Saí do trabalho e estava indo para casa, sem grande entusiasmo. Meu marido estava fora do país havia já uns 15 dias e eu sentia cada vez mais a falta dele, quase que trepando pelas paredes por falta de sexo.
Pelo caminho, parei numa lanchonete para fazer um lanche. Eu estava quase terminando a minha refeição quando meu celular tocou. Uma amiga minha, a Carla, estava me convidando para ir até a casa dela para conversar um pouco.
Ela e o marido eram um casal amigo de muito tempo e eu aceitei alegremente.
Enquanto conversávamos, reparei que o Rodrigo, o marido da minha amiga Carla, não desviava os olhos de mim, isto é, quase me despia com os olhos. Eu também, só a muito custo tirava os olhos das virilhas dele onde se notava bem um enorme volume. Eu e a Carla estávamos sentadas num sofá mas o Rodrigo andava de um lado para o outro. Então resolvi ser má com ele. Como ele não tirava os olhos de mim resolvi abrir discretamente as pernas.
O resultado foi imediato. O olhar dele quase se incendiou ao olhar para elas. Acho mesmo que ele conseguiu ver a minha calcinha branca, uma vez que eu vestia uma saia curta.
Já tínhamos conversado bastante quando a minha amiga pediu ao marido para ir buscar uns aperitivos na cozinha. Quando ficamos sozinhas, a Carla perguntou de repente: - Joyce, como você aguenta tanto tempo sem o seu marido? Fiquei em silêncio alguns segundos, pensando no que eu responderia. - Eu me acostumo! - respondi sem grande ênfase.
- Você quer o meu vibrador emprestado? - ela me perguntou sorrindo.
- Não, Carla! - respondi - O que eu queria era algo verdadeiro. Preciso é de uma pica bem dura mesmo! - Serve um dedo? - perguntou ela, colocando, sem cerimônia, a mão na minha perna. Olhei para ela surpreendida, reparando um certo brilho nos olhos dela.
- Também serve! - respondi com um sorriso, sem saber como reagir. Na realidade, eu só sabia o tesão que a mão dela na minha perna estava me provocando.
Nesse momento entrou o marido da minha amiga com alguns pratinhos de aperitivos. - Se você quiser a gente pode fazer uma festa à três! - disse ela sem tirar a mão da minha perna.
"Um ménage à trois!", exclamei para mim própria, compreendendo de imediato a intenção dela.
Olhei para a Carla e depois para o marido dela. Este sorriu para mim, mostrando expectativa. Confesso que a idéia me agradou muito. - Você reparou como o Rodrigo está cheio de tesão? -- continuou a Carla.
E de fato ele estava mesmo, constatei olhando para o volume sob a calça dele. O Rodrigo se aproximou de nós e a Carla pôs a mão sobre o volume nas virilhas dele. - Pôe a mão aqui e veja você mesma! -- disse ela para mim.
Pensei nas minhas opções. Ou dizia "não" e saía imediatamente daquela sala, ou permanecia e colocava a mão onde ela me convidava a pôr e não sairia daquela casa sem ir para a cama com os dois.
Resolvi ficar. Sim, eu desejava aquela experiência. Pus a mão nas virilhas dele e apalpei o enorme volume. o Rodrigo sorriu de felicidade. a Carla começou a desapertar a calça do seu marido e as puxou para baixo. Fiquei deliciada olhando para o pênis dele.
Acho que fui mesma a primeira a pôr a mão nele, agora nú. Estava quente e pulsava cheio de vida. O Rodrigo se afastou ligeiramente e começou a tirar a calça.
A Carla começou a se despir também. Quando ela ficou nua, eu a olhei de alto a baixo e vi o seu corpo maravilhoso. Ou eram os meus olhos? Não, ela era linda e tinha uns seios harmoniosos sem serem demasiados grandes. E aquela boceta bem raspadinha? Como era bonita!
- Tire sua roupa também - o Rodrigo me disse, me convidando. Não perdi tempo. Em questão de segundos eu também estava totalmente nua.
- Uau! Que corpinho gostoso! - exclamou o Rodrigo. Fiquei cheia de orgulho e doida pra dar pra ele.
O Rodrigo então se aproximou de mim e me beijou docemente nos lábios. Depois baixou a boca até aos meus seios, não tão grandes como os da Carla e os chupou com meiguice, sem pressas.
Sem os largar, ele me fez sentar no sofá. A sua boca foi descendo até a minha púbis e depois foi maravilhoso. A sua língua penetrou na minha xoxotinha e tocou o meu grelo. Eu o senti ser lambido, chupado e depois um dedo, esfregando e acariciando.
O Rodrigo se levantou subitamente e aproximou seu pau do meu rosto. Agarrei nele, o acariciei e o enfiei sem pudor na boca, apesar de, desde que casara, ser a primeira vez que o fazia sem ser ao meu marido.
Comecei a chupá-lo ao mesmo tempo que o masturbava com as mãos. - Ohhhhhh!!! Chupa gostosooooo, Joyce!! Chupa essa pica com essa boquinha quentinha!!! - ouvi o Rodrigo gemer de prazer.
Senti algo quente e úmido na minha xoxotinha e olhei para baixo. A cabeça da Carla estava entre as minhas pernas, me lambendo. Esta, sim, era uma experiência nova na minha vida.
Nunca estivera com outra mulher. E eu estava gostando muito. Abri mais as pernas facilitando a tarefa da minha amiga. Hum!... era maravilhoso sentir minha buceta ser lambida e chupar ao mesmo tempo uma pica bem grossa e dura.
Mas foi uma experiência que não durou muito. O Rodrigo se afastou e fez sua mulher se afastar também. Agora era eu que estava na expectativa quanto ao que iria acontecer.
A Carla se sentou onde eu estivera e me puxou para as perna dela. Sim, ela queria que eu lhe retribuísse o que me fizera anteriormente. Fiquei de joelhos e me preparei para mais esta experiência nova.
Intimamente, me perguntei o gosto que teria uma bucetinha. Quando encostei a boca na periquita da minha amiga, eu percebi de imediato.
Para minha surpresa, vi que era algo doce, contrastando com o sabor de um pênis, que era ácido e áspero. Sem saber muito bem o que fazer, lambi o clitóris já inchado dela e passei a língua por toda a sua buceta. Mas o Rodrigo não ficou parado.
Enquanto isso ele acariciava minhas costas e depois os meus seios.
- Fique de quatro, Joyce! - disse ele. Fiz o que ele pediu e fiquei de quatro no sofá, bem empinadinha. Ele afastou minhas pernas um pouco e eu adivinhei o que ele iria fazer. Me penetrar de quatro, como dois cachorrinhos.
Mas ele não era apressado. Enfiou uma mão entre as minhas pernas e acariciou toda a região das minhas coxas. Senti um dedo no meu grelo e depois dentro de mim ao mesmo tempo que ele passava a outra mão pelos meus seios e beijava minhas costas.
Que sensação maravilhosa! O Rodrigo não permaneceu muito tempo assim. Me deixou de quatro e foi se sentar ao lado de sua mulher.
Olhei para cima, e vi os dois se beijando enquanto ele massageava os seios dela e a Carla retribuía com carícias no pênis dele. Como eu não quis ficar parada, voltei a chupar o grelinho da Carla e meti um dedo dentro da bocetinha dela, ouvindo ela gemer loucamente.
Fui subitamente afastada das pernas da Carla, que ficou de pé e o Rodrigo também se levantou. Mas ele se deitou no chão, em um carpete que havia ao lado do sofá.
A Carla foi por cima dele e o montou. Vi os dois treparem como dois desesperados, gemendo loucamente. Eu fiquei lá parada, como uma mera assistente.
Quando os dois gozaram, eu senti um pouco de desilusão. Afinal, eu tinha servido apenas para deixá-los excitados. Mas a Carla pareceu adivinhar os meus pensamentos.
- Querida! - disse a Carla carinhosamente, se aproximando de mim -- agora chegou a sua vez de saber o que é prazer.
- Sim, não seria justo não te dar prazer também, Joyce! - acrescentou o Rodrigo se encostando todo em mim, mas por trás, me fazendo sentir o pênis dele entre as minhas nádegas.
A Carla me abraçou encostando todo o seu corpo ao meu. Senti nossas pélvis se tocarem e os nossos seios também, pois éramos sensivelmente da mesma altura.
O Rodrigo, que continuava atrás de mim, enfiou as mãos dele por entre nós e os meus seios mais uma vez foram acariciados.
- Você agora é nossa, Joyce!! -- disse a Carla me beijando na boca. Correspondi ao beijo dela completamente entregue. Eles então se afastaram e o Rodrigo se deitou no chão.
- Primeiro vamos pôr aquilo novamente em pé! - a Carla disse sorrindo e apontando para o pênis do seu marido.
Nos ajoelhamos as duas e levamos as nossas bocas ao pênis dele. Durante algum tempo, chupamos e acariciamos as duas por entre beijos entre nós.
O Rodrigo me fez rodar e ficar de quatro, com a boceta sobre a boca dele, que começou a me lamber, enquanto eu e a Carla continuávamos a chupar.
Quando o pênis dele ficou novamente duro, a Carla se afastou e me puxou para ela, me fazendo ficar deitada de costas. Ela acariciou os meus seios e depois a minha xoxotinha.
- Abre bem suas pernas! - disse ela. Instintivamente, senti que chegara o meu grande momento. E não me enganara. Ainda com o dedo da Carla na minha bocetinha, o Rodrigo veio para cima de mim e enfiou de uma só vez.
- Que buceta gostosa, Joyce!!! -- exclamou ele, me beijando carinhosamente. As suas mãos foram direto aos meus seios e depois aos meus biquinhos.
Enormes ondas de prazer percorriam todo o meu corpo com uma intensidade louca. Mas o grande prazer viria depois com o dedo da Carla.
Ela não tinha tirado ainda a mão da minha preciosa e colocava agora um dedo no meu clitóris, começando a esfregá-lo. Comecei a mover a minha pélvis cheia de um prazer até agora inédito para mim.
Sentir um pênis enfiado e ser esfregada no grelo ao mesmo tempo, por outra pessoa, era indescritível. Não, eu não iria aguentar mais.
- Que vara gostosaaaaa!!! Me fode!!! Mete!!! Meteee!!! - eu gritei desesperada. - Goza, Joyce!!! Goza bem gostoso, sua safadinha!!! - me incitou a Carla, aumentando os movimentos do seu dedo.
Senti que se aproximava um orgasmo intenso. O dedo da Carla aumentava consideravelmente o prazer dado pelo Rodrigo. Como doida, eu atirava minha pélvis ao encontro do pênis dele.
- Fode, Rodrigo!!! Fode bem gostosoooo! Fode sua cachorrinhaaaaa!!!! - eu gritava também ao Rodrigo a cada movimento do seu corpo.
Gozei como uma doida! Foi um orgasmo e tanto. Gozei com o pênis do Rodrigo e com o dedo da Carla. Fiquei exausta, cansada, suada... mas feliz.
Depois daquela noite, voltamos a fazer o mesmo mais vezes. Mas bom, bom, foi quando o meu marido aderiu também. Mas isso, são outras estórias!
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