filhos lindos. Continuamos apenas amigos, nunca mais rolou nada entre nós.
Como estou carente de amor e sexo, procuro mulheres e casais sérios adeptos do sexo seguro, que tenham moral e ética.
Minha transa será apenas com a mulher. Espero receber e-mail de gatas e estarei disposto ao diálogo, ser uma espécie de conselheiro do amor ou de outros assuntos, sempre com muito sigilo e amizade.
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