Moro em fortaleza, e aqui, como em toda grande metrópole, o transporte coletivo urbano tem seus horários de pico. E foi justamente num desses dias, em início de noite, que vivi uma aventura sensacional e inesperada.
Sou um homem maduro, tenho um físico que chama um pouco a atenção das mulheres, e nessa noite o inesperado aconteceu.
Eu havia me sentado num dos bancos da frente do ônibus quando, após uns dez minutos de trajeto, subiu uma senhora de seus cinquenta e poucos anos com duas sacolas.
Eu imediatamente cedi meu lugar para que a mesma pudesse se sentar. Ela agradeceu e com um sorriso nos lábios me pediu para levar minha mochila. O ônibus continuou seu trajeto e cada vez mais recebendo passageiros, o que fazia com que o espaço ficasse bastante reduzido dentro do mesmo.
Em dado momento uma moça puxou a campainha para descer no ponto seguinte e, com a lotação, ao passar pelas minhas costas, me deu um encontrão de leve, fazendo assim que eu, sem querer, encostasse meu pau no braço daquela senhora.
Ela fingiu não sentir nada, e tudo estava normal, até que senti numa curva o braço dela encostar em meu pau e ali ficar pressionando um pouco, o que me deixou muito excitado. Afastei-me um pouco para não criar mal estar, mas senti que ela agora pressionava com mais força, o que me fez relaxar e curtir aquilo. Em mais ou menos meia hora de trajeto, a senhora me entregou a minha mochila e pediu para eu puxar a campainha pois ela iria descer. Me olhou com um olhar maroto que interpretei como um convite, e desci junto com ela.
Ela me perguntou se eu morava ali perto, e eu falei que minha descida seria uns cinco pontos depois, mas que havia descido ali para ajudá-la a levar as duas sacolas pesadas.
Ela sorriu e agradeceu e disse que morava logo na casa da esquina. Eu perguntei se seu marido não iria achar estranho eu a ajudando e ela me falou sorrindo que não tinha marido e que moravam apenas ela e uma secretária, que era a sua amiga de verdade. Entramos por um portão lateral e já saímos na cozinha de sua casa, e quando estávamos tirando as coisas das sacolas chegou uma mulher de uns trinta anos, muito bonita, morena clara, seios fartos e livres de soutien, numa blusa amarela decotada e com uma saia comprida estilo cigana, mas que dava para notar seu lindo rabo, largo e empinado.
Fomos apresentados e seu nome era Fátima, enquanto que o nome de sua amiga/patroa era Nádia. A patroa, apesar de bem mais velha, também era muito atraente, e vinha no ônibus de calça jeans e blusa branca, onde notei ter um bumbum grande e seios medianos.
Após guardarem as coisas na geladeira elas me convidaram para tomar um suco, e aceitei já meio sem jeito, pois eu achava que daquele mato não sairia coelho.
Ficamos no sofá da sala conversando, e em pouco tempo a Nádia falou que iria tomar um banho, pois aquele ônibus cheio a deixou suada.
Ficamos na sala eu e a Fátima sem muito assunto, até que a Nádia apareceu novamente, de cabelos molhados e com um vestido curto, mostrando um belo par de coxas e dando uma rodadinha e perguntando o que eu achava.
Eu sorri sem jeito. Mas como sou safado, falei que ela estava um tesão. Ao ouvir isso a Fátima disse que iria na cozinha organizar o restante das compras, e ao ficarmos sozinhos, a Nádia veio até mim e sem se preocupar em ser discreta, disse que tinha sentido meu tesão ao encostar em seu braço no ônibus.
Olhando nos meus olhos, ela me abraçou e colou sua buceta no meu pau, me oferecendo a boca, que beijei bem gostoso, fazendo que ela enlaçasse os braços em volta do meu pescoço, e com um beijo de língua muito gostoso eu apertasse e sentisse sua bunda grande e dura sendo pressionada por minhas mãos.
Ela deu um gemido de leve e eu a levei para o sofá, a deitando e levantando seu vestido fininho e comecei a lamber sua buceta por cima da calcinha branca que ela estava vestida, por sinal, uma minúscula calcinha que me proporcionou um tesão imenso.
Após dar lambidas por cima da calcinha a afastei de lado e comecei a meter a língua naquela buceta grande, com poucos pelos e completamente encharcada de mel.
Então levei meu dedo ao seu clitóris durinho e fiquei massageando, ao mesmo tempo em que chupava sua buceta.
Em poucos minutos a Nádia puxou com força meus cabelos e disse: - Vai, meu filho... chupaaaa... estou gozandooooooooooooo!! Ela tremeu gostoso na minha boca e pude ver que estava tendo um orgasmo delicioso.
Depois que ela gozou em fiquei dando beijinhos no corpo dela, enquanto ela relaxava um pouco.
Depois me levantei e pus meu pau pra fora e ela imediatamente o colocou na boca, chupando avidamente, me deixando louco de tesão.
Ela estava me levando à loucura, o que fez com que eu a colocasse de quatro no sofá e a fosse penetrando devagarinho, arrancando gemidos roucos de prazer daquela mulher madura e tesuda.
Cravei forte em sua buceta, e segurava suas ancas, apertando com as duas mãos, o que me deixava cheio de tesão. De repente tirei meu pau de sua buceta e passei a minha língua pincelando seu cuzinho e arrancando um gemido rouco dela.
- Meu amor... me fode na buceta e depois goza no meu cuzinho... bem gostoso!! - ela falou quase sussurrando.
Assim o fiz. Alisei o grelo dela e a fiz gozar mais uma vez na buceta e em seguida atolei todo meu cacete naquele cuzinho aberto, e dei estocadas rápidas e fortes, e comecei a entupi-lo de leite, gozando loucamente e proporcionando mais um gozo à gostosa Nádia.
Relaxamos um pouco, ela pegou na minha mão, fomos para o banheiro e tomamos uma bela ducha. E ao sairmos, para minha surpresa, havia um belo lanche nos esperando, e a gostosa Fátima sorrindo e falando que nos alimentássemos bem, pois aquele exercício dá muita fome mesmo.
Entre surpreso e deliciado com a Nádia, agradeci o belo lanche, e depois me despedi das duas novas amigas. Fui embora com a promessa de uma volta em breve.
E é justamente em breve que contarei a minha próxima visita a elas, dessa vez com o título de "Nádia e Fátima".
Quem morar em Fortaleza e quiser viver esse tipo de experiência, deixe contatos nos comentários que respondo imediatamente. Sou um homem muito tesudo e safado, com um pau sempre disponível para mulheres solitárias e até mesmo casais.
Espero que gostem e em breve publicarei "Nádia e Fátima".
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