Me chamo Bruna, sou morena, 1,68m, 70kg, olhos azuis, seios médios e uma bunda bem durinha.
Essa história aconteceu há poucas semanas no final do expediente com o meu patrão. Ele se chama Arthur, tem mais ou menos 1,75m, 90kg, negro, olhos escuros e um sorriso maravilhoso.
Trabalho nesse local já tem uns 6 meses e desde quando eu comecei, percebi que meu chefe me olhava diferente. Sempre que surgia uma oportunidade o Arthur encostava em mim, segurava minha mão, acariciava minhas costas e, pra ser sincera, eu curtia muito isso.
Na verdade, sempre que ficávamos perto um do outro, dava um choque, um calor na barriga e no meio das pernas. Era uma sexta feira e eu tinha acordado com o maior tesão. Então eu decidi que eu precisava dar pra ele nesse dia. Durante o expediente, mais uma vez ele se aproximou de mim, com a mão na minha cintura para me mostrar alguns gráficos.
- Libera o pessoal mais cedo que hoje quero dar pra você! - aproveitei aquela chance e sussurrei para o Arthur. - Deixa disso, Bruna! Que brincadeira besta. - ele se assustou e riu muito.
- Arthur, eu não estou brincando! - insisti. Então, para provar que eu estava falando sério, olhei pros lados, vi que não tinha ninguém e enfiei a mão em seu pau, que endureceu imediatamente. - Bruna, você tá maluca? Alguém pode nos ver! - E isso não te excita? Porque eu... estou molhadinha! Nessa hora o Arthur não aguentou. Rapidamente ele trancou a porta e me agarrou.
- Eu quero te comer agora, sua gostosa! - ele falou, já me beijando na boca. - Então come! Me come bem gostoso, vai! Difícil será não gritar! - respondi.
- Não seja por isso, gatinha! Tive uma ideia! - o Arthur falou, tirou a gravata, colocou na minha boca e amarrou. - Pronto! Agora você não grita! Problema resolvido, sua safada! - ele disse e já veio arrancando minha roupa. Sem perder tempo o Arthur tirou as coisas de cima da mesa, me colocou em cima, abriu minha pernas e começou a chupar minha buceta. Ele enfiava a língua dentro de mim enquanto apertava meus seios e acariciava meu clitóris. Meu deus! Meu tesão estava lá nas alturas.
Eu segurava sua cabeça com força e rebolava em sua boca. Depois ele sugava meu grelinho e me fodia com dois dedos, metendo bem no fundo. Eu gemia, abafado por conta da gravata.
Então o Arthur me tirou da mesa, me virou de costas pra ele, apoiando meu corpo na mesa e deixando minha bunda bem pra cima. Só ouvi o barulho do zíper se abrindo e quando eu menos esperava ele já estava dentro de mim. Minha buceta recebeu gentilmente o pau dele, pois eu estava toda meladinha de vontade.
Enquanto o Arthur me fodia, ele segurava meus braços pra trás, e metia com força mesmo aquela pica enorme dele. - Assim tá bom pra você, cachorra? - ele gemeu no meu ouvido. - Huhummmm! - era só o que eu conseguia dizer. Na verdade o que eu queria mesmo era gritar de prazer dentro daquela sala.
Deus do céu! Como ele era gostoso. Devo confessar que estava doendo um pouco, pois sua rola era muito grande. Mas eu estava com tanto tesão que nem ligava.
O Arthur me xingava e eu estava adorando ter minha buceta arrombada por ele. Não demorou e percebi que ele ia gozar, e eu queria gozar também. Comecei a rebolar em seu pau e a me movimentar de maneira que ele entendesse que eu queria mais fundo e rápido.
Ele foi com toda força possível, metendo bem rápido e fundo na minha xoxota. - Ahhhhhhhhhh... vou... eu... acho... ahhhhhhhhh... que vou... gozarrrrrr!!! - o Arthur falou. Tirei ele de dentro de mim, me virei, tirei a gravata, me ajoelhei e comecei a chupá-lo.
- Ahhhhh... Brunaaaaaaa... desse jeito... ahhhh... vou gozar na... sua boca! - ele falou, gemendo como um louco. - Pode gozar... vai... é isso que quero... goza, seu safadoooo... quero sentir seu sabor... me dá leitinho na boca, dá? - sussurrei pra ele.
Aumentei a velocidade da chupada e ao mesmo tempo eu o masturbava e, depois de alguns segundos assim, senti sua porra preenchendo toda a minha boca. Que delícia! A porra dele era quente e adocicada. Uma delícia de esperma.
Mas eu ainda não havia gozado. Então, me sentei na mesa. - Vem... brinca com a minha buceta... me masturba um pouquinho pra eu gozar! - falei para o Arthur, vendo ele recuperar o seu fôlego. - Não, não vou te masturbar não! - Não?!?! Por que? - perguntei a ele, sem entender.
- Eu vou é foder essa sua bucetinha com meu pau mais um pouco! Sou homem de ficar masturbando mulher não, Bruna! - ele falou isso e já veio pra cima de mim. Aquele homem era insaciável. Ele tinha acabado de gozar e ainda estava duro e com tesão.
Rapidamente o Arthur colocou minhas pernas em seus ombros e meteu lá no fundo, no meu ponto G. Era quase que insuportável a sensação. Comecei a gemer alto e logo ele tapou minha boca com sua mão, e com a outra ele acariciava meu clitóris, que estava pulsando e inchado de tanto tesão.
Poucos minutos se passaram e finalmente senti o orgasmo brotando no meio das minhas pernas. - Vai, chefe!!... mete gostoso, vai... me fode todinha... vai... vou... gozar agora... ahhhhh... não pára não... me fode... uhhhhhhhh... estou... gozando...!! - falei entre gemidos.
Nesse momento o Arthur meteu com força mesmo, que nem homem de verdade, e eu gozei. Derramei todo o meu mel em sua pica, deixando ela toda melada do meu gozo. - Aiiiiiiii... que delícia!!... ahhhh... aiii... que delícia!! - eu falava, em um orgasmo que parecia não acabar nunca.
- Isso, gata... tô sentindo seu gozo... que tesão, Bruna... que gostoso sentir sua buceta gozando! - ele falou e ficou mexendo o pau dentro de mim, bem lentamente. Ufa, que intenso que tinha sido! Estávamos sem fôlego. Nos arrumamos e ele me deu um beijo.
- Bruna, você é tudo aquilo que eu imaginava! Tudo e muito mais. Eu queria te comer desde quando você fez a entrevista. - o Arthur me falou. - E eu tô querendo te dar desde a primeira vez que te vi, sabia? E vou querer repetir algumas vezes!
- Claro, meu amor... com certeza, eu também quero te comer muitas vezes mais... todos os dias se possível! - o Arthur falou isso e nos beijamos novamente. E foi assim. Depois disso dei minha buceta para o Arthur mais duas vezes, e estou aguardando ansiosamente pra darmos outra trepada gostosa.
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